Valor é de suplementação aprovada pela Assembleia Legislativa na quinta.
Segundo Secid, obras retomadas ainda este ano receberão a verba.
Trincheira
Jurumirim, em Cuiabá: embora entregues e utilizadas pela população,
diversas obras da Copa seguem inacabadas na capital; verba suplementar
auxiliará na retomada. (Foto: Edson Rodrigues / Secopa)
Aprovada a título de suplementação pela Assembleia Legislativa de Mato
Grosso (ALMT), uma verba de R$ 15 milhões deverá ser aplicada para
ajudar na retomada dos trabalhos de até 12 obras da Copa que atualmente
estão paradas em
Cuiabá. O valor foi aprovado por unanimidade pelos deputados estaduais na última quinta-feira (25).
Conforme determinaram os deputados, o governo está autorizado a abrir
crédito suplementar para a conclusão de obras da Copa, com exceção da
implantação do Veículo Leve sobre Trilhos por ser objeto de conciliação
judicial entre o estado e o consórcio responsável.
Desta forma, deverão ser contempladas com a verba suplementar as obras
de duplicação da Estrada da Guarita, em Várzea Grande (na região
metropolitana de Cuiabá), a duplicação da Rodovia Mário Andreazza,
também na cidade vizinha, a restauração asfáltica nos arredores do
estádio Arena Pantanal, o complexo viário do Tijucal, as trincheira
Jurumirim, Santa Rosa e Verdão, o complexo viário da Avenida da FEB (no
trecho que abrange o viaduto Dom Orlando Chaves), as obras de contenção
do Morro do Despraiado (já iniciadas), a implantação de iluminação
pública com LED, a duplicação da Estrada do Moinho e as adequações no
entorno do aeroporto
Marechal Rondon necessárias para que a
Infraero dê continuidade ao projeto de ampliação do terminal.
Todos são projetos que a Secretaria de estado de Cidades (Secid) listou
no cronograma de retomada de obras a ser cumprido ainda em 2015.
A abertura do crédito suplementar foi um pedido do governo aos
deputados. Segundo o deputado Leonardo Albuquerque (PDT), vice-líder do
governo na ALMT, deverão ser destinados à conclusão das obras da Copa
(com exceção do VLT) créditos especiais de até R$ 86 milhões.
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