Peças são confeccionadas em sementes de jarina e piaçava dentre outras.
Exposição fica aberta para visitação do público de terça a sexta-feira.
Durante a exposição, serão mostrados aos visitantes diversos acessórios feitos artesanalmente com matérias-primas vindas da comunidade de Campina do Rio Preto, na região de Santa Isabel do Rio Negro, como pulseiras, brincos e anéis marchetados com sementes de babaçu, jupati e jarina - semente comparada ao marfim animal - e outras biojoias feitas a partir dos frutos do buriti, açaí e tucumã.
Segundo o Inpa, antes da criação do Bosque da Ciência, era usado como depósito de produtos inflamáveis utilizados nas pesquisas do Inpa. Com a criação do Bosque (em 1º de abril de 1995), o depósito se transformou em Paiol da Cultura por um período de 17 anos e em seguida serviu como sala de aula.
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