MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Fim das Polícias e Forças Armadas nacionais?


Conforme venho denunciando há anos, o primeiro passo para a invasão castro-comunista num país é o envio de “médicos”. Depois virão outros “profissionais” e quando abrirmos os olhos, eles já terão ocupado todos os espaços do território nacional, inclusive as Forças Armadas.
 pmm
Polícia moçambicana, a mais violenta da África, fará segurança na Copa do Mundo.
Quem estará seguro em suas mãos?

Há anos, desde o governo FHC, que a esquerda trabalha para desmoralizar, achincalhar e punir os militares até destruir completamente as Polícias e Forças Armadas nacionais. Entrou o senhor Luiz Inácio e, enquanto por um lado acelerava o processo da revisão da Lei de Anistia para retirar dela os agentes da ordem, pelo outro fazia mil e uma promessas para apaziguar os ânimos dos militares. De melhoria nos soldos à construção de submarino ouviu-se de tudo, mas sempre empurrando com a barriga, numa ilusão semelhante à do burro com a cenoura.

Nomes de ruas, praças e edificações foram trocados, agora sendo homenageados notórios terroristas, como a mais recente afronta feita pelo governador da Bahia, Jacques Wagner (PT) que trocou o nome do Colégio Estadual Presidente Emílio Garrastazu Médici para “Colégio Estadual Stiep Carlos Marighella”. Na inauguração, ele teria dito que “com essa mudança, estamos fazendo justiça à memória de Carlos Marighella, um homem que lutou pela democracia, que lutou pela liberdade do povo brasileiro”. E os comandantes militares não disseram nada.
Com a proximidade da Copa do Mundo e os persistentes confrontos entre narco-traficantes nos morros cariocas, o governo resolveu mandar soldados do Exército e Fuzileiros Navais para a favela da Maré, fazendo papel de Polícia porém entregues à própria sorte. Em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, o deputado Jair Bolsonaro interpelou o ministro da Defesa sobre a garantia jurídica desses militares e o mesmo gaguejou não sabendo responder, demonstrando sua total incompetência para assumir a pasta. E os comandantes enviam seus soldados deixando-os à mercê de raposas sedentas de sangue para jogar mais uma pá de cal na reputação dos militares.
Veio o dia 31 de março, ano em que se comemorava o cinqüentenário da Contra-Revolução Cívico-Militar, e os quartéis foram proibidos de comemorar, porque a Comandante-em-Chefe não permitiu. Entretanto, “eles” promoveram vários eventos nos plenários das casas legislativas, tecendo loas aos terroristas que naquele longínquo 1964 queriam nos transformar numa Cuba continental. E os comandantes abaixaram as cabeças e disseram “sim senhora”. 
No princípio de abril, os deputados do PT, Renato Simões e Erika Kokai, apresentaram um projeto de lei que propõe nomear a Base Aérea de Brasília “Base Aérea presidente João Goulart”. Dizem eles, dentre outras aberrações:

“É fundamental, no mais, que a memória deste período da história do Brasil seja reavivada em tantos quantos monumentos, lugares e personagens quantos forem possíveis. O resgate e registro desses acontecimentos históricos é um direito das novas gerações e é nossa responsabilidade efetivá-lo”.

E nenhum comandante disse nada até agora.

E então, no dia 23 de abril o Plenário da Câmara aprovou, por 270 votos a 1, o Projeto de Lei Complementar 276/02 que permite à presidente da República delegar ao ministro da Defesa a concessão e permissão para o trânsito e permanência temporária de forças estrangeiras no Brasil, sem autorização do Congresso Nacional. E para tal, já foi firmado um acordo com o governo de Moçambique, que trará para a Copa os policiais mais violentos da África, senão do mundo, conforme a Anistia Internacional. Diante disso, algumas questões se impõem: para que foi criada a Força Nacional de Segurança, uma Polícia “de elite”, se para apaziguar os morros do Rio envia-se militares do Exército e da Marinha, e agora precisa-se importar policiais para “complementar” o serviço? Sabendo que os policiais moçambicanos são extremamente violentos, o que acontecerá caso eles matem alguém? O caso será abafado para não empanar o brilho dos festejos?

Além disso, segundo a Constituição Federal vigente, em seu Art. 144, a segurança pública deve ser exercida pela polícia federal, rodoviária e ferroviária federal, polícias civis, polícias militares e corpo de bombeiros, e no na LC 587/2013, Art. 2º “são requisitos para o ingresso nas carreiras das instituições militares”, I, “ter nacionalidade brasileira”, caracterizando a ilegalidade do PLC 276/02 quanto à vinda dos policiais moçambicanos para exercerem a função dos nacionais brasileiros.
Não é demais lembrar, também, que não há nada que garanta, de fato, que esse contingente será mesmo africano e não cubano, uma vez que o atual governo já ingressou no país 13 mil supostos médicos da ilha dos Castro, que dentre eles há muitos negros e que muitos deles lutaram em Angola, portanto, falam português e podem passar perfeitamente por africanos. Conforme venho denunciando há anos, o primeiro passo para a invasão castro-comunista num país é o envio de “médicos”. Depois virão outros “profissionais” e quando abrirmos os olhos, eles já terão ocupado todos os espaços do território nacional, inclusive as Forças Armadas.
Pedem a desmilitarização das Polícias Militares, perseguem e sucateiam as Forças Armadas, militares estão sendo assassinados, perseguidos e julgados, e os comandantes não fazem nada! Quando abrirem os olhos, já estaremos como a Venezuela. Mas não terá sido por falta de aviso.


Para o Jornal Inconfidência, de Minas Gerais.


http://notalatina.blogspot.com

Militares das Forças Armadas usarão câmeras e transmitirão em tempo real as ações no Rio de Janeiro

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As ações dos militares que estão atuando no processo de pacificação do complexo de favela da Maré, no Rio de Janeiro, passarão a ser monitoradas por meio de imagens que serão transmitidas em tempo real ao Comando, em Brasília. A proposta, anunciada nesta terça-feira na capital federal, é adaptar câmeras de alta resolução nos uniformes dos soldados e também em veículos militares.
Durante evento para debater o uso de bandas da frequência de 700 MHz para a área de defesa e segurança das infraestruturas críticas, o comandante do Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército, general Carlos Roberto de Souza, disse que a medida faz parte da expansão dos testes relacionados ao uso da frequência 700 MHz na área de segurança, iniciados em Brasília, há dois anos.
De acordo com o general, os estudos para uso do sistema devem estar concluídos até a primeira quinzena do próximo mês. Mas ele não antecipou quanto será o início das operações online na Maré. A implementação da infraestrutura necessária será feita pela empresa Motorola, em parceria com o Exército. A empresa disse que deve investir entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão no processo.

Internet móvel deve ter falhas em 6 estádios da Copa, diz Bernardo


Problema se deve a falta de acordo para instalar rede Wi-Fi nessas arenas.
Entre os estádios estão o Itaquerão, Arena da Baixada e Mineirão.

Fábio Amato Do G1, em Brasília

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, admitiu nesta quarta-feira (30) que, em pelo menos 6 dos 12 estádios da Copa, os torcedores devem enfrentar problemas para utilizar a internet em seus celulares. Entre as arenas, segundo ele, estão o Itaquerão, em São Paulo, palco da abertura da Copa, a Arena da Baixada, em Curitiba, e o Mineirão, em Belo Horizonte.
Bernardo disse que nesses 6 estádios (ele não informou quais são os outros três) falta assinar um acordo que permite a instalação de uma rede Wi-Fi. O objetivo dessa estrutura é reforçar a oferta de sinal de internet dentro dos estádios. Sem isso, apenas o sinal da rede móvel das operadoras vai estar disponível e a expectativa é que ela não seja suficiente para atender à demanda durante os jogos.
“Vai ficar deficiente o serviço do ponto de vista de dados [internet] nos estádios. Em seis estádios, já colocamos o Wi-Fi. Mas é muito difícil quando os administradores não concordam porque não podemos obrigá-los a fazer”, disse o ministro, que completou: “Mesmo que faça agora o acordo [com os seis que faltam], dificilmente vai dar tempo de fazer um serviço de boa qualidade.”

No dia 17 de março, o diretor-executivo do SindiTelebrasil, entidade que reúne as empresas de telefonia, Eduardo Levy, afirmou ao G1 que as instalação dos equipamentos para reforçar o sinal de celular pode não ficar pronta até a data dos jogos dentro dos estádios do Corinthians, em São Paulo, e do Atlético Paranaense, em Curitiba. Segundo ele, por conta disso, os torcedores podem enfrentar falhas nas tentativas de chamadas e de acesso à internet móvel nesses locais.

A declaração foi dada por Levy no mesmo dia em que foi anunciado o acordo da entidade com Corinthians e Atlético-PR para a instalação da chamada "cobertura indoor". Dos 12 estádios que vão receber jogos durante a competição, apenas nesses dois ainda não havia entendimento, o que impedia o início da obra.
Transmissão para a tv
Paulo Bernardo disse ainda que “está praticamente pronta” a instalação da infraestrutura para a transmissão dos jogos, obra realizada pela Telebras e que é compromisso do governo brasileiro.
Em março, o ministro disse que a instalação da infraestrutura de telecomunicações, para transmissão de jogos e serviços de telefonia, só deve ser concluída às vésperas da Copa em pelo menos 3 estádios (São Paulo, Curitiba e Porto Alegre), por conta do grande atraso nas obras desses estádios. A situação estaria causando “tensão” e “estresse” no governo, de acordo com o ministro.

Dilma diz que vai 'tocar' candidatura 'em frente' mesmo sem apoio da base


Presidente foi indagada sobre adesão de aliados ao movimento 'Volta, Lula'.
Chefe do Executivo deu entrevista nesta quarta (30) a rádios de Salvador.

Do G1, em Brasília  //  Foto : Veja

Diante da pressão de aliados para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dispute a  eleição deste ano, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (30) que vai "tocar em frente" sua candidatura pela reeleição mesmo sem o apoio dos partidos governistas.
Dilma concedeu entrevista às rádios Metrópole e Tudo, de Salvador, e comentou sobre a intensificação do movimento "Volta, Lula" após ter sido questionada sobre o "fogo amigo".
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Gostaria muito que, quando eu
for candidata, eu tivesse o apoio
da minha própria base. Agora,
não havendo esse apoio, a gente
vai tocar em frente"
Dilma Rousseff,
presidente da República
"Este é um ano eleitoral. Em um ano eleitoral, é possível que ocorram todas as hipóteses que você conceber e ainda aquelas que você não conceber [...] Gostaria muito que, quando eu for candidata, eu tivesse o apoio da minha própria base. Agora, não havendo esse apoio, a gente vai tocar em frente", declarou.
Na segunda-feira (28), a bancada do PR na Câmara dos Deputados, integrante da base governista, anunciou apoio ao movimento "Volta, Lula", que tem adeptos no PT e defende que o ex-presidente concorra ao pleito daqui a cinco meses.
Líder do PR na Câmara, deputado Bernardo Santana, pendura na parede retrato oficial do ex-presidente Lula (Foto: Reprodução / GloboNews)Líder do PR na Câmara, Bernardo Santana
pendura retrato oficial do ex-presidente Lula
(Foto: Reprodução/GloboNews)
Na ocasião, o líder do PR, deputado Bernardo Santana (MG), leu um manifesto assinado por 20 dos 32 deputados federais do partido. Nele, a bancada "reivindica" o retorno de Lula. Segundo Santana, se o PT mantiver Dilma como candidata, os deputados pretendem reavaliar o apoio ao partido aliado na convenção nacional do PR.
Questionada sobre a pressão de parte da base governista, Dilma afirmou que sua preocupação é "governar o país".
"Sempre, por trás de todas as coisas, existem outras explicações. Não vou me importar com isso [a crise com a base aliada]. Daqui até o final do ano, tenho uma atividade importante para fazer. Não posso me desligar nem um pouco dela: é governar este país", ressaltou a presidente.
'Senso prático'
Em um café da manhã com jornalistas nesta quarta-feira, o ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, afirmou que a discussão sobre a campanha "Volta, Lula" não tem "senso prático". Na avaliação dele, que é ex-presidente nacional do PT, "não é razoável" a base aliada abrir uma discussão neste momento sobre quem irá encabeçar a chapa petista.
Não é razoável que nós entremos agora em um debate que não tem muito senso prático, com todo
o respeito àquelas pessoas que defendem o 'Volta, Lula'"
Ricardo Berzoini,
ministro das Relações Institucionais
"A presidenta Dilma tem o direito da eleição e certamente vai exercer esse direito com o apoio do PT e de vários outros partidos. Então, não é razoável que nós entremos agora em um debate que não tem muito senso prático, com todo o respeito àquelas pessoas que defendem o 'Volta, Lula'", opinou.
Responsável pela articulação política do governo, Berzoini reconheceu que há aliados defendendo o retorno de Lula, mas essa ala seria "minoritária".
"O sentimento do 'Volta, Lula' é um sentimento que nós entendemos que tem uma base real, porém, minoritária no mundo político, porque as pessoas sabem que, muito além da discussão de apreço pelo Lula ou pela presidente Dilma, está uma discussão de estratégia política."
Lula incomodado
Ex-chefe de gabinete de Lula, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, relatou na terça-feira (29) que o ex-presidente está "incomodado" e constrangido com as manifestações para que ele substitua Dilma na disputa eleitoral. Segundo o ministro, não há a possibilidade de Lula concorrer ao Palácio do Planalto este ano.
"Eu estive com o presidente Lula e ele está muito incomodado com esse processo. Para ele, nada é mais constrangedor que esse tipo de proposta", disse Carvalho.

Ministro da Justiça critica "radicalismo" entre agricultores e indígenas no RS


José Eduardo Cardozo garante que o governo federal age em busca da conciliação, mas que falta disposição para o diálogo

Ministro da Justiça critica "radicalismo" entre agricultores e indígenas no RS Carlos Macedo/Agencia RBS
Dois agricultores foram mortos em suposto confronto com indígenas Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, criticou o “radicalismo imenso” e a falta de disposição para o diálogo entre agricultores e indígenas no Rio Grande do Sul. Ele lamentou as duas mortes ocorridas em Faxinalzinho, no norte gaúcho, e refutou as críticas de omissão do governo federal na mediação do conflito por terras, que se arrasta há anos no Estado.

— Existe um radicalismo imenso nesse processo. A posição do Ministério da Justiça não é de omissão, ela é de ação, na busca pela conciliação, pela paz. Agora, tem lideranças políticas que por razões eleitorais ou por outros motivos não querem dialogar — disse Cardozo na manhã desta quarta-feira, em Brasília.

Segundo o ministro, os indígenas pedem, com legitimidade, que o governo assine as portarias de demarcação, enquanto os agricultores prometem resistir. Cardozo garantiu que a questão esteve perto de ser resolvida, com os indígenas aceitando dialogar. Contudo, os agricultores teriam se negado a conversar.

— Lideranças políticas disseram que preferem que a Justiça dê a palavra final, o que significa postergar a discussão por décadas — destacou Cardozo.

O ministro reconhece que o Rio Grande do Sul é um dos locais do Brasil onde a situação é mais tensa, com dificuldade de colocar os dois lados do conflito na mesa de negociação. Cardozo iria ao Estado nesta semana, porém, as mortes em Faxinalzinho adiaram a viagem, que ainda não teve nova data confirmada.
ZERO HORA

Moedas somem do comércio, que tem dificuldades com troco


Iêva Tatiana - Hoje em Dia



Samuel Costa/Hoje em Dia
Moedas somem do comércio, que tem dificuldades com troco
Na Drogaria Araújo, a máquina Cata Moeda premia os consumidores com bônus de 2%


Enquanto muitos conservam o hábito de “engordar o porquinho”, o comércio amarga a falta de moedas em circulação para dar troco ao consumidor. A queixa é geral e afeta, principalmente, o setor de alimentação.
De acordo com o superintendente da Associação Mineira de Supermercados (Amis), Adilson Rodrigues, as estatísticas da Casa da Moeda são corretas em relação ao número de “pratinhas” fabricadas, mas, na prática, elas não funcionam, por causa do hábito dos brasileiros de deixar as moedas em casa.
“As pessoas consideram as moedas um incômodo no bolso, principalmente os homens. Mas, para nós, é um sofrimento, temos que ir atrás de garagens de ônibus e do pessoal que lida com dinheiro miúdo para trocar. O mal só não é pior porque, hoje, somente um terço das vendas é pago em dinheiro”, diz Rodrigues. Para o economista da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG), Juan Moreno, a questão é cultural e vem sendo agravada pelos recursos modernos de pagamento.
“Hoje, as pessoas usam mais os cartões de crédito e débito, contribuindo para a falta de moedas circulando, um problema de caixa para os comerciantes. Alguns estabelecimentos até afixam cartazes avisando que trocam moedas”, diz Moreno.
Medidas de incentivo
Dados do Banco Central indicam que, atualmente, o dinheiro metálico corresponde a 3,1% do total de moeda em poder da população e da rede bancária, no Brasil. Considerando as duas famílias de moedas (as antigas, de inox, e as atuais) e os modelos comemorativos, existem 22,51 bilhões de unidades no mercado.
Mas, para os lojistas, a sensação é de que as moedas existam em números muito inferiores aos oficiais. Para tentar reverter a situação, a rede de drogarias Araújo aderiu à máquina “CataMoeda”, que recolhe e conta moedas, além de emitir um vale-compras correspondente ao valor depositado acrescido de 2% para ser utilizado na própria loja.
“Por enquanto, apenas a loja da matriz, na Rua Curitiba, tem a máquina. Em meados de maio, será a vez da loja da Savassi”, afirma a coordenadora financeira da Araújo, Elma Cândido, adiantando que a meta é instalar o dispositivo em todas as unidades de Belo Horizonte.
De acordo com a coordenadora, além de atrair as “pratinhas”, a iniciativa ajuda na educação financeiras das crianças, que divertem-se com a “CataMoeda”.
Comerciante propõe a clientes a campanha ‘mate seu porquinho’
A procura por moedas em Belo Horizonte está levando comerciantes a adotar medidas inusitadas e criativas, a exemplo da drogaria Araújo, para vencer a disputa com os famosos cofrinhos. A proprietária do café e livraria Café Book, Camila Dornas, queixa-se da escassez de moedas de um real, 25 centavos e 50 centavos, consideradas por ela as mais raras. “Moedas não entram, só saem. De tempos em tempos, eu lanço a campanha ‘mate seu porquinho’, peço aos clientes para trazerem as moedas que têm em casa e me disponho a contá-las, porque tem gente que tem preguiça de fazer isso”, afirma.
Na biscoiteria e lanchonete Sabores de Minas, o problema se repete. Segundo o proprietário, Amador Miranda de Sales, a mania de guardar moedas chega ao ponto de os clientes pagarem com notas altas só para receber o troco em moedas, principalmente de um real.
“Isso desfalca mais ainda o caixa, mas não podemos perder vendas por falta de troco. Não é fácil, mas sempre nos viramos, seja recorrendo aos vendedores ambulantes ou pedindo em outras lojas”, diz Amador de Sales.
Já na banca de jornais e revistas de Jonathan Ferreira da Silva, a situação é contrária. Por causa dos preços fracionados, a movimentação de moedas é grande no local, que já tornou-se referência no comércio do bairro Santa Efigênia como fonte de “pratinhas”.
“Geralmente, eu fico bem abastecido e sou procurado por outros comerciantes, e até por clientes, para fazer a troca”, afirma Jonathan da Silva.
O consumidor também precisa estar ciente de seus direitos. Na falta de moedas para troco, o estabelecimento é proibido de oferecer um produto – as balas são as mais comuns. “O lojista tem a obrigação de ter troco. Ele deve ter meios para isso, a obrigação é dele”, diz a advogada da Câmara de Dirigentes Lojistas de BH (CDL-BH), Amaralina Queiroz.

Aécio comemora números e descarta mudar estratégia de campanha


Hoje em Dia




O senador e pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves (MG), comemorou nesta terça-feira (30) os números da mais nova pesquisa CNT/MDA, que mostram queda na avaliação do governo da presidente Dilma Rousseff e crescimento de suas intenções de voto. “Recebo a pesquisa como algo positivo, mas isso não modifica nossa estratégia. A percepção mais relevante é que há um cansaço em relação a tudo isso (governo Dilma) e um sentimento crescente de mudança”, disse Aécio.

Para o tucano, a pesquisa traduz o sentimento da população de que “é melhor encerrar o que está aí e iniciar uma nova fase”. Na sua avaliação, o PSDB está pronto para colocar isso em prática, aumentando a eficiência e o crescimento do país. “Estou confiante de que estamos no caminho certo”, afirmou.

Sobre o dado que mostra que 90% dos entrevistados defendem a CPI da Petrobras, Aécio disse: “Me identifico muito com estes pesquisados. Eu também quero muito a instalação da CPI da Petrobras”.

No seu entender, esses números são uma demonstração clara de que a CPI é uma demanda da sociedade brasileira. As afirmações foram feitas após palestra para investidores e economistas em São Paulo.
   

Novos preços da Mega e Quina passam a valer em 11 de maio

       

Kelly Oliveira | Agência Brasil

  • Joá Souza | Ag. A TARDE
    A aposta com seis números da Mega-Sena passa a custar R$ 2,50
As apostas na Mega-Sena e na Quina terão novos valores a partir do concursos do dia 11 de maio. A Lotofácil também terá alteração no preço das apostas, a partir do dia 10 de maio. Nesta quarta-feira, 30, a Caixa publicou no Diário Oficial da União a Circular 653, que regula as loterias.
No último dia 17, a Caixa Econômica Federal foi autorizada pelo Ministério da Fazenda a reajustar o preço das apostas das loterias Mega Sena, Lotofácil e Quina.
No caso da Mega-Sena, para fazer uma aposta com seis números, o valor será R$ 2,50. Antes o preço era R$ 2. Para sete números, serão R$ 17,50. Esses valores das apostas vão aumentando conforme os números marcados nas cartelas e podem chegar a R$ 12.512,50, com 15 números.
O preço da Lotofácil, para 15 números jogados, é R$ 1,50. O valor anterior era R$ 1,25. O valor máximo é R$ 1.224,00, com 18 números jogados e 816 apostas. Os valores das premiações das apostas vencedoras também foram alterados no caso da Lotofácil. Serão R$ 3, para 11 acertos, R$ 6, para 12 acertos, e R$ 15 para 13 acertos.
Os novos preços da Quina serão R$ 4 para seis números e R$ 10, para sete números. Atualmente essas apostas custam R$ 3 e R$ 7,5, respectivamente.
Parte do dinheiro arrecadado com loterias é destinada ao Ministério do Esporte, à despesa de custeio e manutenção de serviços, à seguridade social, ao Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior (Fies), ao Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), ao Fundo Nacional da Cultura, ao Comitê Olímpico Brasileiro e ao Comitê Paraolímpico Brasileiro.
O prêmio bruto das loterias corresponde a 46% da arrecadação. Sobre o prêmio bruto incide a alíquota de 30% de Imposto de Renda.

Paulo Souto critica a política de segurança do governo Wagner


por
Lilian Machado
Publicada em TRIBUNA DA BAHIA

O pré-candidato ao governo do estado pelo grupo de oposição, Paulo Souto (DEM), em referência à atual crise e às reivindicações dos policias militares, recentemente em greve, destacou ontem a necessidade de se rediscutir a relação entre o governo e a polícia. Em entrevista à rádio Metrópole, o democrata ironizou a política salarial da categoria, sustentada pela atual gestão.
Souto também reconheceu a melhoria nos equipamentos da segurança pública, mas questionou a ausência de resultados. Seguindo aos questionamentos sobre as comparações, ele disse que em sua administração, os índices de criminalidade eram mais baixos.
 ”A Bahia tinha a posição de quarto ou quinto estado menos violento e hoje a Bahia é o segundo que mais cresceu em violência. Dizer que isso é nacional? Outros estados melhoraram, diminuindo os índices, a exemplo do Rio de Janeiro”, enfatizou.
O democrata se referiu também à compra de coletes e viaturas. “Coisas absolutamente normais, mas qual foi o resultado disso? 34 mil assassinatos em quatro anos”. Em fase de preparação do plano de governo, Souto frisou que seria “excepcional se pudesse voltar pelo menos aos números de 2006” e foi além. “É preciso recuperar a confiança mútua entre o governo e a polícia”, disse, chamando a atenção ainda para uma melhor distribuição dos contingentes de policiais, adotando estratégias em prol de evitar os crimes. “A segurança é uma questão emergencial”, acrescentou.
O postulante ao Palácio de Ondina também procurou desconstruir o discurso de que em seu governo os salários das polícias eram menores. “Existia uma rotina no estado de que as categorias que tivessem salário base, e aí se inclui o soldo da Polícia Militar, tivesse esse salário base corrigido a partir do salário mínimo. Eu fiz isso em três anos. Não fiz isso no último ano não porque eu não quis, mas porque houve uma política de aumento real do salário mínimo que determinou um aumento muito grande, o que ficou impossível”.
Segundo ele, a gestão petista só seguiu a linha no primeiro ano. “Depois quando vem o aumento de 20% no salário - o governo sabia que não poderia fazer isso -, então tirava uma parte da gratificação e incorporava no salário mínimo e a partir daí dava um aumento pequeno no base para ficar igual ao salário mínimo. Isso eu não faria. Muitas vezes posso tomar uma atitude que não gostaria, mas enganar nunca. Com todo o cuidado que eu tenho com a linguagem, mas o que se fazia era uma fraude”, disparou.
Na entrevista, ele também citou a situação das finanças. “Se for o que estou vendo agora, a perspectiva não é boa. O estado passou a ser um devedor crônico, com atrasos a fornecedores. Tem três anos que está passando com um buraco de R$2,5 bilhões nas contas de recursos próprios”, acusou.

Lideranças do interior apoiam a chapa "Unidos por uma Bahia melhor" ‏






Enquanto o governo do estado paga para que matérias caluniosas sejam veiculadas na mídia, tentando minar a pré campanha da chapa “ Unidos por uma Bahia melhor” diversas lideranças da região sul, demonstram total apoio a chapa.
Foi o que aconteceu na tarde de ontem  (segunda,29), quando lideranças de diversos partidos aliados de cidades da região, se reuniram na sede do DEM,  para manifestarem o apoio a chapa majoritária formada por Paulo Souto, Joaci e Geddel.
O evento foi coordenado pelos representantes dos partidos de oposição e contou com lideranças de Ilhéus , Coaraci, Buerarema,Itapitanga,Barro Preto e Itabuna.
Dentre outros assuntos, o que mais foi discutido sem dúvida, foi a programação da vinda dos candidatos da chapa “Unidos por uma Bahia melhor” à Itabuna. O mega evento está programado para o próximo dia 10 de maio e será no Colégio Sistema às 16 hs. Segundo Maria Alice, o local foi escolhido por ter a estrutura necessária para abrigar confortavelmente milhares de pessoas, além  de estar situado próximo a rodoviária, facilitando as informações das comitivas que vão se deslocar das suas cidades e principalmente, facilitar a vida das pessoas que virão de ônibus.
O próximo encontro está previsto para o dia 6 às 18 hs na sede do PSDB, confirmou o vereador Zé Silva, um dos representantes do PSDB que faz parte com GT (Grupo de Trabalho) que compõe a chapa Unidos por uma Bahia melhor.

Matéria e Fotos:
Ari Rodrigues

9 benefícios da banana


por
Ciclo Vivo
Publicada em TRIBUNA DA BAHIA
Foto: Divulgação
A banana é um alimento prático, saudável e altamente nutritivo
A banana é um alimento prático, saudável e altamente nutritivo. Muitos atletas costumam consumir essa fruta antes, durante e depois dos treinos. Mas, os benefícios à saúde não se restringem a quem pratica uma atividade física. Veja abaixo uma lista com dez benefícios da banana:
1. Sistema nervoso
Por ser rica em vitaminas do complexo B - são quatro presentes na banana: B1, B2, B6 e B12 – essa fruta auxilia diretamente o sistema nervoso.
2. Anemia
A banana contém muito ferro, que estimula a produção de hemoglobina. Portanto, incluir o seu consumo na dieta é uma forma eficiente de ajudar a combater a anemia.
3. Recuperação muscular
A banana sempre foi famosa por ajudar a evitar as câimbras. Isso acontece porque esta fruta contém magnésio, que ajuda a relaxar os músculos, a transportar energia e também auxilia a síntese de proteínas.
4. Melhora no humor
Outro componente da banana é o Trypotophan, um aminoácido precursor da serotonina. Ele está diretamente relacionado aos processos bioquímicos de humor e sono. Assim, ela ajuda a combater problemas emocionais e também reduzir o estresse.
5. Ajuda a emagrecer
Além de ser rica em fibras, que regulam o fluxo intestinal. A banana também proporciona a sensação de saciedade. Portanto, ela é ideal para ser consumida entre as refeições. Um alimento nutritivo e bom baixo teor calórico.
6. Disposição física e mental
A banana possui três tipos de açúcares naturais: frutose, sacarose e glicose, isso faz com que os estoques de energia do corpo sejam regulados. Dessa forma, o cansaço físico e mental é reduzido.
7. Combate ao fumo
Quem deseja parar de fumar pode ter a banana como um importante aliado. As vitaminas presentes em sua composição, o potássio e o magnésio, ajudam o corpo a recuperar e suprir a falta da nicotina no organismo.
8. Controle da pressão arterial
O potássio ajuda a reduzir naturalmente a quantidade de sódio no corpo. Por conta disso, a banana pode ajudar a combater a pressão alta e também o risco de derrames e enfartos.
9. Acabar com a ressaca
Por atuar diretamente no sistema digestivo, a banana acalma o estômago. Quando misturada a outros alimentos, como o mel e o leite, o efeito de alívio no dia após a bebedeira pode ser ainda mais eficiente. A dica é fazer uma vitamina de banana e mel, ao invés de apelar para os remédios.

70% dos idosos estão insatisfeitos com próprio corpo, diz estudo


por
iG São Paulo
Publicada em TRIBUNA DA BAHIA

É tudo uma questão de como a pessoa se vê. O tempo passa, a idade avança, o corpo muda e as rugas aparecem. A noção de ancião com muita experiência passa longe do contexto e logo aquele jovem independente se torna um idoso que morre de medo de dar trabalho para os outros. Não se trata apenas de vaidade, estudos mostram que quanto pior a percepção da autoimagem, pior é o cuidado do idoso com saúde, alimentação, socialização e atividade física. Basicamente, menos longeva a pessoa será.
Um estudo realizado nos Estados Unidos com 338 homens e 322 mulheres mostrou que aqueles que tinham autopercepção mais positiva do envelhecimento, sem ligar a velhice à decadência física, por exemplo, tiveram maior sobrevida ao longo de 23 anos de observação.
No Brasil, a geriatra Laura Mariano da Rocha analisou a autoimagem e a autoestima de pessoas com mais de 60 anos em Porto Alegre e constatou que 70% dos pesquisados tinham alguma insatisfação corporal. Os homens queriam estar mais fortes e as mulheres, mais magras. Mais do que isso, ela concluiu que aqueles que se compreendiam como envelhecendo mal, tinham uma percepção ruim da saúde e da imagem corporal.
“A questão é que, quanto pior esta percepção, pior é o cuidado com a saúde, com o uso das medicações, com a atividade física. Pior é o envelhecimento”, diz. Para a geriatra, é preciso que os próprios idosos entendam que envelhecer é um processo que faz parte da vida. “Você sabia que a maioria dos idosos de Porto Alegre faz apenas uma refeição por dia? Seja porque não tem companhia, seja porque não tem autonomia para cozinhar.”
Essa autoimagem ruim não é por acaso. Os estereótipos negativos relacionados ao envelhecimento são criados pela sociedade e assimilados ao longo da vida. “Eles são aceitos e incorporados pelos jovens sem muito questionamento. Ao envelhecer, estes conceitos prévios fazem parte da personalidade dos indivíduos e podem produzir efeitos negativos de incapacidade e inutilidade”, afirma Laura em sua dissertação de mestrado defendida na PUC-RS.
Qualidade de vida pra quem?
Envelhecer com qualidade é o grande desafio, principalmente para um país como o Brasil, que terá um rápido envelhecimento da população nos próximos 20 anos. No entanto, qualidade de vida é um valor subjetivo. Acesso a bons médicos, exames com bons resultados e conta bancária podem dizer que tudo está bem, mas o idoso pode não sentir que tem qualidade de vida. O contrário também acontece. “Mesmo a pessoa numa condição objetivamente ruim, pode nas piores condições achar a vida boa”, disse Sérgio Paschoal, médico geriatra do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Sem voz numa sociedade que não respeita a opinião dos mais velhos e com uma autoimagem ruim, a depressão em idosos se torna mais corriqueira. Um dado que mostra isso é a taxa de suicídio para homens brancos com mais de 65 anos ser cinco vezes mais alta do que a da população em geral.
De acordo com dados de estudo liderado por Maria Cecília Minayo, da Fiocruz, a taxa de suicídios de pessoas com mais de 65 anos passou de 12 a cada cem mil pessoas para 15,8 a cada cem mil, entre 1980 a 2006. A situação é considerada de média gravidade quando passa de dez suicídios a cada cem mil.
“Não é por achar que a vida econômica está ruim, mas achar que perdeu o sentido de viver. Eu posso até ser pobre, mas o que importa é a vida fazer sentido”, disse Sérgio Paschoal.
O sentido da vida para João Antônio Ramos, de 91 anos, é beber seu vinhozinho diário, receber a família para jantar e planejar suas viagens anuais para Portugal. Muita coisa aconteceu desde o dia que o engenheiro eletricista português chegou ao Brasil, em 1954. Era para permanecer apenas seis meses. O tempo passou e ele foi ficando. Logo se casou, teve seis filhos, 14 netos e agora uma bisneta. “Ainda”, brinca.
A aposentadoria há 30 anos não o deixou deprimido, como é comum acontecer. “É uma mudança, mas a gente supera com outras coisas. Em vez de trabalhar, lê um livro. Querendo, não falta coisa para fazer”, diz com a serenidade típica de quem pode se tornar um centenário.
Até lá, segue sua rotina. Acorda às 9 horas, lê o jornal, faz exercícios como “saltitar, baixar e levantar”, depois dá uma volta, vai ao banco ou encontra um parente. Em julho pretende ir a Portugal encontrar os primos. “Pois meus pais já morreram”, brinca.

Dilma diz que "Volta Lula" é normal e espera ter o apoio de sua própria base


Publicada em TRIBUNA DA BAHIA

Em entrevista  nesta quarta-feira (30/4) às rádios Metrópole e Tudo FM, de Salvador, a presidente Dilma Rousseff considerou “normal” o manifesto “Volta Lula”, anunciado na segunda-feira (28) pelo líder do PR na Câmara, deputado Bernardo Vasconcellos (MG). Para Dilma, em ano eleitoral é possível ocorrer fatos “concebíveis” e “até os inconcebíveis”.
“[O volta Lula] é uma situação normal. Gostaria que, quando eu for candidata, eu tenha o apoio da minha própria base. Mas não havendo esse apoio, vamos tocar em frente. Sempre por trás das coisas existe outras explicações. Daqui até o final do ano, tenho uma atividade importantíssima para fazer, que não posso me desligar”, explicou a presidente.
Na última segunda-feira, o líder do PR, leu um manifesto, assinado por 20 dos 32 deputados da bancada, em que pedem que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja candidato à Presidência da República. De acordo com o líder do PR, Lula é o único capaz de conduzir o país “neste momento de crise econômica”.
Em resposta ao radialista Mário Kertész, da rádio Metrópole, Dilma ressaltou que gosta de sua função. “Eu gosto [de ser presidente], sabe por quê? Porque vamos fechar este ano com mais 750 mil cisternas construídas no semiárido. Com as cisternas construídas no governo do ex-presidente Lula e no meu, vamos chegar a 1,1 milhão de unidades. Isso me faz gostar muito de ser presidente”, destacou. Dilma citou também números do Pronatec e do Programa Minha Casa, Minha Vida para justificar o gosto de ser presidente.
César Borges
Dilma Rousseff destacou, também, a atuação do ex-governador da Bahia e ex-senador César Borges, do PR, à frente de uma das mais importantes pastas de seu governo, o Ministério dos Transportes. "O melhor ministro dos Transportes", disse.

Um dos principais líderes do PR é Waldemar da Costa Neto, que está na Penitenciária da Papuda, condenado no processo do Mensalão.
Racismo
A presidente voltou a elogiar atitude do jogador brasileiro Daniel Alves, vítima de racismo durante uma partida pelo Barcelona. Alves se preparava para uma jogada, quando a torcida atirou uma banana no campo. O jogador descascou e comeu a fruta.
“Não podemos deixar de afirmar esse valor, que é o valor do sangue afro-descendente, indígena e branco em um país diverso, multidiverso, como é o Brasil. A força contra o racismo vai ser muito presente na Copa”, frisou. O papa Francisco irá mandar uma mensagem contra o racismo para a abertura da Copa.

STJ concede a liberdade a cacique Babau, preso há 7 dias em Brasília


Ministro Sebastião Reis diz que prisão de líder indígena é desnecessária.
Ele é suspeito de ser mandante da morte de produtor rural no sul baiano.

Tatiana Dourado Do G1 BA

Cacique suspeito de envolvimento em crime se apresenta à Polícia Federal, em Brasília (Foto: Caroline Fasolo/CIMI)Cacique suspeito em audiência na Câmara dos
deputados, em Brasília (Foto: Caroline Fasolo/CIMI)
O desembargador Sebastião Reis, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em decisão liminar, concedeu a liberdade de Rosivaldo Ferreira da Silva, líder indígena conhecido como cacique Babau, preso há no dia 24 de abril, quando se entregou à Polícia Federal em Brasília, sob suspeita de ser mandante da morte de um produtor rural no sul da Bahia.
De acordo com o STJ, o ministro justifica o voto reconhecendo que a prisão dele não é necessária na atual fase do processo. Por volta das 10h30, o advogado Adelar Cupsinski, do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), informa que, pelos trâmites, a soltura deve ocorrer em torno do meio-dia. O cacique está preso há sete dias no Departamento Especializado da Polícia Federal de Brasília e não pôde comparecer à missa de canonização de padre José de Anchieta no Vaticano.
Adelar Cupsinski acredita que o inquérito precisava de mais tempo para ser concluído. "Não é tempo razoável para um inquérito minimamente qualificado. Tudo aconteceu em um período de 10 dias. Ele não foi procurado, não foi permitido o acesso da defesa ao inquérito e baseou a prisão em depoimentos de pessoas sem saber quem são", afirma.
O advogado aponta que o ministro do STJ considerou que o envolvimento do cacique no crime não está clara. "Pouco ou quase nada se referiu ao paciente, tendo se limitado a fazer referência a depoimentos de não se sabe quem (o acesso a esses depoimentos, de forma surpreendente está restrito à autoridade policial e ao Ministério Público, excluindo a defesa)", lê Adelar Cupsinski a decisão.
No dia 22 deste mês, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) negou o pedido de habeas corpus feito pela defesa, que então entrou com recurso no STJ.
O advogado Valdir Mesquita, que representa o indígena na Bahia, aponta que o pedido do juiz Maurício Álvares Barra, da comarca de Una, para a transferência dele de Brasília para a Bahia foi negado na segunda instância do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), em decisão que ocorreu na terça-feira (29). "O TJ, ontem pela manhã, tinha dado decisão de que ele não fosse recambiado para Ilhéus para a segurança da integridade física", explicou.
Na terça-feira (22), o pedido de habeas corpus do índio foi negado pelo Tribunal de Justiça da Bahia. Os advogados de defesa do cacique entraram com um pedido de soltura no Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas até a publicação desta matéria o pedido não foi julgado.
Prisão
Rosivaldo teve a prisão temporária decretada pelo juiz da vara criminal do município no dia 20 de fevereiro, por ter supostamente sido o mandante do assassinato do produtor rural Juraci dos Santos Santana, de 44 anos.
O agricultor foi morto a tiros por quatro homens no dia 10 de fevereiro. Segundo o cacique, a decisão de se entregar em Brasília ocorreu porque ele teme ser assassinado se for preso em Una. Antes, ele participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados sobre os conflitos entre indígenas e fazendeiros no sul da Bahia.
O cacique nega participação no crime. “Estou me apresentando. Não estou fugindo. A gente tem que enfrentar a guerra. Quero cumprir a prisão em Brasília porque no presídio de Una vão me matar”, afirmou.
Segundo Rosivaldo, o clima na região é de violência e a população está sendo “incitada” a agredir a população indígena. “A situação é de um incentivo constante à  criminalização do povo indígena. Eu não fui intimado nenhuma vez nesse inquérito. Vou me  entregar, mas peço que não façam agressão ao meu povo”, disse.
O coordenador do Programa de Proteção de Defensores de Direitos Humanos, ligado à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, José Carvalho, afirmou que o governo federal está dando apoio ao cacique e criticou a decisão da Justiça de Una de mandar prender Rosivaldo.
“A decisão da Comarca de Una é incabível e arbitrária e criminaliza a situação do povo tupinambá. Ele não foi ouvido no inquérito, que durou apenas quatro dias. Entramos com quatro habeas corpus, dois no estado e dois no Superior Tribunal de Justiça e vamos aguardar”, afirmou.
Segundo ele, Rosivaldo deve ficar em carceragem da Polícia Federal, em Brasília durante a prisão temporária, de 30 dias, ou até que seja concedido habeas corpus.

Renan pode responder por desobediência ao Judiciário


Os líderes dos partidos de oposição avisaram o presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), que tomarão uma série de medidas contra presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), caso ele continue enrolando a criação da CPI mista da Petrobras, que inclui participação de deputados. Dentre as medidas está representação na Procuradoria Geral da República por crime de desobediência a ordem judicial. A oposição também ameaça representar contra Renan Calheiros no Conselho de Ética do Senado, por quebra de decoro parlamentar. O PSDB discute ainda entrar com nova ação no STF pedindo mandado de segurança para estender o princípio constitucional e instalar CPMI. Em pé de guerra com Renan, o líder Eduardo Cunha (PMDB-RJ) já avisou à oposição que assinará a representação no STF pela CPMI. Líder do Solidariedade, Fernando Francischini (PR) quer Sérgio Machado (Transpetro), afilhado de Renan, depondo na Câmara. (Cláudio Humberto)

Prazo do IR termina hoje; mande incompleto para evitar multa


Na pressa, contribuinte pode não encontrar documentos necessários.
Multa mínima é de R$ 165,74, mas pode atingir 20% do imposto devido.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília

Tic-tac. O prazo para declarar o Imposto de Renda está acabando: termina às 23h59 desta quarta-feira (30). Se você deixou para a última hora, como muitos brasileiros, é hora de correr.
Mesmo não tendo todas as informações necessárias em mãos, os especialistas recomendam que os contribuintes mandem a declaração ainda hoje para evitar a multa do Fisco – que varia de R$ 165,74 a 20% do imposto devido.
Depois, em posse de todos os documentos e informações necessárias, o contribuinte deve fazer uma declaração retificadora para evitar a malha fina do Leão.
"Caso ainda falte alguma informação, providencie a entrega a declaração dentro do prazo para evitar a multa pela não entrega e a retifique assim que possível", afirmou a coordenadora de imposto de renda da H&R Block, Eliana Lopes.
A mesma recomendação foi feita pelo diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos. "Diferente do que muitos pensam, a entrega desta forma [incompleta] não significa que a declaração irá automaticamente para a malha fina", disse ele.
Declaração retificadora
Após o fim do prazo do IR, porém, os contribuintes deverão fazer a declaração retificadora com "muito mais cuidado", disse Richard Domingos, da Confirp, pois, segundo ele, as chances de cair na malha fina "serão maiores".
"A declaração retificadora também é válida em caso de problemas na declaração já entregue pelo contribuinte; nela os erros serão corrigidos. O prazo para retificar a declaração é de cinco anos, mas é importante que o contribuinte realize o processo rapidamente, para não correr o risco de ficar na malha fina", observou Domingos.
Segundo Eliana Lopes, da H&R Block, o contribuinte deve fazer o "download", do site da Receita Federal, do programa relativo ao ano-calendário correspondente (DIRPF) para fazer a declaração retificadora e pode apresentá-la  pela internet – através do programa de transmissão Receitanet.
"Importante mencionar que, após 30 de abril, o contribuinte não poderá alterar a opção de tributação escolhida na declaração original. Ou seja, não pode alterar de modelo simplificado para completo, ou vice-versa", acrescentou Eliana Lopes, da H&R Block.

Taxa de juros de crediário para as famílias é a mais alta desde 2012


Publicada em TRIBUNA DA BAHIA

A taxa de juros do crédito para as famílias  de 41,6% ao ano, em março deste ano, é a mais alta desde fevereiro de 2012, quando ficou em 41,7% ao ano, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados nesta terça-feira (29/4).
A alta dos juros ocorre em momento de ciclo de alta da taxa básica Selic, usada pelo BC para regular a inflação. O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC elevou a Selic, que serve de referência para as demais taxas no mercado, nove vezes seguidas. Atualmente, a Selic está em 11% ao ano. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.
Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, o crédito é um canal importante de transmissão dos efeitos da alta da Selic. “Boa parte das modalidades [de crédito] tem taxas de juros em março deste ano superior àquela observada no início do ano passado, refletindo o ciclo [de alta da Selic], mas muito aquém do pico da série [histórica do BC, iniciada em março de 2011]. A taxa média de juros mais alta na série histórica para as famílias foi registrada em julho de 2011, quando ficou em 42,7% ao ano.”
A taxa de inadimplência para as famílias ficou estável em relação a fevereiro, em 6,5%. Segundo Maciel, a inadimplência na maioria das modalidades de crédito “está no piso ou muito próximas a isso”. Uma exceção é a inadimplência de financiamento de veículos que ficou em 11,3%, em março. Por isso, Maciel acredita que ainda há espaço para recuo na inadimplência de financiamento de carros.
O BC classifica como inadimplência atrasos superiores a 90 dias. Mas o BC também tem dados de atrasos entre 15 e 90 dias, considerado um indicador antecedente de inadimplência. Por esse indicador, os atrasos para pessoas físicas subiram de 6,2%, em fevereiro, para 6,8%, em março. Entretanto, Maciel disse que ainda é preciso esperar para saber se esse aumento mostra uma tendência de alta da inadimplência nos próximos meses. É preciso aguardar um pouco mais para inferir se isso representa uma interrupção da trajetória de declínio das taxas de inadimplência que temos observado desde 2012”, destacou.

Deputado defende a manutenção do nome de Luis Eduardo para aeroporto


Publicada em 29/04/2014 18:34:47
Aeroporto Deputado Luis Eduardo Magalhães, em Salvador
Aeroporto Deputado Luis Eduardo Magalhães, em Salvador

Em reunião da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, realizada nesta terça-feira (29/4), para tratar sobre a possível devolução do antigo nome do aeroporto de Salvador, que homenageava a Independência da Bahia, o deputado Herbert Barbosa (DEM) defendeu que este permanece com o nome do político baiano Deputado Luis Eduardo Magalhães.
“A importância do Dois de Julho para a história da Bahia é muito grande, ninguém questiona isso. Mas a figura de Luis Eduardo Magalhães também enaltece o aeroporto com o seu nome, pois ele foi um político da mais alta expressão, admirado por todos, independe de partido”, disse o parlamentar.
Herbert também argumentou que, na prática, a mudança do nome cria transtornos e custos ao estado. Há dez anos tramita no Congresso Nacional projeto de lei de autoria do deputado Luiz Alberto (PT), que propõe o retorno do Dois de Julho à denominação do aeroporto de Salvador.

Por que os brasileiros dificilmente chegam aos 100 anos?


por
iG São Paulo
Publicada em TRIBUNA DA BAHIA

Atingir os 100 anos ou mais é para poucos, mas no Brasil isso pode ser considerada uma tarefa hercúlea. Se por um lado o país se tornou mais longevo - a expectativa de vida passou dos parcos 59,6 anos, na década de 1970, para 74,8 anos, em 2010 -, por outro, houve o decréscimo de 1,4% na população de centenários na última década.
Pesquisadores estão tentando entender por que é tão difícil se tornar um centenário no País. O geriatra Ângelo Bós, do Instituto de Geriatria e Gerontologia da PUC-RS, acredita que o motivo da dificuldade do brasileiro superar a barreira dos 100 anos esteja na falta de atendimento especializado. “Velhice não é doença, logo ninguém deveria morrer de velho. Precisamos levar em consideração que existe uma dificuldade de dar assistência às pessoas com mais de 90”, afirma.
Bós investigou a situação. Em 2000, havia 261 mil pessoas com mais de 90 anos no Brasil. Dez anos depois, apenas 24.236 estavam vivas, apenas 9,3% sobreviveram. “Todo mundo vai morrer, mas os dados mostram que 14,2% destes centenariáveis morreram sem assistência médica e 11,12%, de causas desconhecidas. Eu não posso dizer que eles não teriam morrido se tivessem assistência, mas poderiam ter sofrido menos”, disse. Neste mesmo período, entre 2000 e 2010, houve um aumento de 81% na população de 90 a 94 anos e de 75% entre os que têm entre 95 e 99 anos.
Para ampliar o número dos que rompem a barreira de um século de existência, é preciso avançar na capacitação de profissionais e nos investimentos dos governos para atender os longevos em suas especificidades. “Com 70 anos, se a pessoa não se sente bem ela vai ao posto de saúde. Com 80, ela vai depender do auxílio de um parente. Aos 90, além de precisar de transporte, ela já tem filhos idosos. Aos cem, quem vai cuidar dessa pessoa?”, diz Bós.
A base do problema
A falta de centenários pode ser ainda um reflexo da saúde dos idosos brasileiros. Um estudo realizado em Porto Alegre mostrou que nonagenários ingerem apenas 60% da quantidade de proteína que deveriam. Em São Paulo, uma pesquisa com pessoas com 60 anos ou mais mostrou que a maioria apresentava doenças como hipertensão arterial, obesidade, câncer, doenças cardiovasculares e artrite.
O estudo feito com 2.143 idosos mostrou que em dez anos, a incapacidade por doenças cresceu 78,5% entre os homens e 39,2% entre as mulheres entre 2000 e 2010. Se por um lado houve um aumento de dois anos na expectativa de vida, é preciso considerar que houve uma perda de até três anos de vida saudável.
"Isso significa que houve um ganho de expectativa de vida, mas a qualidade de vida não melhorou”, afirma o autor do estudo, Alessandro Campolina, geriatra e pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Ele explica que caso as doenças mais comuns entre os idosos, como diabetes e hipertensão, fossem controladas, os homens ganhariam até seis anos de expectativa de vida sem incapacidade.
"Muitas vezes o que vemos é a crença de que a pessoa já está velha, não vale a pena fazer determinado tratamento ou cirurgia. Estas pessoas também precisam de tratamentos”, completa Bós.
É claro que há um fator genético para ser tornar um centenário, mas ainda não se chegou a conclusão de quanto isto realmente interfere. Campolina explica que é difícil determinar com precisão quanto a genética determina na longevidade das pessoas. “Temos vários estudos sobre isso e os resultados são discrepantes. A maioria diz que o componente ambiental impacta mais que o genético. Em termos de doenças como câncer, doenças cardiovasculares e diabetes, o ambiente prevalece e pode inclusive ativar genes ligados à doença”, explica.
Problemas à vista
Para Campolina, o cenário de maior expectativa de vida e menor qualidade de vida mostra que será necessário um maior investimento ao atendimendo ao idoso, além de dar mais atenção à medicina preventiva. “As pessoas estão vivendo mais e vivendo mais tempo doentes. Mesmo nas faixas etárias mais avançadas, se doenças forem prevenidas há melhoria. Estudos mostram que tratamentos de hipertensão em pacientes com 80 anos valem. Sempre vale prevenir e controlar”, diz.
No entanto, não é o que está sendo feito. Dos R$ 28,5 milhões destinados ao Ministério da Saúde para a implementação da política Nacional do Idoso, apenas R$ 14,8 milhões foram usados. A preocupação aumenta, quando se leva em conta que nos próximos 30 anos, a população brasileira passará por um rápido envelhecimento.
De acordo com as projeções da Organização Mundial de Saúde (OMS), no ano de 2025 o Brasil será o sexto país do mundo com o maior número de pessoas idosas. Em 2050 os idosos deverão representar 24,5% da população mundial e 14,2% da população brasileira.

terça-feira, 29 de abril de 2014


Concessionárias contam os dias para normalização de vendas no Acre


Concessionárias ficaram prejudicadas devido à cheia do Rio Madeira.
'As vendas chegaram a zero', diz diretor de concessionária em Rio Branco.

Rayssa Natani Do G1 AC

Concessionárias no Acre continuam sem receber veículos (Foto: Rayssa Natani/G1)Concessionárias no Acre continuam sem receber veículos (Foto: Rayssa Natani/G1)
Com a reabertura da BR-364, que liga o Acre aos demais estados do país, bloqueada por quase três meses em decorrência da cheia do Rio Madeira, em Porto Velho (RO), e liberada para veículos pesados no dia 22 deste mês, os donos de concessionárias contam os dias para a normalização das vendas e contabilizam os prejuízos.
De acordo com o presidente Federação do Comércio do Acre (Fecomércio/AC) Leandro Domingos, depois da reabertura da BR-364, a primeira cegonha com veículos chegou ao estado no último dia (25). "Provavelmente durante esta semana cheguem na capital entre 200 e 250 carros novos. Aos poucos, a situação está sendo normalizada", garante.
Segundo o gerente da Honda Ivel Acre, Emedlan Fernandes, o prejuízo jamais será ressarcido, até porque, para isso, seria necessário aumentar os custos para o consumidor. "Nós não vamos fazer isso, porque não achamos justo. Nunca vamos recuperar o que perdemos que foi entorno de R$ 400 mil", diz.
Fernandes afirma ainda que entre veículos novos e usados, em média, 70 carros eram vendidos por mês na concessionária, antes da cheia histórica. "As vendas chegaram a zero. Em fevereiro vendemos o último estoque que tínhamos, que eram 12 carros. Em março e abril não vendemos nada", lamenta.
O diretor da Honda no Acre conta ainda que na tentativa de amenizar a situação, foi necessário cortar alguns gastos. "Na verdade não tínhamos muito o que fazer. Precisamos cortar despesas e investimentos. Tenho obras e projetos de expansão da loja parados", diz.
Para o presidente da Fecomércio/AC, Leandro Domingos, os prejuízos são incalculáveis. "Com cerca de três meses tendo despesas e com uma receita muito baixa, porque os estoques que nós temos são poucos, a gente não pode nem mensurar o valor do prejuízo. A queda do volume de carros vendidos no mês de março em comparação com fevereiro foi de 60% e em abril, foi muito maior, chegando a quase 80%", afirma.
Domingos, que também é dono da Fiat Comauto em Rio Branco, acredita ter perdido entre R$ 1 milhão a R$ 2 milhões durante este período.
Rodrigo é consultor e diz que cheia do Rio Madeira prejudicou suas vendas (Foto: Rayssa Natani/G1)Rodrigo é consultor e diz que cheia do Rio Madeira
prejudicou suas vendas (Foto: Rayssa Natani/G1)
Funcionários
Além disso, as empresas tiveram também que realizar adiantamentos salariais para os funcionários, que sobrevivem de comissão. "Os consultores de vendas em todas as concessionárias são remunerados pelo volume da vendas, eles são comissionados. Então, se não tem venda, terminam com salário baixo. A maior parte das concessionárias está dando adiantamento de salário para negociar mais na frente, até que a situação se normalize", explica Leandro.
Rodrigo Carvalho trabalha há 12 anos como vendedor da Fiat Comauto. Segundo ele, costumava vender em períodos normais até 20 carros por mês, mas após o fechamento da BR, chegou a vender 7 carros em março e 2 em abril.
"Todos nós como líderes de família temos despesas mensais, receitas, custos que requerem um valor para se manter, então foi complicado sermos pegos de surpresa. Nós praticamente ficamos sem salário durante esses meses. O salário caiu cerca de 75%. Apertou muito", afirma.

ExpoCeará 2014 promete produzir maior queijo do mundo


Evento começa nesta quarta-feira (30) no Parque Governador César Cals.
ExpoCeará é um dos maiores eventos de agronegócios do Ceará.

Do G1 CE

A 11ª edição do ExpoCeará, evento voltado para o agronegócio no estado, começa nesta quarta-feira (30). O evento apresenta rebanho com alta qualidade genética e padrão racial, valorizando o rebanho cearense. Uma das metas do evento neste ano é a fabricação do maior queijo de cabra do mundo, com registro no Guinness, o livro dos recordes.
Para a produção do queijo, estão sendo utilizados entre 3,5 mil a 4 mil litros de leite na produção do alimento. Depois de constatado o tamanho do queijo, ele será encaminhado, pelo Clube do Berro, para publicação no Guinness Book.
A abertura oficial será às 18h, desta quarta-feira (30), no picadeiro do Parque de Exposições Governador César Cals, em Fortaleza. A exposição prossegue até o dia 4 de maio e vai contar com exposição e julgamento de ovinos, caprinos, bovinos e equinos vindos de vários Estados do Brasil. A programação conta ainda com a exposição de uma fazendinha e uma bodega, ambas, ao estilo antigo do interior cearense. Haverá também um engenho, com caldo de cana e rapadura, uma casa de farinha, com a comercialização de tapioca, goma, beiju e produtos similares, e exposição de artesanato.
O evento é promovido pelo Clube do Berro e Associação dos Criadores de Caprinos Leiteiros do Ceará (Caprileice), em parceria com o Governo do Estado do Ceará, através da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA). O Presidente do Clube do Berro Amilcar de Araújo Silveira, organizador do evento, falou que “a expectativa é gerar cerca R$ 2 milhões em negócios”.
O secretário do Desenvolvimento Agrário, Nelson Martins, destacou que as Feiras e Exposições no Ceará são oportunidades para os criadores mostrarem o que têm de melhor. “É a oportunidade de provar que é possível conviver com o semiárido e apresentar animais com alto padrão genético”, afirmou.