Após desastre, família passou a morar em um quarto de estância alugado.
Grupo de guardas municipais ficou sensibilizado com a situação do casal.
As dores da família, que mora na zona Oeste de Boa Vista, começaram em outubro deste ano, quando o marido de dona Ana, o pedreiro Elivan Silva, sofreu um acidente de trânsito e fraturou as duas pernas, além de sofrer escoriações pelo corpo, ficando impossibilitado de trabalhar.
Ela acrescentou ainda que depois do acidente do marido, a situação só piorou. "Ele não trabalha mais, não sai de casa. Se não fossem eles [guardas civis], eu não saberia o que fazer", contou emocionada a mulher.
Para aumentar os problemas da família, a casa de madeira com apenas um cômodo foi destruída por um incêndio, em outubro deste ano, e a família ficou sem um teto para morar. Diante da situação, os guardas civis municipais se sensibilizaram e começaram a construção de uma nova casa, sendo que agora de alvenaria.
"O que nos motivou foi ver o sofrimento da família, principalmente das crianças e, como já fazemos trabalhos sociais, tivemos a ideia de construir um novo lar", relatou o inspetor Murilo Santos, comandante da Romu, que informou ainda que os guardas trabalharam na construção durante as horas vagas.
municipais (Foto: Arquivo Pessoal)
Eles também receberam doações de amigos, policiais militares e de agentes da Superintendência Municipal de Trânsito (Smtran). "Foi um trabalho em conjunto, que resultará na alegria desta família", destacou Santos.
Ainda segundo o inspetor, este não é o primeiro trabalho social que a equipe faz. "Somos um grupo muito unido e desta união muitas pessoas são beneficiadas. Já construímos outra casa e também fazemos palestras de conscientização em escolas de Boa Vista. Sabemos que iniciativas como estas fazem a diferença na sociedade", declarou.
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