Postado em 04/09/2018 8:54 DIGA BAHIA!
Os participantes foram divididos em dois grupos, segundo a revista Super Interessante. Um deles teve indicações precisas dos pesquisadores, como praticar exercícios aeróbicos, adotar uma dieta saudável e parar de fumar. Já o segundo recebeu apenas orientações básicas.
O grupo monitorado apresentou melhoras iniciais na saúde cardiovascular. No entanto, depois de 15 anos, a maioria deles já havia morrido. Quatro décadas depois, ao voltar aos dados, os pesquisadores perceberam que fatores como rotina de trabalho, sono e períodos de descanso também eram essenciais. Observou-se que aqueles que trabalhavam muito e descansavam pouco tinham maior chance de morrer.
“O estilo de vida estressante pode ter se sobreposto a qualquer benefício da intervenção que fizemos. É possível também que as regras impostas tenham adicionado ainda mais tensão à rotina deles”, avaliou Timo Strandberg, autor do estudo. Os homens que tiraram três semanas ou menos de férias no ano apresentaram risco 37% maior de morrer, em comparação àqueles que descansaram por mais tempo.
Bahia Notícias
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