Educadores de Palmas cobram equiparação salarial da categoria.
Organização diz que 2 mil pessoas participaram; PM fala em 900.
(30) (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Entre as reclamações, a falta de professores nas escolas, salas de aulas superlotadas, descumprimento da lei do piso salarial do magistério, desvalorização dos planos de carreira, precariedade na infraestrutura e falta de equipamento nas escolas. Em Palmas, os educadores aproveitaram a mobilização para cobrar dos governos municipal e estadual o pagamento imediato das progressões de 2013 e 2014 e a equiparação salarial da categoria.
Segundo os organizadores, mais de duas mil pessoas participaram do protesto. A Polícia Militar falou em 900. No palácio, seguranças do governo impediram a entrada dos manifestantes. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet), José Roque, a intenção dos professores era apenas protocolar um documento. "Apenas protocolar o documento decidido na nossa assembleia e aguardar a resposta do governo. Ele tem de se posicionar a cerca da demanda dos trabalhadores. É isso que íamos fazer, nada mais".
Nenhum comentário:
Postar um comentário