Cemitério Santa Cruz, no bairro Promorar, tem 20 mil sepultados.
Crise financeira é apontada como principal causador dos prejuízos.
No ano passado, o autônomo Irisvan Leal conseguiu apurar cerca de R$ 500. Neste ano, mesmo com a grande movimentação, ele acredita que não conseguirá vender nem a metade deste valor. Ele colocou um ponto de vendas de velas e coroas bem próximo à entrada do cemitério. “A crise tem afetado as vendas. As pessoas têm comprado menos velas e coroas e se compram é das mais baratas”, disse.
(Foto: Beto Marques/G1)
Quem visitou o local aprovou o serviço de limpeza e manutenção. “O local está bem limpo. Nem precisei pagar para limpar. É uma data que a gente sempre vem, mas que não nos traz boas lembranças”, destacou Pedro Galvão, ao visitar o túmulo da esposa e do filho.
Já para Thaís Alves o Dia de Finados é uma data importante para elevar os pensamentos a quem não está mais presente. “Tenho cinco amigos sepultados aqui. A cada ano, essa data é importante para ter boas recordações de todos eles”, disse.
O Cemitério Santa Cruz não possui mais vagas disponíveis. Para 2017, a Superintendência de Desenvolvimento Urbano Sul (SDU Sul), planeja construir um novo cemitério com capacidade para 20.000 sepultamentos.
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