Pitaya é vendida nos supermercados por cerca de R$ 15 o quilo.
Cultivo da fruta tem sido lucrativo e dispensa uso de agrotóxicos.
(Foto: Janine Limas/RBS TV)
Os agricultures conseguiram as primeiras mudas de um plantador de São Paulo. Há três anos, começaram o pomar com pouco mais de 100 mudas. Atualmente, eles têm dois mil pés da planta e até vendem mudas a outros agricultores, que já começaram a perceber o potencial da nova cultura na região. "Neste terceiro ano, devemos colher cerca de 25 mil frutos, três vezes mais do que as safras anteriores", comemora Volnei.
(Foto: Janine Limas/RBS TV)
Agricultores de outros 15 municípios já adquiriram mudas da planta, que se adaptou bem ao clima da região. "Com certeza, a pitaya será uma grande alternativa de renda para os nossos agricultores", afirma o presidente do sindicato dos trabalhadores rurais de Turvo, Davide Tomaz.
Uma cooperativa de engenheiros agrônomos também dá assistência aos produtores rurais. "Além do suporte técnico, queremos ajudá-los a avançar um pouco mais, auxiliar os agricultores a organizar a produção e também a comercializar a fruta", ressalta a engenheira agrônoma Cristine Abreu.
Fruta Dragão
Por causa da casca grossa e espinhosa, a pitaya também é conhecida como fruta dragão. A espécie é parente do kiwi e nasce em um tipo de cacto. Os agricultores do Sul catarinense apostaram no plantio de cinco variadades: a vermelha de polpa branca e de polpa roxa, a pink, a baby, a do cerrado e a pitaya amarela. Estudos apontam que a fruta é rica em fibras e, por isso, indicada para quem tem problemas intestinais. Também ajuda na prevenção do diabetes, hipertensão e inibe a vontade de comer doces. Além do consumo in natura, pode ser usada para fazer sucos, geleias e sorvetes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário