quarta-feira, 12 de julho de 2017

PT faz tuitaço e convoca atos pelo país para confrontar a condenação de Lula


Resultado de imagem para tuitaço lulainocenteJeferson Ribeiro e Bruno Góes
O Globo
O PT também está promovendo um tuitaço com a #LulaInocente e #MoropersegueLula. Além disso, começou a convocar atos em todas as capitais para defender o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e confrontar o juiz Sérgio Moro, que nesta quarta-feira condenou o petista a nove anos e seis meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. “Estamos orientando que todos possam se manifestar pelo país contra essa decisão do juiz Moro. O mote é que não se pode condenar sem provas. O Moro teve um papel de submissão aos meios de comunicação e ao capital privado nessa decisão” — disse ao Globo o ex-chefe de gabinete do ex-presidente Gilberto Carvalho.
Ele disse que o PT está pedindo ajuda de outros partidos de esquerda, movimentos populares, como o Povo Sem Medo e a Frente Brasil Popular, e os sindicatos para conseguir mobilizar protestos ainda nesta quarta.
AINDA SEM DATA — “Sabemos que serão pequenos nesse primeiro momento, mas é importante haver manifestações. Vamos continuar convocando nos próximos dias, mas ainda não temos datas marcadas”, disse Carvalho.
Além dos atos nas ruas, os petistas e parlamentares de outros partidos da esquerda combinaram usar as tribunas da Câmara e do Senado para defender o presidente.
Segundo o ex-chefe de gabinete de Lula, não há nenhum ato especial previsto para Curitiba, onde está concentrada a força-tarefa da Lava-Jato e a vara judicial de Moro.
“Não queremos mais que haja condenações sem provas e esperamos a os juízes do Tribunal Regional Federal não cometam o mesmo erro do Moro” — insistiu Carvalho.
O ex-auxiliar a amigo de Lula disse que não conversou com Lula depois da decisão, mas ele já esperava ser condenado por Moro e não descarta que o magistrado o condene novamente nos outros processos que estão sob sua jurisdição.
PLANO DE STÉDILE – Aliados de Lula já começam a propagar teses mirabolantes para defender o ex-presidente. João Pedro Stédile, o chefão do MST, vai lançar nesta quinta-feira o “Plano Popular de Emergência”.
A estratégia é reunir apoio para convocar “uma Assembleia Nacional Constituinte, destinada a refundar o Estado de direito e estabelecer reformas estruturais democráticas”.
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