Superlotação e inúmeras irregularidades foram constatadas no local.
Ao tomar conhecimento, Sesa admitiu pacientes atendidos nos corredores.
A orientação feita pelo sindicato é de que os municípios, serviços de ambulância e Corpo de Bombeiros não encaminhem novos pacientes para o local, que segundo sindicato tinha mais de 100 pacientes no corredor, apenas uma vaga no centro cirúrgico, e medicamentos insuficientes. "Se chegar um paciente, não haverá omissão de socorro, apenas vamos atendê-lo e encaminhá-lo a um outro hospital. Aqui, não há mais condição", disse o presidente Otto Baptista sobre o hospital.
Segundo o Conselho Regional de Medicina (CRM), o sindicato não pode suspender o atendimento ou impedir a internação de novos pacientes. Em nota, o CRM informou que fez uma vistoria no hospital no dia 13 de agosto, e que está preparando um relatório detalhado sobre a superlotação na unidade.
O secretário estadual de Saúde, Tadeu Marino, disse que o atendimento vai continuar normal, e os pacientes serão atendidos. “Serão atendidos principalmente os pacientes que são graves. Senão nós é que vamos entrar com uma ação de omissão de socorro contra o sindicato", disse. Ele admitiu ainda que há entre 30 e 50 pacientes nos corredores do Hospital São Lucas.
Ainda segundo o secretário, a situação nos corredores do hospital vai melhorar a partir de setembro, quando os pacientes de internação serão transferidos para o prédio que está em reforma.
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