Eduardo Giannetti, conselheiro econômico de Marina
Silva, diz que o tucano é importante por seu compromisso com a
estabilidade e Lula, pela inclusão social
por Redação
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publicado CARTA CAPITAL
Reprodução / RioFestival
Eduardo Giannetti, um dos conselheiros econômicos da
campanha de Marina Silva ao Planalto, afirmou que a candidata do PSB
pretende governar com o apoio dos ex-presidentes Lula (PT) e Fernando
Henrique Cardoso (FHC). "Eduardo Campos tinha dito, e Marina está
alinhada com isso, que no seu governo [José] Sarney, Renan [Calheiros] e
[Fernando] Collor iriam para a oposição. E com quem se governa e se
negocia? Com Lula e Fernando Henrique", disse ele à Folha de S.Paulo.
Segundo Giannetti, FHC é um aliado importante pois tem compromisso com a estabilidade econômica, enquanto Lula tem compromisso com a inclusão social.
Afirmando ser um "colaborador" e um "conselheiro" sem pretensões políticas no governo de Marina, caso ela seja eleita, Gianneti afirmou que Dilma descumpriu as metas do tripé econômico firmadas no governo FHC e reforçadas por Lula: câmbio flutuante, meta de inflação e disciplina fiscal. "O governo Dilma cometeu uma grave barbeiragem na condução da política do BC, que foi deixar claro, no início do mandato, que a inflação no teto da meta [de 4,5%, com tolerância até 6,5%] estaria de bom tamanho", criticou ele.
O economista ainda afirmou que os programas sociais criados e expandidos pelo PT são "intocáveis" e que aumentar os juros está fora de questão: "aumentar impostos nem pensar", disse.
Segundo Giannetti, FHC é um aliado importante pois tem compromisso com a estabilidade econômica, enquanto Lula tem compromisso com a inclusão social.
Afirmando ser um "colaborador" e um "conselheiro" sem pretensões políticas no governo de Marina, caso ela seja eleita, Gianneti afirmou que Dilma descumpriu as metas do tripé econômico firmadas no governo FHC e reforçadas por Lula: câmbio flutuante, meta de inflação e disciplina fiscal. "O governo Dilma cometeu uma grave barbeiragem na condução da política do BC, que foi deixar claro, no início do mandato, que a inflação no teto da meta [de 4,5%, com tolerância até 6,5%] estaria de bom tamanho", criticou ele.
O economista ainda afirmou que os programas sociais criados e expandidos pelo PT são "intocáveis" e que aumentar os juros está fora de questão: "aumentar impostos nem pensar", disse.
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