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| Wagner e Haddad são dose cavalar para acabar com o país |
O presidenciável Fernando Haddad (PT) e a cúpula petista, já estão
anunciando o nome do ex-governador Jaques Wagner (PT), para seu ministro
da Fazenda. Mas há resistência a isso do próprio ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva, que comanda a tática de campanha, embora preso no
âmbito da operação Lava-Jato, na carceragem da Polícia Federal (PF) em
Curitiba (PR), desde abril desse ano. Dentre os nomes que despontam na
perspectiva de ocupar o cargo, além de Wagner. há outras opções, como o
banqueiro Luiz Carlos Trabuco. O cálculo para a definição do nome do
titular da pasta da Fazenda é estratégico, visto que, no presente
momento, seria impensável chamar o Meirelles, que, num passado recente,
chegou a ser o preferido de Lula para o cargo. Num outro flanco, as
trincheiras petistas trabalham com a perspectiva de evitar a pecha de
“estelionato eleitoral”, com a conseqüente perda de sua base na
esquerda. Ainda está fresca na memória petista a acusação de
“traição”que pesou sobre Dilma após as eleições de 2014, que, depois
reeleita, anunciou o fiscalista Joaquim Levy para a Fazenda. A questão é
que o mercado demanda as reformas, tema em relação ao qual a massa de
apoiadores petistas é hostil. Ocupam especial relevância nesse contexto,
as corporações de funcionários públicos, que recusam a reforma
previdenciária, temendo perder seus privilégios.

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