domingo, 11 de junho de 2017

Marx, Engels, Buda e Cristo jamais imaginariam uma cleptocracia igual à brasileira


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Charge do Alpino (Yahoo Notícias)
Francisco Bendl
Os artigos e comentários sobre Marx e Engels têm sido constantes na “Tribuna da Internet”, com manifestações contrárias às teorias dos alemães e também favoráveis, o assunto jamais deixa de ser questionado e debatido. Desta forma, o artigo “É preciso entender Marx e Engels com base nos ensinamentos de Jesus Cristo”, assinado pelo professor Antonio Rocha e pelo jornalista Carlos Newton, tem um teor curioso e instigante, haja vista ter sido escrito por um budista, autor de vários livros a respeito dessa filosofia, e por um comunista confesso, respectivamente, que apresentam suas conclusões para que as analisemos e debatamos, se for o caso.
Em princípio, a célebre frase “a religião é o ópio do povo” se reveste de credibilidade quando as tragédias acontecem e suas vítimas proferem que “Deus quis assim”, demonstrando resignarem-se à própria sorte, situação que dificilmente este Deus, na sua infinita bondade, concordaria.
ACOMODAÇÃO – Contra esta aceitação de males ocasionados pela natureza ou pelo ser humano, eu igualmente concordaria com Marx, pois refugiar-se na religião retira do homem sua necessária resistência, deixando-o sem reação contra o que lhe afronta a vida, o seu destino.
Independentemente de serem ateus ou não, religiosos ou não, cristãos ou não, Antônio Rocha e Carlos Newton se preocupam com o bem-estar de seus semelhantes, com o interesse comum, com o progresso individual e coletivo, com o desenvolvimento do Brasil, os autores do artigo se defrontam com uma situação extremamente desfavorável para que suas intenções em benefício da pessoa e do país se concretizem, no caso do Brasil.
Este governo não é comunista; não é budista; não é cristão; não é socialista; não é capitalista; não é democrata.
LADRÕES NO PODER – Este governo é composto por ladrões, que dividiram a nação entre aliados e cúmplices, e se locupletam roubando o erário e povo. Faz mais de trinta anos que o governo brasileiro não segue qualquer religião ou método político, econômico e social, apenas a cleptocracia, implantada sorrateiramente, culminando neste caos e crise atuais sem precedentes.
Esta realidade malévola e contrária à população e ao país tem chancela oficial, defendida até mesmo em tribunais superiores, inclusive o Supremo, que resiste em combate esse modo de “administrar” o Brasil, à base de assaltos às estatais, fundos de pensão, empréstimos consignados, recessão econômica, desemprego e inadimplência, com ética e moral deletadas das condutas dos poderes. É o que se conclui diante da postura do TSE, que rejeitou as provas apresentadas sobre o comportamento criminoso deste governo, alegando que precisamos de “estabilidade política”, mesmo que obtida mediante roubos e propinas.
NINGUÉM IMAGINARIA – Marx e Engels, Buda e Cristo, nenhum deles jamais imaginaria um governo como o nosso, cujo único objetivo é a corrupção, a desonestidade e a mentira, com chancela das mais altas cortes, que não reconhecem a necessidade de limpar as instituições e retirá-las da podridão que se encontram, impedindo que o Brasil tenha a esperança de amenizar pelo menos a doença que o leva para o leito de morte inexoravelmente – a corrupção.
UM PAÍS DIFERENTE – Lamento que os importantes temas abordados no artigo de Rocha e Newton não possam seguir adiante, em face das características absolutamente inatas desta terra, deste território, deste modo de governar, que nos destrói a cada ano, e nos esmaga contra uma realidade brutal de falta de segurança, saúde e educação, inversamente proporcionais à riqueza dos ladrões do povo, das falsas autoridades, e da gente da pior espécie que está encastelada nos poderes constituídos, mantida e protegida por uma “justiça” bizarra, igualmente deletéria e abjeta.
Marx e Engels jamais imaginaram um país como o nosso, e Buda e Cristo nunca pensaram que um povo seria tão submetido às humilhações e desrespeito, tais como somos tratados, caso contrário teriam sido mais contundentes nas suas pregações e bem menos condescendentes.
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