Ainda raro no Brasil, Gypsy Horse participa pela primeira vez da feira.
Com longas crinas, raça de cavalo se destaca entre as demais pela beleza.
Como o nome denuncia, a raça foi batizada em homenagem aos ciganos, responsáveis por sua introdução na Inglaterra. Segundo o criador Leandro Viana, existem apenas 11 cavalos dessa raça no Brasil, todos no rancho dele em Taiaçu, no interior paulista. Destes, quatro nasceram no país e os demais foram importados da França há pouco mais de um ano.
Em meio a dezenas de outros cavalos de várias raças, os cavalos ciganos se destacam pela rusticidade e pela beleza de suas longas crinas, além dos pelos abundantes nas patas. Considerados dóceis, eles são indicados para o uso em montaria, lazer ou adestramento circense, garante o criador.
físico (Foto: Márcio Luiz/G1)
Para quem está interessado em ter cavalos ciganos em sua propriedade, o criador avisa que os únicos cuidados adicionais que eles exigem são estéticos, em função das crinas. Mas é bom preparar o bolso: um potro custa de R$ 35 a R$ 40 mil e um cavalo adulto, que por ser recente no Brasil ainda é preciso importar, sai por cerca de R$ 85 mil a R$ 140 mil.
Ainda entre os equinos, outra atração da feira é o cavalo da raça Bretão, que retorna à Expointer depois de 23 anos de ausência. O único exemplar da raça foi trazido de Passo Fundo pelo criador Gilmar Teixeira Lopes. Robusto e de grande porte, essa espécie é comumente usada como animal de tração e também em competições de atrelagem esportiva. “É um animal muito forte e muito resistente”, diz o tratador, Carlos Eduardo Lopes.
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