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Dados revelam a integração da tecnologia no cenário financeiro em relação à digitalização atual, a satisfação do cliente e as prioridades de investimento futuro de líderes financeiros e de tecnologia na América Latina
Clique para visualizar a foto de Jorge Iglesias, CEO da Topaz
São Paulo, junho de 2024 – O levantamento Pulso 2024 - Experiência Digital: A Evolução dos Serviços Financeiros na América Latina, conduzido pela Topaz, uma das maiores empresas de tecnologia especializada em soluções financeiras digitais da América Latina, em parceria com a Celent,
líder em pesquisa e assessoria tecnológica para instituições
financeiras em todo o mundo,traz os resultados sobre a percepção das
lideranças regionais em relação a diferentes inovações em tecnologia e
modelos de negócios e como essas implementações estão impactando o setor
de serviços financeiros de diferentes perspectivas para os próximos
dois anos. Dentre os principais resultados, 52% dos líderes entrevistados no Brasil planejam implementar Inteligência Artificial
na detecção de fraudes em comparação com o resto da região, que
prioriza a inovação em IA nos chatbots de atendimento ao cliente (54%). O
país também vai investir em aplicativos de IA para avaliação de risco
(49%).
O Pulso foi realizado em dezembro de 2023 com
1.079 líderes de diferentes organizações financeiras e de tecnologia de
20 países da região. Cerca de 64% dos entrevistados são de bancos
digitais e tradicionais e instituições de microfinanças e 36% são de
empresas de tecnologia e fintechs. O estudo explora a inserção do
Digital Banking, panorama da evolução da experiência digital nos canais
financeiros e planos de implementação de IA e prioridades futuras de
investimento em tecnologia.
“Embora
o setor financeiro tenha sido transformado pela digitalização nos
últimos anos, devido a políticas e estruturas regulatórias de apoio,
adoção de internet móvel e uma rápida expansão de serviços digitais, os
desafios permanecem, resultando em diferentes prioridades e planos para
investimentos futuros em todos os países da região. E é isso o que
exploramos em profundidade no Pulso, bem como o poder catalítico da IA
na otimização de experiências e jornadas financeiras digitais e as
futuras prioridades de investimento em tecnologia”, diz Jorge Iglesias, CEO da Topaz.
Os principais resultados da pesquisa Pulso indicam que 80% dos líderes acreditam que seus clientes estão satisfeitos
ou muito satisfeitos com os canais digitais - embora o nível seja
ligeiramente menor para clientes de empresas de microfinanças do que
para instituições bancárias maiores. As campanhas automatizadas são a maior prioridade (38%) para investimentos adicionais, seguido de integração do cliente (35%) e sistemas de prevenção de fraude (27%).
Os planos para desenvolver recursos de IA
para atendimento ao cliente e automação de processos em 2024 foram
relatados por mais da metade dos entrevistados. Também, a existência de
uma rede de pagamentos digitais madura, os níveis de participação
bancária e a qualidade da conectividade digital são fatores que
impulsionam diferentes prioridades em diferentes países:
alguns têm vantagens geográficas ou econômicas e de sistemas bancários
robustos para o consumidor. O levantamento reitera que o Brasil tem sido
um epicentro de inovação financeira e tecnológica na região há vários
anos, abrigando cinco dos dez maiores bancos da América Latina e uma
promissora indústria de fintechs também está crescendo no México.
Globalmente, a pesquisa indica que o envolvimento digital do cliente é importante para bancos e empresas de microfinanças. Os
bancos têm focado cada vez mais em estratégias de produtos e canais que
oferecem suporte à integração fácil, já que a maioria dos
latino-americanos acessa a internet com smartphones, e os pagamentos têm
sido uma experiência de produto móvel na maioria dos casos de uso.
Alta satisfação atual dos clientes
Os
entrevistados foram questionados "quão satisfeitos vocês acham que seus
clientes estão?" e, como resultado, as respostas são indiretas de
satisfação do cliente, em vez de pesquisa direta do sentimento do
cliente. Bancos relataram 84% de satisfação; clientes de empresas de
tecnologia, 82%, enquanto para cooperativas de crédito/instituições de
microfinanças, 78% estão satisfeitos, com um nível de quase 20% de baixa
satisfação. A satisfação dos clientes parece ser menor para os clientes
de cooperativas de crédito e instituições de microfinanças.
Para
a função de onboarding digital, quase um quarto de todos os
entrevistados disseram estar insatisfeitos ou apenas ligeiramente
satisfeitos com as capacidades de sua instituição.
Níveis de digitalização hoje
Como
resultado, 51% das empresas pesquisadas afirmaram ter solicitação e
aprovação de crédito, seguidas por aberturas de contas digitalizadas
(41%) e atendimento às reclamações (39%). Os bancos superaram em muito
as instituições menores e outros setores, com 77% deles tendo
digitalizado a abertura de contas. Menos da metade (42%) das
instituições de microfinanças o fizeram.
Prioridades futuras
A
segunda prioridade de investimento para bancos e cooperativas de
crédito/instituições de microfinanças são os sistemas de onboarding
online, enquanto para as empresas de tecnologia, é a implementação de
soluções de atendimento ao cliente em um fluxo "phygital" (equilíbrio
entre canais físics e digitais).
Implementação de IA
Cerca
de 60% dos bancos e instituições de microfinanças dizem que se
concentrarão em aplicativos de IA para atendimento ao cliente e
chatbots, o mais alto de todos os casos de uso de IA. Em países com
redes de pagamento digital mais sofisticadas, como o Brasil, espera-se
que o foco da inovação em IA priorize a detecção de fraudes, a automação
de processos e a avaliação de risco de crédito.
As ferramentas
de gestão financeira pessoal são a próxima maior prioridade voltada para
o cliente para o avanço da IA, com 22% para bancos e instituições de
microfinanças. O Brasil está ligeiramente atrás do resto da LATAM em
prioridade de IA para planejamento financeiro.
Globalmente,
bancos e instituições de microfinanças já estão adotando recursos
generativos de IA em ferramentas de suporte a banqueiros, marketing e
desenvolvimento e teste de software, e explorando com cautela casos de
uso voltados para o cliente, como bots de bate-papo.
Diferentes prioridades em diferentes países
Os dados da pesquisa mostram que vários países implantaram redes de pagamento digital
com altos níveis de adoção pelo consumidor e essas redes são,
provavelmente, um dos principais diferenciais das futuras prioridades de
digitalização.
O Pix atingiu 133 milhões de
usuários cadastrados, realizando mais de 2 bilhões de transações por mês
até o fim de 2022. Esse método se junta ao CoDi no México e ao
Transferencias 3.0 na Argentina como redes modernas de pagamentos em
tempo real destinadas a estimular a carteira digital e a inovação
bancária.
Algumas soluções tecnológicas, como prevenção a fraudes
e sistemas de onboarding digital, têm maior prioridade no Brasil, assim
como os níveis de satisfação com essas ferramentas, a digitalização da
abertura de contas, processos de solicitação de crédito e renovações de
cartões, em comparação com o restante dos países da América Latina.
O acesso aos serviços bancários
varia muito entre os países da região. Comparar as prioridades de
investimento digital em países em extremos opostos desse espectro revela
diferenças: Brasil, Venezuela e Chile têm três das maiores taxas de
adultos bancarizados da região. O Brasil está focado na automação de
campanhas, na mensuração do valor do cliente e nos recursos de
segmentação como prioridades do top-3. A Venezuela prioriza pagamentos
de contas eletrônicas e pagamentos QR. Os entrevistados chilenos
classificam a gestão de patrimônio como uma prioridade top 2.
Já no
outro extremo, no Peru, onde mais de 40% dos adultos não são
bancarizados, Wealth Management e Conversational Banking foram
classificados como prioridades 1 e 3, respectivamente. No México, com a
maior taxa de adultos desbancarizados da região (54%), as prioridades de
investimento são campanhas automatizadas e capacidade de integração.
O caminho para o futuro
Os bancos e as instituições de microfinanças precisarão se concentrar cada vez mais na integração efetiva após a abertura da conta e na melhoria do envolvimento contínuo, para a retenção de clientes.
Além disso, os recursos alimentados por IA
oferecem possibilidades para aumentar a integração e o engajamento. Os
bancos da LATAM foram mais propensos do que qualquer outra região a
informar que planejam lançar novos serviços voltados para o cliente
usando IA generativa em 2024.
O estudo Pulso diz que
globalmente, a IA generativa provavelmente será implementada em várias
ondas: a 1ª onda já está em andamento e inclui ferramentas de
assistência bancária, kits de ferramentas de desenvolvimento e teste e
geração de conteúdo de marketing. Em seguida, é provável que insights
generativos sejam produzidos para apresentação ao cliente, como recursos
de gerenciamento financeiro pessoal. Mais tarde, é provável que
interfaces conversacionais interajam diretamente com os clientes em
tempo real.
Sobre a Topaz
Com mais de
três décadas de experiência, a Topaz é uma das maiores empresas de
tecnologia especializada em soluções financeiras digitais, destacando-se
como líder no mercado brasileiro e latino-americano. Como parte do
Grupo Stefanini, atua em mais de 25 países com mais de 300 clientes de
diversos portes e segmentos, sendo pioneira em oferecer uma plataforma
Full Banking com o melhor time to market do mercado em um ecossistema
completo de soluções integradas, seguras e de alta disponibilidade como
core bancário completo e core para microfinanceiras, prevenção e combate
à fraude, canais físicos e digitais, AML/FTP e compliance, pagamentos
instantâneos, regulatórios, investimentos e customer engagement para
bancos e instituições financeiras em geral, impactando mais de 550
milhões clientes finais todos os dias. A Topaz posiciona-se como
referência em tecnologia para negócios digitais e é reconhecida pelo
Gartner®, FORRESTER® e Celent®.
DFreire Comunicação e Negócios – Agência de comunicação da Topaz
Luciana Abritta - lucianaabritta@dfreire.com.br
Marcela Martinez - marcelamartinez@dfreire.com.br
Vanessa Sanches - vanessa@dfreire.com.br
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Pisa 2025: Inteligência Artificial vai medir o aprendizado dos alunos | |
A partir do próximo ano, o exame internacional vai se concentrar em duas competências essenciais para o aprendizado tecnológico. O assessor pedagógico da Mind Makers, Victor Haony, explica as mudanças | |
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Créditos: Freepik | |
Em 2025, o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), exame internacional da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que a cada três anos oferece informações sobre o desempenho de estudantes na faixa etária dos 15 anos, vai trazer novidades no que diz respeito às tecnologias de aprendizagem digital. A nova edição, denominada “Aprendendo no Mundo Digital”, utilizará a tecnologia para medir não apenas o conhecimento adquirido pelos estudantes, mas também sua linha de raciocínio, motivação e regulação emocional. Para isso, a avaliação vai focar em duas competências tecnológicas fundamentais para a formação dos estudantes. Uma delas é a aprendizagem autorregulada, que consiste em monitorar e controlar os processos metacognitivos, cognitivos, comportamentais motivacionais e afetivos durante a realização do exame. Além disso, o exame se concentrará em práticas de investigação computacional e científica, ou seja, na capacidade que o aluno tem de utilizar ferramentas digitais para explorar sistemas, representar ideias e resolver problemas com lógica computacional. Segundo a OCDE, essa será a primeira vez que o PISA fornecerá comparações internacionais de processos de aprendizagem autorregulados dos alunos, incluindo medidas de motivação e regulação emocional. Para tal, os organizadores recorrerão a técnicas de machine learning, ramo da Inteligência Artificial (IA) pautado na construção de sistemas de computador que se aprimoram conforme acumulam dados. Assim, durante a realização das provas, será possível coletar, por meio da tecnologia, informações de cognição, comportamentais e de autorregulação dos alunos. “O PISA irá inserir, em sua plataforma de prova, tutoriais, exemplos e feedbacks para compor o aprendizado em conjunto com a avaliação”, explica Victor Haony, assessor pedagógico da Mind Makers. “Também será avaliado o tempo que os alunos levarão para realizar cada atividade proposta, sendo mais um modo de identificar o padrão de aprendizagem”, acrescenta Victor. Mudanças para as escolas Nos últimos anos, as transformações tecnológicas vêm exigindo que os estudantes estejam preparados para constituir uma força de trabalho na qual os computadores desempenham um papel cada vez maior. “Embora nem todos os jovens se tornem engenheiros de software, os empregos do futuro exigirão cada vez mais que eles interajam com modelos computacionais e realidades simuladas, e que resolvam problemas utilizando ferramentas digitais”, diz a organização. Para Victor Haony, as novidades da próxima edição do PISA apontam para a necessidade de adequações no cenário de educação convencional. “Podemos dizer que é um ponta pé inicial para inserir ainda mais a tecnologia nos meios educacionais”, observa o assessor pedagógico. “Muito se fala sobre a proibição das telas e pouco sobre o ensino do uso consciente delas, sendo que melhor do que proibir é viabilizar um caminho de uso seguro e responsável”, acrescenta. Essas mudanças no cenário da escola apresentam responsabilidades tanto para os educadores, como para a gestão. “A viabilidade de recursos e estrutura ficam a cargo da escola, sendo necessário implantar equipamentos e capacitações para os profissionais que irão conduzir esse trabalho com os alunos”, explica Victor. “À escola, cabe ensinar o uso consciente da tecnologia, a partir das práticas que podem ser das mais diversas disciplinas, não sendo algo específico para a disciplinas de tecnologia”, complementa. Tecnologia no dia a dia escolar: dicas práticas Para ajudar educadores a se ajustarem ao cenário ressaltado pelas mudanças no PISA, Victor Haony sugere algumas atividades que podem ser realizadas tanto em celulares quanto em computadores.
Mind Makers - Nascida em Belo Horizonte, a Mind Makers é uma solução educacional do grupo SOMOS Educação, que busca elevar a qualidade do ensino por meio de disciplinas inovadoras, criadas a partir de uma metodologia exclusiva. Unindo técnicas do ensino híbrido, aprendizagem ativa, socioemocional e sociointeracionista, é pioneira no Pensamento Computacional e Empreendedorismo Criativo no Brasil, disciplinas curriculares que buscam incentivar seus mais de 95 mil alunos a colocarem a mão na massa e darem vida às suas ideias, protagonizando seu processo de estudos. Atualmente, a Mind Makers é a única empresa brasileira a ter seus ambientes de programação acatados para a campanha mundialmente promovida Hora do Código, da ONG Code.org. |
Por Alexandre Pierro
Ideias inovadoras podem surgir de diversos lugres. Porém, muito além de incentivar esse compartilhamento entre os times, é dever das empresas fazerem com que se sintam reconhecidos por essa participação, mantendo seu engajamento e criando um ambiente cada vez mais favorável para essa colaboração. Nesse objetivo, um dos métodos mais investidos no mercado é o programa de ideias, um mecanismo extremamente vantajoso por si só, mas que acaba não trazendo os resultados esperados por certos erros cometidos pelos gestores que, se não forem revistos o quanto antes, tenderão a perder sua relevância e efetividade.
As empresas que optam por implementar um programa de ideias buscam, pelo menos em tese, aderir a um modelo de incentivo ao compartilhamento de sugestões pelas equipes que possam trazer resultados melhores ao negócio. Seja através de mudanças simples ou mais complexas em seus produtos, serviços, processos, métodos ou na combinação de mais de um desses aspectos, essa ferramenta promove uma gestão de inovação muito mais assertiva, coletando essas ideias e as transformando em insights que gerem valor à marca.
Porém, mais do que um mecanismo de gerenciamento que contribui para uma maior eficiência e produtividade, um bom programa de ideias defende um amplo protagonismo dos profissionais, os colocando como peças fundamentais para a implementação de propostas que tragam um melhor desempenho e resultados cada vez melhores.
Esse estímulo à participação é capaz de engajar as equipes em prol de uma mesma causa, além de contribuir para a conquista de muitos outros benefícios para suas operações. Segundo uma pesquisa realizada pela Gallup, como prova disso, profissionais engajados contribuem para aumentar a satisfação do cliente, possibilitando um volume até 20% maior de vendas. Além disso, o desempenho individual chega a um índice 147% superior.
Esses resultados, contudo, dependem, diretamente, de um reconhecimento contínuo por sua colaboração, mesmo que sua ideia não seja aproveitada e testada. Algo que, infelizmente, é não é cuidado de forma correta por muitas empresas.
No geral, existem dois tipos de programas de ideias que costumam ser implementados no mundo corporativo. O primeiro deles é o aberto, no qual, apesar de ser um modelo que engloba todos os departamentos visando a máxima participação de todos os times, a grande maioria das propostas serão destinadas a melhorar algum problema já existente no negócio e não em criar algo.
Já o segundo, conhecido como programa de desafios, é destinado a solucionar um problema em específico – algo que, apesar de favorecer a descoberta de uma resolução eficaz, é bem mais restrito quanto sua aplicação, possuindo um risco de gerar um certo desestímulo nos profissionais que não tiverem conhecimento sobre o tema e, portanto, não conseguirem contribuir com alguma ideia capaz de contribuir com a questão. Aqui, muito potencial criativo e inovador acaba sendo perdido.
Ambos os modelos são capazes de contribuir para o desenvolvimento de inovações radicais e a conquista de resultados excelentes, especialmente, pois existem muitas plataformas robustas de programas de ideias que permitem o cadastro dessas propostas e o acompanhamento de sua aplicação durante todas as etapas, em uma gestão da inovação muito mais assertiva e segura. Porém, na prática, um dos maiores erros que acabam impedindo esse cenário é a falta de feedback durante o processo.
Os profissionais são a peça-chave para o sucesso do programa de ideias, e precisam se manter engajados para que permaneçam colaborando ativamente nessa jornada motivados para a conquista destes resultados. Mas, é muito comum observar empresas que não fornecem nenhum retorno sobre sugestões que acabam não sendo aprovadas, deixando de explicar por que foram descartadas. Mesmo as que são selecionadas, um feedback positivo também tende a demorar, elevando o risco de desmotivação das equipes por não acompanharem, de perto, os próximos passos de suas sugestões.
É preciso que haja um processo bem mais delimitado na implementação dos programas de ideias, compreendendo que não adianta apenas contar com o apoio de uma plataforma sofisticada, sem que haja este cuidado minucioso acerca do engajamento e satisfação das equipes que são, de fato, as pessoas que irão propor suas visões que podem alavancar o desempenho das operações.
Na prática, isso significa que, além de contar com este investimento tecnológico, os feedbacks devem ser feitos periodicamente, independente da aprovação ou não de uma ideia. Ainda, existem muitos programas de reconhecimento que fornecem “recompensas” aos profissionais que mais colaborarem neste processo, sejam eles financeiros ou não. Todos esses cuidados, juntos, ajudarão que as empresas consigam usufruir, ao máximo, das vantagens possibilitadas por um programa de ideias, destravando o potencial criativo e inovador dos seus times e, consequentemente, de todo o negócio.
Alexandre Pierro é mestrando em gestão e engenharia da inovação, bacharel em engenharia mecânica, física nuclear e sócio fundador da PALAS, consultoria pioneira na ISO de inovação na América Latina.
Saiba mais sobre a ISO de inovação:
A ISO de inovação é uma metodologia internacional de governança para a inovação que vem sendo adotada por empresas de todos os portes e segmentos ao redor de todo o mundo. Estima-se que mais de 400 companhias já adotaram o modelo, sendo mais de 10 apenas no Brasil. Há casos de indústrias, serviços e até empresas públicas. Baixe o e-book e leve essa ferramenta de gestão para sua empresa também.
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| Nathalia Bellintani Tel: +55 (11) 98484-0428 Email: nathalia@informamidia.com.br www.informamidia.com.br |
Dia começa com o painel dos CIOs dos bancos sobre a disrupção da IA no setor financeiro
=2ª parte da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária será divulgada às 13h30
Defensora
de uma abordagem experimental para aliviar a pobreza global e
transformar vidas, a Prêmio Nobel de Economia 2019, Esther Duflo é uma
das palestrantes mais aguardadas do FEBRABAN TECH 2024, que acontece até
dia 27 de junho, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. A
professora do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e
conselheira da Casa Branca no governo do então presidente Barack Obama
subirá ao palco do Auditório Febraban nesta quarta-feira, às 17h15, para
apresentar sua percepção e atuação para combater a desigualdade social,
com ênfase em exemplos de pequenos incentivos econômicos que podem
gerar um enorme impacto social, reduzindo a pobreza, além de destacar os
impactos negativos do aquecimento global especialmente em países pobres
e menos desenvolvidos.
O dia começa com o debate A disrupção da IA no setor financeiro na visão dos CIOs dos bancos,
que reunirá, às 10h, no Auditório Febraban, os líderes de tecnologia
dos bancos Christian Flemming (BTG Pactual), Edilson Reis (Bradesco),
Laércio Roberto Lemos de Souza (Caixa), Marisa Reghini (Banco do
Brasil), Ricardo Guerra (Itaú Unibanco), Luís Bittencourt (Santander
Brasil). O objetivo é avaliar a disrupção provocada pela inteligência
artificial generativa e seu impacto nos serviços bancários aos clientes.
Pesquisa de Tecnologia
A 2ª parte da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2024 será divulgada às 13h30, na
sala de coletivas, que trará dados sobre o comportamento do cliente com
os canais de atendimento bancários (digitais e físicos), dados de Pix,
contas e clientes, Open Finance e Seguros.
Realizada pela Deloitte, o primeiro volume destacou que o orçamento total dos bancos brasileiros destinados à tecnologia, englobando despesas e investimentos, deverá atingir, neste ano, R$ 47,4 bilhões. A estimativa foi calculada com base nos valores indicados pelos bancos participantes. A pesquisa mostra que os bancos dobraram seus investimentos anuais em tecnologia em um período de oito anos, passando de R$ 19,1 bilhões, em 2015, para R$ 39 bilhões apurados no ano passado, alta de 104%.
Mais destaques
O auditório Inovação & Novos Negócios receberá, às 10h45, Pedro Alvarenga (CSU Digital) no painel Brasil na vanguarda da maturidade tecnológica faz serviços financeiros avançarem com IA. Às
11h15, no Auditório Febraban será a vez de Annelise Vendramini
(FGV-SP), Gabriel Santamaria (Banco do Brasil), Luciana Costa (BNDES),
Rafaella Dortas (BTG Pactual) e Beatriz Secaf (BNP Paribas CIB Brasil)
comandarem o painel O Brasil no caminho da Transformação Ecológica.
Como a Inteligência Artificial tem melhorado os processos será o tema central do painel comandado por Leandro Afonso Borges e Rafael Romualdo Wandresen, executivos do Bradesco, às 13h, no palco Febraban Cases. A tecnologia também será discutida no painel Como a IA vai alavancar o embedded finance (e quais os desafios que ela cria), que reunirá Flávio Gaspar (Topaz), Ignacio Giraldo (Rappy Pay), Jorge Iglesias (Topaz) e Maurício Santos (Claro e Claro Pay), às 13h15, no Auditório Febraban. Mais tarde, às 15h45, na Sala C, Demetrio Carrión (EY), Fabio Mucci (IBM), Frank Moraes (Bradesco) e Márcia Boesina (EY), coordenarão o workshop As duas faces da inteligência artificial em cibersegurança: aliada e inimiga.
O protagonismo das fintechs brasileiras que em uma década se tornaram referência global, com o surgimento de vários unicórnios no Brasil, será detalhado no painel As Fintechs brasileiras que estão se destacando globalmente, que acontecerá às 14h35, na Arena Fintech, com a participação de Antonio Soares, CEO da Dock; Gustavo Gierun (Distrito), João Del Valle (EBANX), Tiago Bertoni (Pismo), Bruno Diniz (Spiralem Innovation Consulting).
Como parte da programação do Summit de Saúde Financeira, que acontecerá no Palco Imersão, o painel “Medidas de inclusão financeira para perfis específicos (vulneráveis, refugiados, migrantes, microempreendedores, mulheres, indígenas e rurais), às16h50, reunirá Anderson Aorivan da Cunha Possa (Banco do Nordeste), Andrea Yuri Harano (Santander Brasil), Juliana de Paula (BTG Pactual), Marcelo Gomes (Banco do Brasil), Michelle Fernandes Vieira (Caixa), Osvaldo Luiz Nogueira da Silva (Bradesco) e Uelton Carvalho (Febraban).
Com foco na agenda ESG o painel Os bancos a caminho do ESG para promoverem a cidadania no Brasil reunirá Ana Carla Abrão (B3), Marisa Reghini (Banco do Brasil), Raquel Possamai (Embratel) e Tania Cosentino (Microsoft Brasil), às 17h30, no Auditório Inovação & Novos Negócios.
A quarta-feira terá ainda como atração o Campeonato de Pitches, a partir das15h40, na Arena Fintech.
Temas em destaque este ano no FEBRABAN TECH:
O congresso – que contará com 8 auditórios – reunirá as lideranças dos setores financeiro, de tecnologia, sustentabilidade, agro e de áreas interessadas em inovação do Brasil e do mundo, que debaterão assuntos da economia digital, com enfoque no tema central deste ano.
Em 2024, o evento baterá novos recordes, se tornando a maior edição da história. O FEBRABAN TECH terá uma área construída de 19.681 m², crescimento de mais de 50% em relação ao ano passado. A área de exposição também aumentou, de 5.506 m² para 6.630 m², avanço de 20% no tamanho. No espaço serão 226 áreas de exposição – foram 188 no ano passado.
As trilhas temáticas do FEBRABAN TECH 2024 serão:
Informações para imprensa e Credenciamento
DFREIRE Comunicação e Negócios
Tel.: (+ 55 11) 5105-7171
E-mail: imprensa@febrabantech.com
O credenciamento para jornalistas pode ser realizado por aqui.
Contatos:
Luciana Abritta – (11) 99299-0411
Elisabete Leandro – (11) 99616-2885
Marcelo Danil – (13) 99741-8833
Vera Aranha – (11) 99360-1451
SERVIÇO - FEBRABAN TECH 2024
Datas: 25, 26 e 27 de junho
Local: Transamerica Expo Center - Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387
Santo Amaro - São Paulo, SP
Inscrições no site: www.febrabantech.com
Aurora Comunicação Criativa Priscila Rodrigues |
Tel: +55 51 98528-3965 |
Email: priscila@auroracomunica.com.br |
Previdência Social: como os autônomos podem garantir o direito aos benefícios do INSS? |
Entenda como funciona a aposentadoria para trabalhadores desta categoria No Brasil, cerca de 30,2 milhões de trabalhadores e empregadores atuam por conta própria, conforme dados de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Destes, 65,8% operam na informalidade, indicando um potencial crescimento no número de autônomos nos próximos anos. Para esses trabalhadores, garantir a aposentadoria depende de contribuições regulares à Previdência Social. Os trabalhadores autônomos têm o direito de se aposentar pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) se cumprirem alguns requisitos. Para a aposentadoria por idade, é necessário atingir 65 anos (homens) ou 62 anos (mulheres) e ter, no mínimo, 15 anos de contribuição (180 meses). Já para a aposentadoria por tempo de contribuição, é exigido um mínimo de 35 anos de contribuição (homens) ou 30 anos (mulheres). No entanto, esta modalidade está em extinção para novos contribuintes após a Reforma da Previdência de 2019. Segundo a advogada especialista em Previdência Social, Daniela Rocha, os autônomos devem contribuir ao INSS como Contribuinte Individual. Eles podem optar por contribuir com 20% do salário de contribuição, que varia entre o salário mínimo e o teto do INSS. Ou contribuir com 11% sobre o salário mínimo, garantindo apenas a aposentadoria por idade, com valor limitado a um salário mínimo. “Muitas vezes os autônomos são profissionais de empresas pequenas que nem sempre tem um departamento de RH ou financeiro estruturado, por isso é importante que busquem informações sobre aposentadoria e que criem uma sistemática de recolhimento das suas contribuições. É melhor pensar nisso agora, para não ter transtornos no futuro”, salienta Daniela. A principal diferença entre autônomos e outras categorias está na forma de contribuição e no tipo de vínculo empregatício. Enquanto empregados com carteira assinada têm a contribuição descontada diretamente do salário pelo empregador, que também contribui com uma parte, os autônomos são responsáveis por realizar o próprio recolhimento ao INSS. Além disso, empregados têm direitos trabalhistas, como FGTS, férias e 13º salário, que não são garantidos para autônomos. Além da aposentadoria, os autônomos têm direito a outros benefícios previdenciários, desde que cumpram os requisitos específicos de cada um, como Auxílio-doença: concedido em caso de incapacidade temporária para o trabalho; Salário-maternidade: pago às seguradas em caso de parto, adoção ou guarda judicial para fins de adoção; Pensão por morte: pago aos dependentes em caso de falecimento do segurado; Auxílio-acidente: pago em caso de acidente que reduza a capacidade para o trabalho. Os trabalhadores autônomos podem garantir uma aposentadoria segura e estável, aproveitando os benefícios previdenciários disponíveis segundo,algumas recomendações e orientações, confira: Planejamento Financeiro: Mantenha um planejamento financeiro rigoroso para garantir a regularidade das contribuições, evitando períodos sem pagamento que possam prejudicar a contagem de tempo de contribuição. Escolha do Plano de Contribuição: Avalie bem entre contribuir com 11% ou 20% do salário de contribuição, considerando o impacto no valor futuro da aposentadoria. Regularidade das Contribuições: Mantenha as contribuições em dia para evitar problemas futuros na concessão dos benefícios. Contribuições em atraso podem ser pagas, mas atrasos frequentes podem dificultar a aposentadoria. Documentação: guarde todos os comprovantes de pagamento das contribuições e documentos relacionados à sua atividade como autônomo. Eles serão essenciais no momento de requerer a aposentadoria. Informação atualizada: mantenha-se informado sobre as mudanças nas regras da previdência. As regras podem mudar, e é crucial estar atualizado para ajustar seu planejamento conforme necessário. Consulta com especialistas: sempre que possível, consulte um advogado especialista em direito previdenciário ou um contador para esclarecer dúvidas e garantir que você está no caminho certo para a sua aposentadoria. |
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Sobre o Pravaler O Pravaler é a principal plataforma de acesso e soluções para o ecossistema de educação do Brasil. A companhia, que foi a primeira fintech fundada no País, figurando entre as mais importantes, segundo estudo publicado pela KPMG, também se tornou a primeira edfintech brasileira. Com processo de contratação de seus serviços 100% online e menos burocrático, a empresa tem como filosofia gerar oportunidades educacionais, potencializando o que há de melhor na sociedade. No mercado há 22 anos, tem entre seus principais acionistas o Banco Itaú e, em 2021, fez sua. Em 2023 adquiriu a Workalove, edtech de orientação e desenvolvimento de carreira, com objetivo de contribuir com toda a jornada acadêmica e profissional do estudante. Nos anos de 2020, 2021 e 2022, foi listada entre as empresas que crescem mais rápido nas Américas pelo Financial Times. Com faturamento de R$ 382 milhões e mais de 450 colaboradores apaixonados por educação, a companhia tem como meta ampliar o acesso à educação e contribuir para a transformação da vida de muitas pessoas. |
Profissões Digitais: 5 carreiras que estão em alta no mercado |
Com os avanços tecnológicos, as ocupações digitais têm se tornado cada vez mais promissoras no mercado de trabalho. Conheça algumas delas |
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Quadrilha junina é reconhecida como manifestação da cultura nacional
Lei foi sancionada pelo presidente Lula nesta segunda-feira (24)
Nesta segunda-feira (24), Dia de São João, a quadrilha junina foi reconhecida como manifestação da cultura nacional. A Lei Nº 14.900/2024,
que torna oficial a decisão, foi assinada pelo presidente Luiz Inácio
Lula da Silva e pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, e publicada
no Diário Oficial da União (DOU).
Com
a sanção presidencial, o estilo de dança passa a integrar o grupo que
inclui também as escolas de samba, o forró e as festas juninas.
“O
reconhecimento contribui para o fortalecimento da nossa identidade
cultural, além de valorizar essa dança tradicional presente nas festas
juninas promovidas no país”, comentou a ministra Margareth Menezes.
O
diretor de Promoção das Culturas Populares da Secretaria de Cidadania e
Diversidade Cultural (SCDC) do Ministério da Cultura (MinC), Tião
Soares, destaca o papel do bailado. “As quadrilhas juninas são
importantes manifestações das culturas populares e tradicionais do
Brasil, elas representam alta relevância de nosso patrimônio cultural
nacional, pois resgatam tradições, reconhecem, valorizam e fortalecem
identidades regionais, nacionais e promovem a inclusão social através da
participação coletiva, característica peculiar das festas populares do
Brasil”.
Para o
vice-presidente da Federação de Quadrilhas Juninas de Pernambuco
(Fequajupe), Jadenilson Gomes, a sanção da Lei é uma grande conquista.
"Esse reconhecimento pelo poder público abre portas para a gente, que
vive na batalha”, comemorou ele, que integra a quadrilha Mandacaru, do
município de Limoeiro.
Origem
A quadrilha junina desembarcou no país com a corte portuguesa, no começo do século 19. Tem origem no quadrille,
dança de salão composta por quatro casais, nascida na Paris do século
18 e pertencente a integrantes da elite. No Brasil, tornou-se popular
junto aos aristocratas.
Na
sequência conquistou a população e passou a incluir elementos culturais,
religiosos e folclóricos nacionais. Durante este processo, o número de
pares cresceu. Além disso, os passos e ritmos franceses foram postos de
lado, e as músicas e o casamento caipira, que precede a dança, foram
incorporadas.
Desde então, as quadrilhas adquiriram importância social, econômica e turística para vários municípios, sobretudo no Nordeste.
Este
ano, em Campina Grande, na Paraíba, cidade famosa por promover uma das
maiores festas de São João do Brasil, foi estabelecido, novamente, um
recorde. A dança reuniu 1.280 pares, obtendo o 10º título consecutivo de
maior quadrilha junina do país.
Outras informações
Nathalia Neves
(61) 98354-4841
imprensa.minc@cultura.gov.br
Por Rogério Capucho
Após um período desafiador, a indústria automotiva dá sinais de um futuro promissor. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), grandes montadoras anunciaram um aporte histórico de R$ 125 bilhões no setor até 2033, algo que reforça as expectativas para os próximos anos.
Não há como falar sobre o setor automotivo sem trazer à tona a atual fase de disrupção vivida pelo segmento. O crescente uso da tecnologia nos carros elétricos, híbridos e autônomos, vem revolucionando totalmente as características deste segmento, despertando o interesse das montadoras em apostar no futuro positivo que se constrói.
No Brasil, o atual ciclo de investimentos se dá, principalmente, pelos sinais de recuperação da economia brasileira, com o controle da inflação e queda da taxa de juros, o que torna o nosso país um solo fértil para projetos a longo prazo. Além disso, a criação de programas governamentais como o Mobilidade Verde e Inovação (Mover), que visa incentivar a produção de veículos sustentáveis e tecnológicos, também corroboram para a fase positiva vivida pelo setor.
Certamente, todos esses aspectos abrem margem para novas oportunidades em toda a cadeia produtiva, bem como reforça a necessidade do aumento de investimentos em inovação e tecnologia, visando alinhar o nosso país às tendências globais da indústria automotiva. Sendo assim, torna-se fundamental que o setor automobilístico aprimore, cada vez mais os seus processos e estabeleça um bom planejamento de gestão.
No entanto, mais do que ter um olhar apurado internamente, não podemos deixar de apontar os impactos da globalização e as influências do mercado externo em todo esse processo, assim como a importância de estabelecer relações. Esse é o caso da China, por exemplo, em que sua indústria automobilística registrou, em 2023, o recorde de produção e vendas de veículos. Só no Brasil, segundo um levantamento da BTG Pactual, as marcas chinesas já representam 5,7% das vendas de veículos novos no país.
A presença de montadoras chinesas no mercado nacional já vem mostrando os seus reflexos. Ainda segundo a BTG, do total de carros elétricos importados, os chineses corresponderam a 35% das unidades que chegaram aqui, impactando não apenas na queda de preços dos concorrentes deste modelo, mas também para veículos à combustão.
Na prática, esses fatores vêm acelerando a forte adesão de veículos elétricos e, consequentemente, aumenta a maior demanda em atender esse novo desafio. Quanto a isso, cabe o seguinte questionamento: como ajudar a indústria automotiva brasileira se preparar para essa demanda?
O primeiro passo, sem dúvidas, é investir em produtividade, infraestrutura, matriz energética e, principalmente, na logística para expandir os negócios. Tais ações devem ser executadas a partir do planejamento interno, que prevê a obrigatoriedade de aderir recursos de conectividade e automação, visando aumentar a competitividade, qualidade, bem como reduzir custos, exercer uma gestão simplificada a partir da análise de dados, tornando a mão de obra mais qualificada e estratégica.
Além das medidas internas, não podemos deixar de lado a importância das iniciativas públicas nesse processo. Ou seja, é essencial que o governo brasileiro estimule os incentivos fiscais, visto que o nosso país possui um alta taxa tributária, estabelecendo regulamentações ambientais e padrões de qualidade com o intuito de impulsionar ainda mais o desempenho desse setor no país.
As perspectivas para a indústria automotiva brasileira são otimistas. As projeções apontam para um crescimento exponencial para os próximos anos. Todavia, o sucesso dessa nova fase dependerá tanto do apoio governamental quanto das montadoras, que precisam, sobretudo, investir em inovação, tecnologia e processos que viabilizem sua competitividade e desempenho nessa cadeia produtiva em constante adaptação. Afinal, para garantir a chegada na linha de frente, é importante ser ágil no ponto de partida.
Rogério Capucho é Co- ceo da SPS Group.
Sobre a SPS Group:
Localizada
em São José dos Campos (SP), a SPS Group atua há mais de 12 anos como
uma integradora de tecnologia multinacional brasileira, que se
consolidou com operações de SAP Business One, com projetos premiados e
reconhecidos internacionalmente por sua excelência e qualidade. Parceira
SAP Gold Partner, além de oferecer as soluções do portfólio SAP, também
desenvolve internamente extensões tecnológicas adicionais ao B1, com
vasto know-how para atendimento de pequenas e médias empresas dos mais
diversos setores da economia. Reforçando o compromisso em fornecer
soluções tecnológicas de ponta para todo o mercado, a SPS passou a
trabalhar também com os recursos de SAP S/4HANA, tanto na versão Public
Cloud, quanto Private, apoiando as empresas em uma operação inteligente,
com processamentos em tempo real, Machine Learning, análises preditivas
e muito mais. Com expertise atestada no segmento de manufatura, a SPS
oferece a PlantScanner, uma plataforma voltada para melhorias de
desempenho nas atividades de produção, com gestão embarcada no sistema
MES (Manufacturing Execution Systems), podendo ser utilizada em qualquer
tipo de indústria, independente do segmento ou porte. Ainda, a empresa
oferta uma gama de soluções avançadas de backup e segurança da
informação, BaaS (Backup As A Service), soluções em nuvem, licenciamento
Microsoft, switches de rede, entre outros. Com todos os consultores
especialistas certificados pela SAP, o grupo já soma mais de 200
clientes em todo território nacional e internacional, e conta com mais
de 180 colaboradores divididos entre as unidades de São Paulo, Belo
Horizonte, Curitiba, Londrina, Manaus e Rio de Janeiro.
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