MEDIÇÃO DE TERRA

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quarta-feira, 29 de julho de 2026

Levantamento aponta os 10 carros de até R$ 50 mil mais buscados na Bahia, segundo a Webmotors

 


Webmotors

Levantamento aponta os 10 carros de até R$ 50 mil mais buscados na Bahia, segundo a Webmotors

Ranking do Webmotors Autoinsights traz clássicos como Gol, Palio e Uno entre os modelos usados mais procurados pelos usuários baianos na plataforma nos últimos seis meses

Liderança ficou com o clássico Volkswagen Gol (Imagem: Divulgação Webmotors)

São Paulo, julho de 2026 – Estudo do Webmotors Autoinsights, ferramenta que fornece dados e informações sobre o mercado automotivo brasileiro, apresenta o ranking dos carros usados de até R$ 50 mil mais buscados na Bahia. O levantamento considerou as buscas e visitas na plataforma entre janeiro e junho de 2026 no estado para os modelos nessa faixa de preço.

A liderança ficou com o clássico Volkswagen Gol, o veículo usado mais vendido em todo o país em 2025, segundo dados da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). Na segunda posição aparece o Fiat Palio, seguido por Fiat Uno (3º), Ford Fiesta (4º), Ford Ka (5º), Renault Sandero (6º), Chevrolet Celta (7º), Honda Civic (8º), Ford Focus (9º) e Chevrolet Corsa (10º). 

Confira abaixo o ranking dos carros usados de até R$ 50 mil mais buscados na Bahia entre janeiro e junho de 2026:

Sobre a Webmotors

A Webmotors (www.webmotors.com.br) foi a primeira marca brasileira a inovar na forma de comprar e vender carros e é o principal ecossistema automotivo, que engloba desde a compra, venda e uso do veículo, oferecendo soluções completas para o segmento no Brasil. Fundada em 1995, Webmotors foi pioneira na inovação do marketplace online automotivo e continua a definir o padrão para compra, venda e pesquisa online automotiva.

Em 2002, o Grupo Santander Brasil se juntou à Webmotors como seu principal parceiro e, em abril de 2013, a empresa deu boas-vindas à carsales.com Ltd., que adquiriu uma participação de 30%. Desde então, a empresa de tecnologia australiana contribuiu para a aceleração do crescimento da Webmotors e, em março de 2023, a carsales.com Ltd. aumentou sua participação acionária na Webmotors para 70%. O Santander mantém os outros 30%, além da exclusividade comercial, sendo o parceiro de crédito, seguros e soluções financeiras para transações feitas por meio da plataforma da Webmotors.

 

Informações para a imprensa 

RPMA Comunicação 

www.rpmacomunicacao.com.br

Jaqueline Nunes - jaqueline.nunes@rpmacomunicacao.com.br

(13) 98821-0853 / (11) 94119-9351

Relações com a imprensa – Webmotors  

www.webmotors.com.br/

Vinícius Fernandes Chaves – vinicius.chaves@webmotors.com.br

Relações com a imprensa – Santander Brasil

www.santander.com.br 

Luciana Silva – luciana.silva@prservicos.com.br




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Samara Castro
samara.castro@rpmacomunicacao.com.br
(11) 5501-4655

Projeto inovador da UNIASSELVI aponta que El Niño de 2026 será um dos mais fortes já registrados na história e antecipa os impactos no Brasil

 

Vitru Educação


Projeto inovador da UNIASSELVI aponta que El Niño de 2026 será um dos mais fortes já registrados na história e antecipa os impactos no Brasil


Pesquisa utiliza inteligência artificial, automação e análise integrada de estudos científicos e alerta para efeitos em cadeia sobre a produção de alimentos, geração de energia, logística e qualidade de vida da população


Pesquisa alerta para efeitos em cadeia sobre a produção de alimentos, geração de energia, logística e qualidade

Os principais centros de monitoramento climático do mundo convergem para um mesmo cenário: o El Niño iniciado em 2026 tem potencial para se tornar um dos mais intensos da história recente e permanecer ativo até o início de 2027. A partir da integração dessas projeções, pesquisadores da UNIASSELVI desenvolveram um estudo inovador, que aponta elevada probabilidade de um Super El Niño, capaz de provocar impactos expressivos sobre a agricultura, a economia, o meio ambiente, a geração de energia e a saúde pública em diferentes regiões brasileiras.

O trabalho foi desenvolvido pelos pesquisadores Fábio Henrique Moisés e Matheus Fernando Cunha, acadêmicos do curso de Engenharia de Software da UNIASSELVI, sob orientação do professor e coordenador dos cursos de Tecnologia da instituição, Pedro Sidnei Zanchett. A pesquisa reúne e cruza informações de organismos nacionais e internacionais, como NOAA, NASA, INPE, INMET, CEMADEN e Instituto Internacional de Pesquisa sobre Clima e Sociedade (IRI), utilizando automação, inteligência artificial e análise de dados para consolidar evidências e produzir uma visão integrada sobre o cenário climático esperado para o Brasil. 

Segundo a pesquisa, há 97% de probabilidade de o fenômeno permanecer até o início de 2027 e 81% de chance de atingir intensidade considerada muito forte, condição registrada apenas em poucos episódios ao longo dos últimos 150 anos. Entre os impactos esperados estão secas prolongadas nas regiões Norte e Nordeste, ondas de calor e redução das chuvas no Centro-Oeste e parte do Sudeste, aumento das enchentes na Região Sul e reflexos diretos sobre a produção agrícola, os preços dos alimentos e a geração de energia elétrica.

"A inovação da pesquisa está em integrar inteligência artificial, automação e conhecimento científico para apoiar decisões em situações de risco. As mudanças climáticas exigem uma nova forma de interpretar dados. A tecnologia pode reduzir o tempo entre a identificação do risco e a tomada de decisão. Nosso foco é transformar informação em capacidade de resposta”, explica o professor Pedro Zanchett.

Impactos no bolso e na saúde do brasileiro

Os impactos do Super El Niño devem ir muito além das mudanças no clima. A pesquisa da UNIASSELVI aponta que a agricultura brasileira estará entre os setores mais afetados, embora de maneiras diferentes em cada região do país. Enquanto o excesso de chuvas poderá comprometer culturas como arroz e trigo no Sul, a estiagem e as temperaturas elevadas tendem a pressionar a produção de soja, milho, café e outras culturas no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, além de afetar pastagens e aumentar o estresse térmico dos rebanhos. O resultado pode ser uma redução na produtividade agrícola e maior pressão sobre os preços dos alimentos.

Os reflexos também podem atingir diretamente a economia. A combinação entre perdas na produção agrícola, aumento do consumo de energia elétrica durante ondas de calor e necessidade de maior acionamento de usinas termelétricas pode pressionar a inflação e elevar custos para consumidores e empresas. Além disso, eventos extremos como enchentes e secas tendem a afetar a logística nacional, provocando interrupções em rodovias, ferrovias e operações portuárias, com impactos sobre o abastecimento e as exportações brasileiras.

Na área ambiental, os pesquisadores alertam para o risco de agravamento das queimadas na Amazônia, no Cerrado e no Pantanal, além da possibilidade de uma nova seca severa na região amazônica. No Sul do país, por outro lado, a tendência é de aumento das chuvas, favorecendo enchentes, deslizamentos de terra e outros eventos extremos capazes de causar prejuízos econômicos e sociais. O estudo também destaca que esses fenômenos podem acelerar a degradação de ecossistemas já fragilizados pelas mudanças climáticas.

A saúde pública também pode sentir os efeitos do fenômeno. Ondas de calor mais intensas tendem a elevar os casos de problemas cardiovasculares e respiratórios, enquanto a fumaça das queimadas pode comprometer a qualidade do ar em diferentes regiões do país. Ao mesmo tempo, a alternância entre períodos secos e chuvas intensas favorece a proliferação do mosquito Aedes aegypti, aumentando o risco de doenças como dengue, chikungunya e zika, além de elevar a incidência de leptospirose em áreas sujeitas a enchentes.

Trabalho inovador para prevenção de desastres

Embora o artigo tenha como foco o comportamento do fenômeno climático, o objetivo principal da pesquisa é ampliar o uso da tecnologia na prevenção e na resposta a desastres naturais. O estudo faz parte de uma linha de investigação desenvolvida na UNIASSELVI voltada à criação de sistemas inteligentes de apoio à decisão, capazes de integrar grandes volumes de dados, automatizar análises e auxiliar gestores públicos na tomada de decisões diante de eventos extremos. 

"A proposta vai muito além de acompanhar previsões meteorológicas. Nosso objetivo é transformar informações dispersas em inteligência para apoiar decisões que podem reduzir impactos sociais, econômicos e ambientais provocados por desastres naturais", destaca.

A iniciativa está conectada à tese de doutorado do professor, intitulada RADIAN, que propõe uma arquitetura de referência para sistemas de apoio à decisão voltados ao gerenciamento de desastres naturais. O projeto de iniciação científica amplia essa pesquisa ao investigar como inteligência artificial generativa, computação em nuvem e automação podem integrar informações produzidas por diferentes órgãos responsáveis pelo monitoramento climático e pela gestão de riscos. 

Para os estudantes que participaram do projeto, a utilização de inteligência artificial não substitui o conhecimento científico produzido pelos grandes centros de pesquisa, mas potencializa sua aplicação prática. “A inteligência artificial permite consolidar milhares de informações produzidas por diferentes instituições e transformá-las em análises capazes de apoiar decisões mais rápidas e fundamentadas. O desafio não é produzir mais dados, mas conectar o conhecimento que já existe”, destaca Fábio Henrique Moisés.

“O consenso entre os principais modelos climáticos internacionais é um sinal importante de que o país deve se preparar. Nossa pesquisa organiza essas evidências e demonstra como tecnologias inteligentes podem contribuir para aumentar a capacidade de resposta diante de eventos extremos”, acrescenta Matheus Fernando Cunha.

O trabalho completo desenvolvido pelo professor e pelos acadêmicos da UNIASSELVI pode ser acessado neste link: O Pacífico aquece outra vez: o Super El Niño que pode redesenhar o clima do Brasil

 

Sobre a UNIASSELVI

A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação, Profissionalizantes e Técnicos, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância (EAD), a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,3 mil polos e mais de 16 unidades de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.

 


Pesquisa alerta para efeitos em cadeia sobre a produção de alimentos, geração de energia, logística e qualidade
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Engajamento no trabalho diminui: como o RH pode reverter essa realidade?

 


Por Jordano Rischter

Apenas um em cada cinco profissionais ao redor do mundo afirma estar verdadeiramente engajado no trabalho. O índice, divulgado no relatório “State of the Global Workplace 2026”, da Gallup, representa a segunda queda consecutiva desse indicador, evidenciando uma realidade preocupante: em um cenário marcado por transformações aceleradas, novas formas de trabalho e mudanças nas expectativas dos profissionais, insistir que o engajamento depende apenas de ações do RH significa atacar os sintomas, e não as causas do problema. 

Um dos pontos mais cruciais de ser esclarecido nesse sentido, é que o engajamento é uma consequência direta da percepção de pertencimento, propósito, desenvolvimento e confiança — elementos que se constroem, diariamente, nas relações entre líderes, equipes e cultura organizacional. O mesmo estudo da Gallup, inclusive, comprova isso, ao compartilhar que 70% da variação desse sentimento nas equipes está diretamente associada à qualidade da liderança local. 

Por que, então, essa realidade está longe de ser alcançada em muitas empresas? Principalmente, pelas mudanças na forma como cada um se relaciona com seu trabalho. Hoje, os profissionais buscam muito mais do que uma boa remuneração e estabilidade: esperam encontrar propósito, oportunidades contínuas de desenvolvimento, autonomia para desempenhar suas funções e um ambiente onde sintam que suas contribuições são valorizadas.  

Apesar disso, ainda é comum ver organizações tentarem responder a essas expectativas por meio de ações isoladas — como campanhas de engajamento, benefícios pontuais ou eventos internos — quando o principal fator que molda essa percepção está na experiência cotidiana de cada um, especialmente com seus líderes. É na interação diária com os gestores, a dinâmica dos times e a coerência da cultura organizacional que o engajamento é fortalecido ou perdido. Más experiências nesse sentido, naturalmente, acabam por desconectar as partes e prejudicar a satisfação e realização no exercício diário no ambiente corporativo. 

Antes de tudo, os profissionais querem clareza a respeito de para onde a empresa está caminhando e qual é o seu papel nessa trajetória. É difícil manter alguém engajado quando os objetivos do negócio são difusos ou quando cada colaborador não consegue enxergar como seu trabalho contribui para os resultados coletivos. Da mesma forma, existe uma expectativa crescente por desenvolvimento contínuo - mais do que promoções, as pessoas buscam perceber que estão evoluindo, adquirindo novas competências e construindo uma carreira com perspectivas concretas de crescimento. 

Há, ainda, um fator extremamente delicado: a conexão com a cultura organizacional. O engajamento se fortalece quando existe coerência entre o discurso e a prática, fazendo com que os valores propagados pela empresa sejam percebidos no comportamento das lideranças, nas decisões tomadas e na forma como as pessoas são tratadas. Quando essa consistência dá lugar à dissonância entre o que se comunica e o que efetivamente se vivencia no dia a dia, a confiança se perde. 

É justamente nesse ponto que a liderança assume um papel decisivo. Afinal, são os líderes que transformam a estratégia em realidade no dia a dia, dando contexto às decisões, traduzindo os objetivos do negócio, reconhecendo conquistas, desenvolvendo talentos, promovendo um ambiente de segurança psicológica e ajudando cada profissional a compreender como sua atuação contribui para um propósito maior. 

Reverter esse cenário exige que as empresas compreendam que esse não é um índice  que nasce de iniciativas isoladas, mas das decisões que tomam, diariamente, sobre como gerir pessoas – indo desde escolher quem ocupará as posições de liderança, a como preparar esses profissionais para desenvolver talentos, oferecer feedbacks consistentes, reconhecer resultados e cultivar relações baseadas na confiança, garantindo que a cultura organizacional deixe de existir apenas nos discursos e se manifeste na prática. 

Quando existe clareza de propósito, oportunidades reais de crescimento, coerência entre discurso e prática, e lideranças capazes de transformar esses elementos em experiências positivas, o engajamento deixa de ser uma meta perseguida pelo RH e passa a ser uma consequência natural de um ambiente onde as pessoas encontram motivos genuínos para permanecer, contribuir e crescer. 

Jordano Rischter é headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão.     

    

Sobre a Wide:     

https://wide.works/     

Com mais de 50 anos de experiência combinada, a Wide é especialista em recrutamento executivo alinhado às necessidades e objetivos de cada empresa. Seu foco é fortalecer a governança corporativa, com atendimento exclusivo e processos ágeis e assertivos, conduzidos pela expertise de seus sócios. 



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Nathália Bellintani


Tel: +55 (11) 9848-4042
Email: nathalia@informamidia.com.br
www.informamidia.com.br

Appian / Atlantic Nickel apresenta novo projeto subterrâneo no Sul da Bahia e agenda socioambiental durante SEMBA 2026

 

Appian Capital Brazil



Appian / Atlantic Nickel apresenta novo projeto subterrâneo no Sul da Bahia e agenda socioambiental durante SEMBA 2026

  • Público terá acesso a estande interativo e experiência imersiva com óculos de realidade virtual que mostra o projeto subterrâneo da Mina de Santa Rita, no município de Itagibá;
  • Visitantes do espaço poderão conhecer as fases do processo de recrutamento e seleção, bem como ter acesso ao banco de oportunidades da empresa;
  • Companhia regenera 388,37 hectares de Mata Atlântica, área equivalente a 543 campos de futebol na região;
  • Gilcimar Oliveira, diretor de ESG e Pessoas, apresentará a Atlantic Nickel em um dos painéis, e Guilherme Guedes, gerente de Assuntos Corporativos, mostrará case sobre iniciativas socioambientais realizadas no estado da Bahia;



A Appian Capital Brazil, fundo de investimento privado especializado em mineração, confirma presença no SEMBA 2026 com novidades. Durante a 8ª edição do evento, o grupo de origem britânica com oito anos de atuação no país, e presente em dois estados, proporcionará uma experiência imersiva ao público presente. Em um espaço interativo de 12m², a companhia disponibilizará uma experiência submersa no universo da mineração, para apresentar o projeto subterrâneo da Mina de Santa Rita da Atlantic Nickel, ativo do grupo produtor de níquel sulfetado verde no sul do estado.

Com o uso de óculos de realidade virtual, o público presente no evento em Feira de Santana terá a oportunidade de realizar um tour e conferir o projeto de operação de níquel no município de Itagibá (BA), que consiste na transição da operação de lavra a céu aberto (extração realizada na superfície da terra) para o método de extração do minério em subsolo profundo. Isso estenderá a vida útil da mina para mais de 30 anos, atingindo uma produção anual de cerca de 30.000 toneladas de níquel. Dentre os avanços mais recentes do projeto, foi realizada a abertura do Portal Sul e, atualmente, já ultrapassamos a marca de 200 metros de túneis construídos.

Além da experiência digital, o público do SEMBA 2026 interessado em conhecer e ingressar no setor mineral poderá, por meio de totens interativos, conhecer o grupo, ter acesso ao seu banco de oportunidades, às fases do processo de recrutamento e seleção e, também, explorar os projetos socioambientais.

Desde outubro de 2019, a Atlantic Nickel mantém um compromisso contínuo com o fomento econômico e a preservação ambiental nas regiões onde atua, operando uma mina a céu aberto com capacidade de processamento de cerca de 6,6 milhões de toneladas de minério por ano.

 

Compromisso com o meio ambiente e a sustentabilidade

Com o propósito de desenvolver as regiões onde atua, aliado a um sólido compromisso ambiental, a Appian/Atlantic Nickel protege 554,51 hectares de Reserva Legal e regenera 388,37 hectares de Mata Atlântica nas regiões de Ipiaú e Itagibá, área equivalente a 543 campos de futebol. Para dar suporte a essa frente, um viveiro próprio em Itagibá, com capacidade anual de 120 mil mudas, produziu 147 mil unidades de espécies nativas nos últimos quatro anos. Essa restauração apoia-se no monitoramento de 387 espécies da fauna e no mapeamento trimestral de 464 espécies da flora local, que resultou no florescimento de 4.200 árvores desde 2018 e no reflorestamento direto de 274 hectares com o plantio de 50 mil mudas nativas. As iniciativas integram o aporte de investimento de R$ 28,7 milhões em gestão ambiental realizado nos últimos quatro anos (média anual de R$ 7,2 milhões).

No que tange à preservação de recursos hídricos, o ativo reaproveita 85% da água no processo industrial. O resultado de todas essas iniciativas reflete na conquista, pelo sexto ano consecutivo, do Selo Ouro no Inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE) e do Programa Brasileiro GHG Protocol. Estimulando o fomento da cultura da economia circular na região, a companhia destina materiais recicláveis para associações locais de catadores por meio de seu Centro de Triagem de Materiais, mantendo uma taxa de reciclagem de 90% dos resíduos de sua operação.

 

Painéis Semba 2026: Mineração sustentável e avanços da nova operação subterrânea

Nesta edição, por meio da apresentação de dois painéis, a companhia reforça seu compromisso ao apresentar suas práticas sustentáveis aliadas ao seu modelo de gestão inteligente, consolidando-se como uma importante fomentadora da transição energética. Confira abaixo a programação:

 

Quinta-feira, 06 de agosto de 2026

A Bahia no Centro da Transição Energética Global: o modelo Atlantic Nickel de Mineração Sustentável

    • Palestrantes: Gilcimar Oliveira, Diretor de ESG e Pessoas da Appian Capital Brazil;
      • Horário: 14h10 às 14h30

 

Sexta-feira, 07 de agosto de 2026

Case Pessoas, Comunidades e a Integração Social em transição na Atlantic Nickel

    • Palestrantes: Guilherme Guedes de Paula, Gerente de Assuntos Corporativos, Performance Social e Governança da Appian Capital Brazil.
      • Horário: 8h30 às 9h10

Serviço:

Appian Capital Brazil na 8ª edição do SEMBA 2026

 

Para saber mais sobre a Appian ou Atlantic Nickel, acesse: https://atlanticnickel.com/ / https://appiancapitaladvisory.com/pt-br/.

 

Sobre a Appian Capital Brazil

A Appian Brasil é o braço regional da Appian Capital Advisory, a maior investidora global de private equity em metais e mineração. Fundada em 2011 em Londres com investimentos em diversos países, a empresa é referência no setor, com seu modelo diferenciado de mineração inteligente, respeitando o meio ambiente, trabalhando de forma integrada com as comunidades onde atua e apoiando o desenvolvimento destas regiões.  Com oito anos de atuação no mercado brasileiro e presente em dois estados (Minas Gerais e Bahia), o fundo se estabeleceu no país em 2018. Atualmente, o grupo possui três ativos no país: Atlantic Nickel, Graphcoa, além da subsidiária Omnigen Energy. Com sólido compromisso e missão de transformar recursos naturais em prosperidade e desenvolvimento sustentável, o grupo trabalha alinhada às melhores práticas ESG. Transformando regiões onde atua, aliado à Integração Social, o grupo Appian tem como prioridade o profundo respeito com as pessoas e com a segurança nas operações.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: appianpr@webershandwick.com

Luciana Messa– lmessa@webershandwick.com | Telefone: (11) 99155-7742

Giullia Falcetta – gfalcetta@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 9398-4545

Paulo Lima – plima@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 8879-1711

 
 


Público terá acesso a estande interativo e experiência imersiva com óculos de realidade virtual que mostra o projeto subterrâneo da Mina de Santa Rita, no município de Itagibá;
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Região Nordeste registra melhor desempenho proporcional em medalhas de ouro no Canguru de Matemática de 2026

 


UpMat

Região Nordeste registra melhor desempenho proporcional em medalhas de ouro no Canguru de Matemática de 2026

No ranking geral, Ceará foi o segundo estado com maior número de premiações douradas em 2026, atrás apenas de São Paulo

São Paulo, julho de 2026 - Entre os mais de 176 mil alunos de escolas brasileiras que conquistaram medalhas no Concurso Internacional Canguru de Matemática de 2026, 53,3 mil vieram de instituições da região Nordeste do país. Entre eles, 6,9 mil levaram para casa o ouro na premiação, o que dá à região o melhor desempenho em termos proporcionais nesta categoria, com taxa de sucesso de 1,30%.

O Ceará foi destaque em número de medalhas totais, com 18,1 mil, e em medalhas de ouro, com 3,1 mil, ficando atrás apenas de São Paulo, que teve 52,2 mil medalhistas gerais e 4,5 premiados com ouro. O Piauí também teve número expressivo nesta categoria, sendo o quinto mais premiado com ouro no país, com 1.095 medalhas.

O Canguru é uma competição internacional que ajuda a transformar o ensino da matemática em algo leve e divertido, aumentando o interesse e motivando a participação de crianças e jovens na disciplina - que contribui para seu melhor desempenho acadêmico de curto, médio e longo prazos. Realizado anualmente em mais de 110 países, a prova é a mesma para todos os participantes, aumentando sua relevância como ferramenta de desenvolvimento educacional.

“O desempenho da região Nordeste demonstra a importância do acesso às oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento de potenciais. Ver a região alcançar o melhor aproveitamento proporcional em medalhas de ouro na Olimpíada Canguru de Matemática reforça a importância de incentivar desafios que despertem o raciocínio lógico, a curiosidade e a confiança dos alunos”, diz Cristina Diaz, CEO da UpMat Educacional, principal edtech de competições acadêmicas saudáveis na América Latina, responsável pela organização do Concurso Internacional Canguru de Matemática no Brasil. 

Desde 2019, o número de estudantes que participam do Canguru cresceu 273%, passando de 455 mil para mais de 1,7 milhão. Já o número de medalhistas teve um aumento ainda mais expressivo, de 266%, passando de 48 mil para mais de 176 mil. No Nordeste, em 2026, o número de participantes chegou a 533,7 mil estudantes, atrás apenas da região Sudeste.

Tendo como base quatro eixos temáticos (álgebra, geometria, números e lógica), o Canguru traz questões que estimulam a criatividade dos alunos e priorizam as estratégias de resolução de problemas. São premiados os mais bem colocados em território nacional por nível de prova e nas categorias ouro, prata, bronze e honra ao mérito. Há certificados de participação para todos os estudantes participantes e professores organizadores do Canguru nas escolas, bem como medalhas nas quatro categorias de premiação. A prova deste ano foi aplicada entre 19 e 25 de março.

Participação Regional

As regiões brasileiras com maior participação histórica no Canguru são Sudeste e Nordeste, alcançando 3,8 mil e 2,6 mil escolas em 2026, respectivamente.

Em número de alunos, Sudeste e Nordeste seguem com maior representatividade, com 901,1 mil e 533,7 mil estudantes, respectivamente.

Entre as capitais do Nordeste, a que teve maior aumento no número de inscritos entre as duas últimas edições do Canguru foi Maceió, com alta de 17,8%, seguida de João Pessoa e Aracaju, com 17,5% e 16,4%, respectivamente. 

“Os dados mostram que a Olimpíada Canguru vem ampliando sua presença em diferentes regiões do país, ao mesmo tempo em que fortalece estados e capitais onde a participação já é tradicionalmente expressiva. Esse movimento demonstra que o interesse pelas competições acadêmicas continua crescendo e que cada vez mais escolas reconhecem o potencial dessas iniciativas para despertar a curiosidade, desenvolver o raciocínio lógico e tornar o aprendizado mais estimulante para os estudantes", conta Cristina.  

Sobre a UpMat Educacional
A UpMat Educacional é a principal edtech de competições acadêmicas saudáveis da América Latina. Mobilizando toda a comunidade escolar, a companhia atua com um modelo único que alia produtos próprios e ‘Olimpíadas as a Service’, garantindo a organização e realização de jornadas do conhecimento para os estudantes, oferecendo formação continuada para professores e relatórios de desempenho para gestores escolares. A UpMat possui o compromisso de elevar a qualidade da educação por meio do engajamento em olimpíadas do conhecimento. Mais informações em https://www.upmat.com.br/


Contato com a imprensa

Gabrielle Pepato
gabrielle.pepato@thelever.com.br 
(11) 99683-4937


Gabriel Gamino
gabriel.gamino@thelever.com.br

Estudo revela que 64% dos brasileiros comem fora de uma a três vezes por semana

 

ACOM SISTEMAS

Estudo revela que 64% dos brasileiros comem fora de uma a três vezes por semana

Levantamento aponta que tecnologia já influencia toda a relação com restaurantes, da descoberta à fidelização, sem substituir o fator humano

Por muito tempo o setor de foodservice discutiu se a tecnologia seria capaz de transformar a experiência dos consumidores. Hoje, olhando para os números do mercado, a pergunta já não faz mais sentido,e a transformação já aconteceu.

Mas ela não aconteceu da forma como muitos imaginavam, o consumidor não trocou a experiência humana pela tecnologia. Ele passou a exigir as duas coisas ao mesmo tempo.

Essa é uma das principais conclusões de um estudo nacional intitulado "O que os brasileiros esperam da tecnologia em sua jornada alimentar" realizado pela Tanjerin, agência de estratégia e inovação especializada no setor de foodservice. O levantamento ouviu 1.312 brasileiros, com representação de todas as regiões do país, e foi apresentado pela primeira vez no Brasil durante a ACOMXperience, evento promovido pela ACOM Sistemas, desenvolvedora de tecnologia para gestão de bares e restaurantes.

O setor movimentou R$ 223,5 bilhões em 2025, consolidando um setor extremamente importante para o desenvolvimento do setor de serviços do país. Ao longo da última década, o setor atravessou mudanças profundas no comportamento do consumidor, passou pela pandemia e retomou sua trajetória de crescimento. Segundo a pesquisa, atualmente, 64% dos brasileiros consomem refeições ou realizam pedidos entre uma e três vezes por semana de alimentos preparados fora de casa. 

"Porém, entender a evolução do mercado e a frequência já não é suficiente para donos de estabelecimentos estruturarem seus negócios. O foodservice se tornou um mercado multigeracional. Enquanto consumidores mais jovens priorizam conveniência, aplicativos, delivery e rapidez, públicos mais maduros valorizam experiência, conforto, qualidade e interação social", explica Cristina Souza, CEO da Tanjerin e autora da pesquisa.

Essa diferença aparece claramente quando se observam os segmentos analisados. O primeiro deles é o de Fast Food, associado principalmente à rotina e praticidade, onde cerca de 24% dos consumidores frequentam estabelecimentos entre duas e três vezes por semana. Já no Casual Dining, a frequência tende a ser mais espaçada, concentrando-se principalmente em visitas quinzenais ou mensais. No Fine Dining, segmento de alta gastronomia, o consumo aparece fortemente associado a celebrações.

Contudo, em todos os perfis, as motivações para sair de casa continuam profundamente humanas. Entre os principais motivos estão celebrações e datas especiais (55%), momentos de descanso ou pausa na rotina (52%), tempo com a família (48%) e socialização (45%).

Quando perguntados sobre o que buscam em um restaurante, os consumidores apontaram comida de qualidade (56%), prazer (54%) e conforto (43%) como os principais fatores de decisão.

A pesquisa mostrou ainda que a tecnologia está presente desde o momento da descoberta dos restaurantes. No Fast Food, 59% dos consumidores utilizam aplicativos de delivery para encontrar estabelecimentos e 51% recorrem ao Instagram.

No Casual Dining, amigos e familiares ainda lideram a influência na escolha, com 57%, mas Instagram (51%), Google (40%) e sites dos restaurantes (39%) aparecem logo em seguida.

Segundo o estudo, na prática, a decisão não só nasce, mas continua sendo influenciada pela tecnologia durante toda a jornada. Entre os consumidores de Fast Food, 65% utilizam aplicativos de delivery, 39% acompanham pedidos em tempo real e 35% realizam pagamentos digitais. No Casual Dining, os índices são igualmente expressivos. 45% utilizam aplicativos de delivery, 41% usam plataformas próprias dos restaurantes, 40% fazem reservas online e 39% utilizam pagamentos digitais.

Ou seja, os consumidores passaram a enxergar a tecnologia como parte integrante da experiência. Entre os frequentadores de Fast Food, 94% afirmam que ela é importante ou essencial para sua jornada. No Casual Dining, esse percentual chega a 90%.

"Os dados mostram que o desafio já não é escolher entre atendimento humano e tecnologia. O desafio é integrar os dois de forma consistente", afirma Eduardo Ferreira, CCO da ACOM Sistemas.

A pesquisa mostra ainda que a tecnologia passou a influenciar inclusive o relacionamento após o consumo.

Tanto no Fast Food quanto no Casual Dining, 53% dos consumidores apontam ofertas personalizadas como o principal fator capaz de influenciar uma nova visita. Programas de fidelidade, pesquisas rápidas e comunicações individualizadas aparecem logo na sequência. "O recado é claro. Os consumidores querem que marcas entendam seus hábitos, preferências e contexto", diz Cristina.

"O futuro do foodservice está ligado à velocidade, praticidade e personalização, que a tecnologia traz. Mas também querem acolhimento, conforto, conexão e experiências memoráveis", conclui o CCO da ACOM Sistemas.

MAIS INFORMAÇÕES

Sobre a ACOM Sistemas: https://acomsistemas.com.br/

Sobre a Tanjerin: https://tanjerin.com.br/



Food_tech
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Engenharia de Comunicação

imprensa@engenhariadecomunicacao.com.br

O sonho de viver das redes sociais cresce no Brasil, mas a maioria desiste antes dos primeiros mil seguidores

 


PAULA CASSIM

O sonho de viver das redes sociais cresce no Brasil, mas a maioria desiste antes dos primeiros mil seguidores

Novo livro mostra o caminho para quem deseja viver da criação de conteúdo, revelando estratégias sobre algoritmo, engajamento, posicionamento, monetização e construção de uma marca pessoal forte nas redes sociais.

Ser influenciador digital deixou de ser apenas um sonho adolescente para se tornar uma das profissões mais desejadas da atualidade. Todos os dias, milhares de pessoas criam perfis no Instagram, TikTok, YouTube e outras plataformas acreditando que basta gravar alguns vídeos para conquistar seguidores, fechar parcerias e viver da internet.

Na prática, a realidade costuma ser bem diferente.

A maioria abandona o projeto nos primeiros meses. O motivo quase nunca é falta de talento. O problema costuma ser a ausência de estratégia, de constância e de conhecimento sobre como realmente funcionam as plataformas digitais.

Como o algoritmo decide quem será visto? O que faz um conteúdo viralizar? Como criar uma audiência fiel? Vale mais investir em tráfego pago ou crescer organicamente? É preciso aparecer em vídeo para ter sucesso? Como transformar seguidores em renda?

Essas são algumas das dúvidas mais frequentes de quem deseja construir uma carreira no universo digital.

Pensando justamente nesse público, a escritora Paula Cassim acaba de lançar o livro "O Segredo das Influenciadoras de Sucesso", um guia prático que reúne desde os conceitos básicos até estratégias avançadas para quem deseja criar conteúdo profissionalmente.

Ao longo da obra, a autora apresenta temas que normalmente só são descobertos depois de anos de tentativa e erro, como:

- Estratégias sobre algoritmo
- Técnicas para aumentar o engajamento
- Como escolher o nicho ideal
- Branding pessoal
- Storytelling, a arte de contar histórias
- Calendário de conteúdo
- Análise de Métricas e monetização
- Precificação de publicidade e negociação com empresas
- Gestão de crises, como lidar com cancelamento e ética nas redes sociais
- Dicas de criação de conteúdo para Instagram, TikTok, YouTube, Facebook e blogs
- Ferramentas, equipamentos e recursos para começar mesmo com pouco dinheiro, dentre outros diversos assuntos tratados no decorrer dos capítulos.

Outro diferencial do livro é mostrar que ser influenciador vai muito além de acumular seguidores. Hoje, criadores de conteúdo administram marcas pessoais, negociam contratos, desenvolvem produtos, produzem campanhas e precisam entender de comunicação, marketing, reputação e negócios.

A obra também aborda um tema pouco discutido: os impactos emocionais da exposição constante na internet, o risco do cancelamento e a responsabilidade de influenciar milhões de pessoas.

Segundo Paula Cassim, um dos maiores erros de quem começa é acreditar que existe uma fórmula secreta para viralizar.

"O crescimento nas redes sociais não acontece por acaso. Existe método, estratégia, posicionamento e constância. O algoritmo muda, as plataformas evoluem, mas alguns princípios continuam sendo decisivos para construir uma audiência sólida.", diz Paula.

Escrito em linguagem simples e direta, o livro "O Segredo das Influenciadoras de Sucesso" foi pensado tanto para quem nunca publicou um conteúdo quanto para criadores que já produzem vídeos, mas ainda não conseguem crescer ou transformar seu trabalho em uma fonte de renda.

Mais do que ensinar técnicas para ganhar seguidores, o livro apresenta uma visão completa sobre como construir uma marca pessoal forte e sustentável em um mercado que movimenta bilhões de reais e cresce ano após ano.

O livro "O Segredo das Influenciadoras de Sucesso" da escritora Paula Cassim, está disponível nas principais livrarias e também no formato e-book pelos aplicativos do celular Google Play Livros e Apple Books ou pelo site: https://www.osegredodasinfluenciadoras.com.br



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ANA ATANASOV
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terça-feira, 28 de julho de 2026

 Pode ser uma imagem de ‎texto que diz "‎SAMANTHA ون ALCA @sam @samanpidcavalca อำกยจ alca É PRECISO ROUBAR PRODUTOR PARA OFERECER PICANHA AO ELEITOR? OLIKE ÓRGãO FEDERAL DO GOVERNO LULA SEQUESTRA GADO DE PEQUENOS PRODUTORES E USA A CARNE EM FESTA POLÍTICA EM ANO ELEITORAL ICMBIO LADRÃO DE GADO‎"‎

A armadilha que o eleitor ajuda a montar

 


 

Claudio Apolinario

 

Por que boa parte dos eleitores que dizem querer mudança votam para que tudo fique igual.

Existe uma conversa que se repete em todo ciclo eleitoral no Brasil. O eleitor reclama dos políticos. Diz que são todos iguais. Que não prestam. Que o país só piora. Diz nas rodas de conversa estar decepcionado, mas vai às urnas e vota no mesmo de sempre. Não por ingenuidade. Por escolha. Uma escolha que tem sempre um motivo.

Uma pesquisa do Ipea com vereadores em doze municípios chegou a uma conclusão simples: o candidato se adapta ao que o eleitor aceita. Se o eleitor troca o voto por favores, o candidato oferece favores. Onde o eleitor não topa essa troca, o candidato muda a estratégia.

O eleitor molda o candidato. Não o contrário.

O clientelismo funciona de forma simples. O candidato não promete transformar a cidade. Promete resolver o problema imediato do eleitor. Consertar a rua da frente. Conseguir uma consulta médica. Liberar um benefício. Intermediar um alvará. É uma troca direta, concreta e imediata — muito diferente da proposta de um candidato que fala em mudanças que melhoram a cidade para todo mundo.

No momento da escolha, o imediatismo vence o longo prazo — quase sempre.

E aqui está o ponto que o eleitor precisa encarar sem conforto: cada voto trocado por um favor particular é um voto contra a reforma que tornaria aquele favor desnecessário. É votar naquilo que o eleitor mesmo reclama. É dar ao sistema exatamente o combustível que ele precisa para continuar. É votar pela continuidade do problema que gerou a necessidade da troca.

O favor de hoje tem um preço. E ele é pago em impostos. Em serviços públicos ruins. Em dinheiro público gasto para agradar quem elegeu, não para resolver o que mais precisa. O eleitor que aceita o favor está financiando, com seu próprio imposto, o sistema que o mantém dependente do próximo favor.

Isso é clientelismo. E ele é caro.

Já presenciamos disputas em que candidatos com histórico limpo, propostas sérias e argumentos sólidos perderam para candidatos com máquina montada, distribuição de benefícios e promessas localizadas. Não perderam por desonestidade do eleitor. Perderam porque ofereciam algo difícil de sentir antes do voto — o longo prazo — contra algo fácil de ver agora — o favor do curto prazo.

O voto é uma decisão tomada no presente, com consequências que chegam depois.

O problema não é apenas ético. O problema vai além do certo e errado. Um eleitorado que vota por um favor cria um ambiente onde o bom candidato, para competir, precisa montar uma máquina parecida e aceitar a lógica da troca. Os que se recusam a fazer isso perdem. Os que fazem comprometem exatamente o que os tornava diferentes.

É uma armadilha que o eleitor ajuda a construir toda vez que aceita a troca.

A saída é mais simples do que parece — mas exige uma decisão que o candidato não pode tomar pelo eleitor. Antes de votar, perguntar o que foi entregue, não o que foi prometido. Comparar histórico com discurso. Recusar o favor quando ele vem com um preço embutido. E entender que o candidato que distribui benefícios na campanha vai precisar de orçamento para pagar essa conta depois de eleito — e esse orçamento é pago pelo próprio eleitor.

Bons candidatos perdem quando o eleitor decide que o favor de hoje vale mais do que a cidade, o estado e o país que poderia ter amanhã.

A mudança começa quando o eleitor vota com consciência. Não por troca de favores.

Este é um ciclo que só o eleitor pode quebrar.

*          O autor, Claudio Apolinario, é articulista e analista político.

Organizações terroristas

 


 

 

Gilberto Simões Pires

 

RELATÓRIO DO SENAPPEN

Antes de tudo enganam-se redondamente aqueles que imaginam que apenas o PCC e o CV são reconhecidas como únicas ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS que atuam no nosso empobrecido Brasil. Na real, segundo informa o relatório da SENAPPEN - SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS PENAIS, órgão do governo federal vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, até o presente momento já foram identificadas 88 ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS QUE AGEM DA MESMA FORMA.

PODER FINANCEIRO INDEPENDENTE

Deste universo -horripilante-, 91% possuem PODER FINANCEIRO INDEPENDENTE (conseguem operar sem qualquer apoio) e 98% ESTÃO PRESENTES EM PELO MENOS UMA UNIDADE PRISIONAL. Nos últimos três anos, 72 destas ORGANIZAÇÕES atuaram apenas no ESTADO EM QUE ESTÃO SEDIADAS, e 14 CONSEGUIRAM EXPANDIR PARA ESTADO VIZINHOS, afirmou André Garcia, Secretário Nacional de Políticas Penais.

CV, PCC E TCP

Mais: o relatório aponta que -por ora- apenas duas, COMANDO VERMELHO (CV) e PRIMEIRO COMANDO DA CAPITAL (PCC) têm braços de OPERAÇÃO EM NÍVEL NACIONAL E INTERNACIONAL. No Rio de Janeiro, o CV, que vive uma GUERRA TERRITORIAL COM O TERCEIRO COMANDO PURO (TCP) EM ALGUNS PONTOS DO ESTADO, expandiu seu braço de operação para ESTADOS DO AMAPÁ, PERNAMBUCO E ESPÍRITO SANTO. Atualmente, de acordo com o levantamento, CERCA DE 125 PAVILHÕES ESTÃO SOB O -DOMÍNIO TOTAL DO COMANDO VERMELHO -CV. 

SOBERANIA

O que o relatório não aponta, por razões óbvias de INTERESSE DO CHEFE LULA, é que as 72 ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS E TERRORISTAS obedecem as mesmas regras e princípios estabelecidos pela MÁFIA SICILIANA -COSA NOSTRA-. A diferença principal é que enquanto a MÁFIA SICILIANA tinha como alicerce o -OMERTÁ-, as -ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS E TERRORISTAS BRASILEIRAS- são PROTEGIDAS por uma INSTITUIÇÃO GOVERNAMENTAL PETISTA, batizada com o nome de -SOBERANIA-. Sob este GUARDA CHUVA, todas as ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS E TERRORISTAS QUE ATUAM E/OU PRETENDEM ATUAR NO BRASIL passam a GOZAR DE LIBERDADE PARA AGIR E PROGREDIR. Que tal? 

Polímeros de engenharia impulsionam nova geração de componentes para máquinas agrícolas

 


Solve do Brasil

Polímeros de engenharia impulsionam nova geração de componentes para máquinas agrícolas

Desenvolvimento de materiais sob medida amplia durabilidade, reduz peso e permite criar produtos mais eficientes para equipamentos que operam em condições severas no campo

Os polímeros de engenharia vêm transformando a forma como componentes para máquinas e implementos agrícolas são projetados e fabricados. Muito além de substituir peças metálicas, esses materiais possibilitam o desenvolvimento de soluções mais leves, resistentes e duráveis, capazes de suportar ambientes de alta abrasão, contato com produtos químicos e grandes esforços mecânicos, contribuindo para aumentar a eficiência operacional e reduzir custos de manutenção no campo.

Diferentemente dos plásticos convencionais, os polímeros de engenharia são desenvolvidos para atender requisitos específicos de desempenho. Dependendo da aplicação, podem incorporar fibras de reforço, cargas minerais, estabilizantes contra radiação ultravioleta e aditivos que ampliam a resistência ao desgaste, ao impacto, às variações de temperatura e aos agentes químicos. O resultado gera materiais capazes de atender às exigências de componentes que trabalham continuamente em condições extremas.

Essa evolução tem permitido ampliar o uso desses materiais em buchas, mancais, engrenagens, dosadores, carcaças, reservatórios e peças estruturais presentes em plantadeiras, pulverizadores, distribuidores de fertilizantes, colheitadeiras e diversos outros equipamentos agrícolas. “O plástico técnico não deve ser visto como um simples substituto do metal, mas como uma oportunidade de desenvolver soluções mais eficientes. Quando existe engenharia aplicada, escolha adequada do material e projeto otimizado, é possível obter componentes mais leves, resistentes, econômicos e confiáveis”, diz Arley Galvani, consultor técnico-comercial da Solve.

Engenharia para enfrentar os desafios do campo

A Solve desenvolve soluções técnicas em polímeros desde a engenharia do produto até a produção seriada para indústria, construção civil e fabricantes de equipamentos mecânicos, porém, poucos ambientes exigem tanto dos materiais quanto o agronegócio. Poeira abrasiva, umidade, fertilizantes, defensivos agrícolas, radiação solar, vibrações, impactos e constantes variações de temperatura aceleram o desgaste dos componentes e impõem desafios que vão além da simples escolha da matéria-prima.

Por isso, o desenvolvimento de cada componente começa muito antes da fabricação. A definição do polímero leva em consideração fatores como cargas mecânicas, exposição química, atrito, absorção de umidade, estabilidade dimensional e vida útil esperada, permitindo que o material seja formulado especificamente para a condição de trabalho da peça. “O ambiente do agro é extremamente severo. Uma mesma peça pode ficar exposta simultaneamente a diversas situações. O componente precisa ser projetado para suportar exatamente o local e a condição em que irá trabalhar”, explica Galvani.

Segundo o especialista, um dos erros mais comuns é simplesmente reproduzir em plástico o desenho de uma peça metálica. “Os polímeros possuem comportamento diferente e exigem adaptações, como espessuras adequadas, nervuras de reforço, raios de concordância e compensações relacionadas ao processo de fabricação. O desempenho depende da engenharia aplicada desde o início do projeto”, detalha.

Menos peso, mais eficiência

Além da elevada resistência à corrosão, especialmente em aplicações com fertilizantes e defensivos agrícolas, os polímeros de engenharia permitem reduzir significativamente o peso dos componentes. Essa característica diminui esforços sobre eixos, rolamentos, correntes e sistemas de acionamento, facilita operações de montagem, manutenção e transporte e, dependendo da aplicação, pode contribuir para reduzir o consumo de combustível ou energia.

Em muitos projetos, os polímeros também permitem reunir em uma única peça funções que antes eram desempenhadas por conjuntos formados por metal, borracha e fixadores. A redução do número de componentes simplifica a montagem, diminui pontos sujeitos a falhas e aumenta a confiabilidade do equipamento ao longo da vida útil. Para Galvani, outro equívoco recorrente é avaliar apenas o custo da matéria-prima. “O valor total precisa considerar durabilidade, manutenção, desgaste e desempenho durante toda a vida útil da aplicação”, acrescenta.

Mercado em expansão

O avanço dos polímeros de engenharia acompanha a evolução da indústria nacional. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), o setor faturou R$ 164 bilhões em 2024 e projeta investimentos de R$ 31,7 bilhões entre 2025 e 2027, destinados à expansão da capacidade produtiva, inovação, reciclagem e desenvolvimento de novas soluções.

A utilização desses materiais também acompanha uma tendência observada em setores altamente exigentes. Na indústria automotiva, por exemplo, termoplásticos de engenharia e materiais compostos vêm sendo empregados para reduzir a massa dos veículos e aumentar a eficiência energética, conceito que se expande para outros segmentos industriais, incluindo o agronegócio.

Para os próximos anos, a expectativa é de crescimento no uso de polímeros reforçados com fibras, simulações computacionais mais precisas, manufatura aditiva para protótipos e pequenas séries e maior utilização de matérias-primas recicladas, desde que atendam aos requisitos de desempenho e durabilidade.

Na avaliação do especialista, os polímeros de engenharia deixaram de ser apenas uma alternativa ao metal e passaram a ocupar um papel estratégico no desenvolvimento da próxima geração de máquinas e equipamentos. “Quando a análise considera desempenho, manutenção, durabilidade e custo total, o plástico técnico deixa de ser apenas um substituto do metal e passa a ser uma ferramenta de inovação e competitividade”, conclui Galvani.



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Arley Galvani, consultor técnico-comercial da Solve
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Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
kassiana.ruralpress@gmail.com
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Pós-pandemia: o que nos ensinou sobre as tendências de mercado?

 


Por Fernando Poziomczyk

Poucos períodos exigiram tanta capacidade de adaptação das empresas quanto a pandemia. Diante de um cenário imprevisível, organizações de todos os setores precisaram abandonar modelos consolidados e implementar mudanças em um ritmo acelerado para garantir sua sobrevivência. Muitas delas foram tratadas como ensinamentos valiosos capazes de redefinir o futuro dos negócios. Outras, com o retorno à normalidade, mostraram que nem toda tendência se sustenta quando as circunstâncias mudam. 

Ainda assim, o legado desse período vai muito além das práticas que continuaram ou que desapareceram, mas na compreensão de que a adaptação deixou de ser uma reação emergencial para se tornar uma competência estratégica. Afinal, se a Covid-19 ensinou algo ao mercado, foi que previsibilidade não pode ser tratada como garantia, reforçando a essencialidade dos planos de contingência e gerenciamento de riscos para que as empresas estejam mais preparadas para se ajustarem a variáveis mais amplas que possam nunca acontecido, até o momento. 

Pesquisas recentes mostram que essa necessidade não é apenas uma impressão do mercado. Dados divulgados no Global CEO Survey 2025, da PwC, por exemplo, relataram que 42% dos CEOs acreditam que suas empresas não serão viáveis na próxima década, caso mantenham seus modelos atuais de operação. Ainda, o Future of Jobs Report 2025, do World Economic Forum, aponta que 59% da força de trabalho global precisará passar por processos de qualificação ou requalificação até 2030, destacando a resiliência, flexibilidade e agilidade como as competências mais valorizadas pelos empregadores. 

A pandemia, por mais que tenha exigido mudanças urgentes e complexas, provocou uma criatividade interessante por parte das empresas, de transformarem suas operações - da intensificação do modelo de trabalho online, a transformações mais intensas de negócios. Cada uma, com a mesma chance de serem uma oportunidade ou fatalidade, dependendo de como enxergariam esse movimento como algo a ser explorado positivamente no futuro. 

Porém, com a volta à normalidade, muitos desses movimentos “justificados” pelo isolamento social, começaram a cair por terra, perdendo espaço e popularidade. Os formatos de relações de trabalho foram alguns dos mais notáveis nesse sentido, saindo das inúmeras vagas home-office impulsionadas naquele período, para rotinas presenciais nos escritórios. A oferta e demanda de um modelo que foi visto como altamente positivo e necessário para sobrevivência, se tornou desbalanceada. 

O plano de contingência empresarial foi outro ensinamento valioso. Se, antes, ninguém esperava um lockdown, hoje passou a se tornar uma variável a ser considerada por qualquer organização. Esses efeitos deixaram claro que todo o processo de gestão e avaliação de riscos precisa ser o mais amplo possível, expandindo as possibilidades para muitos outros cenários - mesmo que, aparentemente, improváveis - de forma que as empresas estejam preparadas para lidar com quaisquer imprevistos, minimizando seus impactos. 

Por fim, o processo de digitalização em alta velocidade impulsionada neste período foi um dos pontos mais significativos. Empresas que, por exemplo, nunca haviam vendido pela internet, passaram a operar nos canais digitais, a adotar meios de pagamento online, implementar atendimento remoto e recorrer a aplicativos de entrega para manter suas operações funcionando. Segundo uma pesquisa encomendada pela Microsoft, como prova disso, 93% das pequenas e médias empresas brasileiras aceleraram seus processos de transformação digital durante a pandemia, ocupando parte essencial de seus investimentos. 

Muitos cargos e cadeiras focados na gestão digital também foram criados, passando a olhar as estratégias de negócio sob uma ótica digital que demanda pessoas capacitadas para isso – viabilizando resultados e geração de valor extremamente positivos que, dificilmente, farão com que deixem de investir em recursos e soluções que continuem proporcionando tais benefícios para o crescimento próspero. 

Ao olharmos para as tendências que surgiram, se fortaleceram ou perderam espaço após a pandemia, talvez a principal conclusão seja que a transformação dos negócios deixou de ser uma escolha estratégica, para se tornar uma necessidade permanente. Mudanças profundas podem surgir de forma repentina, alterando não apenas hábitos de consumo, mas também modelos operacionais, relações de trabalho e dinâmicas de mercado. 

Então, mais do que tentar prever, exatamente, qual será a próxima grande transformação, as empresas precisam se preparar para responder, rapidamente, a cenários que fogem completamente dos padrões conhecidos – o que exige planejamento, gestão de riscos, planos de contingência e uma cultura organizacional aberta à mudança. Afinal, a pandemia provou que nem todas as variáveis podem ser antecipadas, mas as organizações mais preparadas tendem a reagir com mais segurança, agilidade e capacidade de preservar sua competitividade diante do inesperado. 

Fernando Poziomczyk é sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão. 

  

Sobre a Wide: 

https://wide.works/ 
Com mais de 30 anos somados de recrutamento especializado e mais de 20 mil entrevistas realizadas, o propósito da Wide, empresa de recrutamento e seleção de alta gerência, é construir legados, seja o das empresas contratantes, o dos candidatos e o seu próprio. 



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Nathália Bellintani


Tel: +55 (11) 9848-4042
Email: nathalia@informamidia.com.br
www.informamidia.com.br

Baiana desenvolve projeto que amplia a acessibilidade de profissionais com deficiência visual na TI

 


Desenvolvida com o Zabbix, a solução converte alertas visuais do sistema de monitoramento em vibração, sinais luminosos e avisos sonoros, ampliando as possibilidades de acessibilidade para profissionais com deficiência visual

São Paulo, julho de 2026 - As profissões ligadas à tecnologia continuam entre as que mais devem crescer no Brasil em 2026, segundo levantamento anual do LinkedIn. Com a expansão das áreas de infraestrutura, operações de TI e observabilidade, cresce também a necessidade de tornar esses ambientes mais acessíveis para profissionais com deficiência visual. Isso porque boa parte das plataformas usadas para monitorar servidores, aplicações e redes depende de dashboards, gráficos e alertas visuais exibidos em tempo real, o que pode representar uma barreira para esses profissionais.

Para ampliar essa acessibilidade, a especialista em observabilidade da JLCP Tecnologia, Lara Xavier desenvolveu, com o Zabbix, plataforma global de monitoramento open source, um projeto que transforma alertas emitidos pelo sistema em respostas físicas, como vibração, sinais luminosos e avisos sonoros. A solução oferece uma nova forma de acompanhar eventos críticos da infraestrutura e reduz a dependência da observação constante das telas. O projeto foi apresentado durante a Zabbix Conference Latam 2026, maior evento da comunidade Zabbix na América Latina.

“Quando falamos em observabilidade, normalmente pensamos em disponibilidade, desempenho e confiabilidade dos sistemas. Mas também precisamos pensar em quem observa esses sistemas. A tecnologia só cumpre seu papel quando pode ser utilizada por todas as pessoas. Este projeto nasceu para mostrar que acessibilidade também é inovação: ao transformar alertas visuais em estímulos táteis, sonoros e luminosos, ampliamos as possibilidades para que profissionais com deficiência visual e/ou auditiva percebam incidentes de forma mais rápida, autônoma e proativa, fortalecendo sua capacidade de resposta e reduzindo a dependência de uma única forma de interação com a plataforma”, afirma Lara.

Como funciona na prática

O projeto conecta os alertas gerados pelo Zabbix a um dispositivo desenvolvido com Arduino por meio de uma API em Python e de webhooks da plataforma. A partir dessa integração, cada evento é convertido automaticamente em um padrão específico de vibração, sinal sonoro e iluminação por cores, de acordo com o nível de severidade da ocorrência.

O protótipo também conta com um botão para silenciar alertas, permitindo que o operador mantenha o controle da operação sem interromper o fluxo de monitoramento. Além de apoiar profissionais com deficiência visual, a solução pode ser aplicada em ambientes nos quais os operadores precisam dividir a atenção entre diferentes atividades ou não permanecem o tempo todo diante dos monitores.

Para Luciano Alves, CEO LATAM da Zabbix, iniciativas como essa evidenciam o potencial das tecnologias abertas para desenvolver soluções voltadas a desafios reais e ampliar a inclusão no setor de TI. “Trata-se de um exemplo muito bom de como o modelo open source favorece a rápida e efetiva evolução de nossa plataforma para atender as mais variadas demandas", afirma Alves. “Neste caso, ao transformar alertas em estímulos táteis e sonoros, o projeto demonstra que a observabilidade pode se tornar ainda mais acessível e abre caminho para que uma nova geração de profissionais talentosos possa atuar em centros de operação de TI”, complementa.

Sobre a Zabbix

A Zabbix é uma empresa multinacional presente em diversos países, especializada no desenvolvimento de soluções de monitoramento e observabilidade open source de nível empresarial para redes, aplicações e ambientes em nuvem. Com uma base global de usuários e uma robusta rede de parceiros, a empresa oferece subscrições técnicas profissionais, certificações, treinamentos oficiais e serviços de consultoria especializados. Além disso, desenvolve e comercializa o Zabbix Cloud, uma solução SaaS totalmente gerenciada que leva as funcionalidades do Zabbix para a nuvem com alta escalabilidade e facilidade de uso. Saiba mais em:

https://www.zabbix.com/br



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