MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

quarta-feira, 5 de junho de 2019

A OBJETIVIDADE NA POLÍTICA


Caros amigos
Se o Governo Bolsonaro estiver dependendo do bom senso, da atuação e da união inteligente e objetiva da direita conservadora e liberal, temo que ele esteja, praticamente, sozinho.
Vejo inveja, ciúmes, fofocas, radicalismos e sectarismo; vejo movimentos ideológicos laterais, vejo destruição e tentativas de destruição de reputações; vejo muita desunião e desperdício de tempo, força e poder; procuro inteligência lógica e objetividade, mas não encontro.
Repito, mais uma vez, que conceituo a esquerda como burra e desonesta e a direita, onde me incluo, apenas como burra, até agora.
É preciso entender e aceitar que, na política – *ressalvados principios morais e éticos inegociáveis* – nenhuma via de acesso é definitiva, o respeito não é anuência, a conveniência não é permanente e o apoio mútuo pode ser circunstancial.
Conviver, respeitar, apoiar, transigir, exigir, cobrar, persistir, contestar, debater, vetar, replicar, impugnar, negar e repudiar são apenas alguns dos verbos da atividade parlamentar.
Como na guerra, para cada batalha politica, em função do objetivo, do inimigo, do terreno e das condições meteorológicas, teremos uma atitude e uma composição de meios diferente e adequada.
É preciso estar atento aos interesses e às disponibilidades de cada momento político para que o esforço seja recompensado pela conquista dos objetivos com o mínimo de desgaste, no menor tempo.
Na política, não interessa como, quem e de que forma seja feito, mas que seja feito o que tem de ser feito. O adversário em uma causa pode ser o aliado em outra.
Muitos caminhos e alianças temporárias podem ser feitas quando o interesse é vital para a sociedade. Abre-se mão ou se posterga o secundário para garantir o essencial. É o mesmo que entregar os anéis para preservar os dedos.
General Paulo Chagas (um observador não iniciado)

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