MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

sábado, 31 de agosto de 2019

Ameaça ao 'ouro' do Cerrado: praga ainda pouco conhecida ataca pequizeiros de 13 cidades mineiras


Pesquisadores mineiros buscam soluções para combater uma praga, ainda pouco conhecida, mas que vem dizimando pequizeiros no Norte do Estado. Até o momento, foram detectadas mariposas de hábitos noturnos, que constroem túneis nos troncos das árvores, sugando a seiva das plantas. Identificado em espécies de pelo menos 13 cidades, o problema ameaça a subsistência de mais de 13 milhões de agricultores que tiram parte do sustento do fruto conhecido como “ouro do Cerrado”.
Maior produtor do país, Minas é responsável por 192 milhões de quilos de pequi por ano – média de 70 quilos por árvore. Sexto município em participação, Japonvar, a 100 quilômetros de Montes Claros, concentrou a etapa inicial das investigações contra a praga. O processo é conduzido pela Epamig e pela Emater-MG. Foram coletadas amostras do inseto, que pertence à família Coccidae.
“A mariposa fêmea põe os ovos no tronco do pequizeiro, de onde saem as lagartas que penetram na árvore. A maior parte das espécies dessa família são brocas de caules e raiz, que constroem túneis no interior da planta, interrompendo o fluxo de seiva progressivamente e levando os pequizeiros à morte”, detalha o agrônomo especialista em insetos Antônio Cláudio Ferreira da Costa, da Epamig.
Praticamente todas as áreas visitadas apresentaram sinais de ataque da broca do tronco do pequizeiro, conforme o engenheiro agrônomo Ildeu de Souza, do escritório regional da Emater em Janaúba. A rota das cidades afetadas inclui Espinosa, São João da Ponte, Santo Antônio do Retiro, Montezuma, Grão Mogol, Lontra, Japonvar, Brasília de Minas, Montes Claros, São João da Lagoa, Jequitaí, Cristália e Ibiracatu.
Praga ataca pequizeiros no Norte de Minas
PASSO A PASSO Larvas são coletadas com ajuda de telas de nylon instaladas ao redor das árvores. Animais foram levados para laboratório da Epamig em Nova Porteirinha, onde irão se desenvolver, por um a dois anos, até completar o ciclo de vida. Objetivo é reunir o máximo de elementos possíveis sobre a espécie para, então, desenvolver estratégias assertivas de combate à praga
Estratégias
Coordenador-técnico de fruticultura da Emater-MG, Deny Sanábio revela que essa é a primeira ocorrência de pragas nos troncos dos pequizeiros. Para ele, o ataque pode estar relacionado a um desequilíbrio ambiental. “Pequizeiros existem há muitos e muitos anos e nunca houve uma praga que os ameaçasse assim. Podem estar por trás disso a seca acentuada na região e o desmatamento, que afetam o equilíbrio biológico”, detalha.
Estratégias definitivas de controle e combate aos insetos, por sua vez, só poderão ser criadas à medida em que as larvas forem melhor identificadas. “Precisamos do inseto adulto para definir a espécie e, assim, conhecer toda a informação científica que existe sobre ela, criando medidas necessárias”, explica o pesquisador Antônio Cláudio da Costa.
Até o momento, foram coletadas cerca de 20 lagartas. O material está sendo analisado no laboratório de entomologia da Epamig Norte, em Nova Porteirinha, no Norte do Estado. A expectativa é a de que as larvas cheguem à fase adulta dentro de um a dois anos.
Pesquisador da Epamig, Antônio Cláudio da Costa explica que, em princípio, há duas possibilidades de combate à doença que afeta os pequizeiros: o uso de inimigos naturais – fungos, bactérias e vermes que atacam os insetos sem ameaçar as plantas – e de feromônios – substâncias usadas pelos animais para atrair o sexo oposto.

Ação que afastou presidente da Ancine fala em conluio entre ele e ex-ministro

POLITICA LIVRE
Foto: Ilustração
Ancine
A decisão judicial que levou ao afastamento de Christian de Castro da presidência da Ancine (Agência Nacional de Cinema), na sexta (30), se baseia em ação do Ministério Público Federal que apura um suposto conluio entre o ex-dirigente, servidores e o atual secretário de Cultura e Economia Criativa do estado de São Paulo, Sérgio Sá Leitão. Segundo a investigação, eles teriam se unido contra outros diretores da agência. “Christian de Castro e demais requeridos teriam atuado no contexto de disputa pelo cargo de diretor-presidente da Ancine, de forma a macular a honra e a integridade moral de seus opositores, afastando-os, assim, da disputa pela presidência da agência reguladora”, diz o despacho assinado pela juíza Adriana Alves dos Santos Cruz, da 5ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. Os fatos teriam ocorrido em 2017. “Para tal fim, teriam acessado e franqueado dados de forma criminosa nos bancos de dados da Ancine”, segue o texto. A defesa de Sá Leitão, que também foi ministro da Cultura, afirma que as imputações contra ele “são absolutamente infundadas e revelam um caráter estritamente político e midiático”. Castro não quis comentar. Este assumiu a presidência da Ancine em janeiro de 2018, substituindo a então interina Débora Ivanov, por nomeação do então presidente Michel Temer. Sá Leitão foi diretor da agência em dois períodos: entre março de 2008 e janeiro de 2009 e de maio a julho de 2017. Com a saída de Castro, Alex Braga assume a Ancine. A investigação supõe que Castro e outros dois servidores da Ancine, também afastados, teriam acessado o sistema eletrônico da agência para obter e repassar informações sigilosas a um sócio do ex-presidente afastado. E aponta que Sá Leitão e outras três pessoas teriam deixado de comunicar o ocorrido às autoridades, incidindo em prevaricação. “No que concerne a Sérgio Sá Leitão, o sentimento pessoal estaria caracterizado por ser Christian o seu ‘candidato’ à presidência da Ancine”, informa o despacho. Ainda de acordo com isso, o grupo teria “enviado para ao menos dois veículos de imprensa notícias com fatos que qualificavam a conduta de Alex Braga Muniz e Débora Ivanov , diretores da Ancine à época dos fatos, como criminosa, sabendo, em tese, que os fatos seriam falsos. “Os denunciados tinham a finalidade de provocar a instauração de procedimento investigativo criminal em desfavor de Alex e Débora […] e com isso beneficiar o denunciado Christian de Castro, que disputava a nomeação para o cargo” de presidente da Ancine. O despacho ainda aponta suposta prática de associação criminosa: “Os acusados se associaram de maneira permanente e estável com o fim de praticarem vários crimes contra a honra, contra a administração pública e contra a administração da Justiça, a fim de obterem vantagens pessoais”. A decisão, porém, negou o pedido de afastamento de Sá Leitão, afirmando que os fatos apurados na ação não se relacionam com sua função atual. Este não foi o único imbróglio envolvendo Castro durante o seu mandato. Em abril, ele interrompeu atividades da Ancine em resposta à exigência do Tribunal de Contas da União (TCU) de que a agência revisse a forma como avalia as suas contas.
Folhapress

Cresce pressão no PSDB para que Covas desista de tentar a reeleição em SP

POLITICA LIVRE
Foto: Divulgação
O prefeito de São Paulo, Bruno Covas
A pressão para que o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, desista de concorrer à reeleição no pleito do ano que vem está crescendo dentro de seu partido, o PSDB. O comando da maior cidade do país está no centro da estratégia das agremiações de centro para a disputa da sucessão do presidente Jair Bolsonaro (PSL), em 2022. Elas querem garantir o controle do triângulo principal do poder municipal no Brasil, que inclui Rio e Belo Horizonte ao lado da capital paulista. No Rio, o DEM considera grandes as chances do ex-prefeito Eduardo Paes, e em BH o atual prefeito, Alexandre Kalil (PSD), parece rumar para uma reeleição tranquila. Com isso, há o risco relativo a São Paulo. Há um grande temor no próprio PSDB, baseado em pesquisas internas que dão a Covas intenções de voto na casa dos 10%, sobre o quão competitivo o prefeito será se for candidato. E perder a principal capital seria desastroso para as pretensões de tucanos e outros partidos aliados visando 2022, hoje ancoradas na figura do governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Segundo dois amigos próximos de Covas, o prefeito tem considerado a desistência, dado o grau de pressão. Eles afirmam que ele estaria inclinado a tirar um período sabático fora do país e voltar para disputar o Senado em 2022. Procurado pela reportagem, o prefeito negou esse relato nesta sexta (30). Aliados seus, vão além dizendo que ele está se preparando e que irá inclusive participar de campanhas em outras cidades. Seja como for, a boataria acerca de uma eventual saída de Covas tem sido constante nos últimos meses. A narrativa é quase sempre a mesma: o prefeito não teria apetite pela burocracia do cargo e não estaria disposto a encarar a campanha eleitoral -ele herdou a cadeira de Doria, de quem foi vice-prefeito de 2017 ao começo de 2018, quando o hoje governador deixou o cargo para disputar o Palácio dos Bandeirantes. Conhecidos do prefeito também rejeitam essa versão e atribuem ela a fofocas de adversários internos: Covas e Doria não têm exatamente o que se pode classificar de uma relação harmônica. De fato concreto, aliados do governador são os mais preocupados com a possibilidade de o prefeito fracassar no ano que vem, por motivos mais do que óbvios de estratégia. Doria está em uma disputa aberta por espaço com Bolsonaro, com quem vem trocando farpas -o episódio mais recente foi nesta semana, quando o presidente o acusou de “mamar nas tetas do BNDES” por ter utilizado uma linha de financiamento do banco estatal para comprar um jatinho da Embraer. Em São Paulo, o governador tem hoje três pré-candidatos aos quais poderá angariar apoio além de Covas: a deputada federal Joice Hasselmann (PSL), o seu secretário de Assistência e Desenvolvimento Social, Filipe Sabará (Novo), e o ex-ministro Andrea Matarazzo (PSD). Desses, Joice é a mais próxima de Doria, o que alimenta especulações de que o governador gostaria de vê-la filiada ao PSDB e disputando a prefeitura no lugar de Covas. A reportagem não conseguiu falar com o governador, que estava voando de volta da Alemanha. Mas não é só do grupo de Doria que vem a pressão sobre o prefeito. A velha guarda paulistana do PSDB tem preocupação semelhante. Orbitando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, integrantes do grupo têm conversado sobre alternativas ao nome de Covas. Em reserva, compartilham o diagnóstico de inapetência do prefeito. Isso provoca um inusitado alinhamento entre a velha guarda e a ala de Doria, em conflito aberto sobre temas como a expulsão do deputado Aécio Neves do PSDB ou a filiação do deputado Alexandre Frota (ex-PSL) à sigla. Ambos os lados também consideram que hoje o candidato a ser batido é o ex-governador Márcio França (PSB), que teve vitória expressiva sobre Doria na capital no segundo turno de 2018 -quando registrou 58% dos votos. Havia um acordo tácito entre França e Covas para que o pessebista não entrasse na disputa, que incluiu colocar na prefeitura um aliado do ex-governador, João Cury Neto. Isso durou seis meses: Doria interveio e forçou a exoneração dele da Secretaria da Educação, dando a senha para movimentos futuros que agora parecem se consolidar.
Folhapress

PGR nega indicação de procuradores regionais eleitorais

POLITICA LIVRE
Foto: Divulgação
Procuradoria-Geral da República (PGR)
A assessoria da Procuradoria-Geral da República afirma que Raquel Dodge não iniciou o processo de indicação de procuradores-regionais eleitorais e que, neste momento, ela aguarda a conclusão de eleições internas na estrutura do Ministério Público Federal. A coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo, mostrou neste sábado (31) que a atual procuradora-geral iniciou a indicação de procuradores para atuar na esfera eleitoral nos estados. O ato irritou nomes que concorrem à sucessão de Dodge, pois as indicações publicadas terão efeitos a partir de 1 de outubro, quando ela já não estará no posto. A inconformidade dos candidatos à cúpula da PGR chegou ao presidente Jair Bolsonaro, que reagiu na manhã deste sábado. Portaria obtida pela coluna Painel mostra que dois procuradores foram designados para atuar na Procuradoria Regional Eleitoral do Paraná, com mandato de dois anos. A nomeação, segundo a norma, terá efeitos a partir de 1º de outubro. Esta não teria sido a primeira indicação com efeitos para depois do mandato de Dodge, segundo integrantes do Ministério Público Federal. A assessoria da PGR informa que os procuradores alvo do ato serão auxiliares do procurador-regional eleitoral, e que o titular do posto ainda não foi indicado. A assessoria da PGR diz que o ato é rotineiro. A indicação de procuradores que atuam na esfera eleitoral com base em eleição interna foi normatizada por uma portaria. O MPF adota essa prática desde 2003, mas a escolha pelos próprios membros da categoria não é assegurada em lei.
Folha de São Paulo

‘O PT não é nosso inimigo’, diz senador Cid Gomes

POLITICA LIVRE
Foto: Ed Ferreira/Estadão
O senador Cid Gomes (PDT-CE)
Meses depois de chamar os petistas de “babacas” e afirmar ter sido “bem-feito” a derrota do PT na disputa presidencial, o senador Cid Gomes (PDT-CE) disse ao site Congresso em Foco não ter “nenhum problema em fazer uma luta comum” com o partido de Lula. “O PT não é nosso inimigo, queremos nos colocar como alternativa progressista que não irá cometer os mesmos equívocos e erros graves que o PT cometeu, só isso. O PT pode ser aliado? Pode, pode ser antes e pode ser depois. Quem dita a forma é quem lidera”. As informações são do site O Antagonista.

O erro estratégico dos inimigos da Lava Jato e o gigante sugador de votos que está surgindo...


Quanto mais o PT tenta soltar Lula, mais a população lembra o porquê do voto em Bolsonaro.
Quanto mais soltam presos da Lava Jato, mais o povo reforça a importância da operação.
Quanto mais o STF age acima da lei para defender corruptos, mais a população tende a valorizar as ações do ex-juiz Sérgio Moro.
Este é o paradigma da causa/efeito, ou ação/reação, da política e isso é a coisa mais democrática que existe, porque não importa quem você é, suas ações sempre terão um valor e um conceito, tanto para o receptor da ação, quanto para aqueles que apenas acompanha suas ações de longe.
Em resumo: Assistir a agonia do sistema corrompido que tenta sobreviver encontrando novos corpos, novos apoios, novas siglas, novas narrativas e novas instituições para sugar; só empurra a população para o lado contrário.
Quem é de esquerda está 100% de esquerda porque percebeu que o sistema todo está ameaçado, mas a massa crítica (que são os votos que decidiram as eleições) está sendo convencida a se unir com a direita e esse fenômeno está acontecendo no mundo inteiro, não é uma jabuticaba brasileira.
Isso explica a “onda conservadora” que está fazendo até gigantes comunistas como a China, começar a concordar com governos conservadores. Eles sabem que o movimento conservador veio para ficar e dominará o mundo por um longo ciclo até surgir outro movimento do lado de lá. É absolutamente normal depois da convulsão social uma nova reestruturação política surgir.
Aqui no Brasil, o conservadorismo está ainda sendo ensaiado, mas em breve teremos uma sigla conservadora que mudará os rumos da política e do engajamento da população; por isso tantas máscaras caindo, tantos desligamentos e decepções com as figuras públicas, os demais partidos e movimentos já sabem desse surgimento e precisam articular para não esvaziar e perder o principal: O apoio popular.
Toda vez que você assistir um "de direita" tomando uma atitude contrária ao atual governo, lembre-se, ele não está contra Bolsonaro, ele apenas faz parte de outro movimento, que não o conservador.
O alvo não é o presidente, e sim, o gigante sugador de votos que está chegando.

Raquel Brugnera

Pós Graduando em Comunicação Eleitoral, Estratégia e Marketing Político - Universidade Estácio de Sá - RJ.

Isenção de vistos proporciona o maior crescimento do turismo no Brasil nos últimos 16 anos


O Presidente da República estava certo, mais uma vez. A isenção de vistos funcionou. O mês de julho teve o maior crescimento de gastos de turismo dos últimos 16 anos. Mais de meio bilhão foi injetado na nossa economia. Bravo Presidente!!!
Isso a extrema imprensa, com manchetes coordenadas nos maiores jornais do país, que encolhem a cada segundo, não dá.
E a “moda” agora é mandar o PR Bolsonaro calar a boca. Até a senadora simone tebet teve o desplante de mandar o PR calar-se. Isso é falta de decoro.
O autoritarismo revela-se. KimKatakokinho do MBL, mostrou a cara e aprovou a lei da fake news, na verdade, a lei da mordaça, que o PR, o mais atacado de todos, vetou. Mas derrubaram o veto.
Quem coloca a democracia em risco?
Os de sempre, os de esquerda, os corruptos e os criminosos.

Lucia Sweet

Jornalista

Carta Aberta aos “isentões” que tentam rotular os eleitores de Bolsonaro como “arrependidos”


Essa Carta aberta é para os amigos que apesar de não serem "Lula Livre" insistem em tentar rotular os eleitores do Bolsonaro entre os cegos e os que se arrependeram de ter votado nele...
Não amigo, a grande maioria dos eleitores do “Mito” não se arrependeu de votar nele.
Essa imensa maioria, onde eu me incluo, não achava o atual presidente um enviado de Deus. Longe disso....
Na verdade, ele, apesar de diversos defeitos, tem duas grandes virtudes, que nenhum outro candidato jamais teve: Sérgio Moro e Paulo Guedes.
Querido amigo, talvez em uma visão limitada, sem alcance futuro, talvez isso soe engraçado. Mas não, não é.
Junto a isso e ao lado de inúmeras besteiras pontuais, o atual governo tem feito algo que ninguém, na história recente do Brasil, ousou fazer: destruir o aparelhamento é enxugar a máquina do governo.
Uma coisa a gente pode concordar: Quem não entende muito de política achou que seria mais fácil... mas não, não é...
São muitos os que ainda lutam para continuar mamando na teta do governo. Muitos que querem o nosso suado dinheiro para manter seus privilégios... e são muito mais do que era imaginado...
Junto a eles existe a turma dos isentões, como vocês... que ao invés de pensarem em um macro, pensam em um micro.
Uma pena, porque, querendo ou não, você também está nesse barco...
Barco esse que pode, por muitas vezes, dar uma balançada, uma desgovernada.... mas um barco cujo comandante, dentre todos os outros que podiam ser escolhidos, era o único que conseguiria fazer a parte boa que vem fazendo...
As águas são turvas, o comandante inexperiente... mas o trabalho de sua equipe é digno de ser aplaudido de pé!
Forte abraço
(Texto de Flavia Ferronato. Advogada, coordenadora do Movimento Advogados do Brasil)

Bolsonaro diz que Queiroz é “nota dez” e inocentou Flávio em depoimento escrito


Resultado de imagem para bolsonaro dando entrevista
Piada do Ano! Bolsonaro diz que o filho foi inocentado
Naira Trindade e João Paulo Saconi
O Globo

O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado que conhece Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, desde 1984 e que Queiroz “é um cara sem problema, nota dez” e prestou depoimento por escrito, no qual eximiu seu filho de culpa.
— Eu conheço o Queiroz desde 1984. Ele era um soldado da brigada de paraquedista. Entrou na Polícia Militar, veio trabalhar na minha família. É um cara sem problema, nota dez. Teve esse problema. Quem responde por ele é ele, não sou eu — afirmou o presidente, durante agenda em Riacho Fundo, na região administrativa do Distrito Federal.
SEM CONTATO – Bolsonaro disse ainda que não tem mais nenhum contato com o ex-assessor de Flávio e que sequer conhece o paradeiro dele.
— Não existe telefonema para ele, nada. Não sei onde ele está. Parece que a Veja descobriu, como se estivesse foragido. E, pelo que eu sei, ele já prestou depoimento por escrito. E, pelo que eu fiquei sabendo também, exime o meu filho de culpa. Ele responde pelos atos dele — defendeu Bolsonaro.
Em fevereiro, Queiroz depôs por escrito ao Ministério Público do Rio (MP-RJ) e admitiu que ficava com parte dos salários dos funcionários do gabinete de Flávio, mas garantiu que o parlamentar não tinha conhecido das suas ações. O depoimento, no entanto, não sanou todas as dúvidas dos investigadores.
QUEBRA DE SIGILOS – Mesmo após os esclarecimentos, o MP-RJ entrou com um pedido de quebra de sigilo fiscal e bancário de Flávio, Queiroz e outros envolvidos na investigação. O argumento era de que existem indícios de organização criminosa no gabinete do filho do presidente. A Justiça do Rio autorizou em abril o procedimento requisitado pela investigação, que está suspensa desde julho por decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli.
Apesar de não ser considerado foragido pela Justiça e nem esperado para depor às autoridades, Queiroz desapareceu por meses e aumentou a desconfiança que paira sobre ele diante dos indícios investigados pelo Ministério Público de que administrava uma “rachadinha” no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), recolhendo de funcionários parte de seus salários como condição para que fossem contratados.
ACHADO PELA VEJA – Meses depois da última aparição, Queiroz foi localizado pela revista “Veja” esta semana. A publicação diz que ele hoje é morador do Morumbi, bairro nobre da zona sul de São Paulo, e segue em tratamento contra o câncer num dos hospitais mais caros do Brasil, o Albert Eistein.
O presidente tentou explicar a movimentação financeira em torno de R$ 1 milhão que seria referente a um apartamento adquirido por Flávio em 2017.
A transação foi incluída em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), mas o parlamentar afirma que se tratava do pagamento de um título bancário da Caixa Econômica Federal emitido para pagar o apartamento. Flávio não havia, no entanto, mencionado publicamente que teria recebido o dinheiro de Queiroz antes de repassá-lo ao banco.
CASO DO MILHÃO — “Vou repetir para vocês: R$ 1 milhão, o Queiroz tinha dado para ele. Quem pagou essa conta para a construtora foi a Caixa Econômica Federal. Documentado. Passa por ele porque a Caixa comprou a dívida dele. E ele, em vez de dever para a construtora, passa a dever para a Caixa. Isso é uma operação normal” — disse o presidente.
Bolsonaro também mencionou os depósitos fracionados de R$ 2 mil que Flávio recebeu na própria Alerj entre junho e julho de 2017. Depositado via caixa eletrônico, o montante chegou a cerca de R$ 96 mil e também foi identificado pelo Coaf. Segundo o presidente, as frações apenas respeitam o limite dado pelo banco o número máximo de cédulas dentro de um envelope. Trata-se da mesma explicação dada pelo parlamentar, que alegou a intenção de evitar filas e poupar tempo ao justificar o fracionamento das transações.
NO LIMITE — “A questão de depósito de R$ 2 mil. O depósito no envelope lá o limite é R$ 2 mil. Não é para fugir do clássico. Valor de imóveis, comprou imóveis na planta. Os dez. Foi pagando” — disse Bolsonaro, em referência aos imóveis do filho que entraram no radar do Ministério Público.
Já em relação aos repasses de salários feitos por funcionários a Queiroz, os quais o ex-assessor assumiu ter recebido, Bolsonaro defendeu que a questão não está relacionada a si mesmo.
“No restante, se funcionária botava dinheiro na conta de outro, é problema dele, pô. Ele que responda. Eu nunca tive problema com o Queiroz” — finalizou o presidente.

General Heleno alega haver indícios de fraudes e defende revisão nas demarcações de terras indígenas


Heleno diz que laudo da Raposa Serra do Sol foi forjado
Júlia Cople e 
Rayanderson Guerra
O Globo
O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno , afirmou nesta quinta-feira, dia 29, que as demarcações de terras indígenas”merecem ser todas revistas”. Em transmissão ao vivo com o presidente Jair Bolsonaro, Heleno disse que há denúncias e provas na Funai de que existem demarcações forjadas e aumentadas “por gente interessada em lucrar com isso”. “Essas demarcações merecem ser todas revistas, uma vez que há provas de dentro da própria Funai, denúncias de demarcações fraudulentas para terras indígenas. São demarcações que foram forjadas, muito aumentadas em sua extensão por gente interessada em lucrar com isso. O próprio laudo de Raposa Serra do Sol foi colocado em dúvida e, praticamente, comprovado que foi um laudo fraudulento. Todas essas demarcações tem que ser objeto de revisão”, afirmou o ministro-chefe do GSI.
SEM RECURSO – Em dezembro do ano passado, o jornal “Valor Econômico” reportou que o então presidente eleito tinha a intenção de rever a demarcação da reserva indígena na Raposa Serra do Sol, em Roraima. Na ocasião, especialistas explicaram ao O Globo que o plano era inconstitucional. O Supremo Tribunal Federal (STF) havia confirmado, em 2009, a demarcação decretada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com 1,7 milhão de hectares, a reserva era alvo de disputa judicial entre a União, o Estado de Roraima e produtores de arroz. O processo já transitou em julgado na Corte, isto é, não tem recurso possível. A medida ainda violaria o direito dos indígenas à terra, previsto na Constituição.
Segundo Heleno, que não apresentou evidências na transmissão no Facebook, “o próprio laudo da Raposa Serra do Sol foi comprovado que foi um laudo fraudulento”. Reportagem de dezembro do o Globo mostrou que havia na Agência Nacional de Mineração (antigo Departamento Nacional de Produção Mineral) 97 pedidos de pesquisa com o objetivo de viabilizar a mineração na reserva. O secretário-executivo do Instituto SocioAmbiental, André Villas Bôas, explica que a demarcação de terras indígenas “é ato jurídico perfeito” —  termo técnico que se refere a atos que produzem efeitos plenos, imutáveis. Para o consultor jurídico do instituto, Mauricio Gueta, a proposta citada pelo ministro é “hipótese pouco provável”.
JURISPRUDÊNCIA – “Juridicamente, me parece pouco provável [haver revisão], diante da farta jurisprudência do Supremo em relação ao reconhecimento de direitos originários [dos indígenas] e a confirmação de demarcações já efetivadas. Principalmente, inclusive, porque se trata de ato jurídico perfeito. Eventuais alegações de fraude precisam ser comprovadas”, destacou Gueta.
A Constituição não veda a exploração nestes territórios, mas determina que o Congresso Nacional autorize cada caso específico — os requerimentos também são protocolados na agência, responsável por aprovar a atividade mineradora nas outras áreas do país. Na transmissão, Bolsonaro voltou a dizer que não demarcará novas terras indígenas, “a não ser que seja obrigado”. Ele contou que há 200 áreas à espera de demarcação e que, com elas, 20% do território nacional passaria a ser formado por reservas.

Presidente Mauricio Macri joga a toalha: “Não chores por mim, Argentina”…


Resultado de imagem para MAURICIO MACRI
Muito antes da eleição, Macri já aceita sua derrota
Pedro do Coutto
No final da tarde de quinta-feira, em pronunciamento transmitido pela Globonews e publicado nos jornais de sexta-feira, o presidente Mauricio Macri reconheceu erros de seu governo e, fato inédito em confrontos eleitorais, pediu ajuda de Alfredo Gonzales candidato peronista da oposição.  Disse que assim agiu para conter o nervosismo do mercado financeiro.
A Argentina é um país que aceita depósitos internos em dólar e por isso possui uma estrutura muito sensível às variações do câmbio.
VOLTA DO PERONISMO – Com essas palavras, na realidade fortaleceu o opositor que já o derrotara nas primárias de agosto por 47 a 32. As urnas argentina vão receber os sufrágios na segunda quinzena de outubro. Ao que tudo indica o peronismo de Gonzales e Cristina Kirchner retornará à Casa Rosada.
Acredito que o recuo de Macri pode ter encontrado sua síntese na bela canção de Andrew Webber e Tim Rice, “Não chores por mim, Argentina”. O musical, calcado na imagem de Evita Perón, alcançou grande sucesso em New York, Rio de Janeiro e na própria Buenos Aires.
E O PIB DO BRASIL? – O ministro Roberto Campos, avô do atual presidente do Banco Central, sempre destacava que em matéria de percentuais estatísticos suas incidências teriam que explicar sobre quais valores absolutos elas se nortearam. Isso porque o crescimento de 0,4% encontrado pelo IBGE no segundo trimestre do ano foi um fato.
Porém, se compararmos essa fração sobre o recuo no período janeiro, fevereiro e março. vamos encontrar uma leitura diferente. Não só porque o crescimento do PIB ficou abaixo da taxa demográfica de 1% a/a, mas sobretudo porque, projetada sobre o resultado dos três meses iniciais de 2019, isso não tem correspondência com a euforia do setor econômico.
Devo frisar que a taxa a que me referi é anual. No trimestre portanto o aumento da população é de 0,25%. O país pode ter evitado cair em recessão. Mas a comparação tem que se estender a um prazo maior do que o de 90 dias.
OUTRO ASSUNTO – O presidente Jair Bolsonaro elevou o ministro Sérgio Moro à condição de patrimônio nacional. Isso de um lado. De outro iniciou a campanha pela sua própria sucessão em 2022. Tanto assim que passou a atacar o governador João Dória, possível candidato do PSDB.
Resta saber de que lado ficará Moro, quando chegar a hora H.

Bolsonaro entre três nomes para Procuradoria mas sem data definida de anúncio


Decisão deve ser tomada somente após o dia 17 de setembro
Fábio Fabrini
Folha
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta sexta-feira, dia 30, que a escolha do novo procurador-geral da República está entre três nomes, mas não tem data para ocorrer. Em entrevista na saída do Palácio da Alvorada, ele não quis, no entanto, informar quais são os cotados. “Você está querendo demais”, respondeu, ao ser questionado pela imprensa. Como a Folha já havia antecipado em 20 de agosto, Bolsonaro admitiu que sua decisão pode ser tomada depois de 17 de setembro, quando vence o mandato da atual ocupante do cargo, Raquel Dodge. Segundo relatos feitos à Folha, o presidente tem se incomodado com o movimento de grupos para emplacar nomes de seu interesse. Até o Supremo Tribunal Federal (STF) tem participado do processo.
Nessa hipótese de empurrar a escolha, assumiria interinamente o vice-presidente do Conselho Superior do Ministério Público Federal, subprocurador Alcides Martins, por tempo indeterminado. “Pode continuar interino por um tempo, mas vocês perderam todas até agora, hein? Não ganharam nenhuma”, declarou, referindo-se às especulações de jornalistas sobre sua decisão a respeito. No caso de o presidente atrasar sua indicação, quem assumiria de forma interina é o subprocurador-geral Alcides Martins. No começo deste mês, Martins, um dos mais antigos membros ativos no Ministério Público Federal, foi eleito vice-presidente do Conselho Superior do MPF.
CONSERVADOR – Descrito como um homem de perfil conservador, ligado à Igreja Católica e à comunidade portuguesa, Martins, 70, tornou mais palatável para o governo uma eventual interinidade na PGR. Nascido em Portugal, ele se formou em direito pela Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) em 1975 e tem mestrado em ciências jurídico-criminais pela Universidade de Coimbra. Já deu aula em diversas faculdades e ocupou vários cargos no Ministério Público Federal, no qual ingressou em 1984.
Em conversas reservadas, o presidente tem dito que quer um nome que não seja próximo do ex-procurador-geral Rodrigo Janot e que não mantenha em sua equipe a procuradora federal dos Direitos do Cidadão Deborah Duprat, que tem questionado medidas da atual gestão. Para evitar um desgaste tanto com a categoria como com os ministros do Supremo, Bolsonaro foi convencido a escolher o nome de um subprocurador-geral, cargo do topo da carreira, e que faça parte do MPF, reivindicação apresentada em sondagens informais feitas pelo Planalto.
MORO – Na entrevista desta sexta-feira, o presidente fez questão de frisar que é boa sua relação com o ministro da Justiça, Sergio Moro, desautorizado por ele publicamente ao dizer que é quem manda na Polícia Federal. Nesta quinta-feira, dia 29, em evento no Planalto, o presidente fez afagos ao ministro em tentativa de amenizar o clima de crise. “Até a fofoca com o Moro [vocês, da imprensa] perderam também. O Moro está até em contato demais comigo”, comentou o mandatário.
O presidente ironizou o centrão, bloco de deputados mais numeroso da Câmara, e disse que vai vetar trechos dos projeto de abuso de autoridade aprovado pela Casa. O texto estabelece punições mais rígidas para investigadores e juízes que extrapolam os direitos e os deveres do cargo. “Vou atender ao meu centrão. Meu centrão é o Moro, o Paulo Guedes [ministro da Economia] e o Tarcísio [Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura]”, afirmou. “Vai ter veto ali, na questão de algemas. Lógico que vai ter.” O presidente disse, sem dar detalhes, que sua postura na questão não será, contudo, populista. “Em alguns casos, o abuso de autoridade existe, nós não queremos é interferir no trabalho de combate à corrupção, que é importantíssimo para o Brasil”, declarou.

“É melhor do que buscar dinheiro no Queiroz Investimento”, ironiza Frota sobre críticas de Bolsonaro a Doria


O neotucano acusou Bolsonaro de “brigar sozinho”
Igor Gielow
Folha
O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP), que esteve no centro da disputa entre Jair Bolsonaro (PSL) e João Doria (PSDB), ironizou as críticas do presidente ao governador paulista por ter utilizado financiamento do  Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para comprar um jatinho. “É mais honesto e coerente empresários buscarem financiamento no BNDES. É melhor do que buscar dinheiro no Queiroz Investimento”, disse, se referindo a Fabrício Queiroz, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro que está sendo investigado por movimentações financeiras suspeitas e laços com milicianos quando era chefe de gabinete do filho do presidente na Assembleia Legislativa do Rio.
CRÍTICO – Frota foi um dos mais vocais apoiadores de Bolsonaro na campanha, mas progressivamente se afastou do presidente. Acabou expulso do partido de Bolsonaro, o PSL, abrindo a oportunidade para que Doria o convidasse a ingressar no PSDB. É crítico do que chama de “radicais olavistas” em torno do presidente, citando o guru dos filhos de Bolsonaro e de alguns ministros, Olavo de Carvalho —“Herculano Quintanilha da Virgínia”, segundo Frota, associando o escritor que mora naquele estado americano ao vigarista vivido por Francisco Cuoco na novela “O Astro” (1977-78). O presidente criticou Doria na noite de quinta-feira, dia 29, quando disse que ele havia “mamado nas tetas do BNDES” nos governos do PT.
Assim como outro potencial rival na eleição de 2022, o apresentador Luciano Huck, o governador utilizou uma linha de financiamento feita para facilitar a venda de aviões executivos da fabricante paulista Embraer. Bolsonaro já havia feito referência à compra de Huck, e agora foi para cima de Doria. “Ele está brigando sozinho, como já brigou com o [presidente da Câmara] Rodrigo Maia (DEM-RJ), com o [presidente do Senado] Davi Alcolumbre (DEM-AP) e comigo”, afirmou Frota. “Se tem alguém está errado é quem trabalha para mudar a direção da Polícia Federal e da Receita Federal, quem mudou o Coaf, para segurar as investigações sobre o Flávio Bolsonaro.”
DISPUTA – O deputado foi até aqui um dos principais troféus de Doria em sua disputa com Bolsonaro, mas sua filiação é contestada por integrantes da velha guarda do tucanato, que apontam críticas feitas por Frota contra o então candidato a presidente Geraldo Alckmin (PSDB) como incompatíveis com sua presença no partido. “O João Doria está fazendo o que um governador tem de fazer, está na Alemanha fechando contratos para o Brasil, enquanto o Bolsonaro está aqui arrumando confusão, buscando arrumar confusão com pessoas que trabalham em prol do Brasil. Bolsonaro não pode esquecer que votou com o PT justamente para criar esse financiamento legal que o Doria e mais 134 empresários utilizaram”, afirmou.
Para Frota, o presidente está sendo “extremamente hipócrita” e “mais uma vez, abre a boca de maneira errada”. “Ninguém está contra o Bolsonaro, ele só tem de parar de falar besteira. Todo dia ele escolhe um personagem para criar uma polêmica, ele não vive sem isso”, disse. Doria já havia respondido a Bolsonaro na Alemanha, onde visita instalações da Volkswagen e anunciou um investimento da empresa alemã de R$ 2,4 bilhões em São Paulo, dizendo que “nunca precisou mamar em teta nenhuma”. Para aliados do governador, a agressividade de Bolsonaro é um recibo passado às movimentações recentes do tucano.
Como elegeu-se apoiado pelo dito voto BolsoDoria no segundo turno de 2018 e transita numa faixa de eleitorado próxima à do presidente, Doria tem feito gestos para buscar diferenciar-se do ocupante do Palácio do Planalto. A filiação de Frota foi um dos eventos mais recente desta narrativa. Nesse contexto, a crítica direta de Bolsonaro é bem-vinda para o governador, mas alguns de seus estrategistas temem que antecipação do debate de 2022 acabe desgastando Doria de forma precoce, em especial se houver uma recuperação econômica mais vigorosa à frente.

Toyota Hilux GR terá motor V6 4.0 a gasolina na Argentina

Toyota Hilux GR terá motor V6 4.0 a gasolina na Argentina
Durante uma convenção de concessionários na Argentina, a Toyota revelou aos presentes a decisão de aumentar a potência da picape Hilux, que é fabricada em Zárate, na província de Buenos Aires.
A Hilux em nova versão GR terá motor V6 4.0 abastecido com gasolina para dar performance adequada à opção esportiva do modelo, que atualmente é equipado com motor diesel 2.8 de 177 cavalos.
Esse propulsor 1GR-FE é o mesmo que já foi usado na SW4, tanto a anterior quanto a atual, mas durou pouco por aqui, entregando 238 cavalos e 38,3 kgfm. Ele será inserido na nova versão GR a ser desenvolvida pela Gazoo Racing e substituirá a atual GR Sport por lá.
Entretanto, em relação à potência, de acordo com o site Autoblog, a Toyota deve adicionar a versão do 1GR-FE usado no SUV Land Cruiser Prado, que tem 275 cavalos e 38,7 kgfm. Isso daria ao modelo uma performance bem superior à atual versão GR Sport.
Toyota Hilux GR terá motor V6 4.0 a gasolina na Argentina
No entanto, por ser um motor a gasolina, dificilmente cairá no gosto dos compradores brasileiros, que preferem quase que totalmente o diesel como combustível de suas picapes. Pelo jeito, a ação deverá ser localizada, da mesma forma que no caso da SW4 V6 4.0, que nunca foi vendida na Argentina, embora fosse feita em Zárate.
Apesar da potência interessante, por conta do combustível, não deve se tornar uma rival da Volkswagen Amarok V6 3.0, que é abastecida somente com diesel e até o fim do ano, segundo os argentinos, terá sua potência elevada de 225 cavalos para 261 cavalos.
Aqui, provavelmente a versão GR Sport se mantenha sem alterações. Já no caso da VW, sem rivais, a Amarok continuará reinando como picape média mais potente, da mesma forma que do outro lado da fronteira, onde a Mercedes-Benz Classe X não será mais fabricada.
Lá, os hermanos ainda possuem a importada Ford Ranger Raptor, mas esta dispõe de 213 cavalos no novo motor EcoBlue 2.0.
[Fonte: Autoblog]

Utilitário do Polo: VW confirma SUV cupê que brigará com jipe do Argo


O segmento de utilitário-esportivos (SUVs) é a galinha de ouro da indústria automotiva. Desde a explosão da categoria nos anos 1990, fabricantes buscam novas variantes desses automóveis de suspensão elevada, formas robustas e com capacidade (ou não) para encarar o fora de estrada. E depois da febre dos jipinhos compactos como Renegade, Kicks e T-Cross, a tendência que se desenha é a dos pequenos SUVs cupês.
Na semana passada, o presidente da FCA, Antônio Filosa, em entrevista exclusiva ao HD Auto, confirmou que um dos dois utilitários (que a Fiat lançará a partir de 2021) terá carroceria muito fiel ao conceito Fastaback, mostrado no salão de São Paulo. O SUV conceitual foi uma das sensações da mostra paulistana, com a identidade visual herdada da picape Toro.
PUBLICIDADE

Agora, a diretoria da Volkswagen acaba de anunciar que irá produzir um SUV cupê, desenhado pelo time de designers brasileiros, chefiado por José Carlos Pavone. Batizado de New Urban Concept, o jipinho será construído sobre a plataforma MQB, que é empregada no Polo, Virtus e T-Cross. Seu rival não será o Fastback, mas o futuro SUV que será fabricado sobre a base do Argo.
Cupê do povo
Segundo a VW, o modelo faz parte do plano de investimentos de R$ 7 bilhões que a VW fará no Brasil até 2020. Além disso, o cupê é o primeiro produto desenvolvido no Brasil que terá abrangência global. “É uma receita única no segmento que ele irá ocupar. Será a democratização de um estilo hoje oferecido apenas em modelos de segmentos premium”, afirma o presidente da Volkswagen América Latina, Pablo Di Si.
Atualmente, os utilitários com carroceria do tipo cupê (com teto mais baixo e coluna traseira inclinada) figuram num segmento de luxo. Nicho dominado pelos alemães X6, X4 e X2, da BMW. Assim como GLE e GLC Coupé, da Mercedes, Porsche Macan e Cayenne Coupé e o novíssimo Audi Q3 Sportback e o caríssimo Lamborghini Urus.
O carro
Ainda é cedo para afirmar sobre o conjunto mecânico do novo VW, mas certamente ele irá utilizar os motores que já equipam os irmãos de plataforma.
Certamente repetirá a mesma receita do T-Cross, com opção 1.0 turbo de 128 cv e caixa manual, na opção de entrada, subindo para 1.0 automático até chegar na versão topo de linha com motor 1.4 de 150 cv e caixa de seis marchas.

Teste Kwid: apesar do visual desbravador, a selva desse Renault é a cidade


Este é meu quarto encontro com o Renault Kwid. E digamos que foi o mais cordial deles. Isso porque nunca engoli aquela estratégia de marketing de vender o subcompacto como um SUV. Por mais que atenda a três dos cinco “dogmas” do Inmetro para ser chamado de tal (altura livre, ângulo de ataque e ângulo de saída), fato é que o pequenino é um carrinho citadino nato.
O visual tenta dizer o contrário. Afinal, ele é patolinha, com vincos e moldura nas caixas de rodas que tentam vender uma robustez que não condiz com a realidade. O Kwid é pequeno, muito pequeno. Ele é apertado, não apenas por causa do comprimento, mas por ser estreito. No entanto, esses pontos que podem soar negativos se tornam os principais trunfos em seu verdadeiro habitat: a cidade.
A silhueta diminuta faz dele um carro imbatível no trânsito. É possível estacionar em qualquer brecha entre dois carros. E, por ser estreito, passa por frestas no congestionamento como nenhum outro carro. Apenas o Smart ForTwo ou Fiat 500 conseguem tamanha desenvoltura no caos urbano.
Testamos a versão Outsider, que chega para ocupar o topo de linha do Kwid. A versão ganhou acabamento diferenciado, como novos apliques no entorno dos faróis de neblina e nas laterais. Acabamento interno exclusivo e inclusão dos sistemas Apple CarPlay e Android Auto ao módulo MédiaNav Evolution.
Trata-se de um banho de loja que qualifica um pouco mais o carrinho. O preço de R$ 44.990 faz dele opção interessante para quem busca conteúdo e não pode ir além desse valor.
Visualmente, as alterações não trazem nenhum tipo de benefício prático. O Kwid é um carrinho simpático por essência. Por dentro, o incremento na conectividade e a câmera de ré tornam a vida urbana mais prática. Como já foi dito é possível espremer esse carro em qualquer cantinho, e a câmera garante que o você não irá dar nenhum beijinho no para-choque alheio.
Raio-x Renault Kwid Outsider 1.0
O que é?
Hatch sub-compacto de cinco lugares.
Onde é feito?
Produzido na unidade São José dos Pinhais (PR).
Quanto custa?
R$ 44.990
Com quem concorre?
O Kwid disputa mercado apenas com o Fiat Mobi, uma vez que o Up perdeu a versão “aventureira”. Assim, a versão Outsider concorre com o Mobi Way 1.0 (R$ 43.490).
No dia a dia
É um carro genuinamente citadino. O visual aventureiro e a chancela de SUV têm apelo emocional e não prático. Na cidade ele resolve muito bem, pois, por ser pequeno e estreito, é muito fácil serpentear no trânsito, assim como encontrar vaga.
Por dentro ele é apertado. Colocar cinco pessoas no Kwid é um desafio às leis da física. Quatro pessoas viajam com dignidade, mas sem folga. Por ser um carro diminuto, os 290 litros do porta-malas surpreendem.
O acabamento é simples, mas o acabamento exclusivo da versão, assim como a tela multimídia (com câmera de ré, Android Auto e Apple Carplay) e itens como ajuste elétrico dos retrovisores dão um toque de refinamento ao carrinho.
Motor e transmissão
A unidade três cilindros 1.0 de 70 cv está longe do fôlego da do motor 1.0 de 82 cv que equipa Sandero e Logan. Mas por ser um carro leve, os 9,8 mkgf de torque acabam sendo suficientes. O problema é quando se viaja com passageiros, aí o carrinho sofre e é preciso elevar muito a rotação para arrancar ou vencer ladeiras.
E como a relação de marchas privilegia a entrega de torque e a cavalaria é baixa, o Kwid é um carro que leva a vida dentro da lei e dificilmente consegue superar a barreira dos 120 km/h. É até engraçado, o motor cheio, aquela ventania reverberando na cabine e o velocímetro marca 80 km/h. Mas para andar na cidade, não é preciso mais que 60 km/h. É ou não é?
Como bebe?
O Kwid tem como ponto forte a economia, muito em função do baixo peso, menos de 800 kg. Abastecido com gasolina, a unidade testada registrou média de 15,8 km/l no trajeto urbano, com alguns trechos de vias expressas.
Suspensão e freios
A suspensão utiliza conjunto McPherson na frente e eixo rígido atrás. O acerto é firme e ele responde com solavancos, buracos e quebra-molas. Os freios receberam discos ventilados, na frente, que os tornaram mais eficientes.
Pontos positivos
Consumo
Conteúdos da versão
Pontos negativos
Espaço interno
Acabamento

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Primavera Mecânica: três medalhões que chegam em setembro


Tradicionalmente, o mercado de automóveis é pautado pelas grandes mostras internacionais. Detroit, Genebra, Paris, Frankfurt e Xangai, que norteiam as novidades dos meses seguintes. No Brasil, o principal balizador é a Bienal do Automóvel de São Paulo. É quando novidades expressivas são apresentadas.
No entanto, em ano que não tem salão, os lançamentos são pulverizados. Mas setembro promete ser um mês atípico. Além de marcar o início da primavera, concentrará três dos mais importantes lançamentos do ano: a nova geração do Toyota Corolla, o novo Chevrolet Onix Sedan e o Hyundai HB20 repaginado. São três modelos estratégicos no mercado brasileiro e que, juntos, correspondem a mais de 10% dos emplacamentos em 2019. São 143,4 mil unidades num universo de 1,33 milhão de automóveis e comerciais leves comercializados.
Corolla 
O primeiro lançamento ocorre já no início do mês. Na próxima semana, a Toyota apresenta o novo Corolla, que chega com estilo atualizado e mais jovial. O sedã que anota 32 mil unidades nos primeiros sete meses do ano vende mais que a soma de seus concorrentes Honda Civic e Chevrolet Cruze.
O Corolla tem como grande novidade a versão híbrida flex. Ao invés de apostar em motores turbo, a Toyota recorre a uma tecnologia que já domina há 20 anos. Irá utilizar o conjunto mecânico do Prius, que combina uma unidade elétrica de 72 cv e 16,6 mkgf de torque, com uma unidade 1.8 de 98 cv e 14,4 mkgf de torque. Juntos, entregam 123 cv.
Chevrolet Onix Sedan
Onix Sedan
O segundo lançamento do mês será o Onix Sedan. O modelo chega para ocupar a vaga das versões mais sofisticadas do Prisma e deverá aposentar o veterano Cobalt. O sedã tem sido flagrado sem disfarces no interior de São Paulo, onde a GM faz seus últimos testes.
O modelo estreará no novo motor 1.0 turbo de aproximadamente 125 cv e 18 mkgf de torque. Outro recurso que tem sido prometido é a conexão 4G integrada, como no Cruze.
Por meio de um chip SIM instalado no carro, a banda larga permitirá utilizar aplicações da central MyLink, mas pode ser compartilhada com demais aparelhos à bordo.
Toyota Corolla
HB20
Com 50 mil unidades em 2019, a terceira novidade será [/TEXTO]a segunda geração do Hyundai HB20, na segunda quinzena. Apesar de manter a mesma plataforma e medidas, o carrinho passou por uma pesada reformulação visual. O principal destaque é o motor 1.0 turbo, com injeção direta, que substitui a unidade 1.6.

BMW lança X5 blindado que segura tiro de fuzil


O “mercado” da violência sempre foi muito rentável e BMW resolveu explorar o nicho com o X5 Protection VR6, versão blindada do utilitário-esportivo (SUV) que acaba de ser apresentada na Europa. O jipão foi desenvolvido para atender “demandas” de consumidores que correm risco de ataques, sequestros em mercados “promissores” como América do Sul, África e Rússia.
Segundo a BMW, o X5 atende às especificações de proteção VR6, que suporta impactos de explosivos e até mesmo disparos de fuzis de calibre 7.62, como os utilizados nos rifles AK-47 e no belga FAL.

Ranger Raptor conta “migalhas de pão” para não se perder


Os irmãos Wilhelm e Jacob Grimm são tão importantes para a literatura como Honoré de Balzac e Machado de Assis. E além de imortalizar seus contos de fada que seguem sendo lidos e assistidos geração por geração, um dos elementos da obra “João e Maria” foi incorporado no sistema de navegação da Ranger Raptor, vendida na Europa.
Trata-se de uma “trilha de migalhas de pão” virtual, que, como na literatura, deixa marcado o caminho percorrido e orienta o motorista na hora de voltar. No caso da história, as migalhas foram comidas por bichos da floresta e os irmãos acabaram caindo na doce arapuca da bruxa. Já no caso da Raptor, o trajeto percorrido fica gravado no GPS.
O recurso é interessante, principalmente no caso da Raptor, um carro feito para uso fora de estrada e com capacidade para trafegar em terrenos onde não existe estrada e nem mesmo sinalização. Dessa vez a bruxa ficou sem a janta!

Fiat Uno completa 35 anos de produção em Betim; confira evolução


O Fiat Uno chegou ao mercado em agosto de 1984 e chamava atenção pelas formas minimalistas, bem diferentes do antecessor 147, assim como dos demais compactos – Ford Escort, Chevrolet Chevette (hatch), Volkswagen Fusca e até mesmo seu irmão recém-chegado, o Gol.
Não demorou para ser apelidado de “botinha ortopédica” e, ao longo de 35 anos, o Uno acumulou 4 milhões de unidades produzidas, divididas em duas gerações. A mais recente já tem quase 10 anos de mercado. Mas longevidade nunca foi um problema para esse carrinho, que esperou 26 anos pela primeira reformu-lação completa.
Em todos esses anos, o Uno passou por diversos momentos. Foi o primeiro automóvel 1.0 do mercado, em 1991, que lhe rendeu a versão Mille, simbolizando a era dos carros populares, com tributação do IPI mais baixa.
O sobrenome Mille acabou se tornando o nome da primeira geração, quando a segunda chegou ao mercado. O carrinho também foi o primeiro modelo a receber ignição eletrônica.
Turbo
Quando se fala em Fiat Uno, é praticamente imediata a lembrança do Uno Turbo, versão de alto desempenho que estreou em 1994 como uma evolução do maneiro 1.5R.
O carrinho foi o pioneiro em adotar um motor equipado com turbocompressor. O bloco 1.3 entregava espantosos 105 cv e exigia um radiador de óleo para que o lubrificante não fervesse dentro dos dutos do bloco. Mas todo esse calor tinha um propósito e o Uninho acelerava de 0 a 100 km/h em 9,8 segundos.
Queda de posto
Mas com a chegada do Palio, em 1996, a Fiat reposicionou o Uno para a base da gama até restar apenas a versão Mille, que ficou em linha até dezembro de 2013, quando recebeu a edição de despedida Grazie Mille, numerada em 2 mil unidades. A produção esgotou rapidamente no início de 2014.
Segunda geração
A Segunda geração foi lançada em 2010, com formas mais arredondadas, e segue em linha até hoje. Nesses nove anos, já passou por duas plásticas. Atualmente, o Uno se posiciona entre o Mobi e o Argo. O carrinho é oferecido com motores 1.0 (três cilindros), 1.0 (quatro cilindros) e 1.3, partindo de R$ 46,5 mil.

Placebo mecânico: Estudantes comprovam que filtro esportivo sozinho não aumenta potência


SEM BULA – Segundo os estudantes, mudar a peça, sem ajustar a central eletrônica, não traz ganhos práticos
SEM BULA – Segundo os estudantes, mudar a peça, sem ajustar a central eletrônica, não traz ganhos práticos
Muita gente busca melhorar o comportamento do próprio automóvel, seja para ele ficar mais esperto ou consumir menos. E tem muita gente que promete melhor desempenho com soluções simples. São pastilhas que prometem reduzir consumo, assim como peças que “garantem” que o popular terá fôlego de supercarro. Uma das receitas mais comuns, e que não exige muito conhecimento técnico, é a troca do filtro de ar por um do tipo esportivo.
Os filtros esportivos prometem ganho de potência. Por terem menor restrição, o motor faz menos esforço para sugar o ar. E em tese o raciocínio é mais que correto. Afinal, quanto mais livre for a admissão, menor é o esforço, que pode ser traduzido em ganho de potência.
Mas por trás de um raciocínio simplório há questões de engenharia que não são levadas em consideração. E o resultado pode ser um pequeno prejuízo, ou um problemão.
No laboratório
Para comprovar se o filtro esportivo realmente torna o carro mais esperto, dois alunos de Engenharia Mecânica resolveram levar a peça para o laboratório e testar cientificamente a real eficácia dela no motor de um carro convencional.
A pesquisa faz parte do trabalho de conclusão de curso produzido pelos estudantes Lucas Costa Fagundes e Raylan Rodrigues e comprova que a troca do filtro de ar convencional por um do tipo esportivo não aumenta o desempenho do motor, como prometido nas propagandas do varejo. É o que explica o professor Luiz Flávio Vieira Brant, que orientou os alunos na pesquisa.
A proposta não é condenar a peça, mas oferecer ao consumidor informações que podem orientá-lo sobre os reais efeitos dos componentes. “Assim, poderemos desmistificar e também ratificar peças e produtos que estão no mercado”, comenta Brant.
Dinamômetro
Para comprovar se realmente ocorria ganho de potência e torque com a troca do filtro, os alunos ligaram o motor num dinamômetro e perceberam que não havia diferença na potência aferida quando se usava o filtro convencional e o esportivo. “O trabalho comprovou que a simples troca não eleva a potência e o torque do motor. Para que se tenha um ganho real é necessário reprogramar a central eletrônica”, explica o professor.
Eles então recorreram a um Tubo Pitot (igual ao usado na aviação para mensurar a velocidade externa do ar) para descobrir se ocorria, ou não, aumento do fluxo de ar com o uso do filtro esportivo, que tem menor restrição que os convencionais.
“Com o uso do Tubo Pitot comprovamos que há um acréscimo de 30% a 40% do fluxo ar. O problema é que todo esse volume esbarra na borboleta de admissão. E quando há uma pressão maior que a ideal, a central eletrônica emite um sinal para regular a abertura da borboleta para que não entre mais ar do que o ideal”, explica.
É por isso que se faz necessária a reprogramação da central eletrônica. Pois ela irá ajustar a admissão para receber o maior fluxo de ar e a injeção de combustível para que se tenha uma proporção ideal.
Placebo
Na prática, Fagundes explica que somente a troca não traz benefício, mas também pode aumentar o consumo e as emissões, pois o motorista, não obtendo melhor comportamento, tenderá a pisar mais forte.
“É preciso entender que o desenvolvimento de um carro segue uma série de determinações de engenharia, mas também de legislação. Os carros são projetados garantir que irão atender as exigências de emissões e consumo quando estiverem no mercado”, observa.
Outro fator sobre os filtros de ar, que serão tema de uma pesquisa futura, têm relação com a capacidade de absorção de impurezas. “O próximo passo é descobrir se esses filtros, por permitirem maior fluxo de ar, deixam passar impurezas para as câmaras de combustão, o que pode ser um grande problema”, sinaliza.
Então fica a dica: só a troca do filtro não garantirá mais vigor ao seu “puro-sangue”!

Audi: Nova geração da RS6 Avant marca o jubileu da linhagem esportiva


Em suas quatro gerações, a Audi sempre fez questão de evidenciar a índole impetuosa da perua. Mas além das largas ponteiras de escapamento, assim como as grandes tomadas de ar frontais, a nova geração recebeu apliques e difusores que deixam seu desenho ainda mais agressivo. E completam o pacote visual as rodas aro 22 e os para-lamas alargados em 40 mm para comportar as bitolas mais largas.
Por dentro, é como se fosse um carro de corridas, com bancos esportivos, acabamento que mistura couro, alcântara, alumínio, além de três monitores digitais: um no quadro de instrumentos, outro para multimídia e um terceiro para ajustar a climatização.
Monstruosa
A perua derivada do A6 sempre foi e continuará sendo o carro-chefe da linhagem esportiva. E as razões são óbvias: ela segue como a sucessora da RS2 (foto ao lado), com sua corpulenta carroceria de quase duas toneladas e um motor V8 biturbo 4.0 de 600 cv e 80 mkgf de torque, que fez desse Audi um dos modelos mais potentes da marca. Para se ter uma ideia, essa perua acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,6 segundos e atinge a velocidade máxima de 305 km/h, quando equipada com o pacote Dynamic Plus.
A perua furiosa ainda conta com transmissão automática de oito marchas e tração integral, que distribui o torque em 40% para as rodas da frente e 60% nas traseiras, por meio de um diferencial central. Mas ela pode transferir até 75% para o eixo dianteiro e até 85% para o eixo traseiro, o que garante à RS6 Avant uma performance que desafia às leis da física.
Assim, depois de 25 anos, a Audi segue soberana no segmento de peruas de alto desempenho, vendo ao longe, no retrovisor, a Mercedes E 43 AMG, além de uma breve lembrança da finada BMW M5

Nova geração de RS6 Avant marca o jubileu da linhagem esportiva da Audi


A perua RS6 Avant chega à quarta geração mantendo a tradição de ser um dos automóveis mais poderosos da marca
A perua RS6 Avant chega à quarta geração mantendo a tradição de ser um dos automóveis mais poderosos da marca
No mercado de carros esportivos, cupês e conversíveis sempre tiveram grande protagonismo. Seja na indústria americana, inglesa, italiana, alemã ou japonesa, automóveis de visual esguio, capôs longos e traseira curta sempre tiveram predileção para ganharem pacotes de alta performance. No entanto, em 1994 a Audi resolveu apostar num nicho diferente. Junto com a Porsche, desenvolveu o RS2, uma perua encapetada, que deu origem à linhagem RS, que é a abreviação de RennSport, que numa tradução do alemão significa “corrida”. Agora ela chega aos 25 anos com a nova RS6 Avant.
Visual
Em suas quatro gerações, a Audi sempre fez questão de evidenciar a índole impetuosa da perua. Mas além das largas ponteiras de escapamento, assim como as grandes tomadas de ar frontais, a nova geração recebeu apliques e difusores que deixam seu desenho ainda mais agressivo. E completam o pacote visual as rodas aro 22 e os para-lamas alargados em 40 mm para comportar as bitolas mais largas.
Por dentro, é como se fosse um carro de corridas, com bancos esportivos, acabamento que mistura couro, alcântara, alumínio, além de três monitores digitais: um no quadro de instrumentos, outro para multimídia e um terceiro para ajustar a climatização.
Monstruosa
A perua derivada do A6 sempre foi e continuará sendo o carro-chefe da linhagem esportiva. E as razões são óbvias: ela segue como a sucessora da RS2, com sua corpulenta carroceria de quase duas toneladas e um motor V8 biturbo <CW7>4.0 de 600 cv e 80 mkgf de torque, que fez desse Audi um dos modelos mais potentes da marca. Para se ter uma ideia, essa perua acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,6 segundos e atinge a velocidade máxima de 305 km/h, quando equipada com o pacote Dynamic Plus.
A perua furiosa ainda conta com transmissão automática de oito marchas e tração integral, que distribui o torque em 40% para as rodas da frente e 60% nas traseiras, por meio de um diferencial central. Mas ela pode transferir até 75% para o eixo dianteiro e até 85% para o eixo traseiro, o que garante à RS6 Avant uma performance que desafia às leis da física.
Assim, depois de 25 anos, a Audi segue soberana no segmento de peruas de alto desempenho, vendo ao longe, no retrovisor, a Mercedes E 43 AMG, além de uma breve lembrança da finada BMW M5 Touring.

Caso de Gleisi deve ir para as mãos de Bonat, o temido substituto de Moro


Gleisi Hoffmann, a ex-senadora e eterna difamadora do ex-juiz Sérgio Moro, a ‘amante’ nas planilhas de propina da Odebrecht, deve ter o seu julgamento encaminhado bem mais rápido do que ela imaginava.
Sabedora de que sua reeleição para o senado seria impossível, a espertalhona saiu candidata a deputada federal, a fim de manter o infame foro privilegiado.
Como candidata a Câmara Federal foi eleita até com razoável facilidade. O petismo e os incautos petistas sobrevivem e ainda são numerosos.
Entretanto, Gleisi acaba de ser surpreendida com uma investida inesperada.
A Procuradora-Geral da República Raquel Dodge entende que a ‘amante’, nos supostos crimes cometidos na Organização Criminosa petista não faz mas jus ao foro especial.
A PGR argumenta que os crimes foram perpetrados quando ela era senadora e que agora, como deputada, já não estão mais relacionados ao atual mandato.
A decisão cabe ao ministro Edson Fachin.
Tudo indica que Gleisi deve ir para Curitiba, sua terra por sinal.
E será julgada pelo juiz Luiz Antônio Bonat, que tem se mostrado tão justo e implacável quanto o seu antecessor.
da Redação

Prepare uma versão leve de um clássico Estrogonofe

Tirolez

Para o fim de semana, aproveite e convide toda família para provar a deliciosa receita fit da Tirolez
Tornar o fim de semana mais agradável pode ser mais simples do que você imagina. Que tal preparar uma refeição com ingredientes leves, mas sem perder o sabor?
A Tirolez, uma das mais tradicionais marcas de laticínios do País, ensina a fazer o Estrogonofe de Frango Fit. Pronto em 40 minutos, é perfeito para convidar todos a provar essa receita repleta de amor.
Confira:
Estrogonofe de Frango Fit

Ingredientes:
1 embalagem de Queijo Cottage Tirolez Salsinha a gosto
1 colher (sopa) de azeite
1/2 cebola picada
300 g de peito de frango em cubos, temperado com sal, pimenta-do-reino e azeite 
100 g de palmito
100 g de champignon
1/2 lata de tomate pelado ou 2 tomates sem pele e sem semente picados
1 colher (sopa) de mostarda
1 colher (sopa) de molho inglês
1 colher (chá) de sal
Modo de Preparo
- Refogue a cebola no azeite e, quando murchar, junte o frango. Misture até o frango cozinhar.
- Acrescente o palmito, o champignon e o tomate pelado. Cozinhe por 3 minutos.
- Junte a mostarda, o molho inglês, o sal e o Queijo Cottage Tirolez.
- Por fim, acrescente salsinha picada.

Saiba mais curtindo as redes sociais da marca ou acesse o site
www.tirolez.com.br

Sobre a Tirolez

Fundada há 39 anos, a Tirolez é uma das mais tradicionais marcas de laticínios do País. Com mais de 1.600 colaboradores, a empresa dispõe de seis fábricas e um Centro de Distribuição em São Paulo. Suas fábricas localizam-se em Minas Gerais (Tiros, Arapuá e Carmo do Paranaíba), em São Paulo (Monte Aprazível e Lins) e em Santa Catarina (Caxambu do Sul).
Os produtos Tirolez possuem grande aceitação no mercado brasileiro em razão da elevada qualidade e tradição. Tais características decorrem, entre outras causas, da qualidade do leite, do cuidado e do carinho que dedica a seus produtos durante todas as etapas de produção. O portfólio da empresa é composto por mais de 40 tipos de produtos e mais de 100 SKUs, que podem ser encontrados em todo o Brasil.
Informações para a imprensa:Press à Porter Gestão de ImagemTelefone: 11 3813-1344
Elder Magalhães (elder@pressaporter.com.br) – ramal 32
Vanessa Decicino (vanessa@pressaporter.com.br) – ramal 28


Imagens relacionadas
Estrogonofe de Frango Fit 
Estrogonofe de Frango Fit 
Marca Tirolez Divulgação 
baixar em alta resolução 

Estrogonofe de Frango Fit 
Estrogonofe de Frango Fit 
Marca Tirolez Divulgação 
baixar em alta resolução 

Estrogonofe de Frango Fit 
Estrogonofe de Frango Fit 
Marca Tirolez Divulgação 
baixar em alta resolução



Press à Porter 

Eulália Vieira
Assistente de Comunicação
eulalia@pressaporter.com.br 
(11) 3813-1344 Ramal 24