O PSB de Marina Silva acaba de confessar, em nota oficial, um crime
eleitoral de graves proporções, que jamais seria conhecido se não
houvesse o acidente com o jatinho que vitimou Eduardo Campos. O partido
informa que o avião foi "emprestado" por empresários. No entanto,
ninguém pode ceder, doar, emprestar nada a uma campanha que não seja da
natureza do seu negócio. Os empresários citados não possuem empresa de
táxi aéreo. A aeronave não tinha licença para atuar como tal. É crime
eleitoral. E grave! Leia a nota abaixo:
CONFIRA A ÍNTEGRA DA NOTA:
O Partido Socialista Brasileiro esclarece:
A aeronave de prefixo PR-AFA, em cujo acidente faleceu seu
presidente, Eduardo Henrique Aciolly Campos, nosso candidato à
presidência da República, teve seu uso - de conhecimento público–
autorizado pelos empresários João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e
Apolo Santana Vieira.
Nos termos facultados pela legislação eleitoral, e considerando o
pressuposto óbvio de que seu uso teria continuidade até o final da
campanha, pretendia-se proceder à contabilização ao término da campanha
eleitoral, quando, conhecida a soma das horas voadas, seria emitido o
recibo eleitoral, total e final.
A tragédia, com o falecimento, inclusive, de assessores, impôs
conhecidas alterações tanto na direção partidária quanto na estrutura e
comando da campanha, donde as dificuldades enfrentadas no levantamento
de todas as informações que são devidas aos nossos militantes e à
sociedade brasileira.
Brasília, 6 de agosto de 2014
BLOG DO CORONEL

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