domingo, 11 de junho de 2017

Em crise, a compra por impulso é inimiga

compra impulso
10.Junho.2017
JORNAL A REGIÃO
e pode comprometer suas finanças em pouco tempo. A pesquisa “Uso do Crédito”, do SPC Brasil e da CNDL, mostra que 37% dos consumidores admitem ter comprado algo que não precisavam nos últimos 30 dias, devido à facilidade de crédito.
Os itens mais comprados por impulso são roupas, calçados e acessórios (14%), perfumes e cosméticos (8%), idas a bares e restaurantes (6%) e smartphones (6%). Para os entrevistados, as lojas que mais estimulam compras são as virtuais (29%), supermercados (19%) e de departamento (17%).
Quando recebem o contato de bancos, lojas ou financeiras oferecendo cartões, aumento do limite do cheque especial ou crédito extra, 36% veem a proposta e avaliam de acordo com o orçamento, 24% não chegam nem a ver a proposta e 17% não veem porque sabem que não podem.
No entanto, 11% ouve e aceita a proposta porque gosta de ter crédito disponível. Mesmo assim, a forma de pagamento mais usada nas compras é o dinheiro em espécie (68%). Depois vêm o cartão de crédito (45%) e o de débito (35%). Mais da metade (58%) buscam evitar parcelas.
Dificuldades
Cerca de 47% sente que atualmente há maior dificuldade das lojas em aceitar certos tipos de pagamento, especialmente o crediário (24%), o cheque pré-datado (23%) e o financiamento (18%). Neste caso, 37% desistem da compra, mas 27% acabam pagando à vista.
O pagamento à vista é escolhido por 38% dos entrevistados caso o preço seja muito inferior que na compra parcelada, mas 19%, no entanto, preferem parcelar, caso a diferença de preço não seja grande para poder comprar mais coisas se necessário.
20% planejam comprar parcelado roupas, calçados e acessórios, já 13% celular e smartphone e 10%, móveis. Considerando até o final de 2017, os produtos mais visados para compras parceladas são celulares e smartphones (17%), roupas, calçados e acessórios (15%) e eletrodomésticos (13%).

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