Quatro casos da doença transmitida por ratos já foram confirmados.
Pacientes são estudantes do Ensino Fundamental, diz Vigilância Sanitária.

alunos (Foto: Julieta Amaral/RBS TV)
Os casos confirmados da doença são de estudantes da mesma turma do 1º ano do Ensino Fundamental. De acordo com o órgão de saúde, outras nove crianças também apresentaram sintomas da doença. Elas já realizaram exames e aguardam o resultado.
“Ainda não podemos afirmar, mas é forte a suspeita que a escola seja a possível fonte. A Vigilância Sanitária identificou sinais da presença de roedores no local. Por isso, optamos pela interdição para evitar o contato de alunos com os ambientes até que a escola cumpra uma série de medidas”, explica a secretária de Saúde, Zelionara Branco.
Entre as ações solicitadas pela Vigilância em Saúde, estão a desratização dos ambientes e a limpeza das caixas d’água. Algumas delas já foram cumpridas após a primeira visita do órgão à instituição, na semana passada. Na ocasião, os bebedouros foram interditados porque a escola não havia como comprovar a data de limpeza das caixas de água.
O primeiro caso de leptospirose foi identificado no dia 9 de outubro. A paciente é uma menina de sete anos. A suspeita foi notificada pela médica que tratou da criança à Secretaria Municipal de Saúde. Após a coleta de material, exames comprovaram que ela estava com a doença. Novos casos de pacientes com sintomas da doença – febre, dores de cabeça e abdominal, entre outros – surgiram nos dias seguintes.
Em nota, a direção da escola diz que suspendeu as aulas entre os dias 26 e 29 para cumprir o protocolo sugerido pela Vigilância Sanitária durante a primeira visita. Com o surgimento de novos casos, uma nova suspensão foi acordada para “maiores averiguações e segurança da comunidade escolar”. A escola diz ainda que aguarda novas orientações para a continuidade das atividades pedagógicas dos alunos das demais séries.
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