Coronel revela verdades sobre os ex-ministros que se declaram “preocupadíssimos” com possível “GOLPE MILITAR”
27/05/2020 às 12:56 JORNAL DA CIDADE4 ONLINE
Fotomontagem: Ex-ministros da Defesa
Ex-Ministros da Defesa Preocupadíssimos …
Seis
ex-ministros da Defesa reafirmaram no domingo passado, em nota, o
compromisso das FA com a democracia, afirmando que estas Instituições de
Estado têm como “missão indeclinável a defesa da Pátria e a garantia de nossa soberania”.
A nota é assinada pelos ex-ministros José Viegas Filho, Nelson Jobim,
Celso Amorim, Jaques Wagner, Aldo Rebelo e Raul Jungmann”. Quem são
estes egrégios senhores que, um dia, foram responsáveis maiores em
prover as condições de defesa, externas e internas, para sobrevida de
nossa Pátria?
José Viegas não aguentou o rojão e apresentou pedido
de renúncia devido à crise gerada por nota divulgada pelo Serviço de
Comunicação Social do Exército, que segundo ele, fazia apologia do
Regime Militar, confundindo apologia com a defesa da Força Terrestre,
constantemente vilipendiada quanto ao seu desígnio maior de proteção dos
brasileiros contra o comunismo internacional.
Em sua nota, José
Viegas, um diplomata que, por certo, nunca compulsou uma leitura do
arrazoado sobre uma “nação armada”, preconizado pelo Barão do Rio
Branco, fez, sob ângulo completamente equivocado, menção à
incompatibilidade entre o pensamento autoritário fundado na Doutrina de
Segurança Nacional e a plena vigência das instituições democráticas. Nelson
Jobim se preocupou, sobretudo, em dar a impressão de que exercia sua
plena autoridade sobre os oficiais-generais de quatro estrelas, em
verdade, um ministro civil que não soube dissimular o seu desejo de ser
um deles, inclusive envergando uniformes militares nas suas aparições em
público, mas sem deixar de exercê-la, de forma jactante e tiranicamente
injusta, quando da demissão do impoluto General-de-Exército Maynard
Marques de Santa Rosa, por críticas a apuração, de “mão única”, de
violação dos direitos humanos pela Comissão da “Verdade”. Celso
Luiz Nunes Amorim, nada mais nada menos do que uma “cobra criada no
COMUNOPETISMO”, muito mais preocupado, que seja dito, como ministro da
defesa de “nações separatistas indígenas” do que com a obtenção de meios
de defesa realmente contundentes, dissuasórios e definitivos para a
garantia das (ainda nossas?) Amazônias verde e azul. Uma verdadeira
lástima!
Imaginem que este pau mandado de Lula, ex-presidente e
padrinho do enclave separatista Raposa Serra do Sol tem a “cara de pau”
de chancelar que “as FFAA são instituições de Estado com importante
papel na fundação da nacionalidade e no desenvolvimento do país. Sua
missão indeclinável é a defesa da Pátria e a garantia de nossa
soberania…” Jaques
Wagner, outra malcriada figura de retórica, do mesmo “COMUNOPETISMO de
duas caras”, com currículo político altamente esquerdista, iniciado em
1969 no movimento estudantil, quando ingressa no diretório acadêmico da
Faculdade de Engenharia da Pontifícia Universidade Católica/RJ e,
posteriormente, atua no Sindicato dos Trabalhadores da Indústria
Petroquímica/BA, do qual foi diretor e presidente. O homenzinho conheceu
Lula num congresso de petroleiros e, em 1980, ajudou a fundar o PT e a
CUT no estado. Este comunista declarado tem o topete de subscrever que
“’a democracia no Brasil, mais que uma escolha, conforma-se como um
destino incontornável, que necessita da contribuição de todos para o seu
aperfeiçoamento”. Durma-se com um barulho destes!
Aldo Rebelo, um
comunista integrante do revolucionário PC do B, nada mais nada menos do
que o partido idealizador e coordenador da Guerrilha do Araguaia,
justiça seja feita, para espanto de quantos, sempre simpático em suas
declarações sobre as FFAA, preocupado com as condições periclitantes da
indefesa Amazônia, mas que, em absoluto, de forma alguma pode se arvorar
a ponto de assinar documento, nos termos que se seguem: -“Assim,
qualquer apelo e estímulo às instituições armadas para a quebra da
legalidade democrática – oriundos de grupos desorientados – merecem a
mais veemente condenação.
Constituem afronta inaceitável ao papel
constitucional da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, sob a
coordenação do Ministério da Defesa”.
Raul Jungmann, entre os
signatários, o único que não foi ministro dos governos do PT, mas que,
também, com todas as honras e sinais de respeito ao atual ocupante da
pasta, assim como este, nunca se preocupou em denunciar os ajustes de
“lesa pátria” que nos impedem de dissuadir ao invés de lutar, com que
lógica, pode este ex-integrante do antológico PCB firmar uma declaração
do tipo:
“A Constituição estabelece no seu artigo 142 que
as Forças Armadas ‘destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos
poderes constituídos e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da
ordem?"
Sim,
excelentíssimos senhores ex-ministros da Defesa, apenas dá para
concordar, quando, acertadamente, declaram que: “as Forças Armadas
cumprem importante papel no enfrentamento das adversidades e na
manutenção da unidade e do ânimo da população”; não pairam dúvidas
acerca dos compromissos das FFFAA com os princípios democráticos
ordenados na Carta de 1988; a defesa deles tem sido e continuará sendo
fundamento da atuação das Forças.
Excelências! Se é assim que
pensam, na condição de ex-ministros desta pasta, por que então não se
esmeraram, pelo menos, no cumprimento da missão maior e inalienável que
lhes cabia, quando no exercício de tão decisivo cargo, que se diga, o
mais importante do Poder Executivo, só abaixo do Presidente da
República? Paulo Ricardo da Rocha Paiva - (Coronel de Infantaria e Estado-Maior). Publicado originalmente na Revista Sociedade Militar
Nenhum comentário:
Postar um comentário