Imagens das manifestações foram destruídas; 'white block' assina ato.
Fotografias estavam coladas em um dos muros do Cemitério do Araçá.
Fotos de exposição foram destruídas ou pichadas no muro do Cemitério do Araçá, na região central de SP
(Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Fotos dos protestos que tomaram a capital paulista em junho deste ano
exibidas desde esta segunda-feira (18) no muro do Cemitério do Araçá, na
região central de
São Paulo,
foram destruídas por vândalos. Parte das imagens foi arrancada da
parede e algumas foram pichadas com dizeres que criticam a realização
das manifestações populares.
Ciclista passa por fotos vandalizadas (Foto: Renato
S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo)
O muro do Araçá, na Avenida Doutor Arnaldo, próximo à Estação Clínicas
do Metrô, foi escolhido pelo grupo de fotógrafos Foto Protesto SP como
palco para a exibição dos registros fotográficos dos protestos. Segundo
os idealizadores, a exposição tinha como objetivo não deixar “a chama
das manifestações apagar”.
No anúncio do início da mostra, feito em uma rede social, os fotógrafos
diziam que a exposição estaria disponível para a população “até alguém
mandar arrancar” as fotos do muro. No entanto, as cerca de 20 imagens
que compunham a exibição acabaram alvo de vandalismo em menos de 24
horas.
Intervenção co fotografias das manifestações amanheceu destruída em
muro do cemitério do Araçá (Foto: Nelson Antoine/Fotoarena/Estadão
Conteúdo)
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