Situação foi encontrada ao fundo de cooperativa no bairro da Mata Escura.
Cooperativa diz que fez acordo com Limpurb para o depósito, que nega.

Segundo os funcionários da cooperativa, os pneus foram levados para o local em 2006, depois de um acerto feito com a Limpurb, órgão municipal responsável pela limpeza urbana. A cooperativa afirma que receberia R$ 0,50 por quilo de pneu coletado ou descartado pela frota da Prefeitura. O material, de acordo com os cooperados, seria aproveitado na fabricação de asfalto, mas eles dizem que não chegaram a firmar um compromisso por escrito com a Limpurb e que o projeto foi abandonado.
A cooperativa disse que não tem condições de pagar transporte para retirar os pneus e que as responsabilidades é da Prefeitura, mas sabe do risco de mantê-los no local. "Nós tivemos dois cooperados que tiveram dengue. Para nós da cooperativa, a primeira preocupação é a questão da saúde pública, tem que retirar", diz o presidente Carlos Alberto Araújo.
O Ministério Público do Estado (MP-BA) entrou com um pedido para que a Prefeitura e a cooperativa retirem os pneus do local. A retirada está marcada para o sábado (16). A Limpurb diz que nunca fez acordo com a cooperativa.
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