segunda-feira, 12 de junho de 2017

Temer diz que não permitirá "ilegalidades" de instituições públicas


O presidente destacou que a ofensiva contra o seu governo começou justamente no momento em que saímos da mais grave crise econômica da história

por
Estadão Conteúdo
Publicada em TRIBUNA DA BAHIA
O presidente Michel Temer voltou a usar vídeos nas redes sociais para reforçar o discurso de que seu governo não vai parar, se defendeu do que chamou de conjunto de denúncias “montadas”, fez críticas indiretas ao Judiciário e afirmou que não permitirá “ilegalidades” de instituições públicas. “Não vou esmorecer”, afirmou.
O presidente destacou que a ofensiva contra o seu governo começou justamente no momento em que saímos da mais grave crise econômica da história.
“Quando havia sinais claros de que as reformas teriam maioria no Congresso Nacional, assacaram contra meu governo um conjunto de denúncias artificiais e montadas”, afirmou. Segundo o presidente, o estado democrático de direito “não admite que as instituições públicas e seus responsáveis cometam ilegalidades sob quaisquer justificativas”. “Na democracia, a arbitrariedade tem nome: chama-se ilegalidade.
O caminho que conduz da justiça aos justiceiros é o mesmo caminho trágico que conduz da democracia à ditadura. Não permitirei que o Brasil trilhe este caminho. Não vou esmorecer.
Seguirei liderando o movimento em favor da aprovação da agenda de reformas econômicas”, destacou. Temer é alvo de inquérito criminal no Supremo Tribunal Federal (STF) aberto com base na delação premiada dos acionistas e executivos do grupo J&F – holding que inclui a JBS.
O presidente investigado pelos crimes de corrupção passiva, obstrução de Justiça e participação em organização criminosa, poderá ser denunciado nos próximos dias pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Caso seja acusado formalmente, o Supremo precisará obter uma autorização da Câmara dos Deputados para abrir ou recusar uma ação penal. Leia mais no Estadão

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