MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

sábado, 29 de junho de 2024

ABSOLAR assume vice-presidência do Fórum das Associações do Setor Elétrico

 


 


 

Com votação unânime realizada hoje (26/6), Rodrigo Sauaia, presidente executivo da ABSOLAR, é eleito vice-presidente do FASE, para mandato de um ano

 

Junho de 2024 – A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) acaba de ser eleita, por unanimidade, para a vice-presidência do Fórum das Associações do Setor Elétrico (FASE), principal grupo do setor elétrico brasileiro, que reúne 33 das mais representativas entidades do setor.
 
O presidente executivo da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, assume como vice-presidente do FASE, para mandato de um ano (2024/2025), com a missão de contribuir para posicionar o Setor Elétrico Brasileiro (SEB) na vanguarda frente às oportunidades trazidas pela transição energética global, bem como de apoiar o desenvolvimento do mercado nacional.
 
Com eleição realizada hoje, dia 26 de junho, a presidência do FASE permanece com Mário Menel, presidente da Associação Brasileira dos Investidores em Autoprodução de Energia (Abiape), reeleito para o cargo. Na vice-presidência, além de Rodrigo Sauaia, o grupo reelegeu para a mesma função Rodrigo Ferreira, presidente da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel).
 
“O SEB é fundamental para o desenvolvimento e a sustentabilidade do Brasil, dado que a energia elétrica é um insumo cada vez mais essencial da vida moderna, dos setores produtivos e dos governos. Trata-se de um setor robusto e estratégico da economia nacional, técnico e complexo em suas diretrizes, funcionamento e atuação. Desse modo, nossa missão na vice-presidência do FASE será de contribuir para a busca de consenso entre os integrantes do Fórum, com o objetivo principal de fortalecer o papel protagonista que o SEB possui para o crescimento e a competitividade do Brasil”, destaca Sauaia.
 
O executivo aponta que o fortalecimento da transição energética brasileira representa uma grande oportunidade, especialmente para gerar mais demanda no setor elétrico, para todas as fontes e tecnologias. “Esse movimento também demandará, por exemplo, o fortalecimento da transmissão de energia elétrica no Brasil, o estabelecimento de condições favoráveis para a incorporação de novas tecnologias no setor e a modernização dos contratos de concessão de distribuição de energia elétrica”, aponta.
 
No mandato no FASE, a ABSOLAR também reforçará a necessidade de valorização dos atributos técnicos de cada uma das tecnologias, para que possam somar e agregar ao setor e à modicidade tarifária, em prol dos consumidores e da competitividade do Brasil.
 
“A ABSOLAR foi fundada em novembro de 2013 e participa do FASE desde 2014, quase desde a criação do Fórum, em 2013. Portanto, atuamos há 10 anos neste ambiente que valorizamos e reconhecemos como estratégico para nosso setor. Em nosso trabalho, buscaremos avançar as pautas e demandas essenciais do SEB, em sintonia com as necessidades da sociedade brasileira”, conclui Sauaia.
 
Sobre a ABSOLAR
 
Fundada em 2013, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) é a entidade do Brasil que reúne todos os elos da cadeia de valor da fonte solar fotovoltaica e demais tecnologias limpas, incluindo armazenamento de energia elétrica e hidrogênio verde. Com associados nacionais e internacionais, de todos os portes, a entidade é fonte de informação e articulação em prol da transição energética sustentável do Brasil.

 
Para mais informações, contatar:
Thiago Nassa (MTb. 30.914)
TOTUM Comunicação
(11) 99544 4954

 
 
 

Geração própria solar no Programa Minha Casa Minha Vida ajuda a aliviar custos dos mais pobres, com sustentabilidade, celebra ABSOLAR

 



 
 
 


 

Para a entidade, decreto assinado no dia 28/6, que destinará R$ 3 bilhões para a geração própria solar em 500 mil unidades do programa, reduz despesas da população de baixa renda com energia elétrica e fortalece a transição energética no País

 

Junho de 2024 – O decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelos ministros de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e das Cidades, Jader Filho, no dia 28/6, que prevê a destinação de R$ 3 bilhões para a instalação de sistemas fotovoltaicos nas unidades do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), representa um grande avanço para a democratização do acesso à energia elétrica limpa, renovável e competitiva para os consumidores de baixa renda, reforçando a sustentabilidade e a contribuindo para a justiça social no País.
 
A avaliação é da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR). Para a entidade, os recursos, que sairão do Orçamento Geral da União para viabilizar, num primeiro momento, 500 mil unidades do PMCMV, terão papel estratégico na redução da conta de luz da população de baixa renda, bem como aliviarão o orçamento dos mais pobres e ainda vão contribuir para fortalecer a transição energética no País.
 
Para Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, a medida é um pleito histórico da entidade junto às autoridades públicas. “A geração própria solar no PMCMV fortalece e democratiza o uso de fontes renováveis no País. Ao mesmo tempo, traz mais investimentos, mais empregos verdes e mais renda aos trabalhadores, aquecendo a economia local, reduzindo impactos ambientais e aumentando a conscientização ambiental da população”, aponta Koloszuk.
 
Já Rodrigo Sauaia, CEO da ABSOLAR, destaca que a inclusão de sistemas fotovoltaicos no PMCMV proporciona uma redução de até 70% na conta de luz dos beneficiados, aliviando o orçamento da população mais vulnerável economicamente. “Cada real que uma família de baixa renda deixar de gastar para pagar a conta de luz no final do mês poderá ser usado para melhorar sua alimentação, saúde, educação, transporte e qualidade de vida. Isso faz muita diferença na vida das pessoas, especialmente de quem ganha menos, pois cada real conta. Por isso, a inclusão da geração própria solar no PMCMV é um grande avanço em prol de mais equilíbrio e justiça social no País”, conclui Sauaia.


 
Sobre a ABSOLAR
 
Fundada em 2013, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) é a entidade do Brasil que reúne todos os elos da cadeia de valor da fonte solar fotovoltaica e demais tecnologias limpas, incluindo armazenamento de energia elétrica e hidrogênio verde. Com associados nacionais e internacionais, de todos os portes, a entidade é fonte de informação e articulação em prol da transição energética sustentável do Brasil.

 
Para mais informações, contatar:
Thiago Nassa (MTb. 30.914)
TOTUM Comunicação
(11) 99544 4954

Pelo segundo ano consecutivo, Rubens Pereira Jr é eleito um dos "Cabeças do Congresso Nacional"

 

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São Luís/MA - O deputado federal Rubens Pereira Jr (PT/MA) foi reconhecido, pelo segundo ano consecutivo, como um dos principais líderes no Congresso Nacional, sendo o único deputado maranhense a figurar nesta seleta lista divulgada hoje (27) pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP). 


Todos os anos, a instituição divulga a lista dos "Cabeças do Congresso Nacional", destacando os 100 parlamentares mais influentes do país. Entre os nomes mencionados, 

Rubens Pereira Jr foi classificado como um "debatedor" pelo DIAP. 


Conforme a definição do próprio relatório, os debatedores são parlamentares ativos, atentos aos acontecimentos e com grande senso de oportunidade. Eles têm a capacidade de repercutir fatos políticos tanto no plenário quanto na imprensa e nas redes sociais. Esses parlamentares são extrovertidos, procuram ocupar espaços e explorar assuntos que possam ser notícia, influenciando decisivamente os debates e a definição da agenda prioritária no Congresso.


Como um dos vice-líderes do governo Lula na Câmara dos Deputados, Rubens Jr. desempenha um papel crucial na articulação e defesa das pautas governamentais, contribuindo para a implementação de políticas públicas que beneficiem a população brasileira. Sua habilidade em conduzir debates e sua capacidade de negociação têm sido fundamentais para a aprovação de matérias importantes, reforçando sua influência e liderança no Congresso.


Além disso, Rubens Pereira Jr teve uma atuação notável na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Golpe, enfrentando de forma incisiva os articuladores da tentativa de golpe de 8 de janeiro. Sua firmeza e comprometimento com a defesa da democracia foram evidentes durante as investigações, onde ele se destacou pela habilidade em questionar e expor os envolvidos. Essa atuação reforça seu compromisso com a justiça e a estabilidade institucional, solidificando sua posição como um parlamentar dedicado e combativo na defesa dos interesses do país.


A presença de Rubens Pereira Jr na lista reforça sua importância e influência no cenário político nacional, evidenciando seu papel ativo e relevante nas discussões legislativas e na condução de pautas significativas para o país.


Serviço:

Para acessar o relatório do DIAP: https://www.diap.org.br/images/stories/cabecas_2024_resumo_imprensa_diap.pdf



Contatos da assessoria

Tel: 98 9 8151-7045 (Gregory Pollon)

61 9 8184 5083 (José Jance Marques)

Email: dep.rubenspereirajunior@camara.leg.br

Pesquisa Pulso aponta que 52% dos líderes financeiros no Brasil planejam implementar IA na detecção de fraudes

 


Dados revelam a integração da tecnologia no cenário financeiro em relação à digitalização atual, a satisfação do cliente e as prioridades de investimento futuro de líderes financeiros e de tecnologia na América Latina

Clique para visualizar a foto de Jorge Iglesias, CEO da Topaz

São Paulo, junho de 2024 – O levantamento Pulso 2024 - Experiência Digital: A Evolução dos Serviços Financeiros na América Latina, conduzido pela Topaz, uma das maiores empresas de tecnologia especializada em soluções financeiras digitais da América Latina, em parceria com a Celent, líder em pesquisa e assessoria tecnológica para instituições financeiras em todo o mundo,traz os resultados sobre a percepção das lideranças regionais em relação a diferentes inovações em tecnologia e modelos de negócios e como essas implementações estão impactando o setor de serviços financeiros de diferentes perspectivas para os próximos dois anos. Dentre os principais resultados, 52% dos líderes entrevistados no Brasil planejam implementar Inteligência Artificial na detecção de fraudes em comparação com o resto da região, que prioriza a inovação em IA nos chatbots de atendimento ao cliente (54%). O país também vai investir em aplicativos de IA para avaliação de risco (49%).

O Pulso foi realizado em dezembro de 2023 com 1.079 líderes de diferentes organizações financeiras e de tecnologia de 20 países da região. Cerca de 64% dos entrevistados são de bancos digitais e tradicionais e instituições de microfinanças e 36% são de empresas de tecnologia e fintechs. O estudo explora a inserção do Digital Banking, panorama da evolução da experiência digital nos canais financeiros e planos de implementação de IA e prioridades futuras de investimento em tecnologia.


“Embora o setor financeiro tenha sido transformado pela digitalização nos últimos anos, devido a políticas e estruturas regulatórias de apoio, adoção de internet móvel e uma rápida expansão de serviços digitais, os desafios permanecem, resultando em diferentes prioridades e planos para investimentos futuros em todos os países da região. E é isso o que exploramos em profundidade no Pulso, bem como o poder catalítico da IA na otimização de experiências e jornadas financeiras digitais e as futuras prioridades de investimento em tecnologia”, diz Jorge Iglesias, CEO da Topaz.

Os principais resultados da pesquisa Pulso indicam que 80% dos líderes acreditam que seus clientes estão satisfeitos ou muito satisfeitos com os canais digitais - embora o nível seja ligeiramente menor para clientes de empresas de microfinanças do que para instituições bancárias maiores. As campanhas automatizadas são a maior prioridade (38%) para investimentos adicionais, seguido de integração do cliente (35%) e sistemas de prevenção de fraude (27%).

Os planos para desenvolver recursos de IA para atendimento ao cliente e automação de processos em 2024 foram relatados por mais da metade dos entrevistados. Também, a existência de uma rede de pagamentos digitais madura, os níveis de participação bancária e a qualidade da conectividade digital são fatores que impulsionam diferentes prioridades em diferentes países: alguns têm vantagens geográficas ou econômicas e de sistemas bancários robustos para o consumidor. O levantamento reitera que o Brasil tem sido um epicentro de inovação financeira e tecnológica na região há vários anos, abrigando cinco dos dez maiores bancos da América Latina e uma promissora indústria de fintechs também está crescendo no México.

Globalmente, a pesquisa indica que o envolvimento digital do cliente é importante para bancos e empresas de microfinanças. Os bancos têm focado cada vez mais em estratégias de produtos e canais que oferecem suporte à integração fácil, já que a maioria dos latino-americanos acessa a internet com smartphones, e os pagamentos têm sido uma experiência de produto móvel na maioria dos casos de uso.

Alta satisfação atual dos clientes

Os entrevistados foram questionados "quão satisfeitos vocês acham que seus clientes estão?" e, como resultado, as respostas são indiretas de satisfação do cliente, em vez de pesquisa direta do sentimento do cliente. Bancos relataram 84% de satisfação; clientes de empresas de tecnologia, 82%, enquanto para cooperativas de crédito/instituições de microfinanças, 78% estão satisfeitos, com um nível de quase 20% de baixa satisfação. A satisfação dos clientes parece ser menor para os clientes de cooperativas de crédito e instituições de microfinanças.  

Para a função de onboarding digital, quase um quarto de todos os entrevistados disseram estar insatisfeitos ou apenas ligeiramente satisfeitos com as capacidades de sua instituição.


Níveis de digitalização hoje

Como resultado, 51% das empresas pesquisadas afirmaram ter solicitação e aprovação de crédito, seguidas por aberturas de contas digitalizadas (41%) e atendimento às reclamações (39%). Os bancos superaram em muito as instituições menores e outros setores, com 77% deles tendo digitalizado a abertura de contas. Menos da metade (42%) das instituições de microfinanças o fizeram.

Prioridades futuras

A segunda prioridade de investimento para bancos e cooperativas de crédito/instituições de microfinanças são os sistemas de onboarding online, enquanto para as empresas de tecnologia, é a implementação de soluções de atendimento ao cliente em um fluxo "phygital" (equilíbrio entre canais físics e digitais).

Implementação de IA

Cerca de 60% dos bancos e instituições de microfinanças dizem que se concentrarão em aplicativos de IA para atendimento ao cliente e chatbots, o mais alto de todos os casos de uso de IA. Em países com redes de pagamento digital mais sofisticadas, como o Brasil, espera-se que o foco da inovação em IA priorize a detecção de fraudes, a automação de processos e a avaliação de risco de crédito.

As ferramentas de gestão financeira pessoal são a próxima maior prioridade voltada para o cliente para o avanço da IA, com 22% para bancos e instituições de microfinanças. O Brasil está ligeiramente atrás do resto da LATAM em prioridade de IA para planejamento financeiro.

Globalmente, bancos e instituições de microfinanças já estão adotando recursos generativos de IA em ferramentas de suporte a banqueiros, marketing e desenvolvimento e teste de software, e explorando com cautela casos de uso voltados para o cliente, como bots de bate-papo.

Diferentes prioridades em diferentes países

Os dados da pesquisa mostram que vários países implantaram redes de pagamento digital com altos níveis de adoção pelo consumidor e essas redes são, provavelmente, um dos principais diferenciais das futuras prioridades de digitalização.
O Pix atingiu 133 milhões de usuários cadastrados, realizando mais de 2 bilhões de transações por mês até o fim de 2022. Esse método se junta ao CoDi no México e ao Transferencias 3.0 na Argentina como redes modernas de pagamentos em tempo real destinadas a estimular a carteira digital e a inovação bancária.

Algumas soluções tecnológicas, como prevenção a fraudes e sistemas de onboarding digital, têm maior prioridade no Brasil, assim como os níveis de satisfação com essas ferramentas, a digitalização da abertura de contas, processos de solicitação de crédito e renovações de cartões, em comparação com o restante dos países da América Latina.


O acesso aos serviços bancários varia muito entre os países da região. Comparar as prioridades de investimento digital em países em extremos opostos desse espectro revela diferenças: Brasil, Venezuela e Chile têm três das maiores taxas de adultos bancarizados da região. O Brasil está focado na automação de campanhas, na mensuração do valor do cliente e nos recursos de segmentação como prioridades do top-3. A Venezuela prioriza pagamentos de contas eletrônicas e pagamentos QR. Os entrevistados chilenos classificam a gestão de patrimônio como uma prioridade top 2.
Já no outro extremo, no Peru, onde mais de 40% dos adultos não são bancarizados, Wealth Management e Conversational Banking foram classificados como prioridades 1 e 3, respectivamente. No México, com a maior taxa de adultos desbancarizados da região (54%), as prioridades de investimento são campanhas automatizadas e capacidade de integração.

O caminho para o futuro

Os bancos e as instituições de microfinanças precisarão se concentrar cada vez mais na integração efetiva após a abertura da conta e na melhoria do envolvimento contínuo, para a retenção de clientes.

Além disso, os recursos alimentados por IA oferecem possibilidades para aumentar a integração e o engajamento. Os bancos da LATAM foram mais propensos do que qualquer outra região a informar que planejam lançar novos serviços voltados para o cliente usando IA generativa em 2024.

O estudo Pulso diz que globalmente, a IA generativa provavelmente será implementada em várias ondas: a 1ª onda já está em andamento e inclui ferramentas de assistência bancária, kits de ferramentas de desenvolvimento e teste e geração de conteúdo de marketing. Em seguida, é provável que insights generativos sejam produzidos para apresentação ao cliente, como recursos de gerenciamento financeiro pessoal. Mais tarde, é provável que interfaces conversacionais interajam diretamente com os clientes em tempo real.

Sobre a Topaz

Com mais de três décadas de experiência, a Topaz é uma das maiores empresas de tecnologia especializada em soluções financeiras digitais, destacando-se como líder no mercado brasileiro e latino-americano. Como parte do Grupo Stefanini, atua em mais de 25 países com mais de 300 clientes de diversos portes e segmentos, sendo pioneira em oferecer uma plataforma Full Banking com o melhor time to market do mercado em um ecossistema completo de soluções integradas, seguras e de alta disponibilidade como core bancário completo e core para microfinanceiras, prevenção e combate à fraude, canais físicos e digitais, AML/FTP e compliance, pagamentos instantâneos, regulatórios, investimentos e customer engagement para bancos e instituições financeiras em geral, impactando mais de 550 milhões clientes finais todos os dias. A Topaz posiciona-se como referência em tecnologia para negócios digitais e é reconhecida pelo Gartner®, FORRESTER® e Celent®.

DFreire Comunicação e Negócios – Agência de comunicação da Topaz

Luciana Abritta - lucianaabritta@dfreire.com.br
Marcela Martinez - marcelamartinez@dfreire.com.br
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Pisa 2025: Inteligência Artificial vai medir o aprendizado dos alunos

 

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Pisa 2025: Inteligência Artificial vai medir o aprendizado dos alunos

 A partir do próximo ano, o exame internacional vai se concentrar em duas competências essenciais para o aprendizado tecnológico. O assessor pedagógico da Mind Makers, Victor Haony, explica as mudanças

Créditos: Freepik

Em 2025, o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), exame internacional da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que a cada três anos oferece informações sobre o desempenho de estudantes na faixa etária dos 15 anos, vai trazer novidades no que diz respeito às tecnologias de aprendizagem digital. A nova edição, denominada “Aprendendo no Mundo Digital”, utilizará a tecnologia para medir não apenas o conhecimento adquirido pelos estudantes, mas também sua linha de raciocínio, motivação e regulação emocional.


Para isso, a avaliação vai focar em duas competências tecnológicas fundamentais para a formação dos estudantes. Uma delas é a aprendizagem autorregulada, que consiste em monitorar e controlar os processos metacognitivos, cognitivos, comportamentais motivacionais e afetivos durante a realização do exame. Além disso, o exame se concentrará em práticas de investigação computacional e científica, ou seja, na capacidade que o aluno tem de utilizar ferramentas digitais para explorar sistemas, representar ideias e resolver problemas com lógica computacional.


Segundo a OCDE, essa será a primeira vez que o PISA fornecerá comparações internacionais de processos de aprendizagem autorregulados dos alunos, incluindo medidas de motivação e regulação emocional. Para tal, os organizadores recorrerão a técnicas de machine learning, ramo da Inteligência Artificial (IA) pautado na construção de sistemas de computador que se aprimoram conforme acumulam dados. Assim, durante a realização das provas, será possível coletar, por meio da tecnologia, informações de cognição, comportamentais e de autorregulação dos alunos.


“O PISA irá inserir, em sua plataforma de prova, tutoriais, exemplos e feedbacks para compor o aprendizado em conjunto com a avaliação”, explica Victor Haony, assessor pedagógico da Mind Makers. “Também será avaliado o tempo que os alunos levarão para realizar cada atividade proposta, sendo mais um modo de identificar o padrão de aprendizagem”, acrescenta Victor.


Mudanças para as escolas

Nos últimos anos, as transformações tecnológicas vêm exigindo que os estudantes estejam preparados para constituir uma força de trabalho na qual os computadores desempenham um papel cada vez maior. “Embora nem todos os jovens se tornem engenheiros de software, os empregos do futuro exigirão cada vez mais que eles interajam com modelos computacionais e realidades simuladas, e que resolvam problemas utilizando ferramentas digitais”, diz a organização.


Para Victor Haony, as novidades da próxima edição do PISA apontam para a necessidade de adequações no cenário de educação convencional. “Podemos dizer que é um ponta pé inicial para inserir ainda mais a tecnologia nos meios educacionais”, observa o assessor pedagógico. “Muito se fala sobre a proibição das telas e pouco sobre o ensino do uso consciente delas, sendo que melhor do que proibir é viabilizar um caminho de uso seguro e responsável”, acrescenta.


Essas mudanças no cenário da escola apresentam responsabilidades tanto para os educadores, como para a gestão. “A viabilidade de recursos e estrutura ficam a cargo da escola, sendo necessário implantar equipamentos e capacitações para os profissionais que irão conduzir esse trabalho com os alunos”, explica Victor. “À escola, cabe ensinar o uso consciente da tecnologia, a partir das práticas que podem ser das mais diversas disciplinas, não sendo algo específico para a disciplinas de tecnologia”, complementa.


Tecnologia no dia a dia escolar: dicas práticas

Para ajudar educadores a se ajustarem ao cenário ressaltado pelas mudanças no PISA, Victor Haony sugere algumas atividades que podem ser realizadas tanto em celulares quanto em computadores.


  • Uso de simuladores de realidade aumentada, a exemplo dos aplicativos da QuiverVision, que a partir de modelos prontos de imagens em 3D, ajudam na compreensão de temas de disciplinas como geografia, biologia e química.


  • Realização de visitas em museus do mundo todo por meio do Google Earth ou pelos próprios sites de galerias de arte, como o Museu do Louvre e o British Museum; Rodas de conversa sobre navegação segura em ambientes controlados, citando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para discutir com os alunos de que forma os rastros deixados por usuários na internet podem impactar na violação de privacidade.


  • Proporcionar atividades que utilizem recursos como o ChatGPT para apresentar um modo diferente do convencional de construir textos e fazer pesquisas, sempre reforçando a importância de os alunos desenvolverem as próprias habilidades com a atividade e não apenas copiarem o conteúdo produzido pela ferramenta.


Mind Makers - Nascida em Belo Horizonte, a Mind Makers é uma solução educacional do grupo SOMOS Educação, que busca elevar a qualidade do ensino por meio de disciplinas inovadoras, criadas a partir de uma metodologia exclusiva. Unindo técnicas do ensino híbrido, aprendizagem ativa, socioemocional e sociointeracionista, é pioneira no Pensamento Computacional e Empreendedorismo Criativo no Brasil, disciplinas curriculares que buscam incentivar seus mais de 95 mil alunos a colocarem a mão na massa e darem vida às suas ideias, protagonizando seu processo de estudos. Atualmente, a Mind Makers é a única empresa brasileira a ter seus ambientes de programação acatados para a campanha mundialmente promovida Hora do Código, da ONG Code.org.


Programa de ideias de inovação: por que eles falham em muitas empresas?

 


Por Alexandre Pierro

Ideias inovadoras podem surgir de diversos lugres. Porém, muito além de incentivar esse compartilhamento entre os times, é dever das empresas fazerem com que se sintam reconhecidos por essa participação, mantendo seu engajamento e criando um ambiente cada vez mais favorável para essa colaboração. Nesse objetivo, um dos métodos mais investidos no mercado é o programa de ideias, um mecanismo extremamente vantajoso por si só, mas que acaba não trazendo os resultados esperados por certos erros cometidos pelos gestores que, se não forem revistos o quanto antes, tenderão a perder sua relevância e efetividade.

As empresas que optam por implementar um programa de ideias buscam, pelo menos em tese, aderir a um modelo de incentivo ao compartilhamento de sugestões pelas equipes que possam trazer resultados melhores ao negócio. Seja através de mudanças simples ou mais complexas em seus produtos, serviços, processos, métodos ou na combinação de mais de um desses aspectos, essa ferramenta promove uma gestão de inovação muito mais assertiva, coletando essas ideias e as transformando em insights que gerem valor à marca.

Porém, mais do que um mecanismo de gerenciamento que contribui para uma maior eficiência e produtividade, um bom programa de ideias defende um amplo protagonismo dos profissionais, os colocando como peças fundamentais para a implementação de propostas que tragam um melhor desempenho e resultados cada vez melhores.

Esse estímulo à participação é capaz de engajar as equipes em prol de uma mesma causa, além de contribuir para a conquista de muitos outros benefícios para suas operações. Segundo uma pesquisa realizada pela Gallup, como prova disso, profissionais engajados contribuem para aumentar a satisfação do cliente, possibilitando um volume até 20% maior de vendas. Além disso, o desempenho individual chega a um índice 147% superior.

Esses resultados, contudo, dependem, diretamente, de um reconhecimento contínuo por sua colaboração, mesmo que sua ideia não seja aproveitada e testada. Algo que, infelizmente, é não é cuidado de forma correta por muitas empresas.

No geral, existem dois tipos de programas de ideias que costumam ser implementados no mundo corporativo. O primeiro deles é o aberto, no qual, apesar de ser um modelo que engloba todos os departamentos visando a máxima participação de todos os times, a grande maioria das propostas serão destinadas a melhorar algum problema já existente no negócio e não em criar algo.

Já o segundo, conhecido como programa de desafios, é destinado a solucionar um problema em específico – algo que, apesar de favorecer a descoberta de uma resolução eficaz, é bem mais restrito quanto sua aplicação, possuindo um risco de gerar um certo desestímulo nos profissionais que não tiverem conhecimento sobre o tema e, portanto, não conseguirem contribuir com alguma ideia capaz de contribuir com a questão. Aqui, muito potencial criativo e inovador acaba sendo perdido.

Ambos os modelos são capazes de contribuir para o desenvolvimento de inovações radicais e a conquista de resultados excelentes, especialmente, pois existem muitas plataformas robustas de programas de ideias que permitem o cadastro dessas propostas e o acompanhamento de sua aplicação durante todas as etapas, em uma gestão da inovação muito mais assertiva e segura. Porém, na prática, um dos maiores erros que acabam impedindo esse cenário é a falta de feedback durante o processo.

Os profissionais são a peça-chave para o sucesso do programa de ideias, e precisam se manter engajados para que permaneçam colaborando ativamente nessa jornada motivados para a conquista destes resultados. Mas, é muito comum observar empresas que não fornecem nenhum retorno sobre sugestões que acabam não sendo aprovadas, deixando de explicar por que foram descartadas. Mesmo as que são selecionadas, um feedback positivo também tende a demorar, elevando o risco de desmotivação das equipes por não acompanharem, de perto, os próximos passos de suas sugestões.

É preciso que haja um processo bem mais delimitado na implementação dos programas de ideias, compreendendo que não adianta apenas contar com o apoio de uma plataforma sofisticada, sem que haja este cuidado minucioso acerca do engajamento e satisfação das equipes que são, de fato, as pessoas que irão propor suas visões que podem alavancar o desempenho das operações.

Na prática, isso significa que, além de contar com este investimento tecnológico, os feedbacks devem ser feitos periodicamente, independente da aprovação ou não de uma ideia. Ainda, existem muitos programas de reconhecimento que fornecem “recompensas” aos profissionais que mais colaborarem neste processo, sejam eles financeiros ou não. Todos esses cuidados, juntos, ajudarão que as empresas consigam usufruir, ao máximo, das vantagens possibilitadas por um programa de ideias, destravando o potencial criativo e inovador dos seus times e, consequentemente, de todo o negócio.

Alexandre Pierro é mestrando em gestão e engenharia da inovação, bacharel em engenharia mecânica, física nuclear e sócio fundador da PALAS, consultoria pioneira na ISO de inovação na América Latina.

Saiba mais sobre a ISO de inovação:

www.isodeinovacao.com.br

A ISO de inovação é uma metodologia internacional de governança para a inovação que vem sendo adotada por empresas de todos os portes e segmentos ao redor de todo o mundo. Estima-se que mais de 400 companhias já adotaram o modelo, sendo mais de 10 apenas no Brasil. Há casos de indústrias, serviços e até empresas públicas. Baixe o e-book e leve essa ferramenta de gestão para sua empresa também.



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Nathalia Bellintani


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Prêmio Nobel de Economia Esther Duflo é destaque do FEBRABAN TECH 2024 nesta quarta-feira

 


Dia começa com o painel dos CIOs dos bancos sobre a disrupção da IA no setor financeiro
 =2ª parte da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária será divulgada às 13h30

Defensora de uma abordagem experimental para aliviar a pobreza global e transformar vidas, a Prêmio Nobel de Economia 2019, Esther Duflo é uma das palestrantes mais aguardadas do FEBRABAN TECH 2024, que acontece até dia 27 de junho, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. A professora do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e conselheira da Casa Branca no governo do então presidente Barack Obama subirá ao palco do Auditório Febraban nesta quarta-feira, às 17h15, para apresentar sua percepção e atuação para combater a desigualdade social, com ênfase em exemplos de pequenos incentivos econômicos que podem gerar um enorme impacto social, reduzindo a pobreza, além de destacar os impactos negativos do aquecimento global especialmente em países pobres e menos desenvolvidos.
           
O dia começa com o debate A disrupção da IA no setor financeiro na visão dos CIOs dos bancos, que reunirá, às 10h, no Auditório Febraban, os líderes de tecnologia dos bancos Christian Flemming (BTG Pactual), Edilson Reis (Bradesco), Laércio Roberto Lemos de Souza (Caixa), Marisa Reghini (Banco do Brasil), Ricardo Guerra (Itaú Unibanco), Luís Bittencourt (Santander Brasil). O objetivo é avaliar a disrupção provocada pela inteligência artificial generativa e seu impacto nos serviços bancários aos clientes.

Pesquisa de Tecnologia
A 2ª parte da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2024 será divulgada às 13h30, na sala de coletivas, que trará dados sobre o comportamento do cliente com os canais de atendimento bancários (digitais e físicos), dados de Pix, contas e clientes, Open Finance e Seguros.

Realizada pela Deloitte, o primeiro volume destacou que o orçamento total dos bancos brasileiros destinados à tecnologia, englobando despesas e investimentos, deverá atingir, neste ano, R$ 47,4 bilhões. A estimativa foi calculada com base nos valores indicados pelos bancos participantes. A pesquisa mostra que os bancos dobraram seus investimentos anuais em tecnologia em um período de oito anos, passando de R$ 19,1 bilhões, em 2015, para R$ 39 bilhões apurados no ano passado, alta de 104%.

Mais destaques
O auditório Inovação & Novos Negócios receberá, às 10h45, Pedro Alvarenga (CSU Digital) no painel Brasil na vanguarda da maturidade tecnológica faz serviços financeiros avançarem com IA. Às 11h15, no Auditório Febraban será a vez de Annelise Vendramini (FGV-SP), Gabriel Santamaria (Banco do Brasil), Luciana Costa (BNDES), Rafaella Dortas (BTG Pactual) e Beatriz Secaf (BNP Paribas CIB Brasil) comandarem o painel O Brasil no caminho da Transformação Ecológica.

Como a Inteligência Artificial tem melhorado os processos será o tema central do painel comandado por Leandro Afonso Borges e Rafael Romualdo Wandresen, executivos do Bradesco, às 13h, no palco Febraban Cases. A tecnologia também será discutida no painel Como a IA vai alavancar o embedded finance (e quais os desafios que ela cria), que reunirá Flávio Gaspar (Topaz), Ignacio Giraldo (Rappy Pay), Jorge Iglesias (Topaz) e Maurício Santos (Claro e Claro Pay), às 13h15, no Auditório Febraban. Mais tarde, às 15h45, na Sala C, Demetrio Carrión (EY), Fabio Mucci (IBM), Frank Moraes (Bradesco) e Márcia Boesina (EY), coordenarão o workshop As duas faces da inteligência artificial em cibersegurança: aliada e inimiga.

O protagonismo das fintechs brasileiras que em uma década se tornaram referência global, com o surgimento de vários unicórnios no Brasil, será detalhado no painel As Fintechs brasileiras que estão se destacando globalmente, que acontecerá às 14h35, na Arena Fintech, com a participação de Antonio Soares, CEO da Dock; Gustavo Gierun (Distrito), João Del Valle (EBANX), Tiago Bertoni (Pismo), Bruno Diniz (Spiralem Innovation Consulting).

Como parte da programação do Summit de Saúde Financeira, que acontecerá no Palco Imersão, o painel “Medidas de inclusão financeira para perfis específicos (vulneráveis, refugiados, migrantes, microempreendedores, mulheres, indígenas e rurais), às16h50, reunirá Anderson Aorivan da Cunha Possa (Banco do Nordeste), Andrea Yuri Harano (Santander Brasil), Juliana de Paula (BTG Pactual), Marcelo Gomes (Banco do Brasil), Michelle Fernandes Vieira (Caixa), Osvaldo Luiz Nogueira da Silva (Bradesco) e Uelton Carvalho (Febraban).

Com foco na agenda ESG o painel Os bancos a caminho do ESG para promoverem a cidadania no Brasil reunirá Ana Carla Abrão (B3), Marisa Reghini (Banco do Brasil), Raquel Possamai (Embratel) e Tania Cosentino (Microsoft Brasil), às 17h30, no Auditório Inovação & Novos Negócios.

A quarta-feira terá ainda como atração o Campeonato de Pitches, a partir das15h40, na Arena Fintech.

Temas em destaque este ano no FEBRABAN TECH:

O congresso – que contará com 8 auditórios – reunirá as lideranças dos setores financeiro, de tecnologia, sustentabilidade, agro e de áreas interessadas em inovação do Brasil e do mundo, que debaterão assuntos da economia digital, com enfoque no tema central deste ano.

Em 2024, o evento baterá novos recordes, se tornando a maior edição da história. O FEBRABAN TECH terá uma área construída de 19.681 m², crescimento de mais de 50% em relação ao ano passado. A área de exposição também aumentou, de 5.506 m² para 6.630 m², avanço de 20% no tamanho. No espaço serão 226 áreas de exposição – foram 188 no ano passado.

As trilhas temáticas do FEBRABAN TECH 2024 serão:

  • IA Responsável: confiança, segurança e a transformação nos negócios
  • Open Finance, Pix... Brasil molda cenário financeiro global
  • DREX: oportunidades e tendências emergentes na economia tokenizada
  • A visão futura dos bancos na garantia da cibersegurança
  • A inteligência de dados na decisão da fidelidade do cliente
  • Velocidade, confiabilidade e inteligência da conectividade impulsionam próxima geração de serviços financeiros
  • Agilidade, eficiência e custo como metas na multiplicação da nuvem
  • Cross industry: o digital expande e conecta mercados
  • Agro 5.0 e o papel transformador da tecnologia financeira
  • Empatia + tecnologia: o novo profissional do presente
  • O caminho ESG no Brasil – transição, inclusão e equidade
  • Parceria fintechs e bancos fortalece setor e promove inclusão

Informações para imprensa e Credenciamento
DFREIRE Comunicação e Negócios
Tel.: (+ 55 11) 5105-7171
E-mail: imprensa@febrabantech.com
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Contatos:
Luciana Abritta – (11) 99299-0411  
Elisabete Leandro – (11) 99616-2885  
Marcelo Danil – (13) 99741-8833   
Vera Aranha – (11) 99360-1451 

SERVIÇO - FEBRABAN TECH 2024
Datas: 25, 26 e 27 de junho
Local: Transamerica Expo Center - Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387
Santo Amaro - São Paulo, SP
Inscrições no site: www.febrabantech.com

Assessoria de imprensa - FEBRABAN TECH
DFREIRE – parceira FEBRABAN TECH 2024

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Previdência Social: como os autônomos podem garantir o direito aos benefícios do INSS?

 

Aurora Comunicação Criativa

Priscila Rodrigues

Tel: +55 51 98528-3965

Email: priscila@auroracomunica.com.br

Previdência Social: como os autônomos podem garantir o direito aos benefícios do INSS?

Entenda como funciona a aposentadoria para trabalhadores desta categoria


No Brasil, cerca de 30,2 milhões de trabalhadores e empregadores atuam por conta própria, conforme dados de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Destes, 65,8% operam na informalidade, indicando um potencial crescimento no número de autônomos nos próximos anos. Para esses trabalhadores, garantir a aposentadoria depende de contribuições regulares à Previdência Social.


Os trabalhadores autônomos têm o direito de se aposentar pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) se cumprirem alguns requisitos. Para a aposentadoria por idade, é necessário atingir 65 anos (homens) ou 62 anos (mulheres) e ter, no mínimo, 15 anos de contribuição (180 meses). Já para a aposentadoria por tempo de contribuição, é exigido um mínimo de 35 anos de contribuição (homens) ou 30 anos (mulheres). No entanto, esta modalidade está em extinção para novos contribuintes após a Reforma da Previdência de 2019.


Segundo a advogada especialista em Previdência Social, Daniela Rocha, os autônomos devem contribuir ao INSS como Contribuinte Individual. Eles podem optar por contribuir com 20% do salário de contribuição, que varia entre o salário mínimo e o teto do INSS. Ou contribuir com 11% sobre o salário mínimo, garantindo apenas a aposentadoria por idade, com valor limitado a um salário mínimo. “Muitas vezes os autônomos são profissionais de empresas pequenas que nem sempre tem um departamento de RH ou financeiro estruturado, por isso é importante que busquem informações sobre aposentadoria e que criem uma sistemática de recolhimento das suas contribuições. É melhor pensar nisso agora, para não ter transtornos no futuro”, salienta Daniela.  


A principal diferença entre autônomos e outras categorias está na forma de contribuição e no tipo de vínculo empregatício. Enquanto empregados com carteira assinada têm a contribuição descontada diretamente do salário pelo empregador, que também contribui com uma parte, os autônomos são responsáveis por realizar o próprio recolhimento ao INSS. Além disso, empregados têm direitos trabalhistas, como FGTS, férias e 13º salário, que não são garantidos para autônomos.


Além da aposentadoria, os autônomos têm direito a outros benefícios previdenciários, desde que cumpram os requisitos específicos de cada um, como Auxílio-doença: concedido em caso de incapacidade temporária para o trabalho; Salário-maternidade: pago às seguradas em caso de parto, adoção ou guarda judicial para fins de adoção; Pensão por morte: pago aos dependentes em caso de falecimento do segurado; Auxílio-acidente: pago em caso de acidente que reduza a capacidade para o trabalho.


Os trabalhadores autônomos podem garantir uma aposentadoria segura e estável, aproveitando os benefícios previdenciários disponíveis segundo,algumas recomendações e orientações, confira:

Planejamento Financeiro: Mantenha um planejamento financeiro rigoroso para garantir a regularidade das contribuições, evitando períodos sem pagamento que possam prejudicar a contagem de tempo de contribuição.

Escolha do Plano de Contribuição: Avalie bem entre contribuir com 11% ou 20% do salário de contribuição, considerando o impacto no valor futuro da aposentadoria.

Regularidade das Contribuições: Mantenha as contribuições em dia para evitar problemas futuros na concessão dos benefícios. Contribuições em atraso podem ser pagas, mas atrasos frequentes podem dificultar a aposentadoria.

Documentação: guarde todos os comprovantes de pagamento das contribuições e documentos relacionados à sua atividade como autônomo. Eles serão essenciais no momento de requerer a aposentadoria.

Informação atualizada: mantenha-se informado sobre as mudanças nas regras da previdência. As regras podem mudar, e é crucial estar atualizado para ajustar seu planejamento conforme necessário.

Consulta com especialistas: sempre que possível, consulte um advogado especialista em direito previdenciário ou um contador para esclarecer dúvidas e garantir que você está no caminho certo para a sua aposentadoria.

Profissões Digitais: 5 carreiras que estão em alta no mercado

 

São Paulo, Junho de 2024 - Não é novidade que o avanço da tecnologia tem impulsionado constantemente novas formas de trabalho. Como consequência, nos últimos anos, surgiram as chamadas profissões digitais, ocupações que foram significativamente transformadas pela revolução digital. Se você está procurando quais são as principais carreiras nessa área, chegou ao lugar certo! O Pravaler separou uma lista com as profissões desse campo que estão em alta no mercado de trabalho para você ficar por dentro do assunto!


Para entender quais ocupações se enquadram na categoria de profissão digital, tenha em mente que essa evolução tem aberto um enorme espaço para diversas carreiras e perfis profissionais, que muitas vezes demandam habilidades específicas e de atualizações constantes, mas nada que uma especialização, curso livre ou mesmo a própria graduação para te ajudar nessa jornada. 


Vale lembrar que essas mudanças não são de hoje, viu?! Com os acontecimentos globais, como a pandemia de COVID-19, esse processo foi acelerado e expandido. Assim, as profissões digitais do futuro estão sendo cada vez mais procuradas, seja por empresas que estão contratando ou por profissionais que querem aperfeiçoar suas carreiras. Interessante, né?


O Pravaler, empresa líder no acesso ao ensino superior e em soluções para o ecossistema de educação do Brasil, facilita o acesso dos jovens a cursos de graduação por meio do financiamento estudantil privado. O estudante pode aderir o benefício em qualquer época do ano letivo, ou seja, é tanto para o calouro quanto para o veterano, e ainda não precisa da nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para começar os estudos. Independente de qual profissão você irá seguir, a edfintech te dá a oportunidade de investir em um curso que possa alavancar sua carreira digital. 


E aí, pronto para conhecer cinco das profissões digitais que estão em alta? Vamos lá!


  • Analista de Big Data

A grande maioria das empresas tem interesse em saber mais sobre o seu desempenho e, para isso, é necessário acompanhar os mais variados dados. É nesse momento que o analista de Big Data entra em cena. Esse profissional reúne essas informações da melhor maneira possível e apresenta os resultados que a companhia deseja saber. Afinal, a análise de dados é fundamental para que a gestão saiba se está percorrendo um caminho na direção certa e se está próximo de seus objetivos, independentemente de quais forem. Ter um colaborador que seja especialista nessa questão pode fazer a diferença.


  • Social Media

Não há como negar que as redes sociais fazem parte da rotina de milhões de pessoas, de forma que se tornou um canal em que as marcas e empresas criaram perfis para poderem mostrar os seus produtos e serviços. Com isso, surgiu a profissão de quem cuida desses perfis, que são os social media ou analistas de mídias sociais.


  • Web Designer

Outra profissão digital que está em alta é a de web designer, sendo o cargo responsável pela criação da identidade visual e layout de um site, de sistemas e de peças digitais para plataformas online, como para as redes sociais. Essa carreira pode começar na graduação de Design e ter como especialização os usos de ferramentas digitais. Esse profissional é importante para muitos segmentos do mercado de trabalho, visto que as características estéticas de um projeto fazem toda a diferença para o público final, podendo aumentar as vendas ou afastar os consumidores da marca. Ser um bom web designer requer um olhar artístico, analítico e criatividade de sobra.


  • Especialista em Marketing Digital

Não poderíamos falar sobre as novas profissões digitais sem comentar sobre o Marketing Digital. Você já viu neste artigo como outras carreiras se cruzam com essa área de atuação, de forma que se tornou um trabalho indispensável para as empresas, dos mais variados setores e tamanhos, que querem melhorar as suas vendas, os seus lucros, seu reconhecimento e o seu crescimento como um todo. O analista ou o especialista em Marketing Digital precisa ter uma ampla gama de conhecimentos, de forma que consiga reunir diversos tipos de estratégias para conseguir alcançar o objetivo em questão.


  • Desenvolvedor back-end e front-end

As carreiras em programação também fazem parte do grupo das novas profissões, como é o caso do profissional desenvolvedor back-end. É ele quem faz a estrutura interna de sites e de aplicativos, de forma que possam funcionar corretamente quando o usuário for utilizá-los. Por exemplo, configurar o que vai acontecer ao clicar em um determinado botão do aplicativo. Complementando o que é feito pelo back-end, o trabalho do desenvolvedor front-end se trata de usar as linguagens de programação para criar a aparência e a interface. Assim, é um trabalho conjunto com os demais desenvolvedores back-end e com os designers que desenharam o layout em questão. Com o aumento de sites e, principalmente, de aplicativos, esses profissionais passaram a ser bastante requisitados e as oportunidades de trabalho são as mais variadas, tendo boa remuneração e outros benefícios. Além disso, as empresas estão aumentando as suas áreas de tecnologia para conseguirem ter mais pessoas dessa função.


Caso ainda tenha dúvidas a respeito das profissões digitais, confira o post no blog do Pravaler, e para mais informações acesse o site


Sobre o Pravaler

O Pravaler é a principal plataforma de acesso e soluções para o ecossistema de educação do Brasil. A companhia, que foi a primeira fintech fundada no País, figurando entre as mais importantes, segundo estudo publicado pela KPMG, também se tornou a primeira edfintech brasileira. Com processo de contratação de seus serviços 100% online e menos burocrático, a empresa tem como filosofia gerar oportunidades educacionais, potencializando o que há de melhor na sociedade. No mercado há 22 anos, tem entre seus principais acionistas o Banco Itaú e, em 2021, fez sua. Em 2023 adquiriu a Workalove, edtech de orientação e desenvolvimento de carreira, com objetivo de contribuir com toda a jornada acadêmica e profissional do estudante. Nos anos de 2020, 2021 e 2022, foi listada entre as empresas que crescem mais rápido nas Américas pelo Financial Times. Com faturamento de R$ 382 milhões e mais de 450 colaboradores apaixonados por educação, a companhia tem como meta ampliar o acesso à educação e contribuir para a transformação da vida de muitas pessoas. 

Profissões Digitais: 5 carreiras que estão em alta no mercado

Com os avanços tecnológicos, as ocupações digitais têm se tornado cada vez mais promissoras no mercado de trabalho. Conheça algumas delas

Quadrilha junina é reconhecida como manifestação da cultura nacional

 

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Quadrilha junina é reconhecida como manifestação da cultura nacional
Lei foi sancionada pelo presidente Lula nesta segunda-feira (24)

Nesta segunda-feira (24), Dia de São João, a quadrilha junina foi reconhecida como manifestação da cultura nacional. A Lei Nº 14.900/2024, que torna oficial a decisão, foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, e publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Com a sanção presidencial, o estilo de dança passa a integrar o grupo que inclui também as escolas de samba, o forró e as festas juninas.

“O reconhecimento contribui para o fortalecimento da nossa identidade cultural, além de valorizar essa dança tradicional presente nas festas juninas promovidas no país”, comentou a ministra Margareth Menezes.

O diretor de Promoção das Culturas Populares da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural (SCDC) do Ministério da Cultura (MinC), Tião Soares, destaca o papel do bailado. “As quadrilhas juninas são importantes manifestações das culturas populares e tradicionais do Brasil, elas representam alta relevância de nosso patrimônio cultural nacional, pois resgatam tradições, reconhecem, valorizam e fortalecem identidades regionais, nacionais e promovem a inclusão social através da participação coletiva, característica peculiar das festas populares do Brasil”.

Para o vice-presidente da Federação de Quadrilhas Juninas de Pernambuco (Fequajupe), Jadenilson Gomes, a sanção da Lei é uma grande conquista. "Esse reconhecimento pelo poder público abre portas para a gente, que vive na batalha”, comemorou ele, que integra a quadrilha Mandacaru, do município de Limoeiro.

Origem

A quadrilha junina desembarcou no país com a corte portuguesa, no começo do século 19. Tem origem no quadrille, dança de salão composta por quatro casais, nascida na Paris do século 18 e pertencente a integrantes da elite. No Brasil, tornou-se popular junto aos aristocratas.

Na sequência conquistou a população e passou a incluir elementos culturais, religiosos e folclóricos nacionais. Durante este processo, o número de pares cresceu. Além disso, os passos e ritmos franceses foram postos de lado, e as músicas e o casamento caipira, que precede a dança, foram incorporadas.

Desde então, as quadrilhas adquiriram importância social, econômica e turística para vários municípios, sobretudo no Nordeste.

Este ano, em Campina Grande, na Paraíba, cidade famosa por promover uma das maiores festas de São João do Brasil, foi estabelecido, novamente, um recorde. A dança reuniu 1.280 pares, obtendo o 10º título consecutivo de maior quadrilha junina do país.
 


 
Outras informações
Nathalia Neves
(61) 98354-4841
 imprensa.minc@cultura.gov.br

Qual a importância da inovação e tecnologia no desempenho da indústria automotiva?

 


Por Rogério Capucho

Após um período desafiador, a indústria automotiva dá sinais de um futuro promissor. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), grandes montadoras anunciaram um aporte histórico de R$ 125 bilhões no setor até 2033, algo que reforça as expectativas para os próximos anos.

Não há como falar sobre o setor automotivo sem trazer à tona a atual fase de disrupção vivida pelo segmento. O crescente uso da tecnologia nos carros elétricos, híbridos e autônomos, vem revolucionando totalmente as características deste segmento, despertando o interesse das montadoras em apostar no futuro positivo que se constrói.

No Brasil, o atual ciclo de investimentos se dá, principalmente, pelos sinais de recuperação da economia brasileira, com o controle da inflação e queda da taxa de juros, o que torna o nosso país um solo fértil para projetos a longo prazo. Além disso, a criação de programas governamentais como o Mobilidade Verde e Inovação (Mover), que visa incentivar a produção de veículos sustentáveis e tecnológicos, também corroboram para a fase positiva vivida pelo setor.

Certamente, todos esses aspectos abrem margem para novas oportunidades em toda a cadeia produtiva, bem como reforça a necessidade do aumento de investimentos em inovação e tecnologia, visando alinhar o nosso país às tendências globais da indústria automotiva. Sendo assim, torna-se fundamental que o setor automobilístico aprimore, cada vez mais os seus processos e estabeleça um bom planejamento de gestão.

No entanto, mais do que ter um olhar apurado internamente, não podemos deixar de apontar os impactos da globalização e as influências do mercado externo em todo esse processo, assim como a importância de estabelecer relações. Esse é o caso da China, por exemplo, em que sua indústria automobilística registrou, em 2023, o recorde de produção e vendas de veículos. Só no Brasil, segundo um levantamento da BTG Pactual, as marcas chinesas já representam 5,7% das vendas de veículos novos no país.

A presença de montadoras chinesas no mercado nacional já vem mostrando os seus reflexos. Ainda segundo a BTG, do total de carros elétricos importados, os chineses corresponderam a 35% das unidades que chegaram aqui, impactando não apenas na queda de preços dos concorrentes deste modelo, mas também para veículos à combustão.

Na prática, esses fatores vêm acelerando a forte adesão de veículos elétricos e, consequentemente, aumenta a maior demanda em atender esse novo desafio. Quanto a isso, cabe o seguinte questionamento: como ajudar a indústria automotiva brasileira se preparar para essa demanda?

O primeiro passo, sem dúvidas, é investir em produtividade, infraestrutura, matriz energética e, principalmente, na logística para expandir os negócios. Tais ações devem ser executadas a partir do planejamento interno, que prevê a obrigatoriedade de aderir recursos de conectividade e automação, visando aumentar a competitividade, qualidade, bem como reduzir custos, exercer uma gestão simplificada a partir da análise de dados, tornando a mão de obra mais qualificada e estratégica.

Além das medidas internas, não podemos deixar de lado a importância das iniciativas públicas nesse processo. Ou seja, é essencial que o governo brasileiro estimule os incentivos fiscais, visto que o nosso país possui um alta taxa tributária, estabelecendo regulamentações ambientais e padrões de qualidade com o intuito de impulsionar ainda mais o desempenho desse setor no país.

As perspectivas para a indústria automotiva brasileira são otimistas. As projeções apontam para um crescimento exponencial para os próximos anos. Todavia, o sucesso dessa nova fase dependerá tanto do apoio governamental quanto das montadoras, que precisam, sobretudo, investir em inovação, tecnologia e processos que viabilizem sua competitividade e desempenho nessa cadeia produtiva em constante adaptação. Afinal, para garantir a chegada na linha de frente, é importante ser ágil no ponto de partida.

Rogério Capucho é Co- ceo da SPS Group.

Sobre a SPS Group:
Localizada em São José dos Campos (SP), a SPS Group atua há mais de 12 anos como uma integradora de tecnologia multinacional brasileira, que se consolidou com operações de SAP Business One, com projetos premiados e reconhecidos internacionalmente por sua excelência e qualidade. Parceira SAP Gold Partner, além de oferecer as soluções do portfólio SAP, também desenvolve internamente extensões tecnológicas adicionais ao B1, com vasto know-how para atendimento de pequenas e médias empresas dos mais diversos setores da economia. Reforçando o compromisso em fornecer soluções tecnológicas de ponta para todo o mercado, a SPS passou a trabalhar também com os recursos de SAP S/4HANA, tanto na versão Public Cloud, quanto Private, apoiando as empresas em uma operação inteligente, com processamentos em tempo real, Machine Learning, análises preditivas e muito mais. Com expertise atestada no segmento de manufatura, a SPS oferece  a PlantScanner, uma plataforma voltada para melhorias de desempenho nas atividades de produção, com gestão embarcada no sistema MES (Manufacturing Execution Systems), podendo ser utilizada em qualquer tipo de indústria, independente do segmento ou porte. Ainda, a empresa oferta uma gama de soluções avançadas de backup e segurança da informação, BaaS (Backup As A Service), soluções em nuvem, licenciamento Microsoft, switches de rede, entre outros. Com todos os consultores especialistas certificados pela SAP, o grupo já soma mais de 200 clientes em todo território nacional e internacional, e conta com mais de 180 colaboradores divididos entre as unidades de São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Londrina, Manaus e Rio de Janeiro.



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Cinthia Guimarães


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