O agora oficializado candidato a governador da Bahia, João Roma (PL), teve a chapa confirmada pelo partido em uma convenção realizada na manhã de ontem
Foto: DivulgaçãoPor Henrique Brinco
O agora oficializado candidato a governador da Bahia, João Roma (PL), teve a chapa confirmada pelo partido em uma convenção realizada na manhã de ontem. O grande evento reuniu os principais bolsonaristas baianos em um prédio alugado na Avenida Juracy Magalhães.
Em um forte discurso antipetista, o bolsonarista disse que a Bahia "precisa de uma mudança de verdade e que sua prioridade, se eleito governador, será reduzir os impostos para atrair investimentos para o estado".
"Todos observam que nós precisamos de uma mudança para valer. Não adianta uma mudança de seis por meia dúzia, queremos uma mudança efetiva nas práticas políticas da Bahia, porque a outra matriz que está aí é a política do atraso, da perseguição, do empreguismo e o que nós queremos é uma Bahia liberta, uma Bahia que caminhe de mãos dadas no Brasil", declarou Roma, durante entrevista coletiva que antecedeu os discursos dos convencionais.
Questionado pela imprensa, Roma disse que sua prioridade será baixar
impostos. “Minha prioridade será baixar impostos, pois não é possível
que um estado fique perdendo competitividade. Isso faz com que os
investimentos corram da Bahia”, explicou. O candidato do PL disse que
tem uma ligação com o interior do estado e também com o setor
produtivo.
“Não farei como esses governantes que viram as costas
para toda essa Bahia grandiosa, com muitas vocações, com muitos vetores
de desenvolvimento, literalmente abandonados, pois não é nem o estado
nem a prefeitura que geram emprego, quem gera emprego é quem atrai
investimentos e colocam uma roça para produzir, uma pequena indústria,
um comércio e um serviço”, emendou.
O pré-candidato disse ainda que, além da crise econômica causada pela "política errática do PT", há também a violência que se instala com exemplos de "novo cangaço" que "amedrontam a população de bem": "Fico indignado com o estágio de violência na Bahia. A cada hora vemos imagens chocantes do crime organizado e do tráfico de drogas cometendo aberrações com a nossa juventude. E me vem o governador [Rui Costa] dizer que o tráfico emprega muitos jovens. O nome disso não é emprego, é descaminho".
Ele ainda destacou que "a Bahia precisa andar de mãos dadas com o
Brasil" e apoiar Jair Bolsonaro. O deputado recordou a missão que o
presidente lhe deu quando ele assumiu o Ministério da Cidadania e criou o
Auxílio Brasil, que triplicou os recursos de transferência de renda no
país. "O PT dizia que ajudava os pobres, mas Bolsonaro é que está
estendendo a mão e melhorando a vida de cada um dos cidadãos",
alfinetou.
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