sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Dilma reforça o seu principal programa: "Minha Campanha, Minha Mentira".


O criador e a criatura em plena campanha mentirosa
A campanha de Dilma Rousseff já ensejou que Aécio Neves ironizasse o seu conteúdo, dizendo que todo mundo quer morar na propaganda do PT. Os números são maquiados e personagens são criados para chorar na TV, dizendo o quanto os programas sociais mudaram as suas vidas. Chegam a ser contadas estórias de jovens que vieram de uma família que recebia Bolsa Família, fizeram o Pronatec, arranjaram um emprego espetacular, ingressaram na universidade pelo Prouni e agora já estão comprando um apartamento do Minha Casa, Minha Vida. As mentiras saem encadeadas, uma verdadeira quadrilha de inverdades.
Ontem Dilma reforçou este que é o seu principal programa para esta reta final das eleições: o "Minha Campanha, Minha Mentira", afirmando que os seus dois principais adversários na disputa eleitoral, Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) querem acabar com o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, uma das principais bandeiras de sua gestão. Segundo ela, os adversários querem acabar com os subsídios do governo federal e diminuir a participação dos bancos públicos no financiamento habitacional, o que inviabilizaria a manutenção do programa.
"Querem acabar com o programa", disse a presidente a jornalistas em Fortaleza, depois de visitar um conjunto habitacional que está em obras e deve ficar pronto em 2015. "Na prática eles são contra." Antes, Dilma disse estar preocupada com a política habitacional defendida pelos adversários, que prejudicaria os mais carentes. As famílias que ganham até R$ 1,6 mil, afirmou, não teriam como pagar a prestação das moradias propostas por Aécio e Marina.
As declarações de Dilma seguem a estratégia do medo usada pela campanha petista, de vincular seus adversários ao risco de um governo instável e ao retrocesso dos ganhos sociais. Dilma disse que Marina deve acabar com a política industrial do país, e a propaganda eleitoral comparou-a com os ex-presidentes Jânio Quadros e Fernando Collor de Mello, que não terminaram seus mandatos. Resta saber até onde vai a capacidade de mentir da candidata petista. 
BLOG DO CORONEL

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