JORNAL A REGIÃO
A vacinação contra a Covid em 2021 fez o número de mortes por vacinas explodir nos Estados Unidos. Os dados foram apresentados pelo cineasta Filipe Rafaeli, convidado para falar sobre Hesitação Vacinal no evento Honest Medicine. Ele não tomou. Não por "achismo" e sim pelos dados que viu.
“Minha hesitação vacinal começou com o estudo de seis meses da Pfizer, publicado no New England Journal of Medicine. Veja que esse medo às vezes é injustificado, porque é o estudo oficial deles lá. E aí eu fui ver o suplemento, e morreu mais gente no lado vacina do que do lado placebo, foi 15 a 14”.
Ele expĺica que, depois, a Pfizer teve que atualizar os números na FDA (a agẽncia americana que regula drogas e remédios, como a Anvisa no Brasil). "Teve uma atualização, em que eles acharam um dos mortos, que estava do lado do negócio, então ficou 22 a 16".
"Quando na história a censura foi positiva para a sociedade? Eu não consigo lembrar nenhum fato assim. Digo isso porque depois a Pfizer e a FDA pediram 55 anos para liberar o restante dos dados do estudo da Pfizer. Me parece um exagero...”
“Como que fala confie na ciência e esconde os dados?” questionou Rafaeli. Em seguida ele viu a denúncia, no New York Times, de que o CDC também escondia dados sobre as vacinas da Covid.
Ele cita outro estudo, feito pela Moderna, onde, de 11 mil pessoas que receberam placebo apenas um sofreu um efeito colateral. Dos 11 mil que tomaram a vacina, 11 tiveram complicações de grau 4, pior que o 3, que precisa de hospitalização prolongada. "Grau 4 é o quase morreu".
O maior problema, para Rafaeli, apareceu no dados do VAERS. Ele é o sistema de notificação de efeitos colaterais de vacinas dos Estados Unidos, oficial. “É crime lá colocar dados falsos. Crime federal”, conta Rafaeli, por isso é a fonte mais confiável.
No relato de mortes por efeitos colaterais de vacinas, a quantidade foi mínima, abaixo de 10, até 1989. A partir daí dá um salto para mais de 100 por ano. De 9 em 1988 passou para 163 a partir de 1990, um salto de 1.711%, e não caiu mais do patamar acima de 100.
Até que no final de 2020 começaram a aplicar as vacinas e o número subiu para 311 mortes. Porém, o mais alarmante foi 2021, com a vacinação em massa contra a Covid. Neste ano o número de mortes explodiu para 10.743, inédito na história, provando que as vacinas contra a Covid são perigosas.
Rafaeli conta que depois viu um estudo da Cleveland Clinic, o centro hospitalar mais importante dos Estados Unidos e um dos maiores do mundo. Ele mostrou que quanto mais doses a pessoa toma, ao invés de ficar imune à doença, é maior a chance de contrair Covid.
“Esse estudo tem dados sólidos. Foi feito com 40 mil funcionários”, lembra, citando ainda os médicos Brian Tyson e o George Farid. “Eles trataram 3.962 pacientes não vacinados durante a pandemia e nenhum morreu”, concluiu Rafaeli, que ainda espera uma boa razão para tomar a vacina da Covid.
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