O despudorado psolista Glauber Braga e a cultura do macaco de Floripa
03/07/2019 às 16:58 JORNAL DA CIDADE ONLINE
Na
Ilha de Santa Catarina, onde fica boa parte de Florianópolis – que o
povo brasileiro e os irmãos uruguaios, argentinos e chilenos
carinhosamente chamam de Floripa – tem-se um ditado, que ouço desde meu
nascimento nesta belíssima terra: “Macaco vive fazendo troça do rabo dos
outros animais, sem jamais olhar para o seu”.
Este ditado se
aplica como uma luva ao boquirroto e irresponsável moleque esquerdista
destruidor de reputações (esquerdista destruidor de reputações é um
pleonasmo, no Brasil) despudorado Glauber Braga, nascido no Rio de
Janeiro, terra de Rodrigo “Botafogo” Maia, Eduardo Cunha, Jean Willys,
Cristiane Brasil, Benedita da Silva, Lindbergh Farias, Sérgio Cabral,
Pezão, ... Em suma, constelação de brasileiros exemplares, no pior
sentido da palavra.
Ah,
sim, lembrará alguma sentinela lulopetista sempre alerta: Bolsonaro,
embora nascido em Glicério, SP, sempre morou e fez carreira política no
Rio. É como se tivesse nascido, politicamente, no Rio, concluirá a
sentinela lulopetista.
E daí? Eu não estou dizendo, ou insinuando,
que quem nasce no Rio é bandido. Nem que quem nasce no Rio e envereda
pela política seja bandido. (Mas aí, o espaço de probabilidades de a
pessoa se manter honesta começa a se reduzir assustadoramente.) Agora,
se o indivíduo envereda pela política em um partido manjado, então o
espaço de probabilidades de manter-se probo, equilibrado e decente é
quase um espaço vazio.
E Bolsonaro, aqui entre nós, tem outra
característica marcante: é teimoso como uma mula. Quis, porque quis,
demonstrar que é possível ser político pelo Rio de Sergio Cabral sem se
macular, sem se imiscuir em maracutaias, sem ceder em toma-lá-dá-cá, que
isto não são coisas de pessoas horadas. E, ao longo de sua carreira de
Deputado Federal e curta de presidente da República, tem se mantido
incólume. As raras exceções à regra às vezes são bem mais relevantes que
o conjunto (grande) de pessoas que se ajustam à regra.
Voltando
ao macaco fluminense, o boquirroto moleque irresponsável despudorado
Glauber Braga, que se não tivesse protegido pelo biombo (muitas vezes
imoral) da impunibilidade parlamentar, certamente teria de pedir
desculpas, talvez por detrás das grades, ao honrado ex-Juiz e probo
Ministro Sergio Moro do governo Bolsonaro.
A razão de eu
associa-lo à cultura florianopolitana contra falastrões boçais fica mais
clara ainda se olharmos os dados apresentados por Frederico Rodrigues
ao Jornal da Cidade Online. Este macaco (macaco cultural, não quero
ofender a espécie ‘cebidae’ do gênero ‘macaca’), Glauber Braga, assumiu
uma cadeira na Câmara dos Despudorados, em Brasília, em 2011 e desde
então, seu património (segundo Frederico Rodrigues) aumentou 360% em
quatro anos! Quatros anos! Passou de um patrimônio declarado em 2010 de
R$ 76.890,00 para R$ 358.948,89 em 2014. Um aumento médio de 90% ao ano!
Veja a evolução patrimonial do macaco em tela, apresentada por
Frederico Rodrigues /1/: Mas
a macaquice de Glauber Rocha não se limita a aumentar o seu patrimônio
particular em 90% ao anos, após assumir uma cadeira na Câmara dos
Despudorados em 2011. Ele é o decimo da lista dos mais despudorados
gastadores de verbas sequestradas dos pagadores de impostos deste
infeliz País /2/, conforme a tabela abaixo:
Gastos pessoais de deputados federais de janeiro a outubro de 2015
Francisco Floiano (PR): R$ 290.847,47
Eduardo Cunha (PMDB): R$ 269.329,13
Walney Rocha (PTB): R$ 251.838,41
Roberto Sales (PRB): R$ 249.604,32
Alexandre Valle (PRP): R$ 245.191,28
Cabo Daciolo (sem partido): R$ 245.074,24
Washington Reis (PMDB): R$ 244.166,98
Hugo Leal (PROS): R$ 236.512,32
Aureo (SDD): R$ 234.416,12 Glauber Braga (PSOL): R$ 234.396,45
Um
mandato parlamentar pode mesmo, as vezes, operar milagres! E, neste
terreno – sabe-se desde a CPI dos Correios – os milagres são muitos e
elevados.
E este despudorado esquerdopata psolista tem a
petulância de, em bancando ser uma vestal, ofender uma pessoa que possui
aquilo que ele parece estar longe de possuir: lisura e honra. É o
perfeito macaco que não olha para o rebo que tem da cultura do nosso
floripano da gema.
REFERÊNCIAS
1.https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/15337/evolucao-patrimonial-de-deputado-que-chamou-m...
2.https://extra.globo.com/noticias/extra-extra/os-dez-deputados-federais-do-rio-que-mais-abusam-da-mes...
Engenheiro
Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio.
Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da
Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR.
Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio
Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de
Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação.
Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara
Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do
Programa de Pós-Graduação em engenharia Mecânica. Idealizador e criador
do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC. Professor Titular
da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.
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