Em assembleia nesta terça-feira (2), maioria decidiu pela paralisação.
Serviços de emergência e urgência não serão suspensos, afirma categoria.
Roraima (Foto: Vanessa Lima/G1 RR)
Eles protestam contra o baixo investimento do governo na saúde pública brasileira e são contrários à “importação de médicos estrangeiros” sem a revalidação de diplomas. Os médicos querem ainda a adoção de medidas que permitam o exercício da medicina e a qualificação da assistência.
Os organizadores pretendem mostrar, de forma pacífica, os pleitos da categoria. As entidades argumentam que as medidas anunciadas recentemente pelo governo são inócuas e paliativas, pois não oferecem soluções de longo prazo.
Eles argumentam que o baixo investimento estatal em saúde continuará sem solução. Segundo a categoria, no Brasil o Estado responde por 44% dos gastos em saúde, quando em países com sistemas universais como o brasileiro, esse gasto gira em torno de 80%.
Além da paralisação do atendimento eletivo, às 18h, médicos, residentes, acadêmicos de Medicina, professores e familiares estarão reunidos no Portal do Milênio, no Centro de Boa Vista, dando continuidade ao protesto. No local, haverá distribuição de panfletos, carta aberta à sociedade e exibição de fotos mostrando a realidade das condições de saúde.
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