domingo, 9 de julho de 2017

A pior profissão no Brasil é ser policial, pois pode ser morto a qualquer momento


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São cenas trágicas que se repetem, em todo o país
Francisco Vieira
São três as piores profissões do Brasil. Primeiro, POLICIAL, pois só em ser policial você já está condenado à pena de morte em qualquer assalto sem despertar a menor compaixão. Até mesmo para fazer amigo é difícil, pois existe a ideia preconcebida de que todo o policial é burro e arrogante, mesmo que seja professor universitário no horário de folga.
Segundo, PROFESSOR de escola pública, pois é terrível ficar em uma sala de aula infestada de bandidos, atrapalhando a aula e intimidando quem quer aprender, e você falando sozinho, repetindo dez vezes a mesma coisa para as paredes e chegando em casa com a cabeça a mil. Afinal, quem manda nas aulas e nas escolas brasileiras são os bandidos.
E terceiro, MÉDICO de hospital público. Para trabalhar em um deles, o médico precisar se tornar indiferente à morte alheia, à tortura de crianças, aos gritos e berros e à dor dos seres humanos. Ou se torna indiferente ou acaba perturbado com tanta miséria e, até mesmo, se pendurando pelo pescoço em alguma corda, caso queira ali permanecer.
IR EMBORA – A outra opção é fazer como alguns médicos aqui do Distrito Federal, com os quais conversei, fizeram. Acabado o plantão na emergência, pega a roupa de cama, fecha a porta do armário e… sai para nunca mais voltar.
Dos três, o médico tem a melhor opção de escolher onde e quando trabalhar. Se o médico errar, a terra cobrirá; se o professor errar, basta revisar a nota e aplicar nova prova; agora, se o policial culposamente cometer um erro, será colocado no rol dos bandidos comuns e ficará desempregado ou até mesmo preso. Este ano, no Estado do Rio de Janeiro, já foram mortos 86 policiais.
Quando se culpa um policial por atirar em área aberta, e acertar um inocente, com um fuzil que tem a capacidade de matar em um raio de 1,5 km de distância (portanto, em uma circunferência de 3 km), indiretamente se está dizendo: “Não atire, deixe os bandidos em paz!”, já que é impossível, em qualquer disparo efetuado em área aberta, saber se algum inocente será ou não atingido.
BALAS PERDIDAS – E quanto mais tiros são disparados, maiores serão as chances de um inocente vir a ser atingido, o que explica por que o Rio tem tanta bala perdida, já que os bandidos possuem metralhadoras e fuzis automáticos que dão rajadas, o que obriga a polícia a trabalhar com esse mesmo tipo de arma.
Melhor seria desarmar logo a Polícia. Pelo menos o policial seria poupado de responder por mortes acidentais decorrentes das leis da Física.
Veja contra quem os policiais do rio estão lutando. Não é caso de bandido ladrão de galinha que está roubando para comer, não. É caso de coisa mais complexa, organizada, de guerrilha urbana mesmo, no padrão das FARCs.
É caso de coisa mais complexa, organizada, de guerrilha urbana mesmo, no padrão das FARCs.
http://veja.abril.com.br/brasil/trafico-usa-roupa-especial-para-se-esconder-nas-matas/

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