São feitos cortes parciais em troncos de árvores, que caem com ventos.
Ação dificulta flagrante e fiscalização, segundo Batalhão Ambiental.
Policiais e Ibama identificaram modalidade (Foto: Divulgação/Batalhão Ambiental)De acordo com o Batalhão Ambiental, os madeireiros fazem cortes parciais, de cerca de dois terços, nos troncos das árvores com motoserras. Com a ação dos ventos, as árvores acabam caindo e os desmatadores pegam a madeira.
"Este novo modo operante dos criminosos dificulta o flagrante e a fiscalização, pois a floresta aparenta estar intacta, mas todas as árvores maiores já estão mortas. Além disso, coloca em risco a vida dos agentes da fiscalização, porque as árvores caem repentinamente. Por pouco uma equipe nossa não foi atingida", relatou o tenente Bruno Pereira, do Batalhão Ambiental.
Corte realizado é grande e deixa árvore sensível à ação do vento (Foto: Divulgação/Batalhão Ambiental)Durante a ação realizada na sexta-feira (15), um pecuarista, proprietário de uma área florestal degradada, foi multado em quase R$5 milhões e teve as atividades da propriedade embargadas pelo Ibama.
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