Recife - O juiz da 3. Vara Cível do Recife, Francisco Julião de Oliveira Sobrinho, considerou válida a lista com 33 mil votantes utilizada pelo diretório municipal do PT nas prévias de 20 de maio, quando o prefeito João da Costa venceu o deputado federal Maurício Rands, da tendência Construindo um Novo Brasil (CNB) por 533 votos. A consulta, que deveria ter apontado o candidato do partido à prefeitura, foi posteriormente anulada pela executiva nacional diante de questionamentos do grupo de Rands em relação à validade desta lista.
Novas prévias foram marcadas pela direção nacional, mas Rands desistiu de concorrer em prol do senador Humberto Costa. O senador foi posteriormente indicado e homologado candidato pela executiva nacional, embora o prefeito João da Costa tenha mantido a sua candidatura, pela qual continua lutando. Na próxima segunda-feira, dia 25, a direção nacional julga recurso do prefeito, que não encontra motivos para não ser o candidato.
Em nota, o ex-presidente estadual do partido, Dilson Peixoto, adiantou que a sentença judicial, concedida nesta terça, em nada muda o cenário da sucessão no Recife, com Humberto Costa candidato. A explicação é que a justiça considerou válida a lista - e não as prévias - e sua decisão não tem influência nas instâncias partidárias.
O presidente municipal do PT, Oscar Barreto, prometeu para esta quinta um posicionamento do prefeito e do seu grupo, no qual se integra, sobre o assunto. João da Costa passou a quarta-feira em São Paulo para exames médicos de rotina depois de um transplante de rim.
A intervenção da nacional consolidou a divisão do partido em Pernambuco e motivou o governador Eduardo Campos a assumir o comando do processo sucessório na capital. Ele deve lançar candidato do PSB com o apoio da grande maioria dos 16 partidos da Frente Popular, por enquanto também integrada pelo PT.
Novas prévias foram marcadas pela direção nacional, mas Rands desistiu de concorrer em prol do senador Humberto Costa. O senador foi posteriormente indicado e homologado candidato pela executiva nacional, embora o prefeito João da Costa tenha mantido a sua candidatura, pela qual continua lutando. Na próxima segunda-feira, dia 25, a direção nacional julga recurso do prefeito, que não encontra motivos para não ser o candidato.
Em nota, o ex-presidente estadual do partido, Dilson Peixoto, adiantou que a sentença judicial, concedida nesta terça, em nada muda o cenário da sucessão no Recife, com Humberto Costa candidato. A explicação é que a justiça considerou válida a lista - e não as prévias - e sua decisão não tem influência nas instâncias partidárias.
O presidente municipal do PT, Oscar Barreto, prometeu para esta quinta um posicionamento do prefeito e do seu grupo, no qual se integra, sobre o assunto. João da Costa passou a quarta-feira em São Paulo para exames médicos de rotina depois de um transplante de rim.
A intervenção da nacional consolidou a divisão do partido em Pernambuco e motivou o governador Eduardo Campos a assumir o comando do processo sucessório na capital. Ele deve lançar candidato do PSB com o apoio da grande maioria dos 16 partidos da Frente Popular, por enquanto também integrada pelo PT.
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