quarta-feira, 12 de julho de 2017

A política como ela é hoje morrerá torta!


Caros amigos
Dois assuntos são recorrentes no noticiário brasileiro, a insegurança pública – que produz uma média de 190 cadáveres por dia – e o embate político das quadrilhas com mandatos e nomeações nos três poderes da República.
Ao observar as atitudes do Presidente Michel Temer e dos congressistas neste mais recente entrechoque de interesses pessoais, partidários e ideológicos, constatamos a exatidão do ditado popular que diz que “pau que nasce torto, morre torto”.
Enojados, assistimos o Executivo a modelar às suas conveniências a composição da “base aliada” na CCJ e a “oposição” a jogar estrume no ventilador e pedras no caminho do processo, não em busca de uma solução para a grave questão que poderá resultar, em curto espaço de tempo, no impedimento de mais um Presidente da República, mas, pelo contrário, hipocritamente, concorre para que tudo evolua para o pior, não para ela, mas para a Nação como um todo.
Complementando essa histórica semana, recém iniciada e que muito mais promete, cinco senadoras, representando a si próprias ocuparam, por várias horas, a mesa do Senado, buscando impedir a votação da tão necessária reforma trabalhista. Não há qualquer adjetivo, por mais forte que seja, que as possa qualificar, ofender ou cutucar-lhes a moralidade, porquanto a incoerência, o cinismo e a imoralidade são suas marcas registradas. Gleisi Hoffmann, Vanessa Grazziotin e Fátima Bezerra fazem parte da fina flor do lixo político nacional em seu segmento feminista.
Dentro da imundice das regras que há trinta anos são praticadas, a classe política joga um jogo que, sem dúvidas, exclui o interesse público e que não tem outros objetivos que as suas próprias cobiças. Quanto mais próximos os políticos se veem do epílogo da era pós moral que construíram a partir do grito de “diretas já”, mais despudoradamente mostram as suas caras e suas garras. É difícil largar o osso e não é por outra razão que as hienas comem até carniça.
Os melhores exemplos são os de Zé Dirceu – o bandido de muitas caras e nenhum caráter, que, mesmo condenado, mas solto pelos que o tem como de estimação, vale-se do privilégio, retoma sua postura de “líder” e avaliza o plano de retorno da sua quadrilha ao poder -, e de Aécio Neves – o corrupto tucano que, como o seu congênere petista, ressurge das cinzas pelas mãos de quem o estima, com liberdade para tentar a fuga da justiça.
Tudo isso nos mostra a importância da nossa indignação e da mudança que se faz necessária em nós mesmos e no Brasil, porque a política, como ela é hoje, morrerá torta!
Cabe a nós, a qualquer custo, plantar uma nova, que nasça direita, que cresça correta e que frutifique em benefício da liberdade de cada um e dos interesses nacionais.
Gen Bda Paulo Chagas


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