terça-feira, 4 de maio de 2021

Políticos divulgam retorno de filhos à escola em apoio à decisão da prefeitura

 

Sandro Régis publicou no Instagram uma foto do filho, que estuda na Escola Gurilândia

Tribuna da Bahia, Salvador
04/05/2021 06:00 | Atualizado há 2 horas e 39 minutos

   
Foto: Reprodução

Por Rodrigo Daniel Silva

Aliados do prefeito de Salvador, Bruno Reis (DEM), divulgaram ontem o retorno dos filhos à escola em apoio à decisão do democrata de voltar às aulas. Um deles foi o líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Sandro Régis (DEM). O parlamentar publicou no Instagram uma foto do filho, que estuda na Escola Gurilândia, e escreveu: “Muitas emoções. Deus lhe projeta príncipe”.

A vereadora Roberta Caires (Patriota) também divulgou no Instagram uma foto dos filhos na porta do Colégio Anchieta. “Voltando à rotina de levar os filhos para escola. Hoje inicia a retomada das aulas em Salvador de forma semipresencial e estamos todos muito felizes com isso. Esse retorno é importante para dar continuidade ao aprendizado de qualidade dos alunos, que estão enfrentando uma série de dificuldades ao longo da pandemia, e bom também para os pais, sobretudo aqueles que não têm onde deixar seus filhos e agora voltam a ter segurança de deixar os filhos na escola, garantindo aprendizado e, em muitos casos, alimentação. O início da vacinação dos trabalhadores da educação é um passo importante para a segurança no retorno das aulas e eu espero que em breve todos os profissionais envolvidos na educação sejam imunizados”, postou.

A secretária municipal da Fazenda, Giovanna Victer, foi outra que publicou o retorno da filha ao colégio, e anotou: “Manhã de fortes emoções”. Os vereadores Cris Correia (PSDB) e Cláudio Tinoco (DEM) visitaram ontem escolas públicas, que também voltaram às aulas. “(Estou) lutando pela essencialidade da educação, ingressei com o Projeto de Lei nº 56/2021 propondo que a oferta de aulas presenciais na rede pública e privada de Salvador se torne atividade de natureza essencial, ou seja, que elas não pudessem ser suspensas ou interrompidas”, disse o vereador democrata.

Na entrevista publicada ontem pela Tribuna, o secretário de Educação de Salvador, Marcelo Oliveira, ressaltou o papel dos pais para que ocorra efetivamente a volta das aulas. “Se as famílias não levarem as crianças, aí vai ficar difícil. Como a gente vai fazer educação se as crianças não forem para a escola?”, questionou. Oliveira criticou ainda o sindicato dos professores que tem se posicionado contrário ao retorno. Para ele, é “inadmissível” não ter aulas, já que a prefeitura atendeu 98% das reivindicações dos docentes.

 Da bancada de oposição, o vereador Sílvio Humberto (PSB) é contra o retorno presencial. “Considero uma temeridade o retorno às aulas presenciais sem as condições sanitárias adequadas. O atual e ainda grave quadro pandêmico na cidade de Salvador sem perspectivas reais de reversão, ou seja, ainda navegamos em um mar de incertezas. Portanto, considero arriscada e temerária a decretação da volta às aulas para o dia 3 de maio ainda que em sistema de rodízio”, declarou o socialista. 

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