PT não perde a arrogância e destrói qualquer chance de acordo com a Oposição.
O programa do PT foi uma réplica do nós contra eles, das vitrinas
fakes que afundaram o Brasil nas pedaladas fiscais, além de ataques
diretos aos maiores nomes da Oposição. Para completar, zombaram do
panelaço que ocorreu em todo o país, que tiveram seu ápice nas falas de
Dilma Lula.
(Folha) Instados pela presidente Dilma Rousseff a encontrar alternativas para conter a crise política até o dia 16, quando protestos contra o governo estão convocados em todo o país, três ministros ouvidos pela Folha defenderam que a petista faça uma declaração pública reconhecendo erros cometidos durante sua gestão.
(Folha) Instados pela presidente Dilma Rousseff a encontrar alternativas para conter a crise política até o dia 16, quando protestos contra o governo estão convocados em todo o país, três ministros ouvidos pela Folha defenderam que a petista faça uma declaração pública reconhecendo erros cometidos durante sua gestão.
O pedido da presidente foi feito durante reunião de emergência convocada
por ela com ministros do PT. O diagnóstico é que, se nada for feito
antes dos protestos, há risco de a situação tornar-se irreversível. Não
há, no entanto, consenso sobre o que fazer. As soluções debatidas no governo implicam custos. Uma das alternativas
citadas foi a de diminuir o tamanho da Esplanada. Mas reduzir cargos
também significa diminuir o poder de barganha que o governo tem para
negociar com os partidos políticos apoio no Congresso.
Segundo relatos de quem participou do encontro, ministros não falaram
abertamente sobre o risco de um pedido de impeachment, mas, nos
bastidores, nenhum deles descarta o cenário.Nesta quinta, o presidente
da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), limpou a
área regimentalmente para a apreciação das contas de 2014 de Dilma, que
deverão ser rejeitadas pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Diante
desse cenário, considerado "sombrio" por vários integrantes do
governo, Dilma convocou uma nova reunião, provavelmente no domingo (9).
A reunião de Dilma com os ministros ocorreu um dia depois de o
vice-presidente Michel Temer (PMDB) admitir a gravidade da crise
publicamente e dizer que poderia "reunificar o país". Além disso, pesquisa Datafolha publicada nesta quinta (6) mostra que
Dilma é a presidente mais impopular desde o início da avaliação, em
1990: apenas 8% dos ouvidos aprovam o seu governo.
Na madrugada desta quinta (6), para completar, o governo sofreu derrota
acachapante na Câmara. Até o PT votou em favor de uma "pauta bomba" que
prevê aumento de gastos com servidores. Antes do encontro com os ministros, a presidente recebeu Temer, que na
quarta (5) telefonara a ela antes de dar a declaração pública dizendo
que poderia reunificar o país. No telefonema, ele disse que iria pedir
"união de todos". Dilma assentiu. Para ministros, a fala acabou
"passando do ponto".
Na reunião desta quinta, Temer reiterou a Dilma que seu objetivo era o
de transferir responsabilidade da crise para o Congresso. O comando do
PMDB e os demais líderes aliados já avisaram o governo que as bancadas
estão incontroláveis na Câmara.
A aposta, por isso, deverá se concentrar na tentativa de aproximação com
o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL), que se encontrou com Dilma
nesta quinta. Ele e Cunha culpam o governo pelo que chamam de influência
sobre o Ministério Público, que os investiga na Lava Jato.
BLOG DO CORONEL
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