Bois-bumbás Flor do Campo e Malhadinho dizem não ter recursos.
Secel afirma que governo se comprometeu a fazer a reforma do bumbódromo.
De acordo com a presidente do boi-bumbá Malhadinho Edileuza Mendes, a realização do festival dependia de recursos correspondentes a emendas parlamentares. “Para a realização da edição deste ano precisávamos de pelo menos R$ 1,2 milhão que seriam divididos entre as duas agremiações e a coordenação do evento. Até existiam as propostas de emendas de R$ 2 milhões que acabaram não sendo concretizadas e não temos recursos para realizar o festival, é lamentável, mas não temos outra alternativa”, afirma Edileuza.
Segundo as agremiações, em 2012 a verba de R$ 1,2 milhão, disponibilizada pelo estado, só foi repassada, em parcelas depois do festival. A última parcela foi paga no mês de maio deste ano. As alegorias e adereços, na época, foram confeccionados com verbas de patrocinadores e parceiros.
(Foto: Leile Ribeiro/G1)
A primeira edição do Festival Folclórico de Guajará -Mirim foi realizada em 1995, quando era chamado de Festival Folclórico Pérola do Mamoré (FEFOPEM) e as apresentações aconteciam no clube da Polícia Militar. Em algumas edições, as apresentações ocorreram na Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB)
A disputa de títulos entre os bois-bumbás Malhadinho, que traz as cores azul e branco, e Flor do Campo, com as cores vermelho e branco, começaram a partir de 1997 e em 2009 o Festival Duelo da Fronteira passou a acontecer no Bumbódromo Municipal. Atualmente cada boi-bumbá possui sete títulos.
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