terça-feira, 16 de maio de 2017

Dilma tinha paranoia de ser grampeada, dizem amigos


Preocupação da ex-presidente com a interceptação de sua comunicação era tão grande que ela só se comunicava com o ex-marido por meio de cartas manuscritas

BAHIA.BA
Foto: Reprodução/Tópicos
Foto: Reprodução/Tópicos

Pessoas próximas à ex-presidente Dilma Rousseff acreditam na possibilidade de ela ter criado um e-mail só para falar com Mônica Moura, mulher de João Santana.
De acordo com a coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, a petista tinha paranoia de ser grampeada, especialmente em 2015, pelo então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB).
Já a possibilidade de ela ter avisado aos marqueteiros de que eles poderiam ser presos, como disse a publicitária Mônica Moura em sua delação, é considerada “inacreditável” pelo seu grupo.
Segundo os amigos, a preocupação de Dilma com a interceptação de sua comunicação era tão grande que, por um período, ela só se comunicava com o ex-marido, Carlos Araújo, por meio de cartas manuscritas entregues a ele por emissários.

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