Militares do 6º Batalhão de Infantaria de Selva fizeram comemoração.
Cerca de 200 pessoas participaram do evento que teve churrasco e danças.
Gilmar Picinin, é gaúcho e mora em Guajará-Mirim há 26 anos, e foi quem trabalhou para assar os 250 quilos de costela. Ele conta que sempre é bom relembrar as origens. “Mesmo morando aqui há tantos anos eu procuro manter as tradições gaúchas, tomo chimarrão constantemente e claro não posso deixar de fazer o churrasco da forma que aprendi com meus pais”, disse.
O casal Rosângela e Carlos Butzge, tirou o traje típico do armário para prestigiar o evento. O militar vestia a pilcha, que é uma vestimenta usada geralmente para atividades cotidianas e Rosângela um vestido longo usado pelas prendas, nome dado as mulheres gaúchas.
Carlos Butzge nasceu em Cruz Alta (RS) e conta que comemorar a semana farroupilha é uma forma de trazer para Rondônia uma troca cultural. “A nossa tradição é muito característica e geralmente é resgatada em Centro de Tradições Gaúchas, os CTGS, mas aqui em Guajará-Mirim não tem e essa foi a forma que encontramos de lembrar também a revolução farroupilha”, comenta.
A esposa dele Rosângela Butzge nasceu em Santa Catarina, mas também se considera uma gaúcha. “Acho linda essa forma deles preservarem as origens. A gente sempre tá mudando de estado mas nunca esquece a tradição”, finaliza.
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