MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

sábado, 31 de janeiro de 2026

Ferrugem da Soja é detectada no Oeste

 

JORNAL A REGIÃO

Produtores de soja estão preocupados com o aparecimento do primeiro foco de ferrugem asiática na safra 2025/26. Ele apareceu no oeste da Bahia, na microrregião de Rosário, de Correntina, e foi confirmado pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).

Ela veio depois da análise de coletas feitas pela equipe do Programa Fitossanitário da entidade. A confirmação, feita em um laboratório de Luis Eduardo Magalhães, aconteceu em 27 de janeiro, pela Fundação Bahia. A técnica usada foi a “câmara úmida”, que permite enxergar os esporos do fungo Phakopsora pachyrhizi, causador da doença.

Este método é necessário porque os esporos são invisíveis a olho nu. A Aiba já comunicou o caso à Adab (Agência de Defesa Agropecuária da Bahia). A entidade monitora as principais áreas de soja do Oeste baiano, como o Anel da Soja, Placas, Bela Vista, Paraíso e a Rodovia da Soja.

O sistema usado pela Aiba usa coletores em locais estratégicos que detectam a presença de esporos de fungos que podem afetar a soja e o algodão. A ferrugem asiática é uma delas, conhecida por ser uma das mais prejudiciais para a soja, podendo causar perdas superiores a 75%, se não for controlada adequadamente.

A recomendação técnica é fazer o manejo com uso rotativo e criterioso de fungicidas, monitorando as lavouras diariamente. A Aiba orienta os produtores a fazer visitas frequentes às lavouras, seguir protocolos fitossanitário e informar as autoridades fitossanitárias imediatamente caso encontrem casos suspeitos.

7:34 PM  |  

Rio foi vice em empregos durante 2025

 

JORNAL A REGIÃO

O Rio de Janeiro fechou 2025 na segunda posição no ranking nacional de geração de empregos, com a criação de 100.920 postos de trabalho formal de janeiro a dezembro. O estado também é o segundo na região Sudeste, atrás apenas de São Paulo. Os dados são do Novo Caged, divulgado na quinta-feira, em Brasília.

"O avanço do emprego formal no Rio de Janeiro tem impacto direto na vida da população ao ampliar a renda das famílias, estimular o consumo e fortalecer a economia. Por isso assumimos o compromisso de promover políticas públicas responsáveis, que transformem desenvolvimento em oportunidades reais," afirma Cláudio Castro.

O governador destaca que todas as oito regiões do Rio de Janeiro apresentaram saldos positivos em 2025. Os municípios do Rio de Janeiro, Macaé, Duque de Caxias, Angra dos Reis, Seropédica, São Gonçalo, São Gonçalo, São João de Meriti e Itaboraí foram os que mais se destacaram na geração de empregos.

Todos os cinco setores – Serviços, Comércio, Indústria, Construção e Agropecuária – apresentaram saldos positivos no ano passado. Quanto à faixa etária e escolaridade, os jovens de 18 a 24 anos e aqueles com o Ensino Médio completo foram os mais favorecidos nas contratações. As mulheres ocuparam mais de 50% das vagas.

"Mais um ano em que o Rio de Janeiro alcança o segundo lugar na criação de empregos formais. Continuamos a acreditar no potencial econômico do nosso estado. Nossa equipe está trabalhando na promoção de ações de empregabilidade visando aumentar as possibilidades de emprego," destaca o secretário Luiz Martins.

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São Paulo terá maior carnaval do Brasil

 

JORNAL A REGIÃO

A Prefeitura de São Paulo anunciou nesta sexta-feira os detalhes para "o maior, melhor, mais seguro e organizado Carnaval do Brasil", que neste ano tem recorde de blocos, expectativa de reunir 16,5 milhões de foliões, gerar R$ 3,4 bilhões na economia e criar cerca de 50 mil empregos.

Maior do que no ano passado (quando 601 blocos desfilaram), o Carnaval 2026 terá 627 blocos e chega com expectativa de igualar ou superar os números de 2025, ano que marcou a virada do evento na capital. Pela primeira vez, 100% da estrutura do Carnaval de Rua será custeada pela iniciativa privada, um feito inédito.

Ao apresentar os detalhes da festa, o prefeito Ricardo Nunes ressaltou a importância dessa parceria para a organização do evento. “São cerca de 15 mil vendedores organizados, com apoio da Ambev e da Skol. O patrocínio das duas empresas soma R$ 29,2 milhões, além de um aporte adicional de R$ 1 milhão destinado à operação, totalizando R$ 30,2 milhões”, afirmou.

Além da expansão da estrutura, o Carnaval deste ano se destaca pela força da programação artística. Estão confirmados nomes como Ivete Sangalo, Daniela Mercury, Léo Santana, Luísa Sonza, Pablo Vittar, Alceu Valença, Michel Teló, BaianaSystem, Lauana Prado, Lexa, Gustavo Mioto e Thiago Abravanel com Wanessa Camargo.

Também estreante no Carnaval da cidade, o DJ Calvin Harris promete arrastar uma multidão ao som da música eletrônica pela Avenida da Consolação. Além dos grandes blocos, o Carnaval se espalha pelos bairros com a participação de 68 agremiações da UESP e do tradicional Afoxé, em cinco dias de desfiles;.

Eles reunirão cerca de 20 mil componentes e público estimado em 350 mil pessoas. A programação inclui ainda atrações culturais gratuitas nas Casas de Cultura e Centros Culturais municipais. Mais de 2,2 mil guias de turismo atuarão nos blocos, no Sambódromo, em terminais rodoviários, aeroportos e estações de metrô.

Ex-prefeito de Juazeiro muda para Neto

 

JORNAL A REGIÃO

O ex-prefeito de Juazeiro Isaac Carvalho afirmou que a aliança política com o vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, tem como objetivo a construção de um projeto de desenvolvimento para Juazeiro e para a região. Em entrevista coletiva, Isaac também fez críticas ao governador Jerônimo Souza.

Segundo Isaac, a decisão de apoiar ACM Neto foi construída ao longo de meses de diálogo com lideranças da oposição em Juazeiro, especialmente com os deputados estadual Jordávio Ramos e federal Adolfo Viana, além de conversas com o prefeito de Salvador, Bruno Reis, e com o presidente do PL na Bahia, João Roma.

Isaac destacou que, após as eleições municipais de 2024, tornou-se evidente a necessidade de a oposição em Juazeiro começar a discutir um projeto político estruturado. Ao explicar o rompimento com o grupo governista, Isaac ressaltou a lealdade histórica ao projeto liderado pelo PT e pelo PCdoB desde 2009.

Mas, explicou, a condução de Jerônimo nas eleições municipais foi determinante. “A forma não foi correta com um aliado como a gente”. O ex-prefeito também citou o papel do senador Otto Alencar, afirmando que, por respeito e lealdade ao apoio recebido em 2024, não poderia avançar em nenhuma conversa sem antes dialogar com ele.

Moinho de Ilhéus recebe equipamentos

 

JORNAL A REGIÃO

O Moinho de Ilhéus começa a escrever um novo capítulo na história da cidade. Após 17 anos sem operar, a chegada dos equipamentos da moageira ao Porto de Ilhéus marca um avanço concreto no processo de reativação de um empreendimento estratégico para o sul da Bahia.

Os equipamentos, que integram sistemas essenciais do processo de moagem de trigo, estão sendo desembarcados em contêineres e fazem parte do primeiro lote. A movimentação confirma que o investimento de aproximadamente R$ 120 milhões já está em andamento e avançando para a fase operacional.

Após a reativação, a gestão do Moinho de Ilhéus ficará sob responsabilidade do Grupo Maratá. “A retomada do Moinho de Ilhéus vai além da recuperação de um equipamento industrial. Ela representa geração de emprego e renda, fortalecimento da cadeia logística e um novo impulso para as operações portuárias".

"Com a entrada em funcionamento, o Porto de Ilhéus deverá registrar aumento na movimentação de navios, especialmente com a chegada de embarcações transportando trigo”, destaca o presidente da Codeba, Antonio Gobbo. "A reativação do Moinho também reforça o papel estratégico do Porto de Ilhéus".

“Este é um investimento que vai gerar 80 empregos diretos e 100 indiretos, e a expectativa é de que comece a operar já em julho, com uma produção dedicada à moagem de trigo e produção de derivados”, detalha o gerente do Porto de Ilhéus, Gilberto Rodrigues.

7:38 PM  |  

Jornalista sugere acervo Uesc online

 

JORNAL A REGIÃO

O jornalista Walmir Rosário defende a digitalização do acervo histórico mantido pela Uesc como forma de ampliar o acesso público à memória do sul da Bahia. Em artigo de opinião, ele sustenta que o material reunido no Centro de Documentação da universidade, o Cedoc, precisa ser disponibilizado online.

Rosário relata visitas frequentes ao Cedoc para pesquisar edições antigas de jornais de Ilhéus e Itabuna, onde encontra registros sobre economia, política, cultura e a trajetória da lavoura cacaueira. "Mesmo com acervos incompletas em alguns períodos, a coleção permite reconstituir momentos de prosperidade e crise da região", diz.

Segundo o articulista, a Uesc cumpre papel de guardiã da história regional ao preservar e catalogar jornais e documentos históricos, inclusive registros do Poder Judiciário em Ilhéus. Entre os títulos disponíveis estão Diário da Tarde, de Ilhéus; O Tabu, de Canavieiras; Diário de Itabuna, Agora e A Região (único ainda ativo), de Itabuna.

Para ele, a universidade tem estrutura e equipe técnica para liderar um grande projeto de digitalização e tratamento gráfico desse material, utilizando prédios herdados do antigo Instituto de Cacau da Bahia A proposta é que todo o conteúdo possa ser acessado pela internet.

Valderico sela a paz do dia de Iemanjá

 

JORNAL A REGIÃO

O prefeito Valderico Reis Junior entrou em campo para tentar resolver um problema criado pelo próprio governo. Após a Prefeitura anunciar que a parte musical da Festa de Iemanjá seria concentrada apenas na região da Praia do Cristo, comunidades de umbanda e candomblé da zona sul e do Malhado protestaram.

Os povos de terreiro reivindicam a manutenção dos shows musicais também na Litorânea Norte, no tradicional ponto da escultura de Iemanjá, e na Maramata, no Pontal. Após a divergência, o prefeito divulgou um vídeo ao lado de Pai Toninho, uma das lideranças que protestaram contra a decisão da Prefeitura.

No vídeo, Valderico e Pai Toninho afirmam que a divergência foi contornada. No entanto, não deixaram claro o conteúdo do acordo firmado. Até o momento, oficialmente, só há um show musical anunciado, o da banda Guig Guêto, que vai se apresentar na “esquina” da Praia do Cristo com a Praia da Avenida, sob a Ponte Jorge Amado.

Extraoficialmente, o Jornal das Sete, da Morena FM, apurou que a banda Sambadila, de Mestre Ney, vai tocar na festa da Maramata. Já a banda Samba de Trêta foi escalada para a celebração na Litorânea Norte. Neste ano, o dia 2 de fevereiro cairá na próxima segunda-feira, esticando o descanso do final de semana para quem pode.

Augusto desabafa contra os vereadores

 

JORNAL A REGIÃO

Durante a prestação de contas do Carnaval Antecipado, o prefeito Augusto Castro mostrou impaciência com os ruídos na base parlamentar. Falando em um tom elevado, que não costuma usar em público, disse que está na hora de colocar aliados descontentes na oposição.

"Tem 21 vereadores. Eu ganhei a eleição de 2020 com três partidos, e agora eu tenho 13 partidos. O cobertor é curto, não dá para tudo. Para quem estiver comigo, eu não largo a mão. Quem quiser fazer oposição, que faça oposição".

Sem citar nomes, reconstituiu diálogo com um parlamentar e uma conversa com o presidente da Câmara, Manoel Porfírio. "Eu encontrei hoje e tratei com um vereador. Eu disse: Eu quero você na oposição! Pronto. E falei para Manoel: Vamos botar mais uns dois na oposição".

Com uma pitada de ironia, o prefeito lembrou que a existência de opositores faz parte do sistema democrático, desde que o exercício da oposição não seja um fim em si mesmo. Na sequência, argumentou que os aliados também colhem os frutos do governo, como a pavimentação de ruas e a expansão da rede de água.

A declaração sucedeu dois eventos relevantes na política local. O primeiro, em dezembro, quando o vereador Ronaldão renunciou à liderança do Governo na Câmara. E saiu atirando. O segundo foi o Carnaval Antecipado. Considerado um sucesso, o festejo parece ter animado Augusto a enquadrar os sinais de dissidência na base.

7:39 PM  |  

Wagner é envolvido no caso Banco Master

 

JORNAL A REGIÃO

Voltou a aparecer o nome do Líder do regime de Lula da Silva (PT) no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), no escândalo do Master, revelando sua ascendência sobre Daniel Vorcaro, controlador da instituição liquidada pelo Banco Central.

Wagner já havia sido citado como o autor do pedido a Vorcaro, em nome do governo Lula, para contratar o ex-ministro Guido Mantega como “consultor”. O contrato teve o valor de R$1 milhão mensais. As ordens de Jaques Wagner ao Banco Master intrigaram membros da CPMI do INSS, que querem investigar esse relacionamento.

O Master também inaugurou sua carteira de consignados ao incorporar um órgão do governo baiano especializado em créditos a servidores. A CPMI tem indícios de que participaram da “gentileza” ao Master o ex-governador da Bahia Rui Costa e seu antecessor Jaques Wagner.

Lula da Silva e seu governo parecem enrolados até o pescoço no caso do Banco Master, cujo dono, Daniel Vorcaro, foi preso pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero.

Uma das revelações mais devastadores sobre esse escândalo, até agora, mostrou que o presidente da República e Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, reuniram-se com Vorcaro para tratar do Master. E que, no cargo, o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski ganhou R$ 5,25 milhões como consultor do Master.

A reunião de Lula com Vorcaro ocorreu a pedido do ex-ministro petista Guido Mantega, contratado como “consultor” por R$ 1 milhão mensais. Ricardo Lewandowski recebeu R$6,5 milhões em um contrato de serviço de "consultoria", mediante pagamento de R$ 250 mil mensais. Com Diário do Poder.

Flávio lembra que Lula é antissemita

 

JORNAL A REGIÃO

Durante participação na Conferência Anual de Combate ao Antissemitismo, realizada em Israel, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, criticou o presidente Lula (PT) e reforçou sua defesa de um alinhamento estratégico do Brasil com Israel e outras democracias ocidentais.

Tratado como chefe de estado, em discurso Flávio afirmou que o petista adota uma postura antissemita, citando declarações e decisões do atual governo na política externa.

“Lula é antissemita. Isso não é um slogan, não é exagero. É baseado em suas ideias, seus conselheiros, suas palavras e suas ações”, declarou o senador, ao criticar a falta de condenação explícita do grupo terrorista Hamas por parte do presidente brasileiro em recentes episódios do conflito no Oriente Médio.

Segundo Flávio, o Brasil passou a integrar um grupo de países que relativizam ou silenciam diante do terrorismo, postura que, em sua avaliação, afasta o país dos valores democráticos historicamente defendidos pelo Ocidente.

Em contraponto, o senador elogiou as ações dos Estados Unidos na região, classificando-as como um “novo modelo de cooperação internacional” no combate ao extremismo. O parlamentar também deixou claro que, caso eleito presidente, pretende mudar o rumo da política externa brasileira.

“Israel está na linha de frente da democracia contra a barbárie. Deixe-me dizer isso claramente: o Brasil deve estar com Israel, com os judeus, com as democracias que lutam contra o terror”, afirmou.

Flávio Bolsonaro declarou ainda que “o próximo presidente brasileiro não será persona non grata em Israel”, numa referência direta ao desgaste diplomático entre os dois países durante a gestão Lula. Para o senador, Brasil e Israel compartilham valores fundamentais como liberdade, democracia e respeito pela vida.

Como mostrou o Diário do Poder, Flávio agradeceu publicamente o encontro com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, durante a conferência. O senador cumpre agenda internacional acompanhado do irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

Em publicação na rede social X (antigo Twitter), Flávio afirmou que foi uma honra se reunir com Netanyahu e outras autoridades israelenses. Segundo ele, são lideranças que “levam a sério a defesa da vida, da liberdade e da verdade”, reforçando o discurso de aproximação entre Brasil e Israel em um eventual novo governo. Com Diário do Poder.

6:54 PM  |  

Moradores da BR-251 seguem ignorados

 

JORNAL A REGIÃO

Os moradores das comunidades ao longo da BR-251, federal mas sob a responsabilidade do Governo da Bahia, enviaram novo ofício à desembargadora federal Katia Balbino. O documento é assinado por mais de 20 comunidades e foi enviado na segunda-feira, 26.

Nele, elas lembram a situação precária da estrada, que liga Ilhéus a Buerarema, abandonada há décadas mesmo com decisões judiciais. "A BR-251, no trecho que liga Ilhéus e Buerarema, é alvo frequente de denúncias e ações judiciais federais, e apelos populares devido às péssimas condições de infraestrutura", afirma o documento.

"Moradores, produtores rurais e motoristas relatam buracos, lama no período de chuvas, poeira na seca e falta de sinalização. O mais agravante é ter centenas de jovens e crianças sem poder ir para escola devido à falta de infraestrutura, o que gera insegurança e isolamento de comunidades, além de prejuízos aos produtores".

"A fome e a miséria reinam na região," acrescenta. Os moradores, especialmente do distrito de Couto e Santo Antônio, bloqueiam constantemente a rodovia em protesto, todos os anos, desde 2011, Usando pneus e pedaços de madeira, eles exigem reparos imediatos e pedem socorro ao Ministério Público federal e à Justiça Federal.

Vídeos e relatos de moradores nas redes sociais descrevem a estrada como "totalmente abandonada", com trechos perigosos, alto risco e acidentes com mortes por falta de infraestrutura. A erosão avançada em alguns trechos, potencializada pelas chuvas, impedem o acesso a serviços básicos de saúde e venda da produção local.

Desde 2011 os moradores cobram a pavimentação asfáltica, iluminação e sinalização de um trecho de 41 km entre Ilhéus e Buerarema. A Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra) e o DNIT, acionados na Justiça, prometem melhorias mas não fazem. "Até hoje nada foi feito para socorrer as mais de 80 mil famílias sa região", dizem.

A ação pública se arrasta na Justiça desde 2011, movida pelo Ministério Público Federal em Ilhéus sob o número 1000330-10.2017.4.01.3301.

Dezembro foi trágico para os empregos

 

JORNAL A REGIÃO

O mês de dezembro teve a maior perda de empregos para o mês na história do Brasil. Mas os reflexos também chegaram à Bahia, com o pior desempenho dos últimos dez anos. Em Itabuna, o saldo foi negativo em 301 vagas, mas o acumulado do ano foi muito positivo, fechando em 1.221 novos postos de trabalho.

O único setor positivo foi o da Indústria, abrindo seis vagas. Os Serviços, ponto forte da cidade, fecharam 129 postos de trabalho, o Comércio outros 80. A Construção eliminou 69 empregos e a Agropecuária, 29. Ilhéus foi bem pior. Perdeu menos vagas em dezembro, 133, mas o acumulado do ano ficou em apenas 136 empregos.

Assim como Itabuna, Ilhéus só teve resultado positivo em um setor em dezembro, o de Serviços, abrindo 30 novos postos de trabalho. A Construção eliminou 89 empregos, o Comércio fechou 49 vagas, a Indústria 13 e a Agropecuária ficou com 12 postos de trabalho a menos.

Na Bahia a tragédia foi grande, com a eliminação de 19.498 empregos, o equivalente a toda a população de Itajuípe. O acumulado do ano foi de apenas 94.380. O pior setor foi a Construção, fechando 7.114 vagas, seguida dos Serviços com menos 4.199, a Agropecuária, com -3.857, a Indústria com -2.573 e o Comércio com -1.753.

O Brasil eliminou 618 mil empregos em dezembro, o pior resultado da história para o mês, quatro vezes pior que o de 2020, quando o país enfrentava uma pandemia. Com isso, em 2025 o país só criou 1,2 milhão de vagas. Em 2024 foram 1,6 milhão, em 2023 1,4 milhão. No governo Bolsonaro foram 9 milhões só no último ano, 2022.

Em 2021, com pandemia, Bolsonaro criou 2,7 milhões de empregos. Em 2020, com pandemia a partir de fevereiro,

houve perda de 189 mil. Nos quatro anos, o governo de Jair Bolsonaro gerou 11,5 milhões de postos de trabalho, contra 4,2 milhões durante os três primeiros anos de Lula da Silva (PT). E a tendência é de queda ano a ano.

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Como tornar uma empresa atrativa para várias gerações?

 


Por Thiago Gaudencio

Baby Boomers, Geração X, Millennials e Geração Z. Todos, compartilhando o mesmo espaço de trabalho — mas, nem sempre, convivendo em harmonia, aprendendo uns com os outros e se unindo a fim de atingir as metas corporativas. Tornar uma empresa atrativa e saudável para diferentes gerações é um desafio bastante comum enfrentado pelo mercado – o que exige, acima de tudo, uma liderança flexível e muito bem-preparada para ouvir cada um dos lados e assegurar que estejam felizes e motivados em suas funções. 

Se, antigamente, organizações com equipes na mesma faixa etária, visões e experiências eram a grande maioria, hoje, é fato que ter times multigeracionais é bem mais importante e estratégico para o sucesso competitivo. Essa diversidade traz consigo backgrounds diferentes, olhares distintos e opiniões que, juntas, abrem caminhos para tomadas de decisões mais eficazes que impulsionem o negócio frente a seus concorrentes. 

Contudo, o que vemos hoje, no mercado, ainda não é tão expandido assim. Um artigo recente publicado na European Journal of Business and Management Research indicou que esses choques entre diferentes gerações podem surgir de valores, comportamentos e identidades distintos, os quais afetam desde as estratégias gerenciais até as dinâmicas de trabalho.  

Há uma tendência natural de que, conforme a empresa vá ganhando cada vez mais maturidade, reconhecimento e prosperidade, mais profissionais seniores adentrem seu time, criando um espaço diverso que precisa de uma boa convivência para continuar garantindo a conquista de excelentes resultados. Como assegurar essa manutenção? Através de uma boa liderança. 

Líderes com um talento natural em exercer essa tarefa minimizam as chances de conflitos intergeracionais, contando com uma gestão de pessoas comprometida em, verdadeiramente, ouvir cada um dos profissionais, quanto a suas frustrações, desejos, ou qualquer outro ponto de melhoria que queiram compartilhar. Não estamos falando apenas de escutar, mas de entender o que está sendo dito, perceber o que precisa ser ajustado e ser flexível quanto a isso. 

É sobre notar as nuances de cada pessoa dentro da empresa, extraindo o melhor que têm a oferecer. Isso cria uma cultura organizacional muito mais forte, longeva e preparada para lidar com qualquer conflito existente entre as equipes - até porque, a tendência, a partir de agora, é que o mercado lide cada vez mais com diferentes gerações convivendo em um mesmo ambiente de trabalho. Inclusive, desempenhando as mesmas funções, nos mesmos cargos. 

Ao invés de encarar esse cenário com receio, devemos nos aproveitar do que tende a nos ensinar e proporcionar. Precisamos saber como lidar com essas diferenças, o que parte, inevitavelmente, de uma liderança preparada, capacitada, treinada e hábil para tal, de forma que todos estejam felizes e produtivos quanto ao maior interesse comum: a conquista de resultados crescentes que alavanquem o negócio em seu setor. 

Bons líderes devem estar conectados com a missão, valor e propósito da organização. Nem sempre terão um perfil 100% aderente a isso, o que reforça um filtro nesses critérios a fim de selecionar aquele que estiver mais aderente a essas questões. Nesse sentido, aquelas que não compreenderem o que compõe seu DNA e onde almejam chegar, a médio e longo prazo, dificilmente atrairão esses profissionais capacitados. 

Inspire-se em bons exemplos do mercado. Analise suas culturas, políticas, e demais ações que tomam para garantir um bom ambiente para todas as gerações. Colha esses aprendizados e adapte à sua realidade, de forma que crie um local propício para que profissionais com diferentes visões, opiniões e experiências se sintam acolhidos e motivados a trabalharem juntos. 

Um ambiente verdadeiramente diverso exige flexibilidade e, acima de tudo, compreensão do que a empresa espera de seu crescimento. Apenas assim, conseguirão passar esses objetivos com clareza e transparência a seus times e líderes, de forma que se apoiem nesta dinâmica de amplitude de percepções que, certamente, irá agregar – e muito – para que o negócio se torne uma referência no mercado. 

Thiago Gaudencio é headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão. 

  

Sobre a Wide: 

https://wide.works/ 
Com mais de 30 anos somados de recrutamento especializado e mais de 20 mil entrevistas realizadas, o propósito da Wide, empresa de recrutamento e seleção de alta gerência, é construir legados, seja o das empresas contratantes, o dos candidatos e o seu próprio. 



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Nathália Bellintani


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Novo estudo aponta riscos de faixa preferencial para motos e recomenda cautela em expansão

 

Vital Strategies


Novo estudo aponta riscos de faixa preferencial para motos e recomenda cautela em expansão

Pesquisa conduzida pela organização global de saúde Vital Strategies mostra que o modelo paulistano, replicado no Rio de Janeiro e em outras capitais, aumentou o número de mortes em cruzamentos.

  • A Faixa Azul eleva, em média, de 100% a 120% os sinistros fatais com motociclistas em cruzamentos; 
  • Apesar do limite de velocidade de 50 km/h, a velocidade média das motos nas vias com Faixa Azul saltou de 58,3 km/h para 72,2 km/h; 
  • 96% dos motociclistas trafegam acima de 50 km/h e 81% trafegam acima de 60 km/h em vias com Faixa Azul.  

Um novo estudo independente revela que a Faixa Azul em São Paulo - sinalização de trânsito que delimita um corredor preferencial para motos no espaço entre as faixas de tráfego   aumentou drasticamente a velocidade média dos motociclistas e, como resultado, a sinalização provocou um aumento médio de 100% a 120% nas mortes de motociclistas em cruzamentos. O estudo foi conduzido por um consórcio formado pela Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Ceará (UFC) e Instituto Cordial, em parceria com a organização global de saúde pública Vital Strategies. 

O Brasil registrou 36.403 mortes no trânsito somente em 2024. Este é o quinto aumento consecutivo desde 2019, segundo o Ministério da Saúde. Desse total, mais de um terço, 14.994, eram ocupantes de motocicletas: um aumento de mais de 10% em relação a 2023. A cidade de São Paulo, maior metrópole do país, registrou 1.029 mortes totais no trânsito no mesmo período, das quais 46,74% eram ocupantes de veículos de duas rodas, razão pela qual a pressão por soluções para reduzir as mortes de motociclistas se intensifica. 

Iniciado em 2022 na capital paulista como um projeto-piloto nacional, o programa Faixa Azul experimentou rápida expansão, ultrapassando 200 km de extensão até hoje. No entanto, esse crescimento ocorreu sem evidências científicas da eficácia dessas faixas na redução de fatalidades. O lançamento do relatório ocorre em um momento crucial, enquanto a Secretaria Nacional de Trânsito (SENATRAN) aguarda evidências técnicas conclusivas para decidir se a Faixa Azul deve ou não ser regulamentada e incorporada oficialmente à legislação de trânsito nacional. 

"Estamos vendo um aumento no número de condutores trafegando acima do limite de velocidade nas Faixas Azuis, o que coloca suas vidas e as de outros em risco. Portanto, precisamos ser muito cautelosos ao expandir este projeto. Esta é uma das primeiras evidências robustas sobre o efeito negativo da Faixa Azul na segurança dos motociclistas. Medidas como gestão de velocidade e aumento da fiscalização já provaram ser mais eficazes na prevenção de mortes de motociclistas," explica Ezequiel Dantas, Diretor de Vigilância de Lesões no Trânsito da Vital Strategies. 

Expansão nacional 
O modelo da Faixa Azul de São Paulo está sendo replicado em outras regiões do país, incluindo Rio de Janeiro (RJ), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Porto Alegre (RS) e Belo Horizonte (MG). “Essa expansão levanta sérias preocupações, especialmente dado que São Paulo e Rio de Janeiro atualmente lideram o ranking de sinistros fatais com motocicletas no país”, alerta Dantas. 

Como parte do estudo, pesquisadores conversaram com motociclistas que expressaram uma forte sensação de conforto e pertencimento nas Faixas Azuis. “Mais espaço é mais tranquilo. Às vezes os carros estão muito juntos. Você acaba tentando desviar e acaba batendo em algo. Caindo, sabe? Esse espaço, esse espaço mais livre, ajuda. Ajudou muito”, comentou um dos motociclistas entrevistados durante o estudo. No entanto, a análise revela um paradoxo crítico: esse conforto percebido frequentemente se traduz em uma falsa sensação de segurança, encorajando velocidades significativamente mais altas. Consequentemente, o que parece 'mais seguro' para o piloto na verdade expõe a ele e aos outros a riscos maiores, particularmente nos cruzamentos. 

Faixa exclusiva organiza o fluxo, mas encoraja o excesso de velocidade 
Apesar do limite de velocidade sinalizado de 50 km/h, os dados revelam que as velocidades médias das motos nos meios de quadra em vias com Faixa Azul saltaram de 58,3 km/h para 72,2 km/h. O relatório conclui que a demarcação de solo sozinha é insuficiente para garantir a segurança. Monitoramento por drones e análise geoespacial indicam que as marcações criam um efeito de "pista livre", estimulando inadvertidamente velocidades significativamente acima do limite legal. 

Esse comportamento resultou em um cenário onde 96% dos motociclistas trafegam acima de 50 km/h e 81% trafegam acima de 60 km/h em vias com Faixa Azul, comparado a 71% e 35% em vias sem a intervenção, respectivamente. A consequência mais grave ocorre nos cruzamentos, onde a interação com outros veículos se intensifica. Nesses locais, o estudo aponta um aumento médio de 100% a 120% nos sinistros fatais. 

"A Faixa Azul organizou a convivência entre os veículos, mas não eliminou o risco físico. O que vimos foi um efeito colateral grave: a faixa tornou-se um corredor de aceleração. O motociclista ganha fluidez no meio da quadra, mas chega ao cruzamento com muito mais energia. Quando motoristas se encontram em um cruzamento e o impacto ocorre em altas velocidades, 70 ou 80 km/h, os resultados são dramáticos. Essa dinâmica explica por que as fatalidades dobraram nos cruzamentos, mesmo quando visualmente parece haver um trânsito mais organizado," explica Mateus Humberto, professor da Escola Politécnica da USP e coordenador do estudo. 

Ajustes para salvar vidas 
Dada a intenção da Prefeitura de São Paulo de expandir a rede e o interesse de outras cidades em adotar a Faixa Azul, os resultados do estudo indicam a necessidade de reconsiderar ou ajustar a medida. Para melhorar a segurança, os tomadores de decisão devem priorizar as melhores práticas de engenharia viária e fiscalização rigorosa; estratégias reforçadas por recursos técnicos como o Manual de Gestão de Velocidade da OMS, que identifica o controle de velocidade como o fator-chave na redução da gravidade dos sinistros. Além da infraestrutura, é crucial abordar aspectos socio-comportamentais, fomentando uma cultura de segurança viária onde o excesso de velocidade seja percebido como um comportamento desviante e não uma norma. Consequentemente, o consórcio recomenda que a evolução da política pública seja condicionada a um protocolo de segurança alinhado aos princípios da Visão Zero, garantindo que o sistema seja projetado para perdoar o erro humano e proteger vidas efetivamente. 

De acordo com especialistas, a gestão ativa de velocidade deve ser vista como uma medida de mitigação de risco em vez de uma solução definitiva. Existe uma preocupação de que o modelo atual dependa excessivamente do cumprimento voluntário dos limites pelos usuários, o que desafia os princípios de Sistemas Seguros, onde a própria infraestrutura deveria induzir o comportamento correto. Dada essa incerteza, a recomendação técnica é contra a expansão. No entanto, caso haja uma decisão administrativa de prosseguir, é imperativo que ela seja condicionada a estratégias de fiscalização (como monitoramento de velocidade média) e redesenhos, visando conter a gravidade dos sinistros à luz das limitações inerentes ao projeto. 

O impacto econômico e o peso sobre o SUS 
A urgência em adotar protocolos de segurança mais rígidos na Faixa Azul se insere em um contexto de prejuízo bilionário para o país. Um novo relatório do Banco Mundial, "The Burden of Road Traffic Injuries in Brazil" (o peso dos ferimentos no trânsito, em tradução livre), estima que os sinistros de trânsito custam ao Brasil US$ 61,3 bilhões anuais, o equivalente a 3,8% do PIB; o dobro do que o país investe em infraestrutura. A maior fatia desse custo (57%) corresponde aos "custos humanos", como dor e perda de qualidade de vida, seguidos pela perda de produtividade (17%). O impacto sobre a saúde pública também é crítico: dados da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) revelam que, em 2024, o SUS registrou uma internação por sinistro de trânsito a cada dois minutos, totalizando mais de 227 mil admissões hospitalares no ano.  

“Com base nas evidências disponíveis, a Faixa Azul não se qualifica atualmente como uma política de segurança viária, e sua expansão não é recomendada. Se mantida em caráter experimental, sua implementação deve ser gradual e condicionada a um protocolo robusto de monitoramento e avaliação”, conclui Dantas.  

O estudo utilizou uma metodologia científica reconhecida globalmente (Diferença‐nas‐Diferenças), que permite isolar o efeito da Faixa Azul ao comparar vias com e sem a intervenção (grupo de controle). A análise foi realizada através de pesquisas quantitativas, mensuração de velocidades por drones e visão computacional, além  de qualitativas, incluindo entrevistas semiestruturadas com motociclistas para elucidar mecanismos comportamentais. 

Leia o estudo completo neste link.

Sobre a Vital Strategies  
A Vital Strategies é uma organização global de saúde presente em mais de 80 países que trabalha com governos e sociedade civil para conceber e implementar estratégias e políticas para enfrentar alguns dos maiores desafios mundiais de saúde pública. A Vital Strategies apoia a concepção e implementação de políticas e práticas baseadas em evidências para alcançar impactos significativos no combate ao consumo de álcool, doenças crônicas não transmissíveis, epidemias, violência de gênero, sinistros de trânsito e outras causas de doenças, lesões e mortes. 

 

Contato imprensa  
Mariana Pires - Coordenadora de Comunicação 
WhatsApp: (11) 99987-7835  


Analítica Comunicação

www.analitica.inf.br





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Tecnologia baiana que salva vidas em indústrias é escolhida como uma das mais promissoras do país

 


TRACKFY TECNOLOGIA

Tecnologia baiana que salva vidas em indústrias é escolhida como uma das mais promissoras do país

A Trackfy, referência em soluções de IoT para a segurança e produtividade em operações industriais, figura mais uma vez entre as 100 startups mais atraentes do país, segundo o Ranking 100 Open Startups — a principal métrica de open innovation do Brasil. O reconhecimento vem em um momento histórico para a empresa: a conclusão da fusão com a saudita WakeCap, operação que consolida a maior plataforma global em inteligência operacional de campo aplicada à indústria e grandes obras, com atuação simultânea em mais de cinco países.

 

Os fundadores da Trackfy, Felix Farias e Tulio Cerviño, na cerimônia de entrega do prêmio, em São Paulo, durante o Open Innovation Awards – Edição Especial Campeãs da Década

Em sua edição de 10 anos, o Ranking 100 Open Startups 2025 marca um novo patamar no ecossistema de inovação brasileiro. Com mais de R$ 17 bilhões em contratos ativos entre corporações e startups, e projeção de atingir R$ 100 bilhões até 2030, evidencia o avanço da inovação aberta como estratégia-chave para a transformação digital e a competitividade das empresas no Brasil. O ranking reconhece as startups que mais geraram valor para o mercado, com base em contratos e relacionamentos corporativos registrados e auditáveis.

Segundo a Trackfy, a presença nas categorias TOP IoT e Top 100 Startups Geral reafirma a posição da empresa como uma das mais atuantes do país em tecnologia aplicada às operações industriais e grandes construções. Fundada em 2020, a startup brasileira desenvolveu uma plataforma de inteligência operacional que transforma EPIs comuns em sensores inteligentes com IoT, Data Analytics e algoritmos proprietários, digitalizando a gestão de campo e garantindo segurança, visibilidade e desempenho em operações industriais complexas. Entre os resultados já alcançados estão a redução de até 50% no tempo de evacuação em emergências, a otimização de 25% no tempo de conclusão de projetos e o aumento de até 67% na produtividade de equipes em plantas industriais.

A incorporação pela WakeCap, líder global em controle de projetos complexos na construção civil, foi concluída no segundo semestre de 2025 por meio de uma troca de ações. A Trackfy agora lidera a vertical industrial global da companhia, com atuação direta em sete países, mais de 25 mil trabalhadores monitorados simultaneamente e presença em projetos que somam mais de US$ 120 bilhões em valor.

“Esse reconhecimento vem em um momento simbólico. Ao mesmo tempo em que celebramos nossa presença entre as principais startups de IoT do país, damos um salto estratégico com a WakeCap. Agora, somos parte de uma operação global com ambição clara: transformar a forma como grandes empresas planejam, executam e monitoram suas operações em campo para trazer mais segurança e bem-estar aos trabalhadores, ao mesmo tempo em que reduzimos custos e aumentamos a produtividade das empresas”, afirma Túlio Cerviño, fundador da Trackfy e atual CEO Latam e VP Global de Operações Industriais da WakeCap.

Saiba mais em: https://trackfyapp.com.br/



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Engenharia de Comunicação

imprensa@engenhariadecomunicacao.com.br

Com mais de 400 mil pessoas, Carnaval Antecipado de Itabuna consolida novo padrão de grandes festas de rua no Brasil sob operação da Somos PIRA

 




Evento contou com megaestrutura inédita fora do eixo Salvador, mais de 40 atrações e posiciona Itabuna no circuito nacional das grandes festas de rua

Carnaval Antecipado de Itabuna | Foto: @mr_filmsoficial

 

Bahia, janeiro de 2026 - O pré-Carnaval vem se consolidando nos últimos anos como um dos movimentos culturais e turísticos de maior impacto no Brasil. Ao antecipar a atmosfera da maior festa popular do país, esses eventos passaram a aquecer a economia local semanas antes do calendário oficial, impulsionando setores como hotelaria, alimentação, transporte e comércio, além de ampliar a circulação de artistas, marcas e públicos em diferentes regiões.

Esse movimento ganha ainda mais força diante das projeções para o Carnaval de 2026. De acordo com estimativas da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), a festa deve movimentar R$ 18,6 bilhões em faturamento apenas no mês de fevereiro, um crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano anterior. Caso o cenário se confirme, será o melhor resultado para o mês desde 2011, com base na série histórica do IBGE, um dado que reforça o peso econômico e cultural do Carnaval e de suas prévias no país.

É nesse contexto que o Carnaval Antecipado de Itabuna entrou definitivamente para o mapa das grandes festas de rua do Brasil. Com operação em parceria com a PIRA o evento reuniu mais de 400 mil pessoas ao longo de quatro dias, transformando o município em um dos principais polos do calendário carnavalesco nacional e estabelecendo um novo patamar de produção fora do eixo tradicional de Salvador.

Realizado no Circuito Sabará, que compreende as avenidas Aziz Maron e Mário Padre, o Carnaval Antecipado contou com uma estrutura comparável à dos maiores carnavais do país, algo inédito fora da capital baiana. Ao todo, passaram pelo circuito mais de 100 mil foliões por dia, embalados por mais de 40 atrações, entre elas Léo Santana, Bell Marques, Xanddy Harmonia, Igor Kannário, Henry Freitas, Thiago Aquino, Timbalada, Claudia Leitte, Durval Lelys e Tomate.

Em Parceria com a FICC (Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania), a agência aplicou sua metodologia própria de projetos culturais de grande escala, coordenando uma engrenagem complexa que envolveu dois centros de distribuição, atuação direta de 600 ambulantes, 14 marcas patrocinadoras e uma força operacional de centenas de profissionais, garantindo fluidez, segurança e experiência para o público.

De acordo com Aldo Rebouças, presidente da FICC, o modelo adotado com a PIRA foi decisivo para viabilizar a dimensão do evento. “Essa cooperação aconteceu de forma muito saudável, dentro de um modelo de parceria público-privada, que permitiu ao município reduzir significativamente os custos de estrutura do evento. Toda a parte estrutural foi custeada pela PIRA, e uma estrutura como essa estaria orçada, no mínimo, em dois milhões de reais”, afirma.

“Estamos falando de um projeto que vai muito além do entretenimento. O Carnaval Antecipado de Itabuna é um case de cultura, economia criativa e impacto territorial. Nosso papel foi estruturar uma operação à altura da ambição do evento, respeitando a identidade local e entregando um padrão de experiência que reposiciona a cidade no cenário nacional”, comenta Filipe Ratz, fundador e CEO da Somos PIRA.

 

 

Carnaval Antecipado de Itabuna | Foto: @mr_filmsoficial

 

Camarote Massicas vira referência de experiência premium

Um dos grandes destaques do evento foi o Camarote Massicas, também operado pela PIRA, que se consolidou como um dos espaços mais disputados do Carnaval Antecipado. Com 1.500 m², o camarote recebeu quase 9.000 foliões ao longo dos quatro dias e contou com mais de 50 horas de operação, apoiado por uma equipe de mais de 300 profissionais.

Com visão 360° do circuito, atendimento diferenciado e estrutura premium, o Camarote Massicas elevou o padrão de hospitalidade do evento e reforçou o potencial de Itabuna para receber projetos de grande porte. “Cada detalhe foi pensado para criar uma experiência completa, do acesso ao atendimento, passando pela segurança e conforto. O resultado é fruto de planejamento, equipe qualificada e da confiança dos parceiros”, destaca Ratz.

Impacto cultural, econômico e projeção nacional

Além do impacto cultural, o Carnaval Antecipado teve reflexos diretos e relevantes na economia local. Ao longo dos quatro dias de evento, foram comercializadas quase 1 milhão de unidades de bebidas, entre cerveja, refrigerante, energético, água e outros produtos, distribuídas entre bares e ambulantes que atuaram no circuito.

Os produtos foram fornecidos a preços inferiores aos praticados nos principais pontos de abastecimento da região, com o objetivo de fortalecer a economia local de forma justa, acessível e competitiva, ampliando a margem de ganho dos trabalhadores envolvidos e estimulando a circulação de renda durante o evento.

O presidente da FICC também destaca que a operação pensada pela empresa teve impacto direto na renda dos trabalhadores do circuito. “Além da estrutura, a PIRA foi responsável tanto pelo abastecimento quanto pela organização dos centros de distribuição, permitindo que os ambulantes fizessem a reposição dos produtos ao longo do evento, conforme a demanda. Isso demonstra a capacidade da gestão em manter um serviço público eficiente, garantindo que os ambulantes pudessem ampliar ainda mais sua receita com a venda de bebidas”, explica Rebouças.

Sem registro de incidentes graves, a festa também foi marcada por um ambiente de segurança, organização e celebração coletiva, consolidando Itabuna como uma cidade preparada para receber eventos de grande porte.

Com atuação nacional e forte presença em projetos culturais de grande escala, a PIRA reforça, com o Carnaval Antecipado de Itabuna, sua posição como uma das principais referências do país em criação e realização de eventos que conectam marcas, cultura e comunidades, transformando experiências em impacto real.

 

Carnaval Antecipado de Itabuna | Foto: @mr_filmsoficial

 

Operação que aponta os próximos capítulos do Carnaval

A operação em Itabuna também antecipa um ano estratégico para a PIRA no calendário do Carnaval. A agência já trabalha no desenvolvimento de novos projetos e ativações para a folia de 2026, com foco em experiências culturais de grande escala, integração entre marcas e territórios e formatos proprietários de engajamento. gerando impacto e ampliando ainda mais a visibilidade da folia em todo o Brasil, reforçando a atuação da empresa como uma das principais operadoras criativas do Carnaval brasileiro.

 

Sobre a PIRA

Idealizada e criada por Filipe Ratz, CEO e diretor executivo, a PIRA é uma agência especializada na criação e realização full service de projetos com foco na conexão entre marcas e comunidades. Por meio de projetos culturais e experiências geradoras de conteúdo, a agência conecta marcas a comunidades e desenvolve iniciativas capazes de gerar alcance e engajamento de forma recorrente. Com metodologias próprias e métricas, a PIRA cria ideias efetivas e poderosas, a partir do mapeamento de oportunidades e dados de consumo. Com sede em São Paulo (SP), Salvador (BA) e Fortaleza(CE), a empresa conta com equipes distribuídas em todo o território nacional e traz em seu DNA um amplo conhecimento regional, com forte presença e atuação estratégica em diferentes contextos culturais do país.

 

Informação à imprensa

PIRA@sevenpr.com.br 



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Stephanie Rodrigues
Colaboradora
stephanie.rodrigues@sevenpr.com.br
(11) 95249-6520

Reunião no Ministério dos Transportes destaca papel estratégico das ferrovias para o desenvolvimento do país

 

Crea-BA

Reunião no Ministério dos Transportes destaca papel estratégico das ferrovias para o desenvolvimento do país

Bahia apresentou o projeto do Trem Intercidades ao secretário nacional de transportes

Dentro da programação do 15º Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Crea e Mútua, foi realizada, nesta quarta-feira (29), uma reunião no Ministério dos Transportes com o secretário nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro, com foco no fortalecimento da malha ferroviária brasileira e nos projetos estruturantes em andamento no país.

O encontro contou com a presença da vice-presidente do Confea, Ana Adalgisa Paulino, do presidente do CREA-BA eng. agrimensor Joseval Carqueija, dos conselheiros federais Eng. Eletricista José Cláudio Sicco e Eng. Agrônomo Emanuel Alves, além do diretor administrativo da Mútua-BA, Danilo Ferreira, diretor técnico da Tic Bahia, empresa baiana responsável pelo Trem Intercidades, o objetivo do projeto é reduzir o deslocamento Salvador-Feira de Santana para aproximadamente 35 minutos, saindo de Águas Claras, passando por Simões Filho, Candeias, São Sebastião do Passé, Santo Amaro e Conceição do Jacuípe, antes de chegar em Feira de Santana, participou ainda da reunião o sócio da Tic Bahia, Osvaldo Ottan.

“Nós precisamos melhorar a industrialização da Bahia e isto passa por investimentos no setor de transportes com integração de modais. Temos uma capacidade enorme na Bahia, mas ainda não avançamos nesse quesito. Além disso, somos uma ponte de ligação entre o Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, por estarmos com divisa com oito estados brasileiros”, destacou o presidente do Crea-BA, Joseval Carqueija durante a reunião. O projeto apresentado por Danilo Ferreira pretende posicionar o estado como um importante hub logístico naciona, ampliando a competitividade econômica e promovendo desenvolvimento regional.
Durante a reunião, foi ressaltada a importância do transporte ferroviário como modal essencial para o crescimento sustentável do Brasil, especialmente pela sua eficiência no escoamento da produção, redução de custos logísticos, menor impacto ambiental e capacidade de integração entre regiões produtoras e centros consumidores. Projetos dessa natureza têm impacto direto na dinamização da economia, na interiorização do desenvolvimento e no fortalecimento da infraestrutura nacional.

Outro ponto destacado foi o expressivo potencial de geração de empregos associado à implantação e à operação de ferrovias. Desde a fase de planejamento e engenharia, passando pelas obras civis e montagem eletromecânica, até a operação e manutenção, o setor ferroviário mobiliza milhares de profissionais das áreas da engenharia, agronomia e geociências, valorizando o conhecimento técnico e fortalecendo as profissões tecnológicas, além do desenvolvimento de nossas indústrias na construção de parques ferroviários.

A participação do Sistema nesse diálogo institucional reforça o compromisso com a defesa de políticas públicas estruturantes, que reconheçam o papel estratégico dos profissionais habilitados na concepção, execução e fiscalização de grandes obras de infraestrutura. Para o conselheiro federal pela Bahia, Emanuel Alves, é preciso avançar em encontros como estes para que, além de abertura de mercado para os profissionais registrados no Sistema, a Bahia e o Brasil entre em uma nova fase de desenvolvimento sustentável e voltado aos anseios e necessidades da sociedade. Além disso, é necessário aproximar o Sistema profissional das decisões que moldam o futuro do país, garantindo qualidade técnica, segurança e desenvolvimento com responsabilidade social.

A reunião no Ministério dos Transportes evidencia que o transporte ferroviário ocupa lugar central na agenda de desenvolvimento nacional, sendo vetor de integração territorial, competitividade econômica e geração de oportunidades.



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Camila Fiuza
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domingo, 25 de janeiro de 2026

Humanização tecnológica: como melhorar a experiência do cliente em 2026?

 


Por Thiago Gomes

Garantir uma ótima experiência do cliente não se trata, apenas, de adotar novas tecnologias que otimizem o atendimento, mas de integrá-las de forma inteligente e humana ao relacionamento com cada um. O consumidor espera mais do que eficiência: ele quer ser reconhecido, compreendido e atendido de forma quase intuitiva – o que destaca a importância de desenvolver jornadas mais naturais, personalizadas e sem atrito, para as empresas que realmente quiserem prosperar este ano. 

A “massificação” dessa automação levou muitas organizações a construírem experiências que não resolvem os problemas de seu público-alvo, gerando, ao invés disso, cada vez mais insatisfação. Isso porque muitas tecnologias tradicionais obrigam o cliente a se adaptar ao robô, e acabam fragmentando sua jornada e satisfação com o atendimento prestado. 

Por mais que a digitalização esteja fortemente presente em nosso cotidiano, é extremamente importante ter consciência de que o consumidor apenas aceita conversar com uma IA quando ela passa a entregar valor real, resolvendo o problema em questão sem que se sintam apenas mais um. Ela deve ser pensada como motor da experiência do cliente e da resolução de sua demanda, e não como vitrine tecnológica. 

Prova disso está no estudo do “CX Trends 2025”, o qual identificou que a hiperpersonalização e a inteligência artificial já influenciam seis a cada 10 decisões de compra de produtos ou serviços - sendo que, no último ano, 68% dos consumidores destacaram a personalização no atendimento como fator de decisão. Não se trata de priorizar o lado humano ao tecnológico, ou vice-versa, mas de usar esses recursos a favor do cliente, com menos atrito e repetição, dando espaço para jornadas mais claras, transparentes e consistentes. 

Uma experiência inteligente parte da análise de dados a respeito do perfil e histórico do público-alvo. Porém, um dos maiores erros do mercado nesse sentido é coletar informações demais, sem que utilizem boa parte delas. A velha máxima do “menos é mais” nunca erra. Os dados precisam ter propósito e cada um deles precisa responder a uma pergunta focal: como isso melhora a experiência do cliente? 

Isso servirá de base para a construção de uma comunicação bem mais natural e individualizada, de acordo com as necessidades e desejos de cada pessoa. Isso abrange, na prática, cinco pilares indispensáveis: contexto (saber quem é o cliente, de onde ele veio, e o que já vivenciou); continuidade (não pedir a mesma informação duas vezes, e não quebrar a jornada ao trocar de canal); intenção / comando (o cliente deve escolher com quem prefere falar, e o sistema entender o que ele precisa); objetividade (resolver essas questões com máxima rapidez, sem passos desnecessários) e escalonamento inteligente (investindo em uma IA capaz de resolver o que faz sentido, deixando o profissional humano entrar em momentos mais estratégicos para a geração de valor). 

Oferecer uma boa experiência não é mais um diferencial, é o mínimo esperado. O grande segredo está em criar jornadas hiper personalizadas, com interações naturais e sem fricção, mostrando que não se trata de quem mais investe em tecnologias robustas, mas naquelas que extraem e executam o melhor que podem oferecer, sem perder a qualidade do atendimento em si e, com isso, construindo relações sólidas de confiança a longo prazo. 

Thiago Gomes é Diretor de Customer Success e Produtos na Pontaltech. 

  

Sobre a Pontaltech: 

Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, RCS, agente virtuais, WhatsApp, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana. 



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Nathália Bellintani


Tel: +55 (11) 9848-4042
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