Postado em 22/09/2018 8:05 DIGA BAHIA!
Já na Argentina, haverá rodadas de negócios envolvendo também o setor de máquinas e equipamentos, além de alimentos e bebidas. Algumas empresas participam das duas etapas e outras escolheram visitar apenas um país. Segundo Márcia Nejaim, diretora de Negócios da Apex, a despeito de dificuldades, como a crise econômica na Argentina, o Brasil vem identificando oportunidades de negócios no país vizinho.
“Mesmo com todas as crises que nossos países vêm passando, você continua tendo 50% das nossas exportações para América do Sul”, afirmou Márcia. Ela ressalta que o cenário eleitoral brasileiro também causa incertezas, mas defendeu a necessidade de ter “visão de longo prazo”. “Em comércio exterior, você não pode deixar espaço vazio. Senão, outro vem e ocupa”, declarou.
A diretora de Negócios explica que o número de empresas interessadas em capacitação para exportar tem crescido, o que ela acredita estar relacionado à crise econômica brasileira. “A gente viu em 2014, 2015, 2016, uma procura grande de empresas. Apesar de a economia estar um pouco mais estável, isso continua. Tivemos um recorde de mais de 6 mil empresas este ano. No ano passado, não chegou a 3 mil”.
Márcia Nejaim informou que atualmente a Apex tem 10 escritórios fora do Brasil, em oito países. A China e os Estados Unidos contam com dois escritórios. A agência também conta com um trabalho de inteligência local das embaixadas. A capacitação inicial para quem deseja exportar – o Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX) – dura seis meses. Em seguida, a empresa passa por um curso de capacitação específica sobre o mercado no qual tem interesse em ingressar.
Agência Brasil
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