Eles verificam o uso da cama de frango na alimentação do gado.
Ministério da Agricultura proíbe esse tipo de alimento no país.

Às vezes, os fiscais precisam pular a cerca da propriedade para ter acesso aos animais. Acompanhados da Polícia Ambiental, eles querem verificar o uso da cama de frango, que são dejetos de aves utilizados na alimentação do gado.
O Ministério da Agricultura proíbe esse tipo de alimento no país para evitar que o gado, que normalmente come produtos vegetais, fique vulnerável a vários tipos de doença, inclusive o mal da vaca louca.
A região é uma das maiores produtoras de aves do estado. O instituto tem recebido várias denúncias. Quando há indícios de irregularidade, os fiscais recolhem amostras para a análise. Caso haja suspeita de alimentos proibidos no cocho, o gado é identificado com um brinco. O animal é monitorado até que o resultado seja ou não confirmado. Só nos municípios de Pará de Minas e Pitangui esse tipo de trabalho acontece em 12 propriedades.
O proprietário da fazenda em Pará de Minas o proprietário será obrigado a abater 28 animais. O gerente Rogério da Silva diz que a situação não vai voltar a acontecer. Ele não sabia que era proibido fornecer esse tipo de alimento ao gado.
Se for confirmado o uso da cama de frango na alimentação dos bovinos, o criador tem um prazo de 30 dias para fazer o abate sanitário dos animais da propriedade.
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