sábado, 15 de julho de 2017

Renan e Eunício entram na mira da Procuradoria-Geral da República


Resultado de imagem para rENAN E EUNICIO
Eunício e Renan sabem que a fila está andando
Deu na Época
(Coluna Expresso)
Estão em estágio avançado duas denúncias que prometem abalar Brasília no segundo semestre: uma contra o ex-presidente do Senado Renan Calheiros e outra contra o atual presidente do Senado, Eunício Oliveira, ambos do PMDB. Após muito investigar, a Procuradoria-Geral da República reuniu elementos para acusar Eunício de receber propina da Hypermarcas, em troca de ajuda à empresa numa Medida Provisória.
O atual presidente do Senado será também um dos personagens principais das novas informações que o  grupo J&F está levantando para entregar ao Ministério Público. Segundo um dos delatores, Eunício Oliveira fazia questão de buscar a propina paga. Desconfiava de assessores. Já o ex-ministro Geddel Vieira Lima será lembrado como alguém que ajudou o grupo no BNDES.
ELES NEGAM – Renan e Eunício já negaram irregularidades e após a publicação da notícia, a assessoria de imprensa do presidente do Senado entrou em contato e mandou a seguinte nota:
“É falsa a informação contida na nota VIPs da coluna Expresso desta semana. Jamais, em tempo algum, o senador Eunício Oliveira manteve relação imprópria com executivos ou sócios da JBS. A revista, por sua vez, sequer procurou ouvir o outro lado antes de publicar suposta informação injuriosa e caluniosa. Nunca se deu o ali relatado. Reparações serão buscadas nos devidos foros”.
Mas a Redação da Época manteve a veracidade da informação.
OPERADOR DE RENAN – Os investigadores da Lava Jato, frustrados com as dificuldades em provar a ligação do senador Renan Calheiros com a propina nos órgãos públicos que estavam sob influência dele, finalmente tiveram boas notícias. Graças a um acordo com o Panamá, localizaram quatro contas secretas de um dos principais operadores do senador. As contas, segundo as informações já disponíveis, recebiam dinheiro sujo. Não ficam no Panamá.
A Mendes Júnior bateu à porta da Procuradoria-Geral da República na esperança de fechar uma delação. Os donos da empresa finalmente admitiram, nas tratativas, que a famosa mesada paga pela empreiteira ao senador Renan Calheiros era propina. Um deles, que negara a mesada, disse que havia “esquecido” os pagamentos. Renan é réu no Supremo por esse caso. Mas a delação da Mendes Júnior, mesmo que seja fechada, ainda pode demorar.
Posted in

Nenhum comentário:

Postar um comentário