O manuscrito informa que
o ex-presidente presidiário ainda não aprendeu a escrever corretamente
nem o nome do poste que fabricou. Christian Costa, via Augusto Nunes:
Menos de dois meses depois de ter assassinado a língua portuguesa numa carta escrita ao parceiro Wagnão (Wagner
Santana, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC), Lula retomou
a sequência de atentados contra o idioma, agora com um bilhete de 11
linhas sem destinatário definido. As correções no original, reproduzidas
abaixo, atestam que o autor cometeu pelo menos oito crimes (alguns dos
quais hediondos).
O manuscrito informa,
por exemplo, que o ex-presidente presidiário ainda não aprendeu a
escrever corretamente nem o nome do poste que fabricou. Em vez de
“Haddad”, rabiscou um “Hadad”. (Muitos eleitores nordestinos continuam
preferindo “Andrade”).
Engaiolado há cinco
meses, Lula jura que já leu mais de 20 livros. Como a coluna registrou
em julho, o Curso Intensivo de Leitura e Escrita para Presidiários Nota
Zero ajuda a desasnar alguns alunos, mas não faz milagres.
BLOG ORLANDO TAMBOSI

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