Na simulação de segundo turno, Marina seria eleita com 45%, contra
36% da petista. Há, porém, ainda 11% de indecisos e outros 9% que
anulariam. Contra Aécio, Dilma ainda seria reeleita: 41% a 35%. Nesse
cenário, há mais indecisos e eleitores que anulariam: 12% em cada grupo.
Embora o cenário de primeiro turno testado pelo Ibope
seja diferente do da pesquisa anterior - pois aquela ainda media as
intenções de voto em Eduardo Campos (PSB) -, percebe-se que Marina, ao
entrar na disputa, tirou eleitores de tudo e de todos: Dilma e Aécio
perderam 4 pontos cada um; os nanicos perderam 3 pontos; a taxa dos que
anulariam ou votariam em branco está 6 pontos menor; e há 3 pontos a
menos de indecisos.
Na pesquisa espontânea - pergunta-se a intenção de
voto do eleitor sem mostrar para ele a cartela circular com os nomes dos
candidatos -, Dilma segue na liderança, com 27%. Marina chega a 18%, e
Aécio tem 12%. O número de eleitores indecisos na espontânea despencou
de 43% para 28%, em relação à pesquisa anterior do Ibope, de 6 de
agosto.
Dos três primeiros colocados, Marina tem a menor
rejeição. Apenas 10% dizem que não votariam nela de jeito nenhum, contra
36% que não votariam em Dilma, e 18% que rejeitam Aécio. Destacam-se
ainda a rejeição ao Pastor Everaldo (14%) e a Zé Maria (PSTU), que tem
11%. Os demais candidatos têm menos de 10% de rejeição.
Avaliação. A avaliação do governo
Dilma segue estável. Os que acham a gestão petista ótima ou boa
oscilaram dois pontos para cima, de 32% para 34%. Já os que consideram o
governo ruim ou péssimo passaram de 31% para 29%. A taxa de regular foi
de 35% para 36%. E outros 2% não souberam responder.
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