MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

sábado, 30 de novembro de 2019

O "crime" contra o novo presidente da Fundação Palmares, um negro que não comunga com o discurso esquerdista


O que está acontecendo com a nomeação de Sergio Camargo para a presidência da Fundação Palmares é um ABSURDO.
Chamá-lo de racista, ele, que é negro, apenas porque não comunga da ditadura do discurso hegemônico esquerdista, não é apenas absurdo. É criminoso.
Espero que todas essas pessoas que vem achincalhando-o e o ofendendo e insultando, respondam NA JUSTIÇA pelo que vem fazendo.
Um por um. TODOS, sem exceção, tem que ser réus em processos judiciais de calúnia e reparação de danos.
Já passou da hora de os esquerdistas pagarem NA MESMA MOEDA o mal que fazem às pessoas de bem.
Não podemos JAMAIS aceitar intimidações e ameaças de quem não tolera a existência de voz e opinião contrária.

Black Friday: O comércio comemora o melhor resultado dos últimos 10 anos e o PT fala sozinho


Até a Globo, acreditem, foi obrigada a informar os resultados do comércio nesta sexta (29), dia de Black Friday. É o melhor resultado em vendas dos últimos dez anos.
Para todos nós que acompanhamos os números positivos do governo Bolsonaro em seu primeiro ano de mandato não é de se espantar.
Vitórias expressivas como a aprovação da Reforma da Previdência, a queda nos índices de desemprego e implementação de melhorias sociais por todo o país são fatos.
A própria reação dos consumidores nesta sexta de promoção - hoje com mais grana para gastar - é uma evidência clara e inquestionável.
Corre hoje, pelo país, uma onda de otimismo como não se via há muito tempo.
Não restam dúvidas de que há muito a ser feito, mas estar no caminho certo já é uma façanha do atual presidente.
Enquanto isso, no contraponto absoluto, o PT se descola cada vez mais da sociedade brasileira produtiva, aquela que move o Brasil.
O PT, hoje, fala sozinho.
Só lhes restou a comunicação interna, por enorme falta de empatia com a realidade brasileira.
Os fatos se encarregam de esmagar as narrativas e os discursos atrasados desse partido que há poucos anos se auto considerava o portador da bandeira dos anseios do povaréu.
Se foi algum dia, já não é nem a sombra do que foi, em seus dias de gloriosa impunidade e roubalheira atroz.
Petistas, hoje, só falam com eles mesmos.
Mesmo assim, os mais espertinhos deverão abandonar o discurso jurássico no próximo ano, quando provavelmente o governo Bolsonaro se fortalecerá e por consequência fortalecerá o país, sua economia e seu desenvolvimento.
Nas redes sociais, o presidente Bolsonaro alcança níveis espantosos.
Em setembro, os números apontavam para um acréscimo de 25 milhões de seguidores em seus perfis, alcançando um total de 33 milhões aproximadamente, mais de um quarto dos eleitores brasileiros.
O que o transforma num líder mundial, entre os políticos de maior expressividade política.
Por outro lado, o último - entre tantos - erros do PT foi colocar Lula na rua.
Dentro da cadeia, o meliante ainda podia alimentar as narrativas românticas e estapafúrdias do ‘preso político’, que ainda rendia algumas migalhas ao partidão.
Fora dela, é só mais um condenado em cima de um caixote velho e gasto fazendo discursos ao vento.
Mais nada.
Alienado e transtornado, o sociopata não saiu da jaula como queria, ‘inocente’, e traz estampado na testa a maracutaia e parceria com seus comparsas do STF.
Por conta dos erros de seu chefe arrogante e burro, erros que começaram em 2010 com a escolha de uma desequilibrada como sucessora, o PT desce a ladeira da política feito caminhão velho sem freio algum.
O que foi um dia seu grande trunfo -o líder divino- é hoje a causa de sua decadência.
Lula é o coveiro do PT.
Não poderia ser diferente.
Longe de sequer conseguir entender os novos rumos do país, que acaba com o espaço para o atraso que representa, o sociopata esperneia, falando sozinho e com os poucos que ainda consegue comprar com sanduba de mortadela.
O PT caminha para um fim melancólico.
Lula é a prova viva - ou morta - disso.
Nesta sexta de Black Friday, Lula está em promoção.
Baratinho.
Mas quem é que vai comprar?
Conheça o Blog do autor: https://www.marcoangeli.com.br/

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Entidades criticam exclusão da Folha de licitação da Presidência e boicote de Bolsonaro a anunciantes do jornal



Suzana Correa
O Globo
Entidades de defesa da imprensa criticaram nesta sexta-feira, dia 29, declaração do presidente Jair Bolsonaro de que pretende boicotar empresas que anunciam no jornal “Folha de S. Paulo”. Um dia antes, a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) já haviam repudiado decisão do presidente de não incluir o jornal paulista em uma licitação do governo.
O vice-presidente da ABI, Cid Benjamin, disse, em nota, que a postura de Bolsonaro demonstra falta de compromisso com a democracia e a liberdade de expressão. “Depois de acenar com o corte da publicidade oficial em veículos que não rezem pela sua cartilha, agora (o presidente) fala em pressionar empresas privadas para que não anunciem em veículos cuja linha editorial não seja do seu gosto. Isso é coisa de aprendiz de ditador”.
BOICOTE – Para a Associação Nacional de Jornais, a postura do presidente o aproxima de desafetos políticos como a vice-presidente argentina, Cristina Kirchner. “É constrangedor ver o presidente da República do Brasil liderando uma campanha de boicote a um veículo de comunicação por uma questão pessoal. Nenhum chefe de Estado aplaude as críticas ou aprova sistematicamente  a cobertura da imprensa livre sobre seus governos. O que os difere é como se comportam diante das contrariedades”, declarou a associação, que continuou:
“O presidente Jair Bolsonaro age de modo semelhante ao de Cristina Kirchner na Argentina, a quem tanto critica, e que desfechou durante seu governo  uma campanha de boicote e perseguição ao jornal Clarín. A Presidência da República de uma nação democrática não pode se mover por impulsos, preferências ou favoritismos, mas sim pela impessoalidade que se espera do cargo”.
EXCLUSÃO – Na quinta-feira, Bolsonaro excluiu a “Folha” da licitação do governo para renovar assinaturas de veículos de mídia pela administração federal. O edital prevê gastos de R$ 194.393,64 para acesso digital de órgãos do governo a publicações como O GLOBO e Estado de S.Paulo. Em outubro, Bolsonaro já havia afirmado, via Facebook, que boicotaria o jornal e seus anunciantes.
“Não vamos mais gastar dinheiro com esse tipo de jornal. E quem anuncia na Folha presta atenção, tá certo?”, afirmou na ocasião.
Na manhã desta sexta-feira, o presidente reiterou as ameaças aos patrocinadores do jornal:
PERSEGUIÇÃO – “Eu não quero ler a `Folha´ mais. E ponto final. E nenhum ministro meu. Recomendo a todos do Brasil que não comprem o jornal Folha de S.Paulo. Até eles aprenderem que tem uma passagem bíblica, a João 8:32. A imprensa tem a obrigação de publicar a verdade. Só isso. E os anunciantes que anunciam na Folha também. Qualquer anúncio que faz na Folha eu não compro aquele produto e ponto final”, afirmou Bolsonaro em Brasília.
A advogada do jornal Folha de S.Paulo, Thais Gasparian, classificou o episódio como “mais um capítulo na escalada contra a imprensa”.

Brasil deveria imitar o Chile no corte dos salários, mas fazendo o serviço completo




Charge reproduzida do Arquivo Google
Carlos Newton
A Câmara dos Deputados do Chile aprovou nesta quarta-feira (dia 27), por unanimidade, a redução de 50% do salário das autoridades mais importantes do país, incluindo presidente, ministros, subsecretários, governadores e os próprios parlamentares. Para entrar em vigor, o projeto deve passar pelo Senado. Um parlamentar chileno ganha cerca de nove milhões de pesos chilenos, equivalente a R$ 48 mil mensais.
Essa diminuição dos salários foi uma das desesperadas promessas do presidente Sebastián Piñera, que tenta conter as manifestações que ocorrem no Chile há mais de um mês.
É SÓ FINGIMENTO – A decisão não é para valer, porque a medida tem caráter transitório e não cortará os benefícios extras dos parlamentares. Além disso, ficou pela metade e não vale para prefeitos, juízes e integrantes do Ministério Público.
Se o Chile caminhasse para uma solução concreta, que atingisse todos os altos salários de autoridades, seria o primeiro país a iniciar a solução do principal problema que causa essa crise – a desigualdade social.
Na visão dos economistas de maior destaque da atualidade, o francês Thomas Piketty e o indiano Raghuram Rajan, o maior desafio é realmente a desigualdade social, que está causando essa onda de protestos em diversos países, simultaneamente.
CURRÍCULOS – Piketty, ex-diretor da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais e da Escola de Economia de Paris, é autor de dois importantíssimos livros de análise do Capitalismo Moderno, enquanto Rajan é ex-diretor do Banco Central da Índia, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), escreveu “The Third Pillar: How Markets and the State Leave the Community Behind” (“O Terceiro Pilar: Como os Mercados e o Estado Deixam a Comunidade Para Trás”), em que adverte sobre as deficiências do capitalismo. e atualmente é professor da Universidade de Chicago.
Rajan se tornou famoso ao prever a grande crise de 2008. Desde 2005, o economista indiano vem advertindo para a necessidade de ser reduzida a desigualdade social, que é também a tese de Piketty e aqui no Brasil é partilhada por Armínio Fraga, ex-diretor do Banco Central.
Em recente entrevista de uma hora na GloboNews, Armínio Fraga disse que reduzir a desigualdade social deveria ser a prioridade número um do Brasil, sob argumento de que “a desigualdade impede o crescimento”. Espantada, a jornalista Miriam Leitão lhe perguntou: “O senhor é de esquerda”? Fraga nem respondeu, apenas disse ter estudado a questão e concluído que, sem diminuir a desigualdade, não há como crescer. “E a desigualdade sequer está na pauta do governo”, lamentou.
ESTADO FORTE – Em tradução simultânea, não se trata de enfraquecer o Estado, porque não existe país que tenha se desenvolvido sem uma máquina estatal robusta. O que não se pode admitir – na visão de Piketty, Rajan e Fraga – é que servidores públicos recebam salários superiores aos da iniciativa privada e trabalhem pouco.
Um grande exemplo no Brasil é o funcionamento do Judiciário. Os magistrados, além de terem duas férias anuais, trabalham quando bem entendem e geralmente chegam ao Fórum depois do almoço. A sexta-feira, por exemplo, já virou “day off”, nenhum juiz trabalha nesse dia, e estamos conversados.  Além disso, os juízes não obedecem a prazos processuais, não estão nem aí, quem deve respeitar são os advogados e os integrantes do Ministério, que muitas vezes nem o fazem, e fica tudo por isso mesmo.
O Código do Código de Processo Civil determina que o juiz deve proferir seus despachos no prazo de dois dias e suas decisões em dez dias. Se isso não acontecer, de acordo com a legislação, tanto os juízes como os membros do Ministério Público “perderão tantos dias de vencimentos quantos forem os excedidos”. Além disso, “na contagem do tempo de serviço, para promoção e aposentadoria, a perda será o dobro dos dias excedidos” Mas é claro que se trata de uma “lei vacina”, do tipo que “não pegou”, pois nenhum juiz é punido.
GUEDES ESQUECEU – O fato concreto é que o ministro da Economia, Paulo Guedes, até agora só abriu seu baú de maldades contra cidadãos da classe média para baixo. Os privilegiados integrantes da nomenklatura cabocla continuam inatingíveis, é como se vivessem em outro país, ou na Ilha da Fantasia, que é o apelido de Brasília.
Guedes merece apoio total por ter levado os juros oficiais da Selic a seu patamar mais baixo, porém não fez o dever de casa direito, excluiu os militares da reforma inicial da Previdência e não tocou nos privilégios da nomenclatura. Ou seja, agiu como os deputados chilenos, que deixaram a solução pela metade.
Desse jeito, nem Chile nem Brasil vão resolver seus problemas políticos e econômicos, porque a desigualdade parece que só vai aumentar.

Informação a Bolsonaro: na democracia, obras de arte e cultura são totalmente livres


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Charge do Edu Oliveira (humorpolítico.br)
Pedro do Coutto
Ao empossar ontem o novo Secretário de Cultura, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a cultura tem de ser desenvolvida de acordo com a preferência da maioria da população. Isso não tem cabimento. As obras de arte e o processo cultural, exemplos não faltam, têm de ser completamente livres, não podendo ser objeto decorrente da intervenção do Estado. O presidente da República acenou com a intervenção estatal, na medida em que defendeu a sintonia da cultura com a vontade da maior parte da população brasileira.
A princípio, parece que ele deseja colocar a evolução da cultura através de um plebiscito ou de uma pesquisa, seja do Ibope ou Datafolha, capaz de tomar o pulso da vontade aparente de todas as classes sociais.
LIVRE CRIAÇÃO – Nada disso pode existir, simplesmente porque as obras de arte são de livre criação, inclusive de gênios como Da Vinci, que transportam a liberdade na concepção de suas obras. Colocar a cultura e a arte num condicionamento assegurado pela vontade estatal, através dos séculos, somente existe no extremismo do nazismo e do comunismo.
Para se ter uma ideia da liberdade essencial no campo da arte basta dizer que através de todos os tempos não se registram casos de uma obra de arte interditada ou censurada que depois, ao passar dos anos, não tenha sido publicada ou exibida livremente. Isso demonstra que a percepção do valor de qualquer obra depende da visão de artistas, os quais, como sempre, estão à frente do seu tempo.
ANOS DE CHUMBO – A censura atingiu várias obras no Brasil de 64 a 85, principalmente no campo da literatura, música, teatro e cinema. Também na televisão, em cuja esfera “Roque Santeiro” passou por várias objeções até que a obra se transformou numa comédia social de alta categoria.
Exemplos não faltam. Na literatura, por exemplo, casos como de “Madame Bovary”, na França, acrescentaM um exemplo de intolerância. O romance “Eu Acuso”, de Emile Zola, é outro caso. Quanto a “Madame Bovary”, Gustave Flaubert respondeu a um processo judicial, isso num país culturalmente forte como é o caso da França. O autor do livro, ao se defender em um tribunal afirmou:”Madame Bovary sou eu”.
MUITA CENSURA – No cinema os exemplos são tantos que preenchem o absurdo da censura ou da interdição. O filme “A Mulher do Padeiro” é emblemático pelo caráter de desinformação sobre a qual repousa o falso moralismo imposto por governos sectários.
No Brasil há exemplos em série, atingindo principalmente obras de Nelson Rodrigues. Os radicais atacavam o conteúdo de peças teatrais sob alegação de que situações expostas não poderiam acontecer na realidade. O livro “O Casamento”, outra obra de Nelson, foi vítima de uma interdição. O crítico José Lino Grunewald sustentou que “O Casamento” era muito mais revolucionário do que aqueles que desejam interditar essa obra.
OS “INTÉRPRETES” – Assim,  a cultura e a arte têm sempre pela frente aqueles que se consideram capazes de interpretar a vontade coletiva. Isso, mesmo que a vontade coletiva não possa se constituir em exemplo, simplesmente porque não se pode exigir de segmentos menos informados que possam fazer julgamento sobre a qualidade das obras literárias, do teatro e do cinema.
Como é possível se querer que as obras de James Joyce e Marcel Proust estejam ao alcance da população em geral. Só se chega à obra de arte quando seus autores sentem-se livres para criar. E com essa liberdade, criam produções eternas na cultura dos povos.

Há parlamentares tentando boicotar os projetos da prisão após segunda instância


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Se pudessem, Maia e Alcolumbre já teriam arquivado as propostas
Deu na Coluna do Estadão
Apesar da queda de braço entre Câmara e Senado pelo protagonismo na discussão sobre a prisão em segunda instância, parlamentares avaliam nos bastidores que nas duas Casas há um forte grupo interessado em empurrar o tema com a barriga. Para isso, querem adicionar na proposta outras esferas judiciais, além da criminal, como a execução de processos cíveis. Isso traria impacto direto para as contas da União, uma forma de colocar o governo em posição contrária à proposta, meio caminho até o naufrágio total da aventura no Congresso.
O roteiro é fazer a PEC (proposta de emenda constitucional) andar no início, mas ir desacelerando com o tempo até deixar o tema morrer.
BANCADA CONTRA – Em linhas gerais, os contrários à prisão em segunda instância estão no Centrão, na esquerda e até em pedaço da direita. E os senadores favoráveis à PEC ficaram insatisfeitos com a decisão dos líderes de dar à Câmara o protagonismo na tramitação da proposta.
A forma como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, agiu está no epicentro do mal-estar. Segundo o deputado, a Casa não votaria projeto do Senado sobre o tema.
Uma das ideias que circulam entre os insatisfeitos do Senado é recuperar uma das PECs que já estão em tramitação na Casa e votá-la na CCJ ainda neste ano.

Gilmar Mendes revoga decisão, e investigações contra Flávio Bolsonaro são retomadas


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Charge do Nani (nanihumor.com)
Naira Trindade
O Globo
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou, nesta sexta-feira, decisão dada em setembro que suspendia as investigações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ) no âmbito do Rio de Janeiro. A nova decisão libera o Ministério Público do estado a retomar a apuração contra o filho do presidente Jair Bolsonaro.
No despacho, Gilmar Mendes cita a decisão do plenário do STF e alega que, como a liminar de Toffoli que paralisava as investigações baseadas em dados da Receita e da UIF foi revogada, o pedido de Flávio pela suspensão de seu caso “não mais subsiste”.
RACHADINHA – Flávio Bolsonaro e o ex-assessor Fabrício Queiroz são suspeitos de praticar “rachadinha” — pegar parte dos salários dos funcionários do gabinete — na época em que o hoje senador era deputado estadual na Assembleia do Rio. A investigação contra os dois teve início a partir de relatórios do antigo Coaf, atual Unidade de Inteligência Financeira (UIF).
A revogação de Gilmar Mendes que autoriza a retomada das investigações contra Flávio ocorre depois de a maioria dos ministros do Supremo votar para liberar o compartilhamento de dados de órgãos de controle com o Ministério Público (MP) e a polícia, mesmo quando não houver decisão judicial prévia.
Na quinta-feira, a Corte também decidiu pela revogação da decisão liminar dada em julho de 2019 pelo presidente do STF, Dias Toffoli, que paralisou inquéritos e processos baseados em informações detalhadas repassadas pela Receita Federal e pelo antigo Coaf, hoje rebatizado de Unidade de Inteligência Financeira (UIF).
LIMINAR CASSADA – A decisão de Tofolli havia sido dada em resposta a um pedido de Flávio em um processo que não tratava do caso dele, mas que previa “repercussão geral”. Ou seja, a decisão tomada deve ser aplicada por juízes de todo o país em processos sobre o mesmo assunto.
Com base nessa liminar de Toffoli, em setembro, Gilmar Mendes deu a decisão de suspender a investigação especificamente sobre os inquéritos de Flávio Bolsonaro e de seu ex-assessor Fabricio Queiroz, agora, revogada.

O MISTERIOSO CASO DE CERTO SÍTIO EM ATIBAIA

por Percival Puggina. Artigo publicado em

Nota do autor: Por oportuno, reproduzo o artigo que escrevi em 16 de novembro do ano passado, antes do julgamento do caso pela 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba.
 O rapaz, de nome Fernando, acalentava o sonho de possuir um sítio na aprazível Serra de Itapetinga para ali reunir amigos e familiares em momentos de convívio. Como não dispusesse dos meios necessários, juntou-os entre pessoas de suas relações e adquiriu, após muita busca, no município de Atibaia, uma propriedade com as características almejadas.
Vencida essa etapa, cuidou, então, de dar jeito nas benfeitorias existentes. Tanto a moradia quanto as demais construções e áreas de lazer precisavam de reformas que seriam custosas. Mas nenhuma dificuldade ou restrição financeira afastava o proprietário de seu objetivo. Fernando, como se verá, era robustecido pela têmpera dos vencedores. Se havia obra a ser feita no seu sítio, nada melhor do que confiá-la à maior empreiteira do Brasil.
Marcelo Odebrecht, requisitado, deslocou gente de suas hidrelétricas, portos e plataformas de petróleo, subiu a serra e assumiu a encrenca: casa, alojamento, garagem, adega, piscina, laguinho, campinho de futebol. Tudo coisa grande, já se vê. Vencida essa etapa, o ambicioso proprietário se deu conta de que as instalações da velha cozinha remanescente não eram compatíveis com os festejos que ansiava por proporcionar aos seus convidados. Para manter o elevado padrão, Fernando não deixou por menos. Deu uma folga à primeira e convocou a segunda maior empreiteira do Brasil, a OAS. E o pessoal de Leo Pinheiro para lá se tocou, prontamente, a cuidar da sofisticada engenharia culinária do importantíssimo sítio. Afinal, uma obra desse porte não aparece todo dia.
Opa! Problemas de telefonia. Como habitar e receber amigos em local com tão precárias comunicações? Inconveniente, sim, mas de fácil solução. Afinal, todos nós somos conhecedores da cuidadosa atenção que a OI dispensa a seus clientes. Certo? Bastou comunicar-lhe o problema e uma nova torre alteou-se, bem ali, no meio da serra.
Concluídas as empreitadas, chaves na mão, a surpresa! Quem surge, de mala e cuia como dizemos cá no Sul, para se instalar no sítio do Fernando? Recém-egressa da Granja do Torto, a família Lula da Silva veio e tomou conta. Veio com tudo. Com adega, santinha de devoção, estoque de DVD, fotos de família e promoveu a invasão dos sonhos de qualquer militante do MST. Lula e os seus se instalaram para ficar e permaneceram durante cinco anos, até o caso chegar ao conhecimento público. Quando a Polícia Federal fez a perícia no local não encontrou um palito de fósforos que pudesse ser atribuído ao desafortunado Fernando. Do pedalinho ao xarope para tosse, era tudo Lula da Silva.
Eu não acredito que você acredite nessa história. Aliás, contada, a PF não acreditou, o MPF não acreditou e eu duvido que algum juiz a leve a sério. Mas há quem creia, talvez para não admitir que, por inconfessáveis motivos, concede a Lula permissão para condutas que reprovaria em qualquer outro ser humano.

* Percival Puggina (73), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. integrante do grupo Pensar+.
 

COLUNA MALHA FINA - JORNAL A REGIÃO - 30/11/2019

Vidas secas

No sertão baiano vivem as pessoas mais pobres do estado, num lugar onde a água é mais rara que ouro. Muitas pessoas andam quilômetros para conseguir uma lata de água. Graças ao governo federal, alguns conseguem um poço.

Almas secas

Agora, estes miseráveis que conseguiram um poço artesiano e não têm dinheiro nem para pagar energia elétrica estão sendo obrigados pelo governador Rui Costa (PT) a instalar hidrômetro visando uma cobrança futura desta água.

Água de graça

Prefeitos e ex-prefeitos de cidades que passam sede no sertão estão revoltados com a atitude do governador, que vive no Palácio de Ondina, cercado de luxo e conforto. "E tem sua água farta paga pelo cidadão", lembram eles.



Ameaça à vista

Um decisão do TRE de Sergipe deve deixar o governador Rui Costa (PTCC) de cabelo em pé. Ele cassou o mandato do governador Belivaldo Chagas porque assinou várias ordens de serviço antes da licitação e de haver algum contrato.

Crime é igual

Rui Costa fez isso várias vezes na Bahia. Só no caso da duplicação da BR-415 ele assinou três ordens de serviço, com festa bancada por nós, sem existir licitação. Fez o mesmo em outras obras. Se o TRE daqui seguir o de Sergipe, tá ferrado.



Esvaziando a Ceplac

Tem um esquema pesado da Faeb e CNA visando assumir as atividades de extensão rural da Ceplac. A ideia é que todo o serviço de extensão seja tocado pelo Senar, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, órgão mantido pela CNA.

Morto querendo falar

A tentativa causou revolta na comunidade regional e nos servidores da Ceplac, que pretendem fazer protestos e denunciar a manobra ao MPF. Mas será surpresa se conseguir. O governo federal já tem o órgão do cacau como extinto.



Um poste no caminho

poste no meio Quando voce pensa que já viu de tudo... aparece a Coelba. Ela até hoje não tirou os três postes que estão dentro das vias de acesso à nova ponte do Pontal. A OAS fez seu trabalho asfaltando em volta dos postes, criando meme instantaneo.

Vira ciclovia

Se a Coelba não tirar logo os postes, um deles bem no meio da via, a futura ponte será exclusiva para motos e bikes, porque não dá para contornar os postes com um carro. Esse da foto é o que menos atrapalha. Os outros são no meio.



Nariz de Rui cresce

Nesta semana, o governo de Rui Costa (PT) soltou, pela enésima vez, a balela de que "o desenvolvimento do polo de informática de Ilhéus é estudado pela Seplan". O jornal A Região, em seus 32 anos, perdeu a conta dessa mentira.

Enganação antiga

Paulo Souto e César Borges prometeram ressuscitar o Polo de Informática de Ilhéus. Jaques Wagner e Rui Costa também fizeram a promessa, sempre perto das eleições municipais. Mas ele está tão abandonado quanto na época de Waldir Pires.



Administração mágica

O governador Rui Costa adora dizer que a Bahia está com as finanças em dia. Mas isso é às custas de quem fornece serviços e produtos ao Estado. É muito fácil ficar "em dia" se voce não paga ninguém. Isso não é gestão, é enrolação.

Mídia desprezada

De blogs e jornais a emissoras de rádio e tv, toda a midia espera por pagamentos do Estado que venceram desde junho. A média de atraso é de 4 meses. O descaso de Rui com a mídia podem prejudicar seus candidatos a prefeito em 2020.



Quem imaginava?

Muita gente se surpreendeu ao ver dezenas de peixes mortos boiando no Rio Cachoeira, que recebe o esgoto sem tratamento de várias cidades, inclusive de Itabuna. Não devia ser surpresa. Surpresa é ter peixe num rio tão poluído.

Socorro!

Dizem que a prisão da desembargadora Maria do Socorro e a apreensão de seu computador podem ter reflexo no sul da Bahia. Diz a lenda que certo prefeito que era inelegível pagou R$ 500 mil para virar "elegível" de uma hora para a outra.

ONZE “CUPINCHAS”TOGADOS E NENHUM JUIZ DE DIREITO


O verdadeiro “tapa na cara” que os políticos brasileiros travestidos da condição de  “constituintes” deram na Teoria dos Três Poderes ,de Montesquieu, que preconiza a harmonia,independência e equilíbrio entre os Três Poderes Constitucionais ,no chamado sistema de “freios e contrapesos” do Estado, sem dúvida foi uma  escancarada deturpação dessa teoria , hoje  adotada  sem restrições em  praticamente todo o mundo livre.
Essa corrupção da ideia dos Três Poderes no Brasil foi tão grande que os “ilustres” constituintes que escreveram as diversas Cartas  jamais se preocuparam em reservar algum “espaço” ,por pequeno que fosse, para que  a composição do Supremo Tribunal Federal-STF, órgão máximo da Justiça Brasileira,contasse com a participação de JUIZES DE DIREITO concursados, devidamente preparados,teórica e praticamente, para julgarem  as demandas e os recursos da competência desse tribunal,previstos na Constituição.
Assim é que dos  11 (onze) Ministros da atual composição do STF, apenas Rosa Maria Pires Weber provém da magistratura e, mesmo assim, não ingressou  como  “Juíza de Direito”, porém como  “JuizadoTrabalho”,não sendo demais lembrar a extrema especialidade dessa Justiça,que  se resume a dirimir as demandase “picuinhas” trabalhistas entre os empregados e os seus patrões,regidas pela Consolidaçãodas Leis do Trabalho-CLT, pouco tendo a ver ,portanto, com as demais questões de alta indagação constitucional  da alçada do Supremo Tribunal Federal, mesmo porque a Justiça do Trabalho possui um tribunal superior próprio, o Tribunal Superior do Trabalho-TST. E me refiro a essa mesma Justiça do Trabalho que por intermédio da CLT incorporou na íntegra o espírito do direito trabalhista “fascista”,de Benito Mussolini ,e sua “Carta Del Lavoro”.
Com certeza reside exatamente nessa distorção  de compor  os tribunais superiores  por não-juízes,as absurdas e estapafúrdias decisões que ultimamente vêm sendo sendoproferidas pelo STF,que atendemmuito mais aos interesses de certa corrente política e ideológica( de “esquerda”), do que propriamente aos interesses da Justiça e da Nação brasileira.
À exceção da Ministra Rosa Weber,originária da  Justiça  do Trabalho,  todos os demais Ministros ,sem exceção,foram “colhidos ”das classes  dos Advogados,Promotores ou  Procuradores de Justiça,escolhidos a “dedo” pelos respectivos Presidentes da República,conforme os seus “interesses”,e homologados pelo Senado Federal, após os “teatrinhos” das chamadas “sabatinas”,que em última análise  nunca passamdos conhecidos  “toma lá-dá-´cá”, entre os Poderes Executivo e Legislativo.
Por isso a discriminação contra a magistratura na composição do Supremo foge de qualquer explicação razoável. Quem julga ali não são os “juízes”,mas outros tipos de “operadores do direito”,sem capacitação judicante, e que jamais foram aprovados em nenhum concurso para juiz de direito.
Os requisitos exigidos para ser um “Supremo Ministro”,conforme a Constituição,são bem menores  do que os necessários para um “gari” trabalhar no serviço público,bastando o candidato estar no pleno gozo dos seus direitos políticos,ter entre 35 e 60 anos de idade, possuir notável saber jurídico,e reputação ilibada,estes dois últimos requisitos de aspectos  tão subjetivos e “escorregadios”,que não passam de “faz-de-conta”. É só o Presidente “indicador” pagar o preço exigido que o Senado aprova o nome com todos os” requisitos” apresentados.
Essa escancarada discriminação contra a magistratura,em relação às vagas do Supremo,e de outros tribunais também,chegou a tal nível do absurdo , que conseguiu ocasionar verdadeiros “chiliques” em alguns  dos atuais Ministros do Supremo  ,parlamentares ,e políticos diversos, à  vista da simples cogitação do nome de um  ex-Juiz de Direito,devidamente  concursado,para ocupar uma das vagas do Supremo, tão logo fosse aberta, mais precisamente , do Juiz Federal  Sérgio Moro, atual titular do Ministério da Justiça e Segurança Pública, mundialmente reconhecido pelo seu esforço no combate à corrupção.
Mais parece que os opositores à indicação de Moro para o STF estariam se sentindo “ameaçados” pelo fato do mesmo não pertencer à “confraria” que domina a política geral e a interna do próprio Supremo. Sem dúvida Moro poderia representar   uma “ameaça” muito perigosa às “tradições” do Supremo.
Mas não bastaria a simples substituição de nomes no Supremo. Prosseguindo a política atual das nomeações, com o tempo, o STF só mudaria de “cara”, não de CULTURA. Outra facção política e ideológica acabaria se impondo. Por isso seria necessário “separar” os tribunais de justiça dos outros Dois Poderes (Executivo e Legislativo), adotando-se à plenitude aTeoria de Montesquieu ,que no Brasil sempre foi uma farça, até que surgisse outra melhor.
Sérgio Alves de Oliveira
Advogado e Sociólogo

Novo Chevrolet Corvette Hybrid terá 618 cavalos


Novo Chevrolet Corvette Hybrid terá 618 cavalos
O Novo Chevrolet Corvette Hybrid chegará em breve. O esportivo da General Motors teve detalhes técnicos de sua variante hibridizada divulgadas na internet de forma não oficial, obtidos pelo site Jalopnik.
Nos documentos encontrados, a proposta do futuro esportivo elétrico confirmam os rumores que existem sobre um Novo Chevrolet Corvette Hybrid para mais adiante e possivelmente na versão ZR1.
Com o processo de eletrificação dos carros, ter um Corvette híbrido parece mais do que lógico, mas quando perguntada sobre o assunto, a GM disse que não comentaria especulações futuras de produtos.
Segundo o apurado, o Novo Chevrolet Corvette tem espaço suficiente para adoção de motor elétrico no eixo dianteiro, mais bateria e outros componentes de uma possível versão híbrida.

Novo Chevrolet Corvette Hybrid terá 618 cavalos
O propulsor revelado no relatório tem 116 cavalos e 15,3 kgfm, que seriam somados aos 502 cavalos e 65 kgfm, o que significa que pode alcançar teoricamente 618 cavalos com 80,3 kgfm.
Esse propulsor elétrico pode funcionar no Novo Chevrolet Corvette Hybrid até 242 km/h, girando a 16.000 rpm. O motivo é a limitação desse tipo de motor, que tem uma caixa de redução com relação de 8:1.
Além disso, a bateria de lítio ficará num pacote entre os assentos, enquanto um radiador para resfriamento das células ficará do lado esquerdo da frente do Corvette. Toda a eletrônica que controla o propulsor elétrico ficará nesse conjunto central.
O Novo Chevrolet Corvette Hybrid terá ainda um sistema de desligamento do eixo dianteiro para que se possa rodar apenas com tração traseira. Um sistema avançado de recuperação de energia também foi integrado ao pacote de baterias.
Novo Chevrolet Corvette Hybrid terá 618 cavalos
Atrás do pacote de baterias, um conversor AC-DC foi integrado, ficando este próximo ao motor central. As baterias possuem 80 células em quatro módulos com um total de 1,94 kWh, o que parece muito pouco pelo tamanho do conjunto, que ficará dentro de uma caixa de aço extrudado.
Além disso, a suspensão dianteira ganha nova geometria dos amortecedores por conta dos semi-eixos e devido ao peso maior do conjunto. O Corvette Hybrid manterá ainda o diferencial traseiro de deslizamento limitado e terá rodas esportivos aros 20 e 21 polegadas, respectivamente frente e traseira com pneus 275/30 R20 e 345/25 R21. A distribuição de peso será de 39,4:60,6.
[Fonte: Jalopnik]

Nova Fiat Strada é flagrada com cabine estendida e dupla


Nova Fiat Strada é flagrada com cabine estendida e dupla
A Nova Fiat Strada chega em 2020 e, por ora, continua andando altamente camuflada, como a marca italiana gosta. O modelo substituirá a geração atual, que não é tão contemporânea assim, visto que surgiu ainda nos anos 90 e tem 20 anos de mercado brasileiro.
Ainda assim, lidera as vendas de comerciais leves no país há bastante tempo. Então, a missão da Nova Fiat Strada é manter a ponta e continuar contribuindo para que a marca mantenha sua participação de mais de 40% no segmento comercial.
Flagrada pelo leitor Kaian Reis, em Paraty-RJ, a Nova Fiat Strada estava em um comboio de quatro unidades, sendo que uma delas na imagem é a versão de cabine estendida. A outra, que pode ser vista, tem cabine dupla. Diferente da adaptação feita na velha Strada, a próxima já nascerá com estrutura projetada para levar cinco pessoas e mais carga.
Nova Fiat Strada é flagrada com cabine estendida e dupla

A Nova Fiat Strada terá uma plataforma nova, junção da MP1 do Argo com componentes projetados para ela, tendo ainda um estilo que combinará elementos do Mobi, Argo e, provavelmente, até da Toro.
Além disso, a picape leve aumentará de tamanho, mas não o suficiente para eclipsar a irmã maior. Note a altura da caçamba e o tamanho da tampa traseira.
Sua rival direta, nesse aspecto, será a Renault Oroch. Porém, em vendas, a expectativa é que continua na ponta. Fora o que se espera dela, a Nova Fiat Strada deve ainda reservar alguma novidade para o segmento.
Nova Fiat Strada é flagrada com cabine estendida e dupla
Na mecânica, o uso de motores Firefly será mandatório para o produto, tendo ainda a possibilidade de continuar com o E.torQ (agora Evo) nas versões mais caras até o Firefly Turbo estar disponível para ela.
Espera-se por seu lançamento entre março e abril de 2020, chegando com preços não muito distantes dos atuais, devido a proximidade da Toro, ainda mais que está sempre é ofertada com valores bem abaixo da tabela e dentro da faixa da irmã menor.
Agradecimentos ao Kaian.

Volvo acelera no mercado nacional e bate recorde de vendas

Volvo acelera no mercado nacional e bate recorde de vendas
A Volvo Cars está indo bem no Brasil. Mesmo sem fábrica para ostentar e importando de algumas regiões, onde paga 35% de imposto de importação, a empresa aposta na eletrificação e numa gama de produtos modernos, que estão caindo no gosto do consumidor.
No último dia 27 (quarta), a Volvo superou em 6 carros as vendas obtidas no ano todo de 2018. Foram 6.836 unidades vendidas e agora a marca prepara o terreno para bater um novo recorde ao final de 2019.
Volvo acelera no mercado nacional e bate recorde de vendas
Dentro do segmento premium, a Volvo subiu de 13,9% de market share em 2018 para 15,7% até agora em 2019. Com os SUVs liderando os emplacamentos, a nórdica vê seu best seller XC60 com quase 3 mil vendidos esse ano, tendo emplacado até agora 2.977 exemplares.

O vice-líder é o XC40, que vendeu até o momento 2.114 unidades, seguido de longe pelo XC90, que tem 956 unidades emplacadas em 2019. A Volvo Cars ainda revelou que o novíssimo S60 já vendeu 225 carros, enquanto a perua V60 emplacou 103 exemplares. Por fim, o híbrido de luxo S90, vendeu 52 unidades.
Volvo acelera no mercado nacional e bate recorde de vendas
Focada nos híbridos, a Volvo vendeu 995 unidades da linha T8, que reúne os modelos S60, XC60, XC90 e S90. A tecnologia empregada reúne o motor Drive-E 2.0 de 320 cavalos e um motor elétrico com 87 cavalos, montado no eixo traseiro.
Assim, ambos entregam 407 cavalos e enorme torque. Suas baterias de lítio podem ser recarregadas em fonte externa. Nesse caso, a Volvo prepara a expansão dos pontos de recarga de carros elétricos e híbridos, planejando pular de 125 para 500 unidades.
Volvo acelera no mercado nacional e bate recorde de vendas
Em 2019, a Volvo quer chegar a 22% das vendas apenas com híbridos plug-in, mas espera elevar esse percentual para 40% em 2020. Aliás, no próximo ano, o XC40 Recharge, o primeiro elétrico da marca escandinava, dará as caras no Brasil.
Equipado com baterias de lítio de 78 kWh, o Volvo XC40 Recharge pode ter 80% da carga reposta em apenas 40 minutos num carregador rápido. A autonomia é de 400 km e os dois motores elétricos entregam 408 cavalos, fazendo-o ir de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos.

Novo Jaguar F-Type 2020 aparece com atualização visual na internet



O Jaguar F-Type apresentará uma atualização visual profunda na segunda (2), quando será apresentado oficialmente na Europa. O esportivo britânico em carrocerias roadster e cupê se atualizará para continuar a linha de carros esporte da marca inglesa, famosa nesse segmento desde tempos imemoriais.
Com imagens vazadas nas redes sociais, o Novo F-Type terá um visual mais expressivo e uma carroceria com linhas bem mais fluidas. O bólido emprega faróis full LED retangulares e bem afilados, rompendo com o estilo anterior.
Novo Jaguar F-Type 2020 aparece com atualização visual na internet
Mais próximos dos irmãos de três volumes, o Novo F-Type terá assinatura em LED bem chamativa no conjunto ótico, assim como um capô mais liso e com vincos não tão pronunciados como no antigo.

As saídas de ar no capô, inclusive, são mais discretas. O Jaguar F-Type 2020 mantém os traços nas laterais, mas com saídas de ar nos para-lamas redesenhadas e retrovisores arredondados.
Na traseira, o esportivo inglês ganhou novas lanternas, que mantiveram o estilo de antes. A parte inferior da carroceria na traseira e o para-choque foram redesenhados igualmente, sendo que na versão R, quatro bocas cromadas em duas molduras dos difusores de ar se destacam. As rodas também foram atualizadas.
Novo Jaguar F-Type 2020 aparece com atualização visual na internet
Sem imagens internas, sabe-se que o F-Type 2020 terá cluster digital semelhante ao do Jaguar XE, bem como mudanças no acabamento e talvez até mesmo um volante novo. Além disso, espera-se por alterações na multimídia e em alguns comandos do painel, que pode ainda incluir um visual levemente redesenhado.
Na mecânica, o F-Type 2020 continuará a empregar o Ingenium 2.0 de 300 cavalos na versão de acesso e se fala num V8 4.4 da BMW para impulsiona-lo nas versões mais potentes.
Novo Jaguar F-Type 2020 aparece com atualização visual na internet
Aguarda-se também por uma versão hibridizada com o mais recente seis em linha Ingenium 3.0 e motor elétrico, alcançado em torno de 400 cavalos e servindo como intermediário. Ainda não se sabe quanto alcançará na versão SVR, mas 600 cavalos parecem bem realistas.

Moto: Proposta na Câmara proibirá trânsito entre carros em movimento


Moto: Proposta na Câmara proibirá trânsito entre carros em movimento
Uma proposta está sendo apresentada na Câmara dos Deputados e, se aprovada e convertida em lei, impactará diretamente os milhões de motociclistas do país.
O deputado federal Juscelino Filho (DEM-MA) apresentou um parecer no projeto de lei que altera o Código Brasileiro de Trânsito (CTB) para proibir o trânsito de motos entre os carros com estes em movimento.
Relator do projeto de alteração da CTB, Juscelino quer que as motos só trafeguem entre os demais veículos (no caso em corredor), quando estes estiverem parados ou com velocidade inferior a 10 km/h.
Ainda assim, o texto do relator prevê que os órgãos de trânsito locais poderão liberar o tráfego de motos entre os carros em movimento, mas desde que apresente estudos técnicos que justifiquem a liberação.

O texto ainda deverá ser votada na comissão especial da Câmara para ser incluído nas mudanças que serão feitas no CTB, que passa por reformulação no Congresso.
Hoje não existe lei que proíba o trânsito de motos entre os carros em movimento, mas nas rodovias, a fiscalização das polícias rodoviárias aplicam multas para quem tráfega entre os demais veículos, mesmo parados, sendo essa prevista no Art. 192 do CTB. Nas cidades, porém, ela geralmente não é aplicada.

Outras mudanças no

CTB

Moto: Proposta na Câmara proibirá trânsito entre carros em movimento
Além da proibição de tráfego de motos entre carros em movimento, as alterações do CTB na Câmara abordam outras mudanças nas regras de trânsito, como a validade da CNH (Carteira Nacional de Habilitação).
Hoje, ela tem validade de 5 anos (3 para condutores acima de 65 anos), mas o governo enviou um texto que propõe a validade para 10 anos para condutor com até 40 anos, mantendo os demais prazos já vigentes.
Outra alteração em relação à CNH é o limite de pontuação, que hoje é de 20 pontos. O governo propõe que esse passe a ser de 40 pontos para quem não cometer nenhuma infração gravíssima.
Contudo, o condutor ficará limitado em 20 pontos se cometer duas infrações gravíssimas ou 30 pontos para uma infração gravíssima.
A mudança no CTB também abrange o retorno da multa para quem não estiver transportando criança de até 7,5 anos em cadeira infantil. Ela foi convertida em advertência pelo governo, mas a proposta nova é que volte a ser aplicada e que a idade limite suba para 10 anos.
[Fonte: Globo]

Onix: Múltiplas versões é a estratégia da GM para manter hatch no topo


Chegar ao topo é um grande desafio. Mas manter-se lá em cima pode ser bem mais difícil. A General Motors sabe disso e acaba de lançar oficialmente a nova geração do Chevrolet Onix. Como líder de vendas no mercado brasileiro a GM não quer correr risco de perder participação. E para isso ela “cercou” toda faixa de preço onde o segmento atua, o que exigiu um portfólio de nada menos que 13 configurações, com preços que vão de R$ 48.490 a R$ 72.990.
Claro que muitas dessas versões deverão ter vida curta. Trata-se de uma estratégia comum para testar a aceitação do mercado. Nesse jogo, sobram as versões de maior saída e as demais são eliminadas. Não há como negar que 13 opções são muitas. Mas a Hyundai também adotou estratégia parecida com o novo HB20 (11 opções na linha) e a Fiat também tem expandido o portfólio do Argo.
Aspirado
O hatch estreia bem mais moderno que seu antecessor – que seguirá em linha como Onix Joy. O novo compacto, diferentemente do sedã Onix Plus, conta com motor 1.0 três cilindros (aspirado) de 82 cv e 10,6 mkgf, que só é oferecida com caixa manual de seis marchas, a mesma do Joy.
Visualmente, o Onix não chega a ser um carro arrebatador. Na verdade, é menos ousado que o antecessor. Mas trata-se de um automóvel com uma proposta focada mais na funcionalidade do que no estilo propriamente dito. A seção frontal não difere da do sedã, que conta com desenho comportado. A traseira segue a mesma orientação, mas agrada aos olhos.
Conteúdos
Na estratégia da GM, o Onix precisa cobrir uma faixa de preços com variação de R$ 25 mil. Valores que permitem que ele dispute mercado com grande parte dos compactos do mercado, deixando para o Onix Joy a incumbência de brigar na base do segmento.
Mesmo assim, sua lista básica inclui o trivial: direção elétrica, vidros dianteiros elétricos e ar-condicionado analógico, mas agrega itens como vidros traseiros elétricos, rádio (com Bluetooth e USB), computador de bordo e bancos bipartidos. Trata-se de itens que muitas vezes são oferecidos como opcionais em parte de seus concorrentes.
Mas o pacote pode evoluir para itens como conexão 4G, com roteador Wi-Fi, ar-condicionado digital, assistente On-Star, ar-condicionado digital, monitor de ponto cego e até mesmo assistente automático de estacionamento. São itens que elevam a qualificação do compacto e surgem como opção para o consumidor que não conta com opções de hatches médios, que praticamente desapareceram do mercado.
Medidas
Com 4,16 metros de comprimento e 2,55 metros de distância de entre-eixos, o Onix tem boa oferta de espaço e não fica devendo para os demais compactos do mercado. Seu porta-malas permite 275 litros de volume, o que não faz dele nenhuma referência, mas não difere muito do que é oferecido no segmento e nem em utilitários compactos. Para se ter uma ideia, o Tracker comporta 31 litros a mais que ele.
E quem quiser pagar pelos 116 cv do motor 1.0 turbo terá que disponibilizar pelo menos R$ 55.590 pela versão 1.0 Turbo, que tem lista de conteúdos mais enxuta, mas figura como a opção automática mais barata da linha.
Essa versão é o grande curinga do Onix e assume a função do Onix Advantage, de geração passada. Ele economiza em refinamento para oferecer a comodidade da transmissão automática.
Para se ter uma ideia, ele é mais barato inclusive que a primeira opção do Onix LT 1.0 Turbo, com caixa manual, que custa R$ 57.590. No entanto, se o consumidor fizer questão de um pacote mais recheado é preciso focar nas versões LTZ e Premier, esta com três níveis de conteúdos, que vão a até R$ 73 mil.
Segurança
Pouco antes do lançamento oficial do hatch, o Onix foi submetido ao teste de colisão do Latin NCAP, onde obteve nota máxima na proteção de adultos e crianças. Vale lembrar que recentemente o sedã passou por um recall de todas unidades para sanar uma falha eletrônica que poderia levar o carro a pegar fogo “voluntariamente”.

Preços e versões
Onix 1.0 - R$ 48.490
Direção elétrica, ar-condicionado, rodas aro 15 (de aço estampado), travas elétricas, vidros elétricos nas quatro portas, rádio com Bluetooth, volante multifuncional, computador de bordo, chave canivete, portas USB dianteira e traseira, banco traseiro bipartido, entre outros itens.
Onix 1.0 LT - R$ 51.590
Adiciona Mylink 3, com monitor de sete polegadas.
Onix 1.0 LT 1 - R$ 53.790
Abertura de porta e partida do motor sem chave, acendimento automático dos faróis, câmera de ré e carregador wireless para celular.
Onix 1.0 LT 2 - R$ 54.525
Adiciona OnStar e Wi-Fi.
Onix 1.0 LT 3 - R$ 55.590
Faróis de neblina e rodas de liga leve aro 15.
Onix 1.0 Turbo (AT6) - R$ 55.590
Direção elétrica, ar-condicionado, rodas aro 15 (de aço estampado), travas elétricas, vidros elétricos nas quatro portas, rádio com Bluetooth, volante multifuncional, computador de bordo, chave canivete, portas USB dianteira e traseira, banco traseiro bi-partido, entre outros itens.
Onix 1.0 Turbo LT - R$ 57.590
Faróis de neblina, rodas de liga leve aro 15, multimídia Mylink 3, assistente OnStar e Wi-FI.
Onix 1.0 Turbo LT (AT6) - R$ 62.890
Adiciona controle de velocidade de cruzeiro e volante com revestimento premium.
Onix 1.0 Turbo LTZ - R$ 60.990
Adiciona abertura de porta e partida do motor sem chave, acendimento automático dos faróis, câmera de ré e carregador sem fio.
Onix 1.0 Turbo LTZ (AT6) - R$ 66.290
Controle de velocidade cruzeiro e volante com revestimento premium.
Onix 1.0 Turbo Premier (AT6) - R$ 69.990
Adiciona rodas de liga leve aro 16 faróis tipo projetor, luz de posição e lanternas em LED e bancos com revestimento parcial em couro.

Novo Onix chega ao mercado partindo dos R$ 48,5 mil


Marcelo Jabulas
@mjabulas
Depois de ter sido revelado de surpresa, em setembro, a General Motors lança oficialmente a nova geração do Onix. Líder de vendas no mercado brasileiro, a GM não quer correr risco de perder participação e ofertará o hach em nada menos que 13 configurações, com preços que vão de R$ 48.490 a R$ 72.990. Ele contará com motor 1.0 (aspirado) de 82 cv, com caixa manual de seis marchas, além de motor 1.0 turbo de 116 cv, que pode receber manual ou automática.

Confira os principais conteúdos e os preços de cada versão:
Onix 1.0 - R$ 48.490
Direção elétrica, ar-condicionado, rodas de aço de 15″, travas elétricas, vidros elétricos nas quatro portas, rádio com Bluetooth, volante multifuncional, computador de bordo, chave canivete, portas USB dianteira e traseira, banco traseiro bi-partido, entre outros itens.
Onix 1.0 LT - R$ 51.590
Adiciona Mylink 3, com monitor de sete polegadas.
Onix 1.0 LT 1 - R$ 53.790
Conta com todos os equipamentos da LT e acrescenta abertura de porta e partida do motor sem chave, acendimento automático dos faróis, câmera de ré e carregador wireless para celular.
Onix 1.0 LT 2 - R$ 54.525
Vem com todos os equipamentos da LT 1 e acrescenta OnStar e Wi-Fi.
Onix 1.0 LT 3 - R$ 55.590
Inclui todos os itens do LT 2 mais faróis de neblina e rodas de liga leve de 15″.
Onix 1.0 Turbo (AT6) - R$ 55.590
Direção elétrica, ar-condicionado, rodas de aço de 15″, travas elétricas, vidros elétricos nas quatro portas, rádio com Bluetooth, volante multifuncional, computador de bordo, chave canivete, portas USB dianteira e traseira, banco traseiro bi-partido, entre outros itens.
Onix 1.0 Turbo LT - R$ 57.590
Conta com todos os equipamentos da versão Turbo de entrada e agrega faróis de neblina, rodas de liga leve de 15″, Mylink 3 com tela de 7″, OnStar e Wi-FI.
Onix 1.0 Turbo LT (AT6) - R$ 62.890
Além dos itens da versão LT manual, ela inclui controle de velocidade de cruzeiro e volante com revestimento premium.
Onix 1.0 Turbo LTZ - R$ 60.990
Vem com todos os itens da LT manual e acrescenta abertura de porta e partida do motor sem chave, acendimento automático dos faróis, câmera de ré e carregador wireless.
Onix 1.0 Turbo LTZ (AT6) - R$ 66.290
Todos os equipamentos da LTZ manual mais controle de velocidade cruzeiro e volante com revestimento premium.
Onix 1.0 Turbo Premier (AT6) - R$ 69.990
Vem com todos os equipamentos da LTZ AT6 e inclui rodas de liga leve de 16″, farol tipo projetor, luz de posição e lanternas em LED e bancos híbridos.
Onix 1.0 Turbo Premier II (AT6) - R$ 72.990
Adiciona a Premier alerta de ponto cego, ar-condicionado digital, assistente de estacionamento automático e interior na cor preto/caramelo.
Onix 1.0 Turbo Premier III (AT6) - R$ 72.990
Premier II mais interior na cor preto/cinza.

Argo e Cronos ganham pacote de estilo com preços entre R$ 57.490 e R$ 65.490


ESPORTE FINO – S-Design utiliza elementos escurecidos para dar um ar mais sofisticado, além de pacote de equipamentos mais refinados
ESPORTE FINO – S-Design utiliza elementos escurecidos para dar um ar mais sofisticado, além de pacote de equipamentos mais refinados
Depois da Toro, a Fiat resolveu aplicar o pacote S-Design ao Argo e Cronos. Segundo a fabricante italiana, a linha que nasceu em 2017 na Europa, propõe estilo diferenciado, associado a um pacote de conteúdos mais sofisticados, inspirados no acinzentado outono do Norte da Itália. Trata-se de um discurso bonito, que se traduz em apliques e molduras escurecidas, que deixam o carro com um visual mais sofisticado, em versões que não são tão refinadas.

No caso da Toro, a novidade é oferecida no modelo Freedom, tanto com motor diesel como no flex. Na dupla Argo e Cronos, ele está disponível para Drive, 1.0 e 1.3.


Além de rodas, frisos e logos escurecidas, o pacote agrega central multimídia de sete polegadas, vidros dianteiros e traseiros elétricos, retrovisores elétricos e ar-condicionado digital. Itens que figuram na versão Precision, mas com acréscimo entre R$ 3.500 a R$ 5.350.
Assim, o Argo 1.0 S-Design é oferecido por R$ 57.480. Com motor 1.3, o valor sobe para R$ 59.940, e o Cronos 1.3 S-Design tem preço sugerido de R$ 65.490.

De acordo com o gerente de Marketing, Hugo Domingues, esses automóveis são modelos em que o design se tornou o principal motivo para a aquisição, superando preço e consumo. “É um elemento muito forte na decisão de compra desses carros. No Cronos, corresponde a 51%. Nenhum outro modelo tem apelo semelhante”, afirma o gestor.

Trekking

Junto da apresentação do pacote também foi anunciado o lançamento do aventureiro Argo Trekking equipado com motor 1.8 e transmissão automática. Segundo o diretor de Operações Comerciais, Herlander Zola, a versão superou as expectativas dos executivos, o que motivou a ampliação de motores. “Quando o lançamos, em abril, nossa meta era que atingisse 10% de participação nas vendas do modelo. No entanto, já vendemos mais de dez mil unidades, o que corresponde a 30% da comercialização do Argo”, afirma.

No entanto, detalhes de preços e conteúdos da versão só serão divulgados na próxima sexta-feira.

A montadora também anunciou o lançamento do aventureiro Argo Trekking equipado com motor 1.8 e transmissão automática

Mercado

Durante os anúncios, o executivo fez um panorama das operações da Fiat no mercado. Herlander Zola reconhece que a marca passou por um período conturbando, com perda de participação, o que lhe custou a liderança do mercado, mas garante que a “chave virou”. “Nos últimos dois anos iniciamos um processo de recuperação de mercado, e 2019 tem sido muito bom. Somos a marca que mais cresceu no varejo, numa época em que as vendas diretas ganharam muita força”, explica Zola.

O diretor indica alta de 0,9% nas vendas para o varejo, enquanto a Chery, que foi a segunda que mais cresceu, com 0,7% sobre 2018.