Acre tem lei que permite captação de recuso para mercado de carbono.
Empresa negocia redução de emissão no estado.
Para o representante da Califórnia William Boyd, o Acre tem sido um líder de exemplos de novos modelos de desenvolvimento ambiental em todo o mundo e está empolgado para conhecer o estado e firmar esse acordo.
Uma empresa que negocia a redução das emissões por desmatamento e degradação florestal já foi criada no estado. O presidente do Instituto de Mudanças Climáticas, Rodrigo Neves, conta que alguns acordos com países como Alemanha já foram feitos.
"O estado possui o mais avançado sistema de mercado de carbono de floresta nativa do Brasil. Existe um mercado voluntário bastante significativo que justifica a criação de toda a institucionalidade do estado e já tivemos a primeira venda para o Banco de Desenvolvimento Alemão, a primeira venda de crédito do estado", diz.
Desequilíbrio climático
O painel intergovernamental sobre mudanças climáticas apresentou recentemente num novo relatório, em que afirma que desde 1985 o desequilíbrio climático têm aumentado e está cada vez mais certo que o homem é o principal responsável. Devido o grande número de queimadas, desmatamento e queima de gás carbônico o planeta está cada vez mais quente.
O diretor da Cia de Desenvolvimento de Serviços ambientais, Alberto Tavares, explica que o estudo reafirma a responsabilidade da humanidade para alterar a situação. "Não há mais dúvidas que a humanidade é o causador deste processo de alteração, isso está reafirmado mais uma vez, as medidas para mudar, conter e reverter esse quadro são necessárias e urgentes", explica.
Colaborou Daniel Scarcello,da TV Acre.
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