Eles participam do 4º ato ‘Acorda Aracaju’ nesta terça-feira (2).
Manifestação ocorre de forma pacífica, diz Polícia Militar.
O vice-presidente Cipriano José Pereira da Costa disse que para os aposentados esta cada vez mais difícil porque o salário não acompanha o valor da inflação. “Daqui a 10 anos, 60% da população do Brasil vai ser idosa e o país não está preparado para isso. Os idosos não têm saúde nem segurança, são desvalorizados”, lamenta.
da segurança dos idosos (Foto: Marina Fontele/G1 )
Cerca de 550 manifestantes retornaram às ruas de Aracaju na tarde desta terça-feira (2) para protestar contra o valor da tarifa e qualidade do transporte público. Os motivos das reinvindicações se ampliaram e os sergipanos confeccionaram cartazes em protesto aos custos da Copa do Mundo, problemas no serviço público, corrupção, educação e cidadania.
“O Movimento Não Pago quer continuar a discussão sobre o valor da tarifa de ônibus cobrada em Aracaju e mostrar as irregularidades nas planilhas de custos apresentadas pelos empresários do setor”, afirma um dos coordenadores do movimento, Cleidson Carlos Santos Vieira.
A passeata segue de forma pacífica nas ruas e até o momento nenhuma ocorrência foi registrada. “O grupo está crescendo nas ruas. Todos estão protestando de forma muito bonita, sem violência”, garante o ralações públicas da Polícia Militar, Major Paiva.
Em seguida, o manifesto vai seguir pela avenida Tancredo Neves até o terminal de integração dos ônibus do Distrito Industrial de Aracaju (DIA) onde o professor de Filosofia na Universidade Federal de Sergipe (UFS), Romero Venâncio, vai ministrar uma aula sobre ‘Desobediência Civil e Transporte Público’.
Segundo a organização do Movimento Não Pago, a aula será embaixo do viaduto Jornalista Carvalho Déda onde o tráfego será interrompido temporariamente.
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