MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

segunda-feira, 31 de março de 2014

Justiça Federal em Goiás mantém bloqueio de bens da empresa BBom


Companhia teve atividade liberada, mas não pode movimentar valores.
MPF-GO pediu manutenção do bloqueio por suspeita de pirâmide financeira.

Do G1 GO

BBom diz que vai recorrer e afirma que rastreadores são homologados (Foto: Divulgação)Rastreadores eram os produtos vendidos
pela BBom (Foto: Divulgação)
A 4ª Vara da Justiça Federal em Goiânia acolheu um pedido do Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO) e manteve o bloqueio de bens da empresa BBom, investigada por suspeita de pirâmide financeira. A companhia, que foi alvo de uma medida restritiva em julho do ano passado, conseguiu uma liminar em novembro do mesmo ano para retomar suas atividades em um novo modelo de negócio.  No entanto, mais de R$ 300 milhões em bens permaneciam bloqueados e a BBom entrou com um pedido de liberação de R$ 203 milhões.
De acordo com o MPF-GO, a Embrasystem, detentora da marca BBom, alegou que precisava da quantia para aquisição de 163.555 rastreadores de veículos, para pagamentos de tributos, pagamento de empregados, manutenção da empresa e despesas operacionais.
Entretanto, o MPF-GO se posicionou contrário à liberação, alegando que a empresa apresentou uma planilha com os valores para justificar o pedido, mas que o documento não especifica quantas pessoas já receberam os equipamentos e quantas delas já migraram para o novo modelo de negócio da BBom. Os questionamentos foram aceitos pela juíza Juíza Federal Luciana Laurenti Gheller, que decidiu pela manutenção do bloqueio de bens na sexta-feira (28)
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O G1 entrou em contato com o escritório do advogado Gustavo Swain Kfouri, que representa a BBom, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem.
O MPF-GO afirma, ainda, que a planilha apresenta a relação de milhares de nomes de clientes que contrataram o serviço no dia 5 de julho de 2013, período em que a empresa estava com atividades suspensas. Quanto ao dinheiro para quitação de tributos, não há comprovação de qualquer cobrança judicial ou extrajudicial do crédito tributário que justifique a liberação de recursos.
Também em relação aos pedidos para liberação de dinheiro para pagamento de empregados, de despesas operacionais e de manutenção da empresa, o MPF-GO constatou que a BBom relacionou empregados admitidos após o período de suspensão e não juntou documentos que refletissem a exatidão dos valores, nem demonstrou a existência prévia da dívida antes da data do bloqueio dos bens.
Além da negativa de liberação de bens em Goiás, a solicitação feita pela companhia para a Justiça do Trabalho de São José do Rio Preto (SP) para uso de R$ 6 mil para pagamento de débitos trabalhistas também foi indeferido pela Justiça Federal, sob o argumento de que a empresa não poderia valer-se de dinheiro bloqueado para fazer acordos trabalhistas.
Por constatar que a empresa queria o desbloqueio de bens para quitar dívidas, mas não para ressarcir os investidores que se sentiram lesados, o MPF-GO se manifestou contrário ao pedido de liberação do dinheiro. Segundo o órgão, a verba bloqueada é a única garantia de que os consumidores prejudicados pela BBom sejam ressarcidos pelos prejuízos financeiros e, por isso, precisa ficar bloqueada até que o processo seja finalizado.
Bloqueio de bens
A BBom é investigada por uma força-tarefa, que realiza uma varredura em todo o país contra a prática de pirâmide financeira, que é ilegal. Em Goiás, os Ministérios Público Federal e Estadual suspeitam que a companhia não tenha todos os rastreadores oferecidos aos associados.

Na investigação, os procuradores da República Helio Telho e Mariane Guimarães pediram a condenação do grupo por formação de pirâmide financeira e captação irregular de poupança popular. Além disso, quer a dissolução jurídica da empresa e a reparação de danos causados aos consumidores, com futuras indenizações.

Os pedidos de bloqueio de bens e suspensão das atividades foram acatados pela juíza federal substituta da 4ª Vara Federal de Goiânia, Luciana Laurenti Gheller, no dia 10 de julho do ano passado. Desde então, estão bloqueados mais de R$ 300 milhões em contas bancárias do grupo, além de cerca de 100 veículos, incluindo motos e carros de luxo como Ferrari e Lamborghinis.
Em uma segunda liminar, no dia 17 de julho de 2013, a juíza determinou a "imediata suspensão" das atividades desenvolvidas pela BBom, e proibiu o cadastro de novos associados, bem como a captação de recursos financeiros junto aos associados que já integram a rede.
Site da BBom  (Foto: Reprodução/Internet)Site que era mantido pela BBom
(Foto: Reprodução/Internet)
No dia 28 de agosto do ano passado, a Embrasystem foi alvo de outra medida judicial. Na ocasião, o pedido da Procuradoria da República foi aceito pela Justiça Federal de São Paulo, que determinou o sequestro de 49 veículos, entre eles 26 carros de luxo, e o bloqueio de R$ 479 milhões em contas bancárias de dirigentes. A decisão foi do juiz Marcelo Costenaro Cavali, da 6ª Vara Criminal Federal paulista, que destacou que os agentes da Polícia Federal estavam com dificuldade para recolher os veículos.
Pirâmide financeira
Segundo a Justiça, o produto que supostamente “sustentaria” o negócio da BBom é um rastreador de veículos. Como em outros casos de pirâmide financeira, essa seria apenas uma “isca” para recrutar novos associados.

No esquema, os integrantes são remunerados pela indicação de novos participantes no negócio, sem levar em consideração a quantia gerada pela venda dos produtos. Isso caracteriza o esquema de pirâmide financeira, ilegal no país.

Os interessados se associavam mediante o pagamento de uma taxa de cadastro, no valor de R$ 60, mais uma taxa de adesão, que variava de R$ 600 a R$ 3 mil, de acordo com o plano escolhido. Depois disso, a pessoa era obrigada a atrair novos associados e pagar uma taxa mensal no valor de R$ 79,90, pelo prazo de 36 meses. Quanto maior o número de novos integrantes, maior seria a premiação ou bonificação que seria oferecida pela empresa.

Alunos da rede pública participam de oficinas de cinema no ES


Projeto 'Vídeo nas Comunidades' já passou por Feu Rosa e Cariacica.
Proposta é promover interesse pela linguagem audiovisual.

Naiara Arpini Do G1 ES

Alunos produzem curta-metragem sob as comunidades onde moram (Foto: Divulgação/ Secult )Alunos produzem curta-metragem sob as
comunidades onde moram (Foto: Divulgação/ Secult )
Cerca de 250 alunos de 12 escolas da rede pública de ensino da Grande Vitória vão utilizar os bairros e comunidades onde moram como cenários para a produção de curta-metragens. A atividade faz parte do projeto “Vídeo nas Comunidades”, que oferece aos estudantes a oportunidade de  entrar em contato com o universo audiovisual através de oficinas gratuitas. As atividades vão até junho de 2014.
Durante as atividades, os jovens vão receber a orientação de profissionais do audiovisual, obtendo conhecimentos teóricos e práticos sobre cinema e vídeo. Processos como pesquisa e elaboração de roteiro, captação de imagens, concepção de áudio e luz e edição estão no cronograma a ser cumprido. Ao final das oficinas, cada turma poderá apresentar na comunidade o curta-metragem produzido.
Oficinas
As oficinas têm como proposta promover a formação audiovisual para jovens estudantes do ensino público a fim de estimular o interesse pela linguagem audiovisual. Depois de passar por Feu Rosa e Jacaraípe, na Serra, o projeto está sendo desenvolvido em Vila Nova de Colares, no mesmo município. Cerca de 40 alunos da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Vila Nova de Colares vão produzir um documentário que retrata um tema relacionado ao cotidiano da comunidade. As atividades acontecem das 8 às 11 horas e das 13 às 17 horas.
Além desses bairros, o projeto deve atender às comunidades  de Terra Vermelha, Santa Rita, São Torquato, Ilha dos Aires e Cobi de Baixo, em Vila Velha; Bairro da Penha, Santo Antônio e São Pedro, em Vitória; Planalto Serrano e Central Carapina, na Serra; Nova Rosa da Penha I, Nova Esperança e Rio Marinho, em Cariacica; e Nova Bethânia e Vila Bethânia, em Viana.

'Vídeo nas Comunidades'
O projeto “Vídeo nas Comunidades” é uma realização do governo do Espírito Santo. A iniciativa conta com o apoio do Ministério da Cultura, através da Secretaria Nacional de Audiovisual. O projeto tem a produção do Instituto Parceiros do Bem e do Instituto Brasil de Cultura e Arte (IBCA)/Galpão Produções.

Em protesto, motoristas abastecem R$ 0,50 e pedem nota fiscal no DF


Na semana passada, gasolina aumentou de R$ 3,07 para R$ 3,12.
Manifestantes fecharam a principal via de Taguatinga e fizeram buzinaços.

Do G1 DF

Moradores de Taguatinga, no Distrito Federal, se reuniram na noite desta sexta-feira (28) em um posto de combustíveis na entrada da região para protestar contra o aumento no preço da gasolina. Dezenas de motoristas abasteceram os carros com R$ 0,50 e pediram nota fiscal. Eles também fizeram o pagamento com cartão.
Na semana passada, o preço do litro da gasolina subiu de R$ 3,07 para R$ 3,12, em média. O litro é encontrado por até R$ 3,15. Já o álcool subiu de R$ 2,36 para R$ 2,68.
Os manifestantes também fecharam o trânsito da principal avenida da região. Por volta de 19h30, o grupo bloqueou a saída para a EPTG por cinco minutos. O trânsito no sentido Plano Piloto ficou interditado.
O Sindicombustíveis, que representa os donos de postos, confirmou a diferença no preço do combustível e afirmou que o reajuste, em média, foi de 3,53%.
De acordo com o sindicato, os donos de postos estão repassando aos consumidores um valor maior devido ao preço praticado pelas refinarias. Isso aconteceu porque o álcool adicionado à gasolina está mais caro.

Raizeiros mantêm tradição da medicina popular em Maceió


São plantas, lambedores e garrafadas destinadas a várias doenças.
Conhecimento é passado de geração em geração.

Do G1 AL

Entre os mais variados tipos raízes, plantas, óleos, incensos e lambedores destinados a um público que busca a cura para uma série de problemas de saúde, os tradicionais raizeiros, que mantêm a cultura da medicina popular na capital alagoana, dividem o espaço com os vendedores do mercado da produção, em Maceió, com um conhecimento que é passado por gerações.
Produtos naturais chamam atenção de quem passa pela feira (Foto: Jonathan Lins/G1)Produtos naturais chamam atenção de quem passa pela feira (Foto: Jonathan Lins/G1)
Um deles é José Cláudio da Silva, 45, conhecido como “Zé Claudio Raizeiro”. Ele diz que herdou a profissão dos avós e, atualmente, divide o espaço com os cinco irmãos. "Minha família é toda raizeira, antes de eu nascer meus avós já trabalhavam com isso, passaram para o meus pais e, futuramente, o negócio vai ficar para a minhas filhas”, conta.
Barraca do "Zé Claudio Raizeiro" produtos para diferentes tipos de problemas de saúde. (Foto: Jonathan Lins/G1)Barraca do 'Zé Claudio Raizeiro' expõe produtos para diferentes tipos de problemas de saúde. (Foto: Jonathan Lins/G1)
O movimento não para. A barraca do “Zé Cláudio Raizeiro” recebe diariamente clientes em buscam, em sua infinidade de produtos oferecidos, da solução para vários tipos de problemas de saúde.
A lista é grande. Canela, para enxaqueca ou estômago; folha da nogueira, para reumatismo e coluna; sucupira, para artrite, artrose e reumatismo; casca da romã, para gastrite e garganta inflamada; raspa do juá, para caspa, cabelo e tosse.
“Temos de tudo, mas um dos mais procurados é a garrafada 'Levanta quem tá morto', muito boa para o stress, esgotamento físico, mental, e impotência. Faz o ‘veinho’ fica mais fogoso”, conta ao revelar que a garrafada é composta por catuaba, caingueira, ginseng, cipó de quati e semente de guaraná.
Comerciante exibe produto mais procurado na barraca, a garrafada "Levanta quem tá morto". (Foto: Jonathan Lins/G1)Comerciante exibe produto mais procurado, a
garrafada. (Foto: Jonathan Lins/G1)
“Sempre comprei produtos naturais, isso me foi passado de família. E como eu gosto das meninas novinhas, nada melhor que uma boa garrafada para ajudar a reativar a circulação, entende?”, conta animado o comerciário Sebastião Ricardo da Silva, 63, ao levar uma garrafa do produto para casa.
Opinião médica
O médico clínico Hélvio Ferro diz que não nega o princípio ativo dos produtos vendidos pelos raizeiros, mas que é necessário um estudo científico antes da produção desse tipo de medicamento. “Até mesmo uma dor de cabeça pode ser um sintoma para algo maior. É necessário avaliar antes, mesmo que seja algo que faça parte da natureza”, explica.
De acordo com Ferro, o uso desses produtos não é aconselhável. “Principio ativo, quantidade do material, a doença da pessoa que vai consumir o medicamento, que pode ser diferente em cada um, tudo isso necessita ser estudado, algo que não existe na experiência popular”.

ACM Neto se reúne para discutir futuro do DEM



Por: Juliana Nobre (Twitter: @julianafrnobre) - BOCÃO NEWS

A semana começou e os partidos da oposição já iniciaram a definição em relação às eleições de outubro. Enquanto o cenário político aponta para duas candidaturas da oposição, em que Geddel Vieira Lima encabeça uma chapa e Paulo Souto a outra, o Democratas se reuniu na manhã desta segunda-feira (31). O prefeito ACM Neto, Paulo Souto, o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo e o secretário e Urbanismo e Transporte de Salvador, José Carlos Aleluia, conduziram a reunião.

Oficialmente, o que foi definido na reunião é que a legenda vai acelerar a tomada de posição, intensificando as conversas para a “definição da melhor alternativa à disputa das próximas eleições”. Neto já afirmou ao Bocão News que até o fim desta semana anuncia o candidato. Porém deve ter cautela, já que a escolha do democrata pode causar a ruptura com o peemedebista Geddel Vieira Lima, que em outras oportunidades já garantiu que não será senador e será candidato ao governo a qualquer custo.

Moradores fecham rodovias pedindo emancipação de distritos na Bahia


Mobilizações começaram na manhã desta segunda-feira (31).
Segundo PRF, protestos geraram congestionamentos na BR-116 e BR-101.

Do G1 BA

protesto (Foto: Rosivaldo Rosa Caló)Protesto nesta segunda-feira no distrito de Itamarati, em Ibirapitanga (Foto: Rosivaldo Rosa Caló)
Moradores de três distritos pertencentes a municípios baianos realizaram manifestações com interdição de rodovias, na manhã desta segunda-feira (31), para reivindicar a emancipação das localidades. A informação é da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
De acordo com o órgão, um dos protestos ocorre na BR-101, e é realizado por moradores do distrito de Itamarati, no município de Ibirapitanga. Segundo a PRF, a mobilização permanecia bloqueando a pista até por volta das 15h.
Outros dois protestos ocorreram na BR-116, onde no km-631, moradores de do distrito de Stela Câmara Dubois, em Jaguaquara, interromperam o fluxo de veículos. Já no trecho do km-910, residentes do distrito de Vila do Café, que faz parte da cidade de Encruzilhada, fecharam os dois sentidos da pista. A PRF ressalta que o trecho fechado no km-910 fica nas proximidades da cidade de Cândido Sales.
Os trechos do km-631 e km-910 da BR-116 foram liberados por volta das 12h30 e 14h30, respectivamente.
Acidente
A PRF informou que uma colisão traseira ocorrida na manhã desta segunda-feira, na BR-116, deixou uma pessoa morta. O órgão diz que o acidente foi provocado pela fila de carros que se formou após a realização no protesto na estrada. A ocorrência, diz a polícia rodoviária, foi registrada no km- 908 da rodovia.
protesto (Foto: Fabiano dos Santos/Site Binho Locutor)Protesto de moradores na BR-116 na manhã desta segunda (Foto: Fabiano dos Santos/Site Binho Locutor)
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protesto (Foto: Fabiano dos Santos/Site Binho Locutor)Protesto de moradores do distrito que pertence a Jaguaquara (Foto: Fabiano dos Santos/Site Binho Locutor)
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protesto (Foto: Rosivaldo Rosa Caló)Protesto feito por moradores do distrito de Itamarati, na Bahia (Foto: Rosivaldo Rosa Caló)

Especialistas vão estudar caso raro de família na BA com catarata congênita


16 pessoas foram diagnosticadas com doença em Itapetinga, na Bahia.
Família passou por cirurgia. 'Espero que não zombem de mim', diz menino.

Do G1 Ba com informações da Tv Sudoeste

Um mutirão de saúde identificou um caso raro em Itapetinga, no sudoeste da Bahia. Dezesseis pessoas da mesma família foram diagnosticadas com catarata congênita.
A doença forma uma espécie de névoa branca no olho e deixa a pessoa com muita dificuldade para enxergar.
Dona Maria conta que dos nove filhos dela, seis tiveram a doença. Segundo a moradora, o problema fez com que a família sofresse preconceito. "Para falar da minha casa, eles não falam os nomes das pessoas. Falam assim: 'Na casa da família do povo cego'", critica.
O mais novo portador da doença é um bebê de 11 meses de vida. Após diagnosticados com catarata congênica, quase toda a família foi submetida a uma cirurgia realizada através do mutirão de atendimento promovido pelo programa Saúde em Movimento.
Ainda usando óculos escuros em razão do procedimento cirúrgico, o pequeno Antônio comemora não ter mais que precisar sentar na frente da classe durante as aulas. "Estudar melhor e não sentar na frente como eu sentava, perto do quadro. Espero que as pessoas não zombem de mim mais", deseja.
catarata (Foto: Reprodução / TV Sudoeste)Garotos usam óculos escuros após procedimento
para se livrar da catarata no sudoeste da Bahia
(Foto: Reprodução / TV Sudoeste)
O caso da família será estudado por especialistas em São Paulo. "Nós vamos junto com a Universidade Federal de São Paulo e pesquisadores investigar a causa genética dessa doença que resultou na catarata congênita dessa família", afirma o cirurgião Ruy Cunha Filho.
Mutirão
Desde o dia 26 de março, moradores de mais de 20 municípios da Bahia recebem atendimento oftalmológico através do programa Saúde em Movimento. Segundo a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), a expectativa é que até o final da ação, que se encerra na terça-feira (1º), sejam realizadas 1500 cirurgias de catarata e cinco mil consultas oftalmológicas.
Segundo a Sesab, o público alvo da estratégia Saúde em Movimento é formado por alunos do programa Todos pela Educação (Topa) e pela população com idade a partir de 60 anos. Para ser atendido, o usuário deverá procurar a Secretária de Saúde do seu município. O procedimento é gratuito.

Militares se reúnem em Natal para 'rememorar a revolução democrática'


Cerca de 80 militares da reserva almoçaram para festejar 50 anos do Golpe.
Grupo apontou pontos positivos e negativos dos 21 anos de gestão militar.

Do G1 RN

Militares se reuniram em Natal para festejar a data (Foto: Albérico Andrade/Arquivo pessoal)Militares se reuniram em Natal para festejar a data
(Foto: Albérico Andrade/Arquivo pessoal)
Militares da reserva se reuniram em um restaurante de Natal na tarde desta segunda-feira (31) para "rememorar a revolução democrática de 31 de março de 1964", segundo disse ao G1 o coronel Jairo Belmont, do Exército brasileiro. Os cerca de 80 militares festejaram os "avanços econômicos e políticos" do país nos 21 anos de gestão militar.
(ESPECIAL "50 ANOS DO GOLPE MILITAR": a renúncia do presidente Jânio Quadros, em 1961, desencadeou uma série de fatos que culminaram em um golpe de estado em 31 de março de 1964. O sucessor, João Goulart, foi deposto pelos militares com apoio de setores da sociedade, que temiam que ele desse um golpe de esquerda, coisa que seus partidários negam até hoje. O ambiente político se radicalizou, porque Jango prometia fazer as chamadas reformas de base na "lei ou na marra", com ajuda de sindicatos e de membros das Forças Armadas. Os militares prometiam entregar logo o poder aos civis, mas o país viveu uma ditadura que durou 21 anos, terminando em 1985. 
Para o coronel Belmont, o movimento foi necessário por causa da "situação de instabilidade política pelo qual o país passava à época". "Não havia outra alternativa. As Forças Armadas tiveram que tomar a frente e conduzir o país. Foram 21 anos de gestão e, na minha opinião, o balanço foi positivo. O Brasil era a 40ª economia mundial. Pulamos para o 8º lugar", citou.
O oficial disse que o único ponto negativo que vê na gestão militar foi o tempo no poder. "O Brasil precisava de um choque de gestão. E isso foi feito com êxito. É inegável. Mas as Forças Armadas poderiam ter deixado o poder para um civil antes. Esse é o único porém que enxergo no movimento".
Para o também coronel da reserva do Exército Albérico Andrade, os militares deixaram um legado estrutural no Brasil. "O país se estruturou, se desenvolveu. Obras foram feitas, estradas construídas, pontes erguidas. Houve criação de emprego. Universidades foram criadas. Mas, principalmente, houve combate à corrupção. Esse legado ninguém pode negar".
Para o coronel Albérico, a intervenção militar foi necessária para evitar a invasão comunista no Brasil. "O Brasil vivia sob a influência da Guerra Fria. Era iminente a pressão do movimento comunista. As Forças Armadas tiveram que intervir para manter a democracia.
O oficial admite que houve aspectos negativos na gestão militar. "O maior dele foi a necessidade das ações anti-terrorismo. Caso não tivéssemos que combater o avanço do terrorismo, com certeza nõa teríamos ficado tanto tempo no poder. Houve ação e nós tivemos que reagir", concluiu

Menino de 9 anos com quase 130 quilos luta contra obesidade em GO


Garoto mora em abrigo em Itumbiara para ter alimentação controlada.
Família tenta conseguir uma vaga em spa para acelerar perda de peso.

Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera

Aos 9 anos de idade, um menino morador de Itumbiara, no sul de Goiás, luta contra a obesidade mórbida. Após chegar a quase 130 quilos, os pais e o Conselho Tutelar fizeram um acordo e o garoto e a mãe passaram a morar em um abrigo no Centro de Referência em Assistência Social (Cras) da cidade, onde a criança tem a alimentação controlada. “É só salada”, conta o menino.
Segundo a família, o garoto começou a ganhar peso de forma muito rápida nos últimos cinco anos. Depois de procurar um médico, ele foi diagnosticado com um distúrbio na tireoide chamado hipotireoidismo, que afeta a produção de hormônios. Foi constatado, ainda, que a doença é genética e a mãe dele também sofre do mesmo problema.
Desde então, o menino é atendido no Hospital Alberto Rassi (HGG), em Goiânia. Porém, mesmo com os remédios, ele continua engordando de forma muito rápida. Por isso, agora, a criança também toma remédios para ajudar na perda de peso.
“Existem muitas dificuldades no tratamento, desde problemas sociais. A gente tem muita dificuldade porque é uma família carente, de difícil acesso a profissionais como um fisiatra, que iria auxiliar muito no tratamento, um psicólogo, um nutricionista e até mesmo alimentos que fossem de baixa calorias que pudessem auxiliá-lo nesse tratamento”, afirma a endocrinopediatra Claudete Carmo da Silva.
Na tentativa de acelerar a perda de peso, a família está em busca de uma vaga em um spa na capital. “Ele fica só na alimentação que ele está. Aí não tem uma atividade física. Tem que ter uma atividade para emagrecer mais rápido, interagir, queimar mais caloria”, afirma o pai da criança, Manoel dos Santos.
A família tem esperanças de que o tratamento possa ser custeado pelo poder público, já que a família não tem condições financeiras de pagar internação. “Diz que vai sair a vaga, mas quando? Quando vai sair essa vaga? Ele vai ficar o tempo todo no conselho? Tem que agir rápido”, diz o pai.
Porém, segundo a especialista, o tratamento no spa seria apenas uma etapa inicial, que deve ser seguida por uma reeducação alimentar de todos os envolvidos. “Talvez a gente precisasse abordar mais a família, fazer essa reeducação alimentar e proporcionar esses alimentos a essa família. Que ela tivesse acesso a um fisioterapeuta que pudesse aumentar a atividade física. Essa criança está cada vez mais limitada, perambulando com dificuldade”, afirma Claudete.
Menino de 9 anos já chegou a quase 130 quilos e luta contra obesidade em Itumbiara, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Menino de 9 anos já chegou a quase 130 quilos e luta contra obesidade (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Cadeirante não consegue entrar em banheiro de hospital e urina na rua


Segundo ele, unidade de saúde de Goiânia não tinha cômodo adaptado.
Aposentado critica falta de acessibilidade: 'Situação muito chata'.

Sílvio Túlio Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera

Cadeirante urina na rua por não conseguir entrar em banheiro de hospital em Goiânia, Goiás (Foto: Arquivo pessoal)Esmar não conseguiu entrar com a cadeira de
rodas no banheiro (Foto: Arquivo pessoal)
Devido à falta de acessibilidade, um cadeirante aposentado passou por uma situação constrangedora em Goiânia. Edmar Silva foi até o Hospital Maria Auxiliadora para fazer um ultrassom da bexiga e, por isso, teve de tomar quase um litro de água. Porém, quando precisou ir ao banheiro, não conseguiu passar pela porta e foi informado que a unidade não tinha nenhum cômodo adaptado para pessoas com deficiência. Diante da dificuldade, ele conta que teve de urinar na rua.
O G1 tentou contato com o hospital, mas ninguém atendeu às ligações até a publicação desta reportagem.
O fato ocorreu no último dia 12 e deixou o cadeirante transtornado. Ele reclamou da falta de condições para pessoas na mesma situação que ele. "Saí de lá com a minha esposa e a única solução que encontramos foi para trás de uma árvore no Bosque dos Buritis e urinar ali mesmo. Foi uma situação muito chata. Por pouco, não urino na roupa. Sem contar que havia várias pessoas ali por perto", disse ao G1.
Edmar teve paralisia infantil aos 4 anos e, desde então, sempre caminhou com ajuda de muletas. Em 2010, quebrou o fêmur ao cair de um degrau da escada. Devido às dores que sentia ao tentar andar, mesmo com apoio, optou por se locomover em uma cadeira de rodas.
"O mundo não é acessível. Tudo isso ocorreu por falta de um banheiro adaptado. As pessoas não sabem a situação que vão encontrar na vida. Amanhã qualquer um pode ter o mesmo problema”, lamenta.
Adaptação
Edmar mora junto com a esposa, a artesã Maria Eliane Silva, no Jardim Curitiba I, na região noroeste de Goiânia. Para que ele pudesse se locomover dentro da própria casa, foram necessárias várias adaptações.
"Depois que fiz essa rampa na porta de casa, ficou mais acessível, mas antes eu precisava da ajuda da minha mulher para poder entrar. Também tem uma rampa que dá acesso à área de serviço. Só aqui eu me sinto livre", afirma.
Maria Eliane conta que, quando o marido sai de casa, a situação fica complicada por conta da situação crítica das calcadas. Muitas vezes, afirma, ele tem que andar no meio da rua.
"Sou as pernas dele. Quando chega na esquina, já está cansado. Eu que tenho que pegar no batente. Tem que melhorar, o governo tem que pensar mais no deficiente e fazer mais acesso para eles. Eles também são gente", reclama.

Cardozo diz que vai pedir a Renan 'máxima rapidez' com Marco Civil


Ministro da Justiça afirmou que vai ligar para o senador nesta segunda (31).
Marco Civil da Internet foi aprovado na Câmara e tramita no Senado.

Fillipe Matoso Do G1, em Brasília

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que  vai ligar para o presidente do Senado, Renan Calheiros, ainda nesta segunda-feira (31) para falar sobre a votação do projeto do Marco Civil da Internet. Cardozo afirmou que gostaria de "máxima rapidez" na aprovação.
O texto do Marco Civil foi aprovado pela Câmara dos Deputados na semana passada e agora tramita no Senado. O projeto é considerado uma espécie de constituição da rede mundial de computadores e estabelece direitos e deveres de usuários e provedores de rede.
“Eu irei entrar em contato ainda hoje com o presidente do Senado, Renan Calheiros, para que nós possamos dialogar como nós fizemos na Câmara com o projeto do Marco Civil. Eu gostaria muito que esse projeto de lei fosse aprovado com a máxima rapidez. A sociedade brasileira espera isso e será uma grande conquista”, disse Cardozo.
Segundo o ministro, o projeto contraria interesses econômicos. Ele classificou o texto como “uma vitória espetacular” e defendeu que não haja alterações com relação ao que foi aprovado na Câmara. O projeto tramitava no Congresso desde 2011.
“O projeto de lei do Marco Civil foi uma grande conquista, uma conquista democrática, uma conquista, da neutralidade, uma conquista que é a expressão daquilo que a sociedade brasileira deseja. É claro que esse projeto contraria interesses, contrariou interesses econômicos, contrariou certas visões, mas eu acho que conseguimos uma vitória espetacular que não deve ser alterada nem maculada por absolutamente nada”, disse o ministro.

Para agência Moody's, Copa dará impulso apenas temporário ao Brasil


Evento fornecerá aumentos de curta duração nas vendas, diz agência.
Moody's diz ainda que receber a Copa 'não é algo sem risco'.

Da Reuters

Alguns setores específicos registrarão aumento de receita durante a Copa do Mundo deste ano no Brasil, mas o evento terá pouco impacto duradouro para a maioria daqueles com classificação, avaliou a agência de classificação de risco Moody's em relatório.
A agência destacou os setores de bebidas e alimentos, acomodação, aluguel de carro, publicidade e transmissão de TV como os que mais devem se beneficiar.
"O evento de 32 dias fornecerá aumentos de curta duração nas vendas que não devem ter um efeito material sobre os lucros, e os distúrbios associados com o tráfego, o excesso de pessoas e os dias de trabalho perdidos terão um efeito negativo sobre os negócios", disse a vice-presidente e analista sênior da Moody's Barbara Mattos segundo o relatório.
Ainda assim, Mattos lembrou que a Copa oferece uma oportunidade de exposição na mídia mundial.
O relatório destaca ainda que, embora os R$ 26 bilhões em investimentos planejados para melhorias em estádios e aeroportos, portos e mobilidade urbana sejam positivos para fornecedores locais de infraestrutura, a soma corresponde a apenas 0,7% do investimento total planejado no Brasil para o período de 2010 a 2014 e a maior parte do impacto já foi sentido.
A Moody's ressalta, porém, que receber a Copa não é algo sem risco, uma vez que a imagem do Brasil pode ser afetada por uma reprise das agitações sociais vistas no ano passado na Copa das Confederações, assim como se a infraestrutura necessária não estiver pronta a tempo.

Renan Calheiros se posiciona contra CPI da Petrobras e diz que prioridade é Marco Civil



Publicado por  em REVOLTA BRASIL
Renan Calheiros se posiciona contra CPI da Petrobras e diz que prioridade é Marco Civil
Em entrevista no dia 26, Renan Calheiros(PMDB-AL), Presidente do Senado Federal, deixou claro que é contra a instauração de CPI para investigar escândalos de corrupção da Petrobras.
Segundo o parlamentar, esta CPI não agregará em nada para o país, sendo apenas um pedestal para que campanha política eleitoral seja feita através de tal CPI pela oposição do governo. Outros argumentos usados pelo Senador para sua alegação, é que tal procedimento só seria justificável em caso de omissão judicial sobre o caso, e nesse momento, segundo Renan, os Senadores devem é pressionar o Ministério Público e judiciário para agilizar a investigação e resolução do caso. Outro fator, que segundo o Senador torna a CPI da Petrobras um empecilho  é o fato do projeto do Marco Civil da Internet estar sendo pressionado para votação urgente no Senado, e, a CPI iria atrasar essa votação.
Redação / Edição
Revolta Brasil

O caso do Cel Avólio



Aos caros Amigos e companheiros de Chapa:
Desde as primeiras notícias de convocação do  Cel Avólio pela CNV que venho procurando acompanhar a evolução dos acontecimentos. Tenho recebido a preocupação de alguns com a possível repercussão do noticiário respectivo em relação a nossa Chapa e à eleição do Clube Militar.
A minha prioridade é a defesa do companheiro acusado, injustamente, coerente com a minha postura nestes 17 anos em que me encontro fora da Ativa, já manifestada na defesa do próprio Cel Avólio, por ocasião do seu afastamento da Embaixada na Inglaterra.
Repito, para melhor enfatizar, que a minha posição não é ditada pela oportunidade em que sou candidato à Presidência do Clube Militar com a finalidade de angariar votos mas, ditada por convicções colocadas à público em centenas de artigos, de minha lavra, já publicados.
Em relação ao Cel Avólio não há novidades que me façam modificar o meu comportamento, principalmente, quando o Cel Avólio, em documento em anexo, ratifica o que já, a minha pessoa, havia relatado.Os Srs estão autorizados, pelo autor, o Cel Avólio, a difundir, se assim acharem necessário, o documento em anexo.
Um forte abraço do
Marco Felicio.
Prezado Gen Marco Felício
1.Tendo sido convidado, e aceitado, fazer parte de sua Chapa Tradição, Coesão, Ação para as próximas eleições do Clube Militar e com o envolvimento de meu nome difundido pelos jornais, no '' caso Rubens Paiva'', dando margem a possíveis ilações e comentários a respeito dessa minha participação, sinto-me na obrigação de levar ao seu conhecimento o que, de fato, se passou.

a. Em 1986, em um Termo de Declaração feito à Polícia Federal pelo ex-tenente médico Amilcar Lobo, fui acusado, junto com o ex- Cmt do 1o. Btl Pol Ex (Cel Ney Fernandes Antunes) e o ex-chefe da 2a. Sec do Btl (Cap Ronald José Motta Baptista Leão), como autor da tortura e morte de Rubens Paiva.

b. Em 1996, por conta dessa mesma acusação, fui exonerado de minha função como Adido do Exército, na Inglaterra.
Ao voltar, solicitei ao Ministro do Exército, à época, a instalação de um Conselho de Justificação (Forum Apropriado e dentro da Força) para tratar desse assunto e apresentar minha contestação e defesa, já que não tivera qualquer oportunidade até então. A minha solicitação foi negada! A seguir, pedi transferência para a Reserva! Sem a oportunidade da justificação, permaneci, dentro da Força, acusado de responsável por algo que, enfatizo, não cometi!

c. Ao longo de todo esse tempo, não tive qualquer tipo de apoio por parte de meus chefes e, ainda, no sentido de, perante à Força, os mesmos me eximirem de qualquer culpa e, consequentemente, de quaisquer responsabilidades acerca do caso Rubens Paiva. Sofri todo esse tempo sozinho... Nunca fizeram nada no sentido de, pelo menos, dizer (por qualquer meio): esta acusação é infundada e maliciosa, feita por um desclassificado.

d. Em 2013, a CNV convocou-me, apresentando-me o Termo de Declaração do Amilcar Lobo, com as acusações feitas, no passado, em época já citada. Fomos, eu e o então Cap Leão, novamente, acusados como autores daquele evento. O mesmo aconteceu no MPF/RJ, indicando-nos para uma denúncia formal à Justiça Federal, como responsáveis pelo fato.
e. Como assumir culpa tão grave e que não é minha! Como responder por um ato que, ao longo do tempo, procurei esclarecê-lo, dentro da Força, e não fui ouvido! O tempo fez com que essas acusações se consolidassem contra mim, sem que a Força se manifestasse.
    
f. Durante todo esse tempo, ressalto que jamais procurei ou atendi jornalistas para qualquer desabafo! Carregamos, eu e minha família, calados, uma culpa que jamais tive! Mantive o silêncio!
g. Em meus atuais depoimentos na CNV e no MPF/RJ, afirmo e reafirmo, definitivamente, que não acusei ninguém! Em minha defesa, reafirmei que não sou culpado do que me atribuem. Não responsabilizei ninguém pelo que aconteceu, até porque não sei o que de fato aconteceu! Não indiquei o então Ten Hughes como autor de tortura ou morte de alguém, contrariando o que informam jornalistas. Creio que a acusação ao Ten Hughes tenha sido conclusão ou ilação da CNV e, provalvemente, do MPF/RJ, talvez baseados em outros fatos/depoimentos. Para a busca da verdade, basta consultar as minhas declarações nesses órgãos! Não posso ser responsável por textos de jornalistas cujos compromissos são com a notícia e não com a verdade ! Como, também, não poderia ser judicialmente responsabilizado por algo que não cometi!
2. Gen Marco Felício: espero que entenda o motivo de minha insatisfação com esse caso e com os seus desdobramentos!
Receba esse e-mail como um desabafo e faça dele o uso que achar mais conveniente.
Aceite o meu abraço e o meu reconhecimento por seus posicionamentos em relação à Força e ao País.
Att
Cel Avolio

Guerra interna da base do governo para vetar a CPI da Petrobras



Publicado por em REVOLTA BRASIL
Guerra interna da base do governo para vetar a CPI da Petrobras
A guerra interna na base aliada do governo para vetar a CPI da Petrobras remete tons agressivos para impedir que senadores governistas assinem o requerimento para instauração da CPI.
Segundo a Folha de São Paulo, a Presidência da República, através dos assessores de Dilma, já deixou claro aos senadores da base aliada que “não serão perdoados”, caso assinem o requerimento.
Veja a lista preliminar dos partidos que já aderiram à CPI da Petrobras: Veja a lista dos partidos que são contra e a favor da CPI da Petrobras
Segundo a Folha, ocorreu o fato bastante peculiar durante o recolhimento das assinaturas no Senado. O Senador Alvaro Dias (PSDB-PR) recolhia assinaturas no “cafezinho” da casa, quando a ex-ministra da Casa Civil e Senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) sentou ao lado de Alvaro e disse:
—Alvaro, vou ficar aqui do seu lado para vigiar quem assina —brincou a ex-ministra da Casa Civil.
—Pois eu acho que você deveria assinar! Vai ganhar pontos com o eleitorado do Estado —respondeu Dias.
—Nada disso. Vou ficar aqui porque a cada assinatura que você conseguir, eu convenço dois a retirar a assinatura —encerrou a petista.
A poucos dias aconteceu uma afiada discussão entre Gleisi Roffmann e Aécio Neves no plenário do Senado Federal. Gleisi, numa tentativa vaga de defender Dilma Rousseff sobre os escândalo envolvendo a refinaria de Pasadena comprada pela Petrobras que causou um prejuízo de mais de UU$ 1 bilhão (aproximadamente R$ 2,3 bilhão); compra essa, que foi feita mediante aval de Dilma quando ainda era conselheira da estatal.
Assista à discussão entre Aécio e Gleisi: Senadora Gleisi Hoffmann defende Dilma de acusações no escândalo de Pasadena
Com poucos argumentos, a principal arma da Senadora foi questionar o parlamentar por quê o assunto não foi abordado antes, alegando que a oposição já tinha informações sobre o caso anteriormente, segundo a Senadora a CPI é uma estratégia eleitoreira da oposição.
Outro que já se mostrou contra a instauração da CPI foi o Presidente do Senado Federal, Senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Segundo Renan:  ”a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a atuação da Petrobras em pleno período eleitoral não convém para o país”.
Redação/edição
Revolta Brasil

A Cultura do Estupro é resultado da cultura da impunidade


Quem quer de fato combater a Cultura do Estupro precisa deixar de lado a benevolência sociológica e a “compreensão de contexto” aplicadas aos demais crimes e criminosos.

por Gravatai Merengue  BLOG IMPLICANTE
roman polanski wanted and desired 1024 A Cultura do Estupro é resultado da cultura da impunidade
Roman Polanski antes de fugir dos EUA para evitar o cumprimento da pena pelo estupro de uma menina de 13 anos. Há “feminista” que o defenda e ao mesmo tempo reclame da “Cultura do Estupro”
A violência contra as mulheres voltou a ser tema de debates calorosos  (recomendo texto do Flavio Morgenstern, publicado hoje neste portal) e isso é ótimo. As mulheres, de fato, são mesmo vítimas e essa situação exige reflexões sérias e medidas drásticas.
Para tanto, é preciso reconhecer a chamada “cultura do estupro” como espécie “cultura de crimes”, gênero este a abarcar diversas outras condutas criminosas que infelizmente são relativizadas ou até mesmo defendidas.
Culpar a Vítima
Um dos maiores absurdos quanto à violência que vitima mulheres no Brasil é atribuir culpa à vítima. Justamente quem sofreu a violência acaba sendo acusada de provocá-la, dar causa etc. É um erro nojento, imperdoável. E dão vez e voz a esse raciocínio estúpido todos os quer atribuem a todos os crimes a “culpa da vítima”.
Se você considera a ostentação uma CAUSA ou algo que JUSTIFIQUE (ou mesmo estimule) assaltos, você comete a mesma imbecilidade de quem alega que estupros seriam causados por roupas curtas – e, na prática, endossa a Cultura do Estupro que acredita combater.
Atribuir Causas Externas que Influenciariam
Outro grande câncer do debate sobre crimes é a insistente atribuição de fatores externos para justificar (ou tentar compreender) a prática de toda sorte de condutas ilegais. Isso, obviamente, é um desserviço – tanto mais porque quase sempre esses fatores externos ou contextuais são equivocados.
No Brasil, por exemplo, há certa militância que considera a pobreza como causa da criminalidade. Mas não conseguem explicar como diabos essa “causa” apenas afeta 0,0000001% das pessoas; afinal, de TODOS os pobres do país, apenas esse micro percentual parte para a vida de crimes.
Desse modo, portanto, não é uma CAUSA, mas uma circunstância SEM INFLUÊNCIA DIRETA (pois não leva 99,99999% das pessoas à prática de crimes). E isso vale para quem busca explicar o estupro alegando “libertinagem geral do país”, “permissividade sexual” etc.
Quem defende as causas externas como justificativa para crimes em geral acaba, na prática, dando força à Cultura do Estupro.
Poupar Colegas de Ideologia ou Partido
Acontece sempre. Apanham algum criminoso, ele é julgado e condenado, mas mesmo assim alegam que “não foi bem assim”, ou “as motivações foram em prol da causa” ou algo do tipo. Também buscam descredenciar o julgamento, tratar os condenados como se fossem mártires e há casos em que fazem VAQUINHA para salvar a pele de criminosos condenados.
Isso não difere muito de quando algum estuprador tem sua conduta amenizada – ou o caso é SILENCIADO – por conta de vínculo ideológico ou político-partidário. Já vi “feminista” aliviando a barra de Roman Polanski, que estuprou uma menina de 13 anos, e depois reclamando da “Cultura do Estupro” (sério).
Outro caso lamentável é de Gaievski, que trabalhava na Casa-Civil da Presidência da República, e agora está preso sob a acusação de estupro de menores. Houve a alegação de que as menores já eram “maduras”, bem como a prisão do filho e do advogado do acusado, sob alegação de que tentaram coagir testemunhas.
A militância feminista-de-governo, que promove atos e manifestações até mesmo contra piadas de programas humorísticos, simplesmente silenciou diante desse caso. Nessa de colocar o partido na frente da causa, fazendo silêncio diante de algo assim gravíssimo, acabam por colaborar diretamente com a Cultura do Estupro. Ou não?
Ser Contra Duras Penas
Por fim, a contraproducente crença quase religiosa de certa militância quando diz que os criminosos não devem receber penas de longa duração – tanto menos, por óbvio, aceitam como discutíveis a adoção de prisão perpétua ou da pena de morte.
Essa benevolência nas teses sobre aplicação de penas acaba, logicamente, também abarcando o estupro e demais circunstâncias de violência contra a mulher. E fica complicado, na prática, algum militante negar que penas maiores não ajudam a diminuir o crime.
Tanto mais quando lutam com UNHAS E DENTES para que determinadas condutas se tornem “hediondas” – ou seja, recebam… PUNIÇÕES MAIS SEVERAS. Afinal, qualquer um sabe que qualificar uma conduta X como crime é uma forma de COIBIR a prática dessa conduta – e aumentar penas, proporcionalmente, atua também dessa forma.
Ao insistir nas penas brandas e alternativas como forma de conter a criminalidade (e, com isso, vendo-a aumentar a olhos vistos onde se implantam isso) é uma maneira de, indiretamente, não conter efetivamente a Cultura do Estupro (vez que o sistema de aplicação depenas, no geral, também beneficia os estupradores e demais violentadores de mulheres).
Conclusão
A cultura do estupro precisa menos de campanhas fotográficas nas redes sociais e mais de ações objetivas e diretas. Não adianta fingir que a condena se, no geral, a mesma militância relativiza e “compreende” os demais crimes.
Para enfrentar o atual quadro de violência contra a mulher, é preciso reconhecer e combater de verdade TODA a criminalidade. Sem culpar a vítima qualquer que seja o caso, sem atribuir causa externas qualquer que seja o caso, sem abonar exceções por simpatia ideológica qualquer que seja o caso.
A chamada cultura do estupro é também beneficiada pela lamentável cultura de relativização e compreensão da criminalidade como um todo. Devemos lutar pelo fim de tudo isso – pois não faz sentido fazer de conta que se combate A enquanto se relativiza B sendo que integram uma única coisa.
Já passou da hora de acabarmos com essas bobagens ideológicas. O crime, seja qual for, deve ser punido. Sem culpar vítimas, sem evocar contextos, sem buscar penas brandas. Quem defende a impunidade ou relativiza os crimes, colabora diretamente com a Cultura do Estupro.
Há uma imagem circulando pela web que explica tudo isso de maneira sucinta, direta e inatacável:
estupro crimes A Cultura do Estupro é resultado da cultura da impunidade
Chega de relativizar.

A líder da campanha de censura governista e seu restaurante

   


feghali
Conforme vemos na matéria do Globo, Jandira Feghali, a mais radical proponente de censura governista da atualidade, tem um restaurante no Rio de Janeiro.
Segundo a matéria, o restaurante árabe Líbano Rio Express funciona desde agosto na Zona Sul. Junto com seus dois sócios, ela planeja abrir mais dois restaurantes ainda este ano. Ambos na Zona Sul. Já poderíamos perguntar: por que não abrir na Baixada Fluminense? Será que ela tem “nojinho” de pobre?
Os sócios de jandira no Líbano Rio Express são seu irmão Ricardo Feghali (membro da banda Roupa Nova) e Omar Peres, empresário que possui outros restaurantes, como La Fiorentina e Sindicato do Chopp.
O investimento por trás do Libano Rio Express foi de 400.000 reais. E para provar que o “comunismo” de Jandira é só da boca pra foca, ela tem ambições com o negócio. Segundo ela, seu objetivo é mudar o hábito  do carioca de pedir delivery de pizza por quibes e esfirras. Diz Jandira: “O Rio Líbano Express vai ser ‘o’ restaurante árabe da cidade”.
Seria interessante visitar o restaurante e perguntar aos empregados de Jandira se o lucro é dividido igualmente entre eles ou se existe mais-valia no cálculo (créditos da questão para Alexandre Borges no Facebook). Seriam os empregados de Jandira “oprimidos” por uma patroa “opressora”? O que muda quando a patroa é uma comunista? Será que ela cobra dos clientes mais do que o preço de custo?
Cada vez mais fica fácil mostrar que comunismo não passa de um discurso usado por pessoas mais espertas se aproveitando de uma legião de militantes que não ganham nada com isso…

O virtual abalo à imagem do bem-sucedido ACM Neto



Prefeito ACM Neto: demora sem justificativa para escolher candidato ao governo

Pode-se dizer que ACM Neto (DEM) conquistou a Prefeitura de Salvador em 2012 e sagrou-se líder das oposições na Bahia desde aquele momento por méritos absolutamente próprios. O processo que resultou em sua escolha para candidato foi conduzido por ele mesmo vencendo diversas adversidades, além de adversários no campo da situação e da própria oposição, onde em alguns setores sua candidatura era vista negativamente como resultante de uma vontade de poder excessiva que desconsiderava um elemento extremamente favorável a ele no presente e no futuro: a pouca idade, capaz de fazer com que esperasse “tempo melhor” para enfrentar uma eleição majoritária.
Não era assim que o democrata interpretava o momento. Daí que forçou a barra, lançou-se candidato pelo seu partido e viabilizou-se eleitoralmente com a ajuda apenas do PSDB e do PV, logo no primeiro turno e, depois, no segundo, quando juntou-se à sua campanha uma parte do PMDB, já que o partido o apoiou naquele momento sem o seu ex-candidato Mário Kertész, que optou por marchar na direção do candidato do PT. Desta forma, Neto forjava a primeira imagem, de liderança visionária e hábil, além de vencedora, à qual tem agora, no curso da sua primeira experiência no executivo, anexado outra, de gestor-revelação.
O sucesso, primeiro na eleição e, depois, na administração, que nem sempre andam de mãos dadas, como a política da Bahia lamentavelmente está sendo pródiga em mostrar, foi sem dúvida a razão porque os partidos que acompanham a até aqui incomparável trajetória do prefeito decidiram delegar-lhe a tarefa de conduzir o processo de escolha do candidato das oposições ao governo. Ocorre que não se pode ser bom em tudo, principalmente ao mesmo tempo. Sem motivo que se consiga justificar, o prefeito resolveu postergar tanto a escolha que agora, a menos que consiga emergir do processo com o trunfo da unidade nas mãos, poderá ter sua imagem arranhada.
Afinal, a demora só fez aprofundar a rivalidade entre os grupos de Paulo Souto (DEM) e Geddel Vieira Lima (PMDB), acirrando a condição de adversários de ambos e
conduzindo o processo de disputa a um nível do qual é difícil achar que os dois sairão, pelo menos, unidos, participando um da chapa do outro. Como assinalou um
importante político oposicionista recentemente, em privado, a este colunista, amigos de Souto e Geddel passaram a devotar uma raiva tão grande uns aos outros, nos últimos meses, que deixaram de ver que o inimigo está na outra margem, representado pelo candidato do PT ao governo.
É verdade que a unidade deixou há muito tempo de ser encarada como essencial para os oposicionistas, especialmente para os partidários da candidatura de Souto, o que significa que os democratas não vêem como condição sine qua non para a vitória em outubro o apoio a ele de Geddel nem sua participação na chapa soutista na condição de candidato ao Senado, um dos cenários desenhados no início das conversas que empreenderam ainda no ano passado. Não há como negar, entretanto, que juntos, eles integrariam uma chapa verdadeiramente competitiva.
Boas idéias
Secretário de Turismo de ACM Neto, Guilherme Bellintani prometeu contratar uma funcionária da secretaria estadual de Turismo com fama de competente trocada por Jaques Wagner pelo filho de um deputado governista cujo currículo fora, exclusivamente, o sobrenome. Mas quem deveria contratar Bellintani era Wagner. Assim, pouparia seus assessores de o levarem a criticar para depois copiar as boas idéias do jovem secretário de ACM Neto relativas a captação de recursos privados para ajudar a financiar a combalida máquina pública.
* Artigo publicado originalmente na Tribuna da Bahia. 
BLOG ARI RODRIGUES

"Não conte comigo", diz Geddel sobre o Senado



Por: Alessandro Isabel (Twitter @alesandroisabel) - bocao news

O pré-candidato para a disputa ao governo da Bahia, Geddel Vieira Lima (PMDB), a cada dia que passa dá mais demonstrações de que está decidido em concorrer apenas ao posto governista.

Mais uma vez ele utilizou as redes sociais para demostrar que não vai recuar de desejo político traçado para a temporada 2014. Apontado por um seguidor do Twitter como um “excelente” candidato ao Senador, ele não acolheu a ideia e disparou: "Grato pela sugestão, mas não conte comigo".

Como já anunciado amplamente, nem o peemedebista, nem o seu concorrente ao posto pela oposição, Paulo Souto (DEM), se sentem confortáveis em disputar a única vaga no Senado, posto que surgem como maiores oponentes o vice-governador Otto Alencar (PSD), e a ex-ministra do STJ Eliana Calmon (PSB).

 

Nesta segunda-feira (31) o prefeito ACM Neto (DEM), responsável pela escolha da oposição, se reúne com membros do partido para tentar uma definição que acolha a sua sigla, no caso Paulo Souto, e também contemple o ainda aliado PMDB. Ainda não se sabe o que tem se desenhado para conseguir tal feito, mas pelo andar da carruagem o racha é iminente.

Com a possibilidade na mesa, abrem outras opções no tabuleiro. Em caso de uma escolha caseira, Neto abraça Souto, João Gualberto (PSDB) – que é o vice e vai arrumar um candidato para o Senado. Já Geddel, rompendo com o DEM/PSDB vai apresentar o vice e também pode lançar mais um candidato para o Senado, forma de marcar território. Especulações á parte, Neto garantiu que entre quarta-feira (02) e sexta (04) e martelo será batido. 

Reajuste no preço dos medicamentos passa a valer hoje

       

Agência Brasil


  • J. Freitas | Agência Brasil
    Reajuste é de até 5,68%
Indústrias farmacêuticas e distribuidoras podem, a partir desta segunda-feira, 31, adotar o reajuste de até 5,68% nos preços de medicamentos regulados pelo governo. A resolução da Câmara de Regulação de Medicamentos (Cmed) que autoriza o reajuste foi publicada na última quinta-feira (27) no Diário Oficial da União.
De acordo com o Ministério da Saúde, a regulação é válida para mais de 9 mil medicamentos, sendo que mais de 40% deles estão na categoria nível três - de menor concorrência, cujas fábricas só poderão ajustar o preço-teto em 1,02%.
"O ajuste autorizado pode alterar o preço máximo de fábrica, porém não impacta diretamente no valor pago pelo consumidor, uma vez que muitas empresas adotam descontos na comercialização dos produtos", informou a pasta.
A Cmed fixa o valor do reajuste anualmente, com base em critérios técnicos definidos na Lei 10.742 de 2003. São considerados no cálculo a inflação do período (de março de 2013 até fevereiro de 2014), produtividade da indústria, variação de custos dos insumos e concorrência dentro do setor.

Família de Schumacher se prepara para receber piloto em casa, diz jornal


Médicos pretendem liberar o ex-piloto para que ele seja tratado em casa; família constrói quarto hospitalar de R$ 40 milhões
CORREIO 24 HORAS

A esposa do ex-piloto Michael Schumacher, Corinna, mandou construir uma suíte médica na mansão onde mora com a família, em Lake Geneva, na Suíça, para quando o alemão deixar o hospital. 
Corinna Schumacher esposa (Foto: AFP)
Corinna investiu R$ 40 milhões para receber
Schumacher com estrutura adequada
(Foto: AFP)
De acordo com o 'Mail Online', o objetivo das obras, que custaram R$ 40 milhões, é construir um quarto que funcionará como uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), completamente equipado com aparelhos avançados em tecnologia hospitalar.

O quarto médico de Schumacher terá ainda uma equipe, formada por médicos, fisioterapeutas para massagear as articulações atrofiadas, nutricionistas, enfermeiros e especialistas em neurologia.
Ainda de acordo com a publicação, a atitude de construir o cômodo se deu porque os médicos teriam dito que o ex-piloto não irá acordar do coma. Com isso, a tendência é que Schumacher volte para casa e seja recebido com uma estrutura adequada.
Michael Schumacher está em coma desde o dia 29 de dezembro de 2013, quando sofreu um grave acidente de esqui e bateu a cabeça contra uma rocha. Desde então, o ex-piloto já pasosu por suas neurocirurgias e perdeu cerca de 25% do seu peso. 
A expectativa dos médicos é que, caso acorde, o alemão fique em estado vegetativo pelo resto da vida. "Milagres acontecem, é claro, e como um homem rico, ele tem o melhor atendimento que o dinheiro pode comprar. Mas todo o dinheiro do mundo não pode corrigir o que aconteceu com ele. A família está fazendo arranjos para um futuro de imobilidade permanente", disse um amigo de Schumacher.