Moradora de Luziânia tentou atendimento em três hospitais, sem sucesso.
Ela foi internada no DF e está sendo medicada para indução de parto natural.
Vizinha da família, a também dona de casa Simone Gonçalves conta que Maria de Fátima estava preocupada devido ao bebê não se mexer muito. Por conta disso, realizou uma ecografia que comprovou a morte do bebê. Inicialmente, ela foi até o Hospital Materno Infantil de Luziânia, mas não conseguiu atendimento.
Diante da negativa, o casal seguiu para o Hospital Regional de Luziânia, onde foi informado de que a unidade não estava apta a realizar o procedimento. "Estou sofrendo muito, perdi meu filho e minha mulher está sofrendo", lamentou Antônio Carlos.
Somente à noite, após acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), é que ela foi levada novamente para o Hospital Regional do Gama, onde foi finalmente internada.
A assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde do DF informou, em nota, que o feto só pode ser retirado de forma natural, porque a paciente sofre de hipertensão e diabetes, o que impossibilita o procedimento cirúrgico. Diante disso, ela está recebendo medicamentos que induzem o parto natural.
Sobre a negativa em internar a mulher, a secretaria disse que vai investigar o caso "com o maior rigor possível" e, caso seja constatada alguma irregularidade, as medidas cabíveis serão tomadas.
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